Guerra de serviços de streaming esquenta no Brasil

Matéria de Estadão

Na semana passada, o setor de streaming de músicas ficou agitado no Brasil com o retorno do Tidal em parceria com a empresa de telefonia Vivo e o lançamento do YouTube Music. Mesmo com boa perspectiva, problemas econômicos e a pirataria são alguns dos desafios que esses serviços enfrentarão para provar sua sustentabilidade como negócio.

O mercado dos serviços de streaming está cada vez competitivo. Na semana passada, duas plataformas lançaram novidades no Brasil. Primeiro foi o Tidal e sua parceria com a empresa de telefonia Vivo, e em seguida o Google veio com o YouTube Music.  Enquanto isso, quem chamou a atenção lá fora, foi a aquisição do Pandora pela Sirius XM.

O Tidal chegou ao Brasil em 2015, porém não obteve sucesso. Agora, tudo indica que o serviço voltou com força pela parceria com a operadora de telefonia Vivo. “Não somos uma grande empresa de tecnologia. Precisamos de parceiros fortes”, afirmou Lior Tibor, diretor de operações do Tidal. Assim como o Tidal, a Deezer também possui uma parceria com uma operadora de telefonia, a TIM.

Lançado na semana passada, o YouTube Music, chegou com um catálogo das gravadoras e  acervo de vídeos de música já existentes na plataforma. Com versão gratuita e assinatura de R$17, o objetivo da plataforma é oferecer uma experiência completa: “Temos o cover, a coreografia, a versão ao vivo, o vídeo com as letras”, afirmou Sandra Jimenez, chefe de música do YouTube para a América Latina.

Mesmo com tanta agitação e otimismo, a sustentabilidade dos serviços de streaming ainda é questionada.  Segundo o portal Estadão, o líder Spotify, que possui 83 milhões de assinantes, opera com prejuízos de €394 milhões no segundo trimestre. A concorrência segue pelo mesmo caminho.

No Brasil, os serviços de streaming terão grandes desafios. De acordo com a análise do portal, ainda enfrentamos problemas econômicos e de infraestrutura de conexão com a internet. Além disso, muita gente não possui acesso ao cartão de credito, diferentemente dos Estados Unidos e Europa.

A preferência de conteúdos locais, como sertanejo, funk e gospel, dificulta a curadoria. A pirataria também é um grande desafio enfrentado pelos serviços de streaming.

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Tidal anuncia Parceria com a Vivo no Brasil

Visando atingir o mercado de streaming brasileiro, o Tidal anunciou uma parceria com o serviço de telefonia Vivo. Veja mais informações sobre a parceria.

Hoje (19/09) recebemos uma excelente notícia para o mercado da música e streaming no Brasil, a Vivo realizou uma parceria com o serviço de streaming do Jay-Z, o Tidal.

A parceria entre as empresas proporcionará aos 75 milhões de clientes da Vivo planos de R$4,99 por semana, com os primeiros sete dias gratuitos, ou R$15,99 por mês, com os primeiros 30 dias gratuitos. Haverá ainda uma oferta exclusiva para estudantes com preço reduzido, R$7,99 (US $ 1,90) por mês e os primeiros 30 dias gratuitos.

Recentemente, o Tidal também realizou um acordo semelhante com a rede móvel africana MTN.

Segundo dados da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo. No ano passado, o mercado de música no país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% em comparação a 2016.

A Amazon Music também possui grande interesse no país e em breve anunciará seu lançamento.

“A paixão e o amor pela música estão no centro de tudo o que fazemos, e sabemos que a Vivo, juntamente com a comunidade brasileira, não apenas nos receberá de braços abertos, mas também apreciará tudo o que a Tidal tem a oferecer.”, afirmou o COO do Tidal, Lior Tibon.

“o TIDAL responde a uma crescente demanda por conteúdo de entretenimento móvel, proporcionando aos nossos clientes fãs de música uma experiência inovadora, além de amplo acesso a shows e festivais com grandes músicas internacionais e brasileiras”, afirmou Ricardo Sanfelice, VP de Digital e Inovação da Vivo.

Para celebrar a colaboração, o Tidal oferecerá um show exclusivo para os clientes e convidados da Vivo com a Nicki Minaj – que também é uma artista e proprietária do serviço – no dia 26 de setembro, em São Paulo.

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Parceria entre Vivo e TIDAL permite que estudantes paguem metade do preço pelo serviço de música

Com show de Nicki Minaj, parceria entre Vivo e Tidal no Brasil trará assinaturas com preço reduzido para estudantes.

Nesta quarta-feira (19/9), a operadora Vivo anunciou uma parceria com o serviço de streaming Tidal que permitirá o preço reduzido das assinaturas para estudantes.

Os clientes da Vivo poderão ter acesso ao Tidal pelo valor de R$15,99 por mês, já os estudantes pagam metade, R$7,99 por mês. Além disso, o primeiro mês é gratuito para todos os planos.

O Tidal foi criado pelo rapper norte-americano Jay-Z e possui um acervo com 57 milhões de músicas e 235 mil vídeos. Seu diferencial está na tecnologia HiFi que proporciona maior qualidade em áudio.

De acordo com o portal Olhar Digital haverá um grande evento para o lançamento da parceria que será um show exclusivo com a cantora de Hip-Hop Nicki Minaj – também uma das proprietárias do serviço – no dia 26 de setembro em São Paulo.

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AGORA TIDAL É ACUSADO POR ATRASAR PAGAMENTOS

Jornal volta a acusar Tidal, só que agora o assunto são os atrasos no pagamento de detentores dos direitos autorais de grandes gravadoras.

Na semana passada o assunto mais comentado na indústria da música foi em torno das acusações sobre o Tidal.

