Trafego nas plataformas de streaming no Brasil chega a 29 milhões

Matéria de E-Commerce Brasil

Em fevereiro de 2019, as plataformas de streaming tiveram um tráfego no Brasil de quase 29 milhões de visitas.

O portal Ecommerce Brasil fez uma análise sobre as plataformas de streaming de música no Brasil. Em fevereiro de 2019, as plataformas tiveram um tráfego no Brasil de quase 29 milhões de visitas.

De acordo com o portal, alguns dos principais players analisados vem perdendo relevância. Em comparação da audiência de março a fevereiro de 2019 com o mesmo período anterior, os players tunein.com (menos 23,8%), superplayer.fm (menos 24,03%) e music.google.com (menos 23,77%) apresentaram queda na audiência.

A Deezer, segunda colocada, também perdeu tráfego, enquanto a líder Spotify, cresceu cerca de 19%, em 12 meses. Segundo a análise, a Deezer apresentou uma variação negativa de crescimento após o lançamento do Youtube Music no país. O Tidal, obteve um crescimento de visitas de quase 90%.

O estudo foi realizado através dos dados fornecidos pela plataforma SimilarWeb. Foram analisadas as plataformas: spotify.com, deezer.com, music.youtube.com, tunein.com, napster.com, tidal.com, superplayer.fm, music.google.com. Apesar de ser baseada no consumo de música em formato de audio, o serviço de música premium do Youtube (youtube Music) também foi incluso na análise, por ser um representante do Google e por ter o mesmo propósito da concorrência. Apple Music/iTunes não foi considerada no estudo, pois o consumo de conteúdo é realizado por um aplicativo para sistema operacional, o que poderia destorcer a análise.

Além do estudo, o portal destacou como as plataformas de streaming podem ser consideradas como um novo modelo de consumo digital. Sendo ‘Marketplaces’, as plataformas vendem música de diversas formas (assinatura mensal) e por serem canais, anúncios são veiculados sendo relacionados a música ou não, dependendo do público.

 

Foto: ecommercebrasil

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Streaming de Jay-Z é investigado por fraudar números de audiência

Suspeita: Autoridades vão investigar se realmente houve manipulação da audiência de artistas como, Beyoncé e Kanye West, no serviço de streaming Tidal.

No ano passado o serviço de streaming Tidal foi acusado por um jornal de manipular os números da audiência de alguns artistas como Beyoncé e Kanye West. Nesta segunda-feira, o caso ganhou mais uma atualização com uma investigação oficial de autoridades na Noruega.

De acordo com a notícia do Época Negócios, as autoridades abriram uma investigação para “confirmar ou rejeitar a suspeita de manipulação”, ou seja, saber se realmente houve fraude nos números. Caso seja comprovado, a situação pode ficar bem feia para o serviço de streaming do rapper Jay-Z.

Além da denúncia feita pelo jornal norueguês Dagens Naeringsliv (DN), várias gravadoras e artistas também denunciaram a plataforma alegando que foram prejudicadas por não receberem parcelas justas de receitas por assinaturas.

Em defesa, a plataforma afirmou que entrou em contato com a polícia e “não está sob suspeita neste caso”.

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Guerra de serviços de streaming esquenta no Brasil

Matéria de Estadão

Na semana passada, o setor de streaming de músicas ficou agitado no Brasil com o retorno do Tidal em parceria com a empresa de telefonia Vivo e o lançamento do YouTube Music. Mesmo com boa perspectiva, problemas econômicos e a pirataria são alguns dos desafios que esses serviços enfrentarão para provar sua sustentabilidade como negócio.

O mercado dos serviços de streaming está cada vez competitivo. Na semana passada, duas plataformas lançaram novidades no Brasil. Primeiro foi o Tidal e sua parceria com a empresa de telefonia Vivo, e em seguida o Google veio com o YouTube Music.  Enquanto isso, quem chamou a atenção lá fora, foi a aquisição do Pandora pela Sirius XM.

O Tidal chegou ao Brasil em 2015, porém não obteve sucesso. Agora, tudo indica que o serviço voltou com força pela parceria com a operadora de telefonia Vivo. “Não somos uma grande empresa de tecnologia. Precisamos de parceiros fortes”, afirmou Lior Tibor, diretor de operações do Tidal. Assim como o Tidal, a Deezer também possui uma parceria com uma operadora de telefonia, a TIM.

