ARTISTA RECEBERÁ INDENIZAÇÃO DO FACEBOOK APÓS TER SUA CONTA BLOQUEADA SEM EXPLICAÇÃO

Juíza entendeu que artista foi impedido de exercer sua profissão por ter sua conta suspensa no Instagram.

Recentemente, o Facebook foi condenado a indenizar em R$3.000,00 reais a um artista em Salvador, Bahia, após o mesmo ter sua conta no Instagram bloqueada sem motivos.

De acordo com o Conjur.com.br, o autor que não teve seu nome revelado, alegou que foi prejudicado ao ser impedido de realizar uma live no Instagram por causa da suspensão de sua conta por alguns dias.

Em contrapartida, o Facebook argumentou que suspendeu temporariamente a conta do artista para verificar uma possível violação das políticas da plataforma, relacionada a spam, mas em seguida liberou o acesso do usuário, pois não foi encontrado nada irregular.

A justificativa não foi aceita pela juíza Maria Virginia Andrade de Freitas Cruz, da 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais da Bahia, como mencionado no processo:

“A parte ré não esclareceu por qual razão seria preciso suspender a conta da parte autora durante a averiguação de atividade suspeita, haja vista que, como foi confirmado, não foi constatada violação”.

A juíza entendeu que o autor da ação foi prejudicado, uma vez que ficou impossibilitado de desempenhar sua profissão:

“No caso em apreço, a atitude arbitrária da parte ré causou frustração de expectativas da parte autora, impedindo o regular desempenho de sua atividade artística, o que, a meu ver, implica em ofensa extrapatrimonial passível de indenização”, explicou Maria Virginia.

Desta forma a juíza relatora fixou a indenização em R$ 3 mil, incidindo juros e correção monetária, por considerar a quantia adequada “à luz dos princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, bem como tendo em mente a jurisprudência desta turma recursal”.

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SAIBA COMO FAZER SUA INCRIÇÃO PARA O FUNDO VOZES NEGRAS, DO YOUTUBE

Matéria de

Iniciativa do Youtube busca ajudar criadores de conteúdo e artistas que desejam crescer na plataforma. Jápassaram pelo programas nomes como Péricles e Rael.

Estão abertas as inscrições no Brasil para o Fundo Vozes Negras, uma iniciativa global promovida pelo YouTube para ajudar a alavancar canais de criadores e artistas negros pelo mundo.

Os criadores e artistas selecionados receberão todo um suporte, inclusive financeiro do próprio Youtube, e terão a oportunidade de participar de uma imersão virtual de três semanas onde poderão aprender a profissionalizar o seu conteúdo e a administrar o seu negócio.

“Desde 2020, nós tivemos mais de 300 participantes dos Estados Unidos, Quênia, Reino Unido, Brasil, Austrália, África do Sul e Nigéria. Neste grupo incrível temos músicos, empresários do ramo da beleza, comediantes, ativistas, poetas, personal trainers, pais e mães, fotógrafos, gamers, entre outros”, informou a plataforma.

 

Vale notar que já passaram pelo Fundo Vozes Negras criadores como Spartakus, Dois por Cento TV, Nátaly Neri, e artistas como Péricles, Urias e Rael.

Os interessados poderão se inscrever por meio deste link.

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PRESENÇA FEMININA NO RAP É DE APENAS 8%, APONTA ESTUDO

Matéria de Itaú Cultural

Estudo sobre rap e funk mostra que ainda é preciso incentivar o ingresso de mulheres, pessoas LGBTQIAP+ e não binárias na música.

No Brasil, a representatividade de mulheres no funk é de 17%, enquanto no rap é de apenas 8%. Os dados são de um estudo feito pelos pesquisadores Leonardo Morel e Vitor Gonzaga dos Santos a pedido da Revista Observatório do Itaú Cultural.

No artigo “O funk e o rap em números”, os pesquisadores contaram a história dos dois gêneros musicais, desde o surgimento da Black Music até chegar no fenômeno do rap Xamã. Além disso, foram apresentados dados relevantes para entender o cenário atual dos gêneros no país. As informações fornecidas pela distribuidora digital de música ONErpm foram cruciais para o aprofundamento do estudo.

Imagem: reprodução artigo”O funk e o rap em números”

 

Sobre a baixa presença feminina nos gêneros musicais, Arthur Fitzgibbon, CEO da One RPM disse que a distribuidora vem criado oportunidades para mudar esta realidade: “Desejamos ver cada vez mais artistas mulheres lançando seus trabalhos no rap e no funk. A ONErpm trabalha forte para que isso se torne realidade num curto período”.

