Warner confirma que já faturou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

Warner confirma que já arrecadou 400 milhões de dólares nas ações do Spotify.

A Warner Music confirmou que vendeu 75% das ações que conseguiu através de acordos de licenciamento com o Spotify.

Com o acordo de licenciamento outras grandes gravadoras conseguiram ações no Spotify. Agora que o serviço de streaming está na Bolsa de Valores de Nova York chegou a hora de tentar conseguir algum lucro com isso.

A Sony Music logo no primeiro dia de negociação vendeu algumas de suas ações e agora está só com a metade. No total foram cerca de US$750 milhões arrecadados. Enquanto isso, a Warner arrecadou cerca de US$400 milhões, vendendo quase três quartos de sua participação.

Essa corrida para vender ações não significa pessimismo por parte das gravadoras. Stephen Cooper, CEO da Warner, explicou que a gravadora está planejando no curto prazo e as vendas das ações não tem nada a ver com a visão do futuro do Spotify.

“Estamos otimistas em relação ao crescimento de assinaturas. Sabemos que ele acaba de começar a cumprir seu potencial em escala global. Esperamos que o Spotify continue a desempenhar um papel importante nesse crescimento”, disse ele.

Cooper também falou sobre o compromisso da Warner de dividir os lucros com os artistas.

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COM A PALAVRA, AS GRAVADORAS

Presidentes da Warner Music Brasil, Universal Music Brasil e Sony Music Brasil se encontraram em um debate na Rio2c.

No dia 05/4, durante a Rio2c – Rio Creative Conference – houve um debate entre os presidentes das principais gravadoras brasileiras.

Estavam presentes Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, e Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.

No debate mediado pelo diretor da UBC, Marcelo Castello Branco, os presidentes responderam à perguntas como os desafios que as gravadoras têm enfrentado perante a insatisfação dos artistas sobre as métricas de pagamento, o atual papel do A&R, os critérios utilizados para contratar ou descartar um artista, o papel que a música brasileira pode ocupar no mundo com a globalização e a diferença entre as distribuidoras e os agregadores. O debate completo encontra-se na página da União Brasileira de Compositores.

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Vinyl, the salvation of the music industry in the digital age—in charts, audio and some cats

Matéria de Quartz

Uma análise sobre os hábitos de consumo de música entre os americanos e a volta do vinil. Confira!

Neste mês vimos duas notícias importantes para a indústria da música: A demissão de 40% dos funcionários do SoundCloud e a volta da produção de vinil pela Sony Music. Essas notícias devem ser avaliadas como o reflexo das mudanças do consumo de música.

O site Quartz publicou uma pequena análise sobre essas notícias, destacando a volta do vinil e a relação de consumo dos americanos.

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Sony volta a fabricar discos de vinil após quase 30 anos

Matéria de G1

Com o aumento da demanda, a Sony anunciou que voltará a fabricar discos de vinil.

A Sony Music decidiu retomar a fabricação de vinis em suas duas fábricas no Japão, a empresa japonesa interrompeu a fabricação em 1989, devida a crescente fatia do mercado musical monopolizada pelos CDs. Ainda não foi revelado o volume da produção prevista.

Além disso, foi instalado um novo estúdio de gravação no centro de Tóquio para produzir os “masters” dos quais serão geradas as cópias em vinil e aproveitar melhor a qualidade desse formato, segundo a porta-voz.

As vendas de vinis no Japão chegaram a cerca de 800 mil unidades em 2016, oito vezes mais que em 2010, segundo dados da indústria musical do país.

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Sony Merges RED Into The Orchard: What the Music Giant’s Latest Consolidation Means for Indie Labels

Matéria de Billboard

A Sony Music Entertainment anunciou recentemente a união das distribuidoras de música, filmes e vídeos independentes, The Orchard e a Red Essential. As duas maiores distribuidoras dos Estados Unidos formarão a marca Orchard. Mas o que isso significa?

A fusão das empresas significa que além de serem lideradas pelo CEO Brad Navin, a nova Orchard terá mais de 300 funcionários em 30 escritórios ao redor do mundo. Também terá cerca de US$ 500 milhões em receita, o que a tornará a maior distribuidora independente do mundo. Nos EUA, a participação de mercado da empresa agora atingirá cerca de 6% e terá uma receita de US $ 350 milhões.

Entre as marcas distribuídas pelas empresas estão Thirty Tigers, Metal Blade, Som Livre, Red Bull Records, Mom e Pop, Nuclear Blast, Frontiers Music Srl, Cosmos Music entre outras. Já entre os artistas afiliados estão Slayer, Daya, Flume, Jorge & Mateus e Allman Brown. Leia a matéria da Billboard para conferir mais detalhes da fusão.

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Sony Music’s Red Essential to merge with Sony Music’s The Orchard

A Sony Music anunciou a fusão de seus dois negócios de serviços de distribuição e rotulagem, a The Orchard e Red Essential, no Reino Unido.

A nova empresa ficará apenas com o nome The Orchard. Segundo o COO do Orchard, Colleen Theis, a combinação entre as duas empresas que possuem uma lista incrível de artistas e rótulos independentes irá permitir a seus clientes vantagem competitiva e oportunidades únicas para comercializar e gerar receitas.

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AND THE NEXT BIG MUSIC BUSINESS BUYOUT IS…

Rumores dizem que a gravadora independente holandesa Spinnin ‘Records está sendo disputada pela Sony e Warner.

A notícia é que a Spinnin ‘Records em breve deve ser adquirida pela Sony ou Warner. As duas gravadoras estão disputando pela compra que deve ser no valor de $100m.

Fundada em 1999 por Eelko van Kooten e Roger de Graaf, atualmente um dos seus maiores ativos é o canal do YouTube, que possui mais de 17,1 milhões de assinantes, e se tornou o 24º maior canal do YouTube. Vamos ver quem ganhará a disputa.

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SONY RECORDED MUSIC SALES FALL 6%, HAMPERED BY STRENGTH OF YEN

Sony Music está sendo prejudicada por problemas cambiais no Japão.

A divisão global de música gravada da major japonesa acaba de registrar faturamento de 388.95 bilhões de ienes (US$ 3,5 bilhões), uma queda de 5,8%. Dentro desse valor, as receitas de streaming cresceram 27,6%, 140,6 bilhões de ienes (US$ 1,3 bilhão).

Os downloads e as vendas físicas diminuíram. As receitas de downloads caíram em 31%, cerca de 59,415 bilhões de ienes (US$ 530 milhões), enquanto as vendas físicas caíram 16%, 130,982 bilhões de ienes (US$ 1,2 bilhões).

A força do iene japonês prejudicou o desempenho da Sony. A companhia confirmou que suas receitas globais do segmento da música (através da música gravada, publicação em “meios visuais” e em plataformas) teriam crescido 11% se houvesse uma base constante da moeda corrente. Confira análise completa dos números da Sony no Japão na notícia.

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WHY DO MAJOR ARTISTS KEEP ON BREAKING IN GERMANY?

Philip Ginthör, CEO da Sony Music Entertainment GSA (Alemanha, Suíça e Áustria) fala sobre as oportunidades no mercado da música na Alemanha.

A Alemanha é o terceiro maior mercado de música do mundo, em termos de valