Compositores de diversos países e estilos se unem em ‘song camps’ para criar juntos

Matéria de O Globo

Imagina compor uma música com alguém que você nunca conheceu? Quantas possibilidades! Os song camps foram criados para reunir compositores e produtores de nacionalidades e gêneros musicais diversificados e fazer música para o mundo inteiro.

O jornal O Globo, publicou uma matéria falando sobre os song camps, uma novidade que chegou ao Brasil para ajudar compositores a inovar na criação de música. Compositores e produtores de nacionalidades e gêneros musicais variados se encontram para compor músicas que serão distribuídas para o mundo inteiro.

O encontro é organizado pelas editoras – empresas responsáveis por administrar os direitos das composições.  Em agosto deste ano, a editora Universal Publishing realizou um song camp em São Paulo com criadores brasileiros (como Pretinho da Serrinha), da Inglaterra, dos EUA, da Holanda, da França, da Alemanha e da República Dominicana. Ainda neste ano a UBC – A União Brasileira de Compositores (UBC)- confirmou que organizará mais um.

“Foi o primeiro que fizemos no Brasil. […] A ideia era aproximar essas culturas, trocar informações, para fazer música para o mundo inteiro. Em três dias, saíram 26 canções, gravadas profissionalmente, distribuídas para os escritórios da Universal Publishing no mundo inteiro. Uma delas já foi gravada por uma artista brasileira muito famosa. Mas, como ainda não foi lançada, não posso revelar” — contou Marcelo Falcão, diretor executivo da Universal Publishing ao portal O GLOBO.

“Vejo como uma extensão, para a área musical, da ideia da economia colaborativa. […] Como a rotina digital mudou a forma de as pessoas ouvirem música hoje, menos ligadas aos álbuns e mais às canções isoladas, a importância do single é cada vez maior. Os song camps refletem essa procura do hit” avaliou Marcelo Castelo Branco, presidente da UBC.

 

Foto: Breno Wallace/Divulgação

 

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PARLAMENTO EUROPEU VOTARÁ LEI QUE DEVE DAR MAIS FORÇA AOS CRIADORES

É nesta semana que a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada. “É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a Cesac.

Nesta semana a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada pelo plenário do Parlamento Europeu. A normativa é de extrema importância para autores e compositores, uma vez que determinará novas regras envolvendo leis de copyright e remuneração aos criadores.

Entre as propostas da diretiva está a determinação que sites e ferramentas de busca possam identificar conteúdos que infrinjam as leis de copyright. Além disso, as transferências de pagamentos aos autores de canções executadas em plataformas de streaming devem ser aumentadas. Ferramentas como YouTube serão obrigadas a remunerar os autores das obras que publicadas por seus usuários.

A nova lei está gerando grande discussão pelo mundo e sofrendo ataques. Para alguns a normativa é considerada uma “censura à internet livre” por determinar que o Facebook e o Google repassem aos criadores dos links parte dos ganhos com anúncios. Há ainda o Artigo 13, no qual exige a criação de algoritmos para detectar conteúdos sem licença.

A Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (Cisac) se pronunciou apoiando a aprovação da nova lei. Para a entidade as notícias negativas são patrocinadas por lobbies da indústria on-line, que financiam milhares de dólares para impedir a alteração das leis atuais.

“É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a entidade.

Uma petição que já possui mais de 30 mil assinaturas foi criada para pressionar por uma distribuição mais justa dos ganhos na internet.

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COM A PALAVRA, AS GRAVADORAS

Presidentes da Warner Music Brasil, Universal Music Brasil e Sony Music Brasil se encontraram em um debate na Rio2c.

No dia 05/4, durante a Rio2c – Rio Creative Conference – houve um debate entre os presidentes das principais gravadoras brasileiras.

Estavam presentes Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, e Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.

No debate mediado pelo diretor da UBC, Marcelo Castello Branco, os presidentes responderam à perguntas como os desafios que as gravadoras têm enfrentado perante a insatisfação dos artistas sobre as métricas de pagamento, o atual papel do A&R, os critérios utilizados para contratar ou descartar um artista, o papel que a música brasileira pode ocupar no mundo com a globalização e a diferença entre as distribuidoras e os agregadores. O debate completo encontra-se na página da União Brasileira de Compositores.

