AGORA TIDAL É ACUSADO POR ATRASAR PAGAMENTOS

Jornal volta a acusar Tidal, só que agora o assunto são os atrasos no pagamento de detentores dos direitos autorais de grandes gravadoras.

Na semana passada o assunto mais comentado na indústria da música foi em torno das acusações sobre o Tidal.

O serviço de streaming foi acusado por um jornal de manipular os números dos streamings dos lançamentos dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

TIDAL negou a história, acusando o jornal DN de fazer uma “campanha de difamação” contra sua empresa.

Hoje o jornal Dagens Næringsliv voltou a fazer novas revelações acusando a plataforma de atrasar os pagamentos de royalties para os detentores dos direitos da indústria da música.

Duas importantes empresas de música sediadas na Noruega confirmaram as alegações. A independente Propellor Records e sua distribuidora, a Phonofile, de propriedade da Sony, disseram que realmente há atrasos desde outubro e as pessoas estão falando em retirar suas músicas do TIDAL.

Se as acusações persistirem a credibilidade do serviço de streaming pode ser ainda mais afetada.

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Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

Matéria de G1

O Tidal está sendo acusado de inflar os registros dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

O jornal de negócios “Dagens Naeringsliv” está acusando a plataforma de streaming Tidal de manipular os registros de usuários para aumentar o número de acessos dos álbuns da Beyoncé e do Kanye West em 2016.

Com a manipulação dos dados, os artistas e suas produtoras arrecadaram uma parte indevida dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão na plataforma.

Segundo o DN, foram mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns afetando mais de 1,7 milhão de usuários.

O advogado americano Jordan Siev, que representa o caso, negou qualquer manipulação e afirmou que os dados foram roubados e as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

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Novo álbum de Jay-Z impulsa Tidal, seu serviço de streaming de música

Matéria de G1

Com lançamento de novo álbum, Jay-Z transformou o Tidal no app mais baixado nos EUA.

Com o lançamento do álbum “4:44”, Jay-Z transformou a plataforma no aplicativo com mais downloads para iPhones nos Estados Unidos na sexta-feira e no sábado, subindo 163 posições desde quinta-feira.

“O “4:44” é o primeiro álbum que o rapper lança em quatro anos, período em que se dedicou a consolidar seu império musical. A indústria o acolheu favoravelmente e as redes ferveram com suas letras, mais pessoais que o normal”.

O álbum foi publicado com exclusivamente no Tidal, e não se sabe se estará disponível em outras plataformas futuramente.

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‘Nightmare Boss’ Jay Z Fires Tidal’s Third CEO In 2 Years…

Matéria de Digital Music News

Tidal afirma saída de mais um CEO enquanto números de assinantes continuam a cair.

Enquanto os concorrentes tem mostrado crescimento quanto ao número de assinantes, o Tidal continua em baixa. Agora, uma queda inesperada pode enfatizar a fraca posição da empresa no mercado de streaming.

Em uma declaração para a Billboard, a empresa confirmou a saída de mais um CEO, Jeff Toig. O streamer disse: “Como parte da expansão deste ano, estaremos anunciando um novo CEO nas próximas semanas. Nós desejamos [Toig] tudo de melhor”.

O Tidal não revelou o motivo da partida de Toig, que marca o terceiro CEO despedido pela companhia em apenas dois anos. Sua saída abrupta deixa a empresa em uma situação precária.

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Apple is leaning away from a music strategy that’s disliked by labels and Kanye West

Matéria de Business Insider

A estratégia da Apple em lançar álbuns de artistas para ter conteúdo exclusivo está sendo alvo de grande discussão. Enquanto nos serviços de streaming de vídeo como a Netflix, a exclusividade de conteúdo é a chave para conquistar fãs, no mercado da música, a prática não é bem vista.

A estratégia de pagar artistas para ter álbuns por um tempo com exclusividade nos serviços de streaming de música tem sido “calorosamente” debatida no último ano. O texto reflete sobre essa questão.

Apple e Tidal apoiaram lançamentos de artistas como Drake, Chance – The Rapper e Kanye West, mas tal estratégia não está sendo bem vista por outros artistas e serviços de streaming.

Enquanto o Spotify se declarou contra a prática, dizendo ser ruim para os artistas e fãs, o rapper Kanye West ficou em uma situação desconfortável ao fazer negócios com a Apple, sendo que também possui com o Tidal. Em outro evento, o CEO da Universal, teria dito às gravadoras ligadas à empresa para parar de fazer negócios exclusivos com serviços de streaming.

No entanto, é possível ver que no mercado de streaming de vídeo, isso é bem diferente. Para serviços como a Netflix, conteúdo exclusivo é sua peça central para se diferenciar da concorrência.

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Discografia de Jay-Z retirada do Spotify

Matéria de Jornal blitz

Jay-Z retira seus álbuns do Spotify e Apple Music.

A discografia de Jay-Z foi retirada do Spotify. Não foram divulgados os motivos.  A plataforma de streaming confirmou que foi um pedido expresso do artista.

Apenas as colaborações com outros músicos podem ser ouvidas no Spotify e na Apple Music ainda há alguns álbuns, mas faltam os três volumes da série The Blueprint. Apenas o Tidal possui toda a discografia do rapper.

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Spotify Hi-Fi is coming — could this spell trouble for Tidal?

Matéria de TrustedReviews

Com Hi-Fi, Spotify pode se tornar ameaça ao poder reconquistar antigos assinantes que migraram para o Tidal.

O site The Verge divulgou que o Spotify estaria testando o lançamento de uma versão Premium que oferece ao usuário áudio sem perda na qualidade, com isso Tidal poderia perder mais assinantes.

A função Hi-Fi poderia atrair para o Spotify antigos assinantes que migraram para o Tidal, que atualmente oferece US$ 19,99 pela assinatura de seu serviço Tidal Hi-Fi. Enquanto alguns assinantes não conseguem se inscrever para testar o novo produto do Spotify, Tidal continua com seus três milhões de assinantes e apenas 1,2 milhões deles pagantes.

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