Lançado na semana passada, o YouTube Music, chegou com um catálogo das gravadoras e  acervo de vídeos de música já existentes na plataforma. Com versão gratuita e assinatura de R$17, o objetivo da plataforma é oferecer uma experiência completa: “Temos o cover, a coreografia, a versão ao vivo, o vídeo com as letras”, afirmou Sandra Jimenez, chefe de música do YouTube para a América Latina.

Mesmo com tanta agitação e otimismo, a sustentabilidade dos serviços de streaming ainda é questionada.  Segundo o portal Estadão, o líder Spotify, que possui 83 milhões de assinantes, opera com prejuízos de €394 milhões no segundo trimestre. A concorrência segue pelo mesmo caminho.

No Brasil, os serviços de streaming terão grandes desafios. De acordo com a análise do portal, ainda enfrentamos problemas econômicos e de infraestrutura de conexão com a internet. Além disso, muita gente não possui acesso ao cartão de credito, diferentemente dos Estados Unidos e Europa.

A preferência de conteúdos locais, como sertanejo, funk e gospel, dificulta a curadoria. A pirataria também é um grande desafio enfrentado pelos serviços de streaming.

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Tidal anuncia Parceria com a Vivo no Brasil

Visando atingir o mercado de streaming brasileiro, o Tidal anunciou uma parceria com o serviço de telefonia Vivo. Veja mais informações sobre a parceria.

Hoje (19/09) recebemos uma excelente notícia para o mercado da música e streaming no Brasil, a Vivo realizou uma parceria com o serviço de streaming do Jay-Z, o Tidal.

A parceria entre as empresas proporcionará aos 75 milhões de clientes da Vivo planos de R$4,99 por semana, com os primeiros sete dias gratuitos, ou R$15,99 por mês, com os primeiros 30 dias gratuitos. Haverá ainda uma oferta exclusiva para estudantes com preço reduzido, R$7,99 (US $ 1,90) por mês e os primeiros 30 dias gratuitos.

Recentemente, o Tidal também realizou um acordo semelhante com a rede móvel africana MTN.

Segundo dados da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo. No ano passado, o mercado de música no país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% em comparação a 2016.

A Amazon Music também possui grande interesse no país e em breve anunciará seu lançamento.

“A paixão e o amor pela música estão no centro de tudo o que fazemos, e sabemos que a Vivo, juntamente com a comunidade brasileira, não apenas nos receberá de braços abertos, mas também apreciará tudo o que a Tidal tem a oferecer.”, afirmou o COO do Tidal, Lior Tibon.

“o TIDAL responde a uma crescente demanda por conteúdo de entretenimento móvel, proporcionando aos nossos clientes fãs de música uma experiência inovadora, além de amplo acesso a shows e festivais com grandes músicas internacionais e brasileiras”, afirmou Ricardo Sanfelice, VP de Digital e Inovação da Vivo.

Para celebrar a colaboração, o Tidal oferecerá um show exclusivo para os clientes e convidados da Vivo com a Nicki Minaj – que também é uma artista e proprietária do serviço – no dia 26 de setembro, em São Paulo.

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Parceria entre Vivo e TIDAL permite que estudantes paguem metade do preço pelo serviço de música

Com show de Nicki Minaj, parceria entre Vivo e Tidal no Brasil trará assinaturas com preço reduzido para estudantes.

Nesta quarta-feira (19/9), a operadora Vivo anunciou uma parceria com o serviço de streaming Tidal que permitirá o preço reduzido das assinaturas para estudantes.

Os clientes da Vivo poderão ter acesso ao Tidal pelo valor de R$15,99 por mês, já os estudantes pagam metade, R$7,99 por mês. Além disso, o primeiro mês é gratuito para todos os planos.

O Tidal foi criado pelo rapper norte-americano Jay-Z e possui um acervo com 57 milhões de músicas e 235 mil vídeos. Seu diferencial está na tecnologia HiFi que proporciona maior qualidade em áudio.

De acordo com o portal Olhar Digital haverá um grande evento para o lançamento da parceria que será um show exclusivo com a cantora de Hip-Hop Nicki Minaj – também uma das proprietárias do serviço – no dia 26 de setembro em São Paulo.

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AGORA TIDAL É ACUSADO POR ATRASAR PAGAMENTOS

Jornal volta a acusar Tidal, só que agora o assunto são os atrasos no pagamento de detentores dos direitos autorais de grandes gravadoras.

Na semana passada o assunto mais comentado na indústria da música foi em torno das acusações sobre o Tidal.

O serviço de streaming foi acusado por um jornal de manipular os números dos streamings dos lançamentos dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

TIDAL negou a história, acusando o jornal DN de fazer uma “campanha de difamação” contra sua empresa.

