SPOTIFY NA INDIA: COM LANÇAMENTO CONFIRMADO, ESPOTIFY AINDA NÃO POSSUI ACORDOS DE LICENCIAMENTO COM AS BIG 3

Um dos assuntos mais comentados nesta semana na indústria da música é a chegada do Spotify na Índia. O lançamento do serviço de streaming promete agitar ainda mais o mercado por lá. No entanto, vários desafios como o licenciamento de músicas com as Big 3 precisam ser enfrentados. O portal Music Business Worldwide conversou com vários profissionais da indústria da música para entender como o Spotify enfrentará todos os desafios.

De acordo com o portal Music Business Worldwide (MBW), a chegada do Spotify na Índia está prevista para maio de 2019. O portal conversou com vários profissionais da indústria da música, para descobrir informações importantes que devem impactar o lançamento e o sucesso do serviço de streaming no país.

Algumas fontes revelaram ao MBW que o serviço de streaming ainda não possui acordo de licenciamentos de músicas com as principais gravadoras, Universal, Sony Music e Warner para a India.

Até então, os acordos de licenciamento de músicas entre as gravadoras e o Spotify poderiam ser comprometidos, já que haviam muitos rumores afirmando que as gravadoras teriam a intenção de bloquear o serviço no país após o anúncio dos licenciamentos diretos entre o Spotify e artistas independentes. De acordo com as fontes do portal, essa já é uma questão resolvida e os licenciamentos já estão sendo negociados.

“Algumas pessoas aqui suspeitam que o Spotify vazou essas histórias sobre o seu próximo lançamento na Índia em uma tentativa de acelerar nossas negociações – mas estamos nos movendo no nosso próprio ritmo”, confirmou uma fonte não revelada de uma gravadora ao MBW.

O mercado de streaming de música da Índia é muito atrativo. De acordo com a IFPI, a população da Índia é de 1,3 bilhão de pessoas, sendo o 19º maior mercado de música gravada no ano passado, gerando US$130,7 milhões.

Enquanto as receitas de streaming de assinatura mais do que triplicaram na Índia em 2017, as receitas de streaming financiadas por anúncios caíram em relação ao ano anterior, 29,5% (para US $ 27,6 milhões).

“De todos os principais, a Sony tem mais influência na Índia, porque é grande em música de Bollywood”, revelou uma fonte ao MBW. “Para ganhar dinheiro com o streaming na Índia, você precisa atingir uma escala enorme. O Spotify corre o risco de ficar para trás e sabe disso melhor do que ninguém ”, acrescentou outra fonte.

“O lançamento Spotify na Índia é muito complexo por causa da variação dos dialetos regionais e da própria música. Em termos da variedade de gostos locais, mudar de uma região para outra na Índia pode ser como mudar de um país para outro na Europa. ”, explicou uma fonte em conversa com o MBW.

Segundo o MBW, se o Spotify for lançado na Índia em 2019, enfrentará uma concorrência acirrada, como o aplicativo de streaming de música indiana Saavn, que recentemente se uniu com a rival local JioMusic, um popular aplicativo de downloads e músicas.

Além disso, a Tencent Music Entertainment, serviço de streaming de música na China, investiu US$115 milhões em outro serviço indiano, o Gaana, que possui mais de 75 milhões de usuários. Serviços como a Apple Music, Amazon Music e Google Play já estão no país.

Um relatório da Deloitte prevê que os serviços de streaming de música na Índia atrairão cerca de 273 milhões de assinantes até 2020 no país.

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Sony Music aumenta rentabilidade em 5.8% no trimestre e arrecada US$2,87 bilhões.

A Sony Corp publicou seus resultados financeiros para o segundo trimestre fiscal (calendário Q3). As receitas globais de música gravadas da Sony Music ultrapassaram US$2,87 bilhões nos primeiros nove meses de 2018 . O portal Music Business Worldwide analisou os resultados.

De acordo com a análise do Music Business Worldwide, as receitas globais de música gravadas da Sony Music ultrapassaram US$2,87 bilhões nos primeiros nove meses de 2018, um aumento de 5,8% nas receitas.

Com relação ao streaming, as receitas aumentaram 26%, US$300,1 milhões, em relação ao ano anterior.

As receitas físicas sofreram uma queda de 14,6%, totalizado US$669 milhões, no período de nove meses.  Os downloads também caíram em 16,6%, US$295 milhões.

Houve queda nas receitas de música gravadas da Sony no último trimestre (até o final de setembro de 2018), de 3,8%, totalizando US$945,9 milhões. Uma série de fatores influenciaram a queda, como o aumento do streaming, ajuste contábil feito pela empresa em relação a 2017 e a queda nas receitas físicas e downloads.