O serviço de streaming foi acusado por um jornal de manipular os números dos streamings dos lançamentos dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

TIDAL negou a história, acusando o jornal DN de fazer uma “campanha de difamação” contra sua empresa.

Hoje o jornal Dagens Næringsliv voltou a fazer novas revelações acusando a plataforma de atrasar os pagamentos de royalties para os detentores dos direitos da indústria da música.

Duas importantes empresas de música sediadas na Noruega confirmaram as alegações. A independente Propellor Records e sua distribuidora, a Phonofile, de propriedade da Sony, disseram que realmente há atrasos desde outubro e as pessoas estão falando em retirar suas músicas do TIDAL.

Se as acusações persistirem a credibilidade do serviço de streaming pode ser ainda mais afetada.

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Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

Matéria de G1

O Tidal está sendo acusado de inflar os registros dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

O jornal de negócios “Dagens Naeringsliv” está acusando a plataforma de streaming Tidal de manipular os registros de usuários para aumentar o número de acessos dos álbuns da Beyoncé e do Kanye West em 2016.

Com a manipulação dos dados, os artistas e suas produtoras arrecadaram uma parte indevida dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão na plataforma.

Segundo o DN, foram mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns afetando mais de 1,7 milhão de usuários.

O advogado americano Jordan Siev, que representa o caso, negou qualquer manipulação e afirmou que os dados foram roubados e as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

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Novo álbum de Jay-Z impulsa Tidal, seu serviço de streaming de música

Matéria de G1

Com lançamento de novo álbum, Jay-Z transformou o Tidal no app mais baixado nos EUA.

Com o lançamento do álbum “4:44”, Jay-Z transformou a plataforma no aplicativo com mais downloads para iPhones nos Estados Unidos na sexta-feira e no sábado, subindo 163 posições desde quinta-feira.

“O “4:44” é o primeiro álbum que o rapper lança em quatro anos, período em que se dedicou a consolidar seu império musical. A indústria o acolheu favoravelmente e as redes ferveram com suas letras, mais pessoais que o normal”.

O álbum foi publicado com exclusivamente no Tidal, e não se sabe se estará disponível em outras plataformas futuramente.

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‘Nightmare Boss’ Jay Z Fires Tidal’s Third CEO In 2 Years…

Matéria de Digital Music News

Tidal afirma saída de mais um CEO enquanto números de assinantes continuam a cair.

Enquanto os concorrentes tem mostrado crescimento quanto ao número de assinantes, o Tidal continua em baixa. Agora, uma queda inesperada pode enfatizar a fraca posição da empresa no mercado de streaming.

Em uma declaração para a Billboard, a empresa confirmou a saída de mais um CEO, Jeff Toig. O streamer disse: “Como parte da expansão deste ano, estaremos anunciando um novo CEO nas próximas semanas. Nós desejamos [Toig] tudo de melhor”.

O Tidal não revelou o motivo da partida de Toig, que marca o terceiro CEO despedido pela companhia em apenas dois anos. Sua saída abrupta deixa a empresa em uma situação precária.

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Apple is leaning away from a music strategy that’s disliked by labels and Kanye West

Matéria de Business Insider

A estratégia da Apple em lançar álbuns de artistas para ter conteúdo exclusivo está sendo alvo de grande discussão. Enquanto nos serviços de streaming de vídeo como a Netflix, a exclusividade de conteúdo é a chave para conquistar fãs, no mercado da música, a prática não é bem vista.

A estratégia de pagar artistas para ter álbuns por um tempo com exclusividade nos serviços de streaming de música tem sido “calorosamente” debatida no último ano. O texto reflete sobre essa questão.

Apple e Tidal apoiaram lançamentos de artistas como Drake, Chance – The Rapper e Kanye West, mas tal estratégia não está sendo bem vista por outros artistas e serviços de streaming.

Enquanto o Spotify se declarou contra a prática, dizendo ser ruim para os artistas e fãs, o rapper Kanye West ficou em uma situação desconfortável ao fazer negócios com a Apple, sendo que também possui com o Tidal. Em outro evento, o CEO da Universal, teria dito às gravadoras ligadas à empresa para parar de fazer negócios exclusivos com serviços de streaming.

No entanto, é possível ver que no mercado de streaming de vídeo, isso é bem diferente. Para serviços como a Netflix, conteúdo exclusivo é sua peça central para se diferenciar da concorrência.

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Discografia de Jay-Z retirada do Spotify

Matéria de Jornal blitz

Jay-Z retira seus álbuns do Spotify e Apple Music.

A discografia de Jay-Z foi retirada do Spotify. Não foram divulgados os motivos.  A plataforma de streaming confirmou que foi um pedido expresso do artista.

Apenas as colaborações com outros músicos podem ser ouvidas no Spotify e na Apple Music ainda há alguns álbuns, mas faltam os três volumes da série The Blueprint. Apenas o Tidal possui toda a discografia do rapper.

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Spotify Hi-Fi is coming — could this spell trouble for Tidal?

Matéria de TrustedReviews

Com Hi-Fi, Spotify pode se tornar ameaça ao poder reconquistar antigos assinantes que migraram para o Tidal.

O site The Verge divulgou que o Spotify estaria testando o lançamento de uma versão Premium que oferece ao usuário áudio sem perda na qualidade, com isso Tidal poderia perder mais assinantes.

A função Hi-Fi poderia atrair para o Spotify antigos assinantes que migraram para o Tidal, que atualmente oferece US$ 19,99 pela assinatura de seu serviço Tidal Hi-Fi. Enquanto alguns assinantes não conseguem se inscrever para testar o novo produto do Spotify, Tidal continua com seus três milhões de assinantes e apenas 1,2 milhões deles pagantes.

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