O estudo apontou ainda a necessidade de incentivar o ingresso de pessoas LGBTQIAP+ e não binárias, não só no funk e rap, mas também em todos os segmentos do setor musical para torná-lo mais igualitário em termos de gênero, bem como a inclusão de mais artistas negros e de diferentes raças e etnias.

“Precisamos de dados, de pesquisa, de pesquisadores e pensadores para entender e explicar o mundo da música”, disse o pesquisador pena Schmidt em nosso grupo no Facebook a respeito do estudo.

CLIQUE AQUI E CONFIRA O ARTIGO ” O FUNK E O RAP EM NÚMEROS’ NA ÍNTEGRA

Foto: a rapper Flora Mattos (divulgação)

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YOUTUBE MUSIC E NAPSTER SÃO NOTIFICADOS POR NÃO MOSTRAR NOME DE COMPOSITOR EM MÚSICAS

Matéria de G1

Juiz concedeu liminar obrigando plataformas de streaming a mostrar créditos de compositor, com multa diária de R$1.000,00

Na semana passada, o YouTube Music e o Napster receberam uma notificação da Justiça de São Paulo para creditar o compositor Deni Domenico em cinco faixas, sob multa diária de R$1.000,00.

De acordo com o G1, advogados do escritório Motta Fernandes decidiram abrir ações e duas liminares na Justiça para que o compositor fosse reconhecido por suas obras nos apps.

“Infelizmente as plataformas passaram a divulgar as músicas sem dar o devido crédito aos autores. Isso prejudica a carreira de compositores e compositoras, pois impossibilita que sejam reconhecidos pelo público e pela crítica”, disse Yves Finzetto, um dos advogados que entraram com a ação.

Este pode ter sido um passo inicial para que outros músicos busquem o mesmo crédito nas plataformas, já que pela Lei de Direitos Autorais do Brasil (Lei 9.610), compositores têm o direito de ter seu nome “indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização da obra”.

Além de exigir os devidos créditos ao compositor nas faixas, a liminar também impediu que elas fossem retiradas das plataformas. Algo que poderia facilmente acontecer, como uma maneira de evitar outros problemas a Justiça.

De acordo com Yves, as duas plataformas foram escolhidas justamente, pois são as que menos mostram os créditos nas músicas. Agora os advogados devem partir para outras plataformas, como o Spotify, que possui um campo para mostrar os créditos nas músicas, porém, muitas vezes eles não são preenchidos com os nomes dos autores.

 

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ROBERTO E ERASMO CARLOS PERDEM MAIS UMA DISPUTA POR DIREITOS AUTORAIS DE QUASE 30 COMPOSIÇÕES

Matéria de UOLNoticias @UOL

Justiça de São Paulo não concordou com argumentos de Roberto e Erasmo Carlos para interromper contrato com editora.

Roberto Carlos e Erasmo Carlos perderam mais uma disputa judicial pelos direitos de suas obras. O caso se iniciou em 2018 como uma tentativa de recuperar 100% dos direitos de 27 canções que eles escreveram nos anos 1960, incluindo “Quero que vá tudo pro inferno” e “Parei na contramão”. As informações são da noticias.uol.com.br.

No processo, a defesa dos compositores alegou que os contratos realizados com a editora Irmãos Vitale S/A nos anos 1964, 1965 e 1966 tinham como objetivo permitir que a editora apenas explorasse comercialmente as canções, e não “vender” os direitos sobre elas.

Além disso, os advogados lembraram que a dupla era muito nova na época. Aos 23 anos, não tinham “a mínima noção da grandiosidade de seu legado”. E por isso, solicitaram a rescisão do contrato de cessão dos direitos das obras.

“Mas a intenção deles, assim como de qualquer compositor brasileiro, jamais foi a cessão perpétua e irrestrita de seu legado”, lembrou os advogados no processo.

Mesmo assim, nesta terça-feira (07/06), em uma nova audiência, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu manter a decisão de primeira instância segundo a qual “todos os instrumentos contratuais estabeleceram o caráter definitivo e irrevogável das cessões realizadas”. Roberto e Erasmo podem recorrer novamente da decisão, mantendo seus direitos morais como compositores.

Vale notar, que em novembro do ano passado os Roberto Carlos e Erasmo Carlos perderam outra disputa judicial, envolvendo outra editora, a Femata. Eles também buscavam interromper o contrato que dava parte dos direitos de cerca de 70 composições.

 

Foto: Rafael França/TV Globo/VEJA

 

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LUDMILLA É INDICADA COMO MELHOR ARTISTA INTERNACIONAL NO BET AWARDS 2022

Matéria de Mundo Negro

Ludmilla foi indicada em uma das maiores premiações que prestigia talentos negros na música e entretenimento.

A cantora brasileira Ludmilla foi indicada nesta semana em uma das categorias no BET Awards, do canal BET (Black Entertainment Television). A premiação é considerada como uma das maiores que celebram artistas afro-americanos na música, esportes, cinema e outros.