Astroworld de Travis Scott (foto), This One’s for You (No.2) de Luke Combs e Staying At Tamara’s de George Ezra (No.3) foram os álbuns/projetos globais mais vendidos da Sony Music, no calendário Q32018. O álbum de Camila Cabello, Camila, estava em quarto lugar, enquanto vários lançamentos de Calvin Harris combinados ficaram como o quinto projeto de maior ganho da Sony nos três meses.

A Sony Corp considera que sua divisão de música inclui música gravada, publicação de música e “Visual Media & Platform” (com o jogo de sucesso comercial Fate / Grand Order).

A Sony Corp utilizou a atualização financeira de hoje (30 de outubro) para informar seus acionistas: “Espera-se que as vendas sejam maiores do que as previsões anteriores devido principalmente ao impacto esperado da consolidação da EMI e do forte desempenho do aplicativo Fate/Grande Ordem”.

Na análise, os cálculos do MBW foram convertidos em dólares em moeda constante.

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Fake News: A Sony Music negou que usou vocais falsos no álbum de Michael Jackson.

Após repercussão causada por fake News, a Sony Music negou que usou vocais de um imitador no álbum póstumo de Michael. Saiba os detalhes das acusações.

A Sony Music está sendo acusada por lançar um álbum com vocais de um imitador no álbum póstumo de Michael Jackson. Após uma audiência, saíram várias notícias pelo mundo dizendo que a gravadora admitiu o erro, porém eram fake news e tudo foi negado.

Em 2014, Vera Serova, fã de Michael Jackson, entrou com uma ação coletiva para denunciar que três músicas de Michael – “Breaking News”, “Keep Your Head Up”, e “Monster”, com 50 Cent – não eram cantadas por ele.

Durante o processo Serova apresentou uma pesquisa realizada por um fonoaudiólogo forense, Dr. George Papcun, para confirmar suas reivindicações. A pesquisa de 41 páginas tentou provar que os vocais nas faixas não poderiam ter sido gravados pelo rei do pop, entretanto não foi o bastante para o encerramento do caso.

Em resposta, a Sony Music, responsável por lançar o álbum em 2010, argumentou que não sabe realmente se as gravações foram feitas por um imitador, pois foram realizadas pela Angelikson Productions LLC, produtora de um amigo de longa data de Jackson, Eddie Cascio, incluso na ação de Serova.

Na semana passada, uma audiência foi realizada na Califórnia. Não para saber sobre a veracidade dos vocais, mas sim para determinar se haverá danos aos fãs que compraram o álbum e possíveis penalidades. O advogado da gravadora e dos representantes do artista argumentou sobre onde e como as repercussões legais devem acontecer sob a hipótese da comprovação das gravações.

Isso foi o bastante para gerar várias interpretações sobre o caso. Manchetes dos jornais The Sun, Spin, Fortune, Vulture e Fox News, afirmaram que a Sony ‘confessou’ ter lançado o álbum com os vocais falsos de Jackson.

A Sony Music emitiu uma declaração em seu nome e em nome dos representantes do artista negando a história: “Ninguém admitiu nada. A audiência de terça-feira foi sobre se a Primeira Emenda protege a Sony Music e o Estado (representantes de Michael) e não houve nenhuma decisão sobre a questão de cuja voz está nas gravações”, afirmou a gravadora.

Essa é uma acusação muito grave para a gravadora, mas independente das gravações serem falsas ou não, é importante mencionar o poder das fake news. Rapidamente a notícia se espalhou pelo mundo apenas pelos rumores criados através da audiência. Infelizmente, como diz o velho ditado: “Uma mentira chega ao outro lado do mundo antes que a verdade esteja pronta”.

Atualização: a Sony Music foi inocentada pelo tribunal por não saber se as gravações foram falsas. Agora quem responderá pelo processo serão os produtores das músicas.

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O motivo do conflito entre o Spotify e as Big 3

Negociações diretas com artistas, planos com preços mais acessíveis, maior transparência de dados aos artistas e agora os Podcasts! As Big 3 não estão nada satisfeitas com as novas práticas do Spotify e tem muito o que ponderar antes de renovar seus acordos de licenciamento! Saiba quais os principais pontos que influenciarão na renovação dos acordos no próximo ano.

Passa rápido, mas o Spotify só tem mais um ano para elaborar novas propostas a fim de renovar os acordos com as Big 3 – principais gravadoras Universal Music, Sony Music e Warner Music.  Segundo o portal Music Business Worldwide, as negociações para a renovação dos acordos de licenciamento não serão fáceis. As gravadoras estão bem receosas com as praticas que o Spotify tem realizado. Uma fonte declarou: “Se o Spotify entrar aqui [durante as negociações de 2019] e pedir qualquer tipo de melhoria de margem, nós vamos rir!”.

O portal Music Business Worldwide (MBW) falou com vários executivos das gravadoras e verificou alguns dos principais pontos que influenciarão na renovação dos acordos no próximo ano.

O FUTURO DO PLANO GRATUITO

Parece que o plano gratuito oferecido pelo streaming não agrada as Big 3. A intenção é que o plano seja suspenso para que as receitas com as assinaturas pagas possam aumentar: “É um debate em andamento”, afirmou uma fonte ao portal MBW.

Além disso, outra fonte disse que é de desejo não licenciar o plano gratuito nos mercados mais maduros do mundo.

PROMOÇÃO

As negociações de licenciamento garantiram uma boa margem de lucro ao Spotify, permitindo oferecer planos de assinaturas pagas mais atraentes aos usuários, como o plano Familiar para até seis pessoas a US$14,99 por mês e desconto nos primeiros meses de adesão no plano premium. Os resultados foram impressionantes, 83 milhões de usuários pagantes no final do segundo trimestre.

Uma fonte relatou que as Big 3 desejam que os planos sejam reajustados. “Nos últimos 10 anos, essa foi a coisa certa a fazer, pois ajudou a educar o consumidor sobre um novo modelo. Mas agora, há um bom entendimento de streaming na maioria dos mercados”.

Outra fonte do setor comentou que o valor do Plano Familiar deve ser atualizado: “Você poderia cobrar US$10 pela primeira conta, e talvez uma quantia menor por conta adicional no topo, por exemplo”.

3) ARPU

As principais gravadoras também estão atentas a ARPU – Receita Média Por Usuário – que declinou nos últimos anos graças a uma combinação de pacotes de telecomunicações, Planos Familiares e Estudantis, além dos preços sensíveis ao mercado.

De acordo com os cálculos da MBW baseados nos registros fiscais do Spotify, os assinantes estão pagando cerca de US$30 a menos por ano.

“O Spotify nunca aumentou seus preços, mesmo naqueles mercados nórdicos onde tudo começou [em 2008]”, afirmou uma fonte. “Mais do que apenas aumentar o preço do produto básico, estamos pressionando-os a criar novos níveis de serviço”, acrescentou.

4) DADOS… E QUEM PAGA POR ELE

Segundo o MBW, os maiores detentores de direitos estão insatisfeitos com a transparência na plataforma. Artistas e gerentes podem acessar dados detalhados sobre o desempenho de streaming. Porém os editores recebem apelas dados brutos com pouca granularidade.

“Estivemos em discussões acaloradas com o Spotify neste ponto por algum tempo”, disse uma fonte.

“Estamos investindo no artista e, mesmo assim, ficamos com pouca instrução quando um gerente liga para discutir certo dado”, reclamou outra fonte. “O Spotify se esconde atrás de um punhado de razões obscuras para isso, incluindo dividir os direitos entre as gravadoras e as editoras”, afirmou.

Outra preocupação das Big 3 são os rumores de que o serviço de streaming passaria a cobrar pelo acesso de dados: “O Spotify pode realmente ser tão eficaz com seus dados que agrega muito valor ao prever?”, perguntou um dos principais executivos ao MBW.

Uma fonte “particularmente ressentida” de uma gravadora disse: “Mostre-me o quanto a Spotify investiu na carreira de um determinado artista versus o que investimos. E depois me mostre quais são os direitos que eles possuem como resultado. Em ambos os casos, a resposta é zero. “Eles estão planejando vender-nos dados que já nos pertencem.”

5) CONTEÚDO ALÉM DA MÚSICA

As Big 3 estão convictas que o serviço de streaming está inserindo “artistas falsos” em certas playlists. São faixas de artistas pseudônimos, gravadas por compositores que trabalham para casas de produção como Epidemic Sound.

Uma das Big 3 afirmou que essa tática pode ser comparada a um varejista colocando um produto “sem marca” na prateleira, mas depois o promovendo fora da rádio.

As principais gravadoras tem odiado a nova sensação: podcasts! Falando com o MBW por telefone antes dos resultados do Q2 na outra semana, o CFO do Spotify, Barry McCarthy explicou que o conteúdo dos podcasts aumentam suas margens.

As Big 3 não estão muito contentes com a novidade já que conteúdo não musical poderia roubar horas das músicas que poderiam ser ouvidas na plataforma de música.

