Matéria de Axios

Taylor Swift vende muito e é por isso que as grandes gravadoras estão torcendo para que a cantora não renove seu contrato com a sua atual gravadora independente, Big Machine Records. A escolha de Swift garantirá o maior acordo artístico do século.

O contrato de Taylor Swift com sua gravadora independente, Big Machine Records, está acabando e as grandes gravadoras estão dispostas a pagar milhões por ela.

Seu último álbum “Reputation”, de 2017, vendeu 1.216 milhões de cópias logo na primeira semana, mesmo sendo retirado dos serviços de streaming. Já o álbum “21” conquistou a marca de 1 milhão de cópias em sua primeira semana. Todos os seus álbuns venderam pelo menos 2 milhões de cópias.

Além do número imenso de vendas de álbuns, Taylor Swift se dá bem em suas turnês. Segundo a Billboard, as primeiras cinco cidades que a turnê “Reputation” passou, arrecadaram US$54 milhões. O valor total do faturamento bruto da turnê pode chegar a US$400 milhões.

Entretanto, pode haver um impasse nas negociações, a cantora deseja possuir todos os direitos de seus álbuns que hoje é mantido por sua gravadora. De acordo com a revista Variety, cada um dos álbuns anteriores de Taylor Swift poderia valer 20 milhões de dólares.

A revista Variety e especialistas da indústria musical analisaram quatro cenários que devem ocorrer após o término do contrato entre a cantora e sua gravadora:

“Ficar com a Big Machine”: Swift quer seus direitos e a Big Machine não quer desistir deles.

“Não à Big Machine, sim à Universal”: A Universal já distribui e promove a música da Swift para a Big Machine – por isso, é de seu melhor interesse financeiro manter Swift por perto. E ela provavelmente está muito feliz com o trabalho feito até agora.

“Não-Universal”: Swift poderia ir para outro selo, mas eles provavelmente gostariam de ter seus mentores no negócio também.

“Sozinha”: Swift já cuida de seu trabalho promocional com uma equipe interna, então agora que ela chegou ao apogeu da indústria fonográfica, ela é indiscutivelmente pós-gravadora e poderia montar seus próprios acordos de distribuição.

“A linha inferior”: De qualquer forma, quando se trata do próximo contrato de Swift, ela terá todo o poder para preencher o “espaço em branco” em seus contracheques nos próximos anos.

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