De acordo com omundonegro.inf.br, Ludmilla foi indicada na categoria “Melhor Artista Internacional”, ao lado de estrelas de outros países como França, Nigéria, Reino Unido, América do Sul e Congo.

Com apresentação de  Taraji P. Henson, indicada ao Oscar e vencedora do Globo de Ouro, o BET Awards 2022 será celebrado no dia 26 de junho, e deve ser transmitido ao vivo de Los Angeles pela MTV Brasil. #natorcida

Veja abaixo algumas categorias e indicados no BET AWARDS 2022

Álbum do ano
“An Evening With Silk Sonic”, Silk Sonic
“Back of My Mind”, H.E.R.
“Call Me If You Get Lost”, Tyler, The Creator
“Certified Lover Boy”, Drake
“Donda”, Kanye West
“Heaux Tales, Mo’ Tales: The Deluxe”, Jazmine Sullivan
“Planet Her”, Doja Cat

Melhor Feat
“Essence” – Wizkid feat. Justin Bieber & Tems
“Every Chance I Get” – DJ Khaled feat. Lil Baby & Lil Durk
“Family Ties” – Baby Keem & Kendrick Lamar
“Kiss Me More” – Doja Cat feat. SZA
“Way 2 Sexy” – Drake feat. Future & Young Thug
“Whole Lotta Money (Remix)” – Bia feat. Nicki Minaj

 

Melhor Artista de R&B e Pop Feminino
Ari Lennox
Chlöe
Doja Cat
H.E.R.
Jazmine Sullivan
Mary J. Blige
Summer Walker

 

Melhor Artista de R&B e Pop Masculino
Blxst
Chris Brown
Givēon
Lucky Daye
The Weeknd
Wizkid
Yung Bleu

Melhor Artista de Hip Hop Feminino
Cardi B
Doja Cat
Latto
Megan Thee Stallion
Nicki Minaj
Saweetie

 

Melhor Artista de Hip Hop Masculino
Drake
Future
J. Cole
Jack Harlow
Kanye West
Kendrick Lamar
Lil Baby

 

Melhor Grupo
Silk Sonic
Chlöe X Halle
City Girls
Lil Baby & Lil Durk
Migos
Young Dolph & Key Glock

 

Artista Revelação
Baby Keem
Benny the Butcher
Latto
Muni Long
Tems
Yung Bleu

 

Clipe do Ano
“Family Ties,” Baby Keem & Kendrick Lamar
“Have Mercy,” Chlöe
“Kiss Me More,” Doja Cat Feat. SZA
“Pressure,” Ari Lennox
“Smokin Out the Window,” Silk Sonic
“Way 2 Sexy,” Drake Feat. Future & Young Thug

 

Melhor Artista Internacional
Dave (U.K.)
Dinos (France)
Fally Ipupa (Democratic Republic of the Congo)
Fireboy Dml (Nigeria)
Little Simz (U.K.)
Ludmilla (Brazil)
Major League Djz (South Africa)
Tayc (France)
Tems (Nigeria)

Foto: Reprodução / Facebook Ludmilla

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JORNALISTA DIZ QUE MERCADO FONOGRÁFICO DEVE EVITAR DEPENDÊNCIA DO TIKTOK

Matéria de G1

Em análise necessária, jornalista afirma que artistas podem ficar “sem saída” ao focar no Tiktok como o único canal de promoção de músicas.

Nesta semana o jornalista carioca Mauro Ferreira publicou em sua coluna para o G1, uma análise sobre os artistas que tiveram suas músicas viralizadas no TikTok. Para ele, a indústria fonográfica deve evitar focar em um único canal de mídia.

O questionamento veio após o hit “Acorda Pedrinho”, da banda Jovem Dionísio, viralizar no TikTok. O sucesso do hit na plataforma fez com que a música chegasse ao Top 50 Global do Spotify, além do videoclipe ultrapassar cinco milhões de visualizações no Youtube.

Conseguir tal feito é algo que muitos artistas, suas equipes e gravadoras têm buscado constantemente. Embora nem sempre isso aconteça, na verdade é algo bem raro, e ninguém sabe ao certo a fórmula para este tipo de sucesso. Então: “até que ponto é interessante depositar todas as expectativas do resultado de uma música em um único canal de mídia?”, indagou o jornalista.

“Para artistas em início de carreira, como o grupo Jovem Dionísio, nada há a perder”. Afirmou Ferreira.  Entretanto, “Para gravadoras e artistas já consolidados no mercado fonográfico, muito pode ser perdido se o foco for direcionado primordialmente para o aplicativo chinês. Ou para qualquer outra rede. Até porque, por mais que haja pressão da indústria para que artistas emplaquem músicas no TikTok, quem manda em última instância é o público”, completou.