Hoje o jornal Dagens Næringsliv voltou a fazer novas revelações acusando a plataforma de atrasar os pagamentos de royalties para os detentores dos direitos da indústria da música.

Duas importantes empresas de música sediadas na Noruega confirmaram as alegações. A independente Propellor Records e sua distribuidora, a Phonofile, de propriedade da Sony, disseram que realmente há atrasos desde outubro e as pessoas estão falando em retirar suas músicas do TIDAL.

Se as acusações persistirem a credibilidade do serviço de streaming pode ser ainda mais afetada.

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Números de Beyoncé e Kanye West no Tidal foram manipulados, diz jornal

Matéria de G1

O Tidal está sendo acusado de inflar os registros dos álbuns de Beyoncé e Kanye West.

O jornal de negócios “Dagens Naeringsliv” está acusando a plataforma de streaming Tidal de manipular os registros de usuários para aumentar o número de acessos dos álbuns da Beyoncé e do Kanye West em 2016.

Com a manipulação dos dados, os artistas e suas produtoras arrecadaram uma parte indevida dos royalties redistribuídos pelo Tidal, em detrimento de outros artistas que também estão na plataforma.

Segundo o DN, foram mais de 320 milhões de leituras falsificadas de títulos dos dois álbuns afetando mais de 1,7 milhão de usuários.

O advogado americano Jordan Siev, que representa o caso, negou qualquer manipulação e afirmou que os dados foram roubados e as informações publicadas pelo jornal estão equivocadas.

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Novo álbum de Jay-Z impulsa Tidal, seu serviço de streaming de música

Matéria de G1

Com lançamento de novo álbum, Jay-Z transformou o Tidal no app mais baixado nos EUA.

Com o lançamento do álbum “4:44”, Jay-Z transformou a plataforma no aplicativo com mais downloads para iPhones nos Estados Unidos na sexta-feira e no sábado, subindo 163 posições desde quinta-feira.

“O “4:44” é o primeiro álbum que o rapper lança em quatro anos, período em que se dedicou a consolidar seu império musical. A indústria o acolheu favoravelmente e as redes ferveram com suas letras, mais pessoais que o normal”.

O álbum foi publicado com exclusivamente no Tidal, e não se sabe se estará disponível em outras plataformas futuramente.

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‘Nightmare Boss’ Jay Z Fires Tidal’s Third CEO In 2 Years…

Matéria de Digital Music News

Tidal afirma saída de mais um CEO enquanto números de assinantes continuam a cair.

Enquanto os concorrentes tem mostrado crescimento quanto ao número de assinantes, o Tidal continua em baixa. Agora, uma queda inesperada pode enfatizar a fraca posição da empresa no mercado de streaming.

Em uma declaração para a Billboard, a empresa confirmou a saída de mais um CEO, Jeff Toig. O streamer disse: “Como parte da expansão deste ano, estaremos anunciando um novo CEO nas próximas semanas. Nós desejamos [Toig] tudo de melhor”.

O Tidal não revelou o motivo da partida de Toig, que marca o terceiro CEO despedido pela companhia em apenas dois anos. Sua saída abrupta deixa a empresa em uma situação precária.

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Apple is leaning away from a music strategy that’s disliked by labels and Kanye West

Matéria de Business Insider

A estratégia da Apple em lançar álbuns de artistas para ter conteúdo exclusivo está sendo alvo de grande discussão. Enquanto nos serviços de streaming de vídeo como a Netflix, a exclusividade de conteúdo é a chave para conquistar fãs, no mercado da música, a prática não é bem vista.

A estratégia de pagar artistas para ter álbuns por um tempo com exclusividade nos serviços de streaming de música tem sido “calorosamente” debatida no último ano. O texto reflete sobre essa questão.

Apple e Tidal apoiaram lançamentos de artistas como Drake, Chance – The Rapper e Kanye West, mas tal estratégia não está sendo bem vista por outros artistas e serviços de streaming.

Enquanto o Spotify se declarou contra a prática, dizendo ser ruim para os artistas e fãs, o rapper Kanye West ficou em uma situação desconfortável ao fazer negócios com a Apple, sendo que também possui com o Tidal. Em outro evento, o CEO da Universal, teria dito às gravadoras ligadas à empresa para parar de fazer negócios exclusivos com serviços de streaming.

No entanto, é possível ver que no mercado de streaming de vídeo, isso é bem diferente. Para serviços como a Netflix, conteúdo exclusivo é sua peça central para se diferenciar da concorrência.

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