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Warner confirma que já faturou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

Warner confirma que já arrecadou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

A Warner Music confirmou que vendeu 75% das ações que conseguiu através de acordos de licenciamento com o Spotify.

Com o acordo de licenciamento outras grandes gravadoras conseguiram ações no Spotify. Agora que o serviço de streaming está na Bolsa de Valores de Nova York chegou a hora de tentar conseguir algum lucro com isso.

A Sony Music logo no primeiro dia de negociação vendeu algumas de suas ações e agora está só com a metade. No total foram cerca de US$750 milhões arrecadados. Enquanto isso, a Warner arrecadou cerca de US$400 milhões, vendendo quase três quartos de sua participação.

Essa corrida para vender ações não significa pessimismo por parte das gravadoras. Stephen Cooper, CEO da Warner, explicou que a gravadora está planejando no curto prazo e as vendas das ações não tem nada a ver com a visão do futuro do Spotify.

“Estamos otimistas em relação ao crescimento de assinaturas. Sabemos que ele acaba de começar a cumprir seu potencial em escala global. Esperamos que o Spotify continue a desempenhar um papel importante nesse crescimento”, disse ele.

Cooper também falou sobre o compromisso da Warner de dividir os lucros com os artistas.

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COM A PALAVRA, AS GRAVADORAS

Presidentes da Warner Music Brasil, Universal Music Brasil e Sony Music Brasil se encontraram em um debate na Rio2c.

No dia 05/4, durante a Rio2c – Rio Creative Conference – houve um debate entre os presidentes das principais gravadoras brasileiras.

Estavam presentes Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, e Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.

No debate mediado pelo diretor da UBC, Marcelo Castello Branco, os presidentes responderam à perguntas como os desafios que as gravadoras têm enfrentado perante a insatisfação dos artistas sobre as métricas de pagamento, o atual papel do A&R, os critérios utilizados para contratar ou descartar um artista, o papel que a música brasileira pode ocupar no mundo com a globalização e a diferença entre as distribuidoras e os agregadores. O debate completo encontra-se na página da União Brasileira de Compositores.

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Vinyl, the salvation of the music industry in the digital age—in charts, audio and some cats

Matéria de Quartz

Uma análise sobre os hábitos de consumo de música entre os americanos e a volta do vinil. Confira!

Neste mês vimos duas notícias importantes para a indústria da música: A demissão de 40% dos funcionários do SoundCloud e a volta da produção de vinil pela Sony Music. Essas notícias devem ser avaliadas como o reflexo das mudanças do consumo de música.

O site Quartz publicou uma pequena análise sobre essas notícias, destacando a volta do vinil e a relação de consumo dos americanos.

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Sony volta a fabricar discos de vinil após quase 30 anos

Matéria de G1

Com o aumento da demanda, a Sony anunciou que voltará a fabricar discos de vinil.

A Sony Music decidiu retomar a fabricação de vinis em suas duas fábricas no Japão, a empresa japonesa interrompeu a fabricação em 1989, devida a crescente fatia do mercado musical monopolizada pelos CDs. Ainda não foi revelado o volume da produção prevista.

Além disso, foi instalado um novo estúdio de gravação no centro de Tóquio para produzir os “masters” dos quais serão geradas as cópias em vinil e aproveitar melhor a qualidade desse formato, segundo a porta-voz.

As vendas de vinis no Japão chegaram a cerca de 800 mil unidades em 2016, oito vezes mais que em 2010, segundo dados da indústria musical do país.

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Sony Merges RED Into The Orchard: What the Music Giant’s Latest Consolidation Means for Indie Labels

Matéria de Billboard

A Sony Music Entertainment anunciou recentemente a união das distribuidoras de música, filmes e vídeos independentes, The Orchard e a Red Essential. As duas maiores distribuidoras dos Estados Unidos formarão a marca Orchard. Mas o que isso significa?

A fusão das empresas significa que além de serem lideradas pelo CEO Brad Navin, a nova Orchard terá mais de 300 funcionários em 30 escritórios ao redor do mundo. Também terá cerca de US$ 500 milhões em receita, o que a tornará a maior distribuidora independente do mundo. Nos EUA, a participação de mercado da empresa agora atingirá cerca de 6% e terá uma receita de US $ 350 milhões.

Entre as marcas distribuídas pelas empresas estão Thirty Tigers, Metal Blade, Som Livre, Red Bull Records, Mom e Pop, Nuclear Blast, Frontiers Music Srl, Cosmos Music entre outras. Já entre os artistas afiliados estão Slayer, Daya, Flume, Jorge & Mateus e Allman Brown. Leia a matéria da Billboard para conferir mais detalhes da fusão.

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