O que Ferreira disse faz muito sentido, afinal no mundo dos negócios é a mesma coisa. Nem sempre o seu “cliente”, ou o “seu fã”, vai estar apenas no TikTok ou em uma rede social exclusiva.

“Esperar tudo do TikTok é entrar em sinuca de bico que pode deixar artistas e gravadoras sem saída”, finalizou o jornalista.

VEJA A ANÁLISE COMPLETA CLICANDO AQUI!

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MÚSICOS E INTÉRPRETES PASSARÃO A RECEBER DIREITOS CONEXOS NA FRANÇA

Matéria de UBC

Decisão histórica envolvendo Direitos Conexos na França pode abrir portas para que acordos similares ocorram em outros países, incluindo o Brasil.

Nesta semana sindicatos e entidades ligadas à música na França realizaram um acordo, junto aos produtores fonográficos, para que intérpretes e músicos também recebam direitos conexos em plataformas de streaming. As informações são da ubc.org.br.

De acordo com o portal da associação brasileira, os produtores fonográficos concordaram em ceder parte (até 11%) das receitas que recebem por execuções de músicas nas plataformas de streaming, para que músicos e intérpretes recebam os direitos conexos.

A mudança se mostra mais do que necessária, já que anteriormente, os profissionais recebiam receitas conforme o que era estabelecido em contratos individuais assinados diretamente com produtores/gravadoras/selos.

Além disso, o movimento pode influenciar para que o mesmo ocorra em outros países, como Brasil. É o que explicou Ana Zan Mosca, advogada paulistana especialista em direitos autorais, à UBC:

“É uma mudança completa de lógica. Uma decisão como essa abre as portas para acordos similares em outros países, como o nosso. As entidades que representam os músicos e intérpretes no Brasil agora têm um caso simbólico no qual se amparar para exigir o mesmo por aqui”.

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Após desabafo de Halsey sobre “viral no TikTok”, gravadora libera lançamento de música

Matéria de Variety

Halsey criticou atitude de gravadora que a impedia de lançar uma música por não viralizar no TikTok: “Tudo é marketing”, disse.

Na manhã de domingo (22) a cantora Halsey fez um grande desabafo sobre o descontentamento que vem tendo com relação a sua gravadora, que está a impedindo de lançar uma música, a não ser que ela crie um vídeo viral no TikTok.

A crítica foi publicada pela cantora em um vídeo de 29 segundos no TikTok. O texto do vídeo indicava sua situação: “Basicamente, tenho uma música que amo que quero lançar o mais rápido possível, mas minha gravadora não me deixa”.

“Tudo é marketing”, concluiu Halsey, “e eles estão fazendo isso com todos os artistas hoje em dia. Eu só quero lançar música, cara e eu mereço coisa melhor tbh. Estou cansada.”

A medida em que o TikTok se transformou em uma grande ferramenta de promoção de música, não é segredo que gravadoras e equipes de artistas passaram a criar estratégias para criar “momentos virais”. O desabafo da cantora demonstra o quanto a arte pode ser prejudicada na busca pelo sucesso.

Após a grande repercussão do vídeo, fãs e usuários do Twitter lembraram de outras artistas que já se queixaram sobre a pressão de estarem no TikTok:

 

Atualização: representantes da gravadora da artista, Capitol Records e sua editora AstralWerks,  disseram que vão liberar o lançamento da música:

“Nossa crença em Halsey como uma artista singular e importante é total e inabalável. Mal podemos esperar para que o mundo ouça sua nova e brilhante e música”.

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Livro aborda Desigualdade na indústria da música no Brasil

Em livro, o jornalista e produtor cultural Léo Feijó, mostra desigualdade racial e de gênero da indústria da música.

Um estudo sobre a situação de desigualdade racial e de gênero da indústria da música descobriu alguns dados que precisam de atenção do mercado musical.

O levantamento feito pelo jornalista e produtor cultural Leo Feijó, e publicado no livro recém-lançado “Diversidade na Indústria da Música no Brasil – um Olhar sobre a Diversidade Étnica e de Gênero nas Empresas da Música” (Dialética Editora), identificou que 21,4% das organizações presentes no ecossistema da indústria fonográfica não têm negro em seus quadros profissionais.

Além disso, apenas em 16,1% das organizações, as pessoas negras representam mais da metade da força de trabalho.

A presença feminina em gravadoras, editoras, distribuidoras, agências e outras empresas voltadas para a música também se mostrou desigual, já que em quase 20% delas, não há ou possuem no máximo 15% de seu quadro funcional ocupado por pessoas do sexo feminino.

No livro, Feijó também apresenta discussões, análises e pesquisas realizadas em outros países.

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