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LEVANTAMENTO DA UBC REVELA DISPARIDADES ENTRE MULHERES E HOMENS ASSOCIADOS: ELES SÃO 90% DOS MAIORES ARRECADADORES, E ELAS RECEBEM, EM MÉDIA, 28% MENOS

Projeto ‘Por elas que fazem a música’ mapeia as diferenças entre os gêneros, abrindo um debate a fim de reduzir as desigualdades.

Perto do Dia Internacional da Mulher, a UBC, maior associação musical do Brasil, divulgou um levantamento importante sobre o papel da mulher no mercado da música brasileira.

Os números apresentados no relatório da União Brasileira dos Compositores (UBC) confirmam que é preciso mudar o tamanho da representatividade feminina no mercado. Os homens representam cerca de 90% dos maiores arrecadadores, enquanto as mulheres recebem, em media, 28% menos.

As mulheres representam apenas 14% dos associados da UBC e apenas 10 delas figuraram na lista dos 100 maiores arrecadadores da associação. Além disso, os valores médios arrecadados por elas são 28% menores que os deles.

Elisa Eisenlohr, coordenadora de comunicação da UBC e do projeto afirma que “em um mundo ideal, este tipo de ação não seria necessário. Observando superficialmente, podemos ser levados a acreditar que, por se tratar de uma expressão artística, a música é inclusiva e neutra com relação aos gêneros, mas os números não mostram isso. A indústria da música não é isolada do mundo em que vivemos. Logo, os desafios das mulheres dentro deste ambiente refletem os mesmos problemas enfrentados em um contexto social maior”.

Artistas como Zélia Duncan e Marisa Monte participaram do projeto que pode ser encontrado na página oficial da UBC.

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MAIS UMA VITÓRIA DA ABRAMUS E ASSOCIAÇÕES QUE POSICIONARAM-SE EM FAVOR DA CLASSE ARTÍSTICA

Matéria de ABRAMUS

A ABRAMUS noticiou em sua página que realizará um acordo com o Sistema Brasileiro de Gestão Coletiva de Obras Musicais contra a tentativa da UBC em direcionar o pagamento dos acordos celebrados com as operadoras de TV por assinaturas.

No site de sua organização, a ABRAMUS explica o caso onde em 2014, o Ecad deliberou efetuar o pagamento dos direitos gerados pelas operadoras de TV por assinatura, porém “a associação UBC ingressou com uma ação em juízo para suspender os pagamentos, gerando um valor retido de R$ 75 milhões”.

A nota também diz que “sabendo da iminência de ser derrotada, a UBC tentou manobrar o pagamento em benefício de seus próprios interesses – não os da classe artística –, e agora busca liberar os direitos antes da decisão judicial que pune a entidade pela demanda irresponsável instaurada”.

Por isso, a ABRAMUS, junto com demais associações, contribuirá com a ação para agilizar um acordo que encerrará a demanda iniciada pela UBC. A ABRAMUS afirma que finalmente, todos receberão seus direitos.

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BRAZIL CMO UBC BOLSTERS NEIGHBOURING RIGHTS DIVISION AFTER SIGNING SONY AND WARNER

A Sony Music e a Warner Music assinaram com a UBC (União Brasileira de Compositores). A entrada das gravadoras na organização trará um reforço no departamento de direitos conexos, permitindo maior efetividade de seu trabalho.

No Brasil, os direitos conexos são licenciados juntamente com direitos de publicação e de execução. Porém, isso é diferente para a maioria dos territórios, como o Reino Unido, por exemplo, onde o PPL coleta direitos conexos, enquanto o PRS lida com direitos de execução de publicação.

Peter Strauss, Gerente de Relações Internacionais da UBC, disse que a divisão de direitos conexos se especializará na manutenção e entrada de novos registros, visando garantir que as gravadoras, tanto grandes como independentes, possam contar com maior agilidade, a resolução de informações conflitantes e a liberação de royalties até então não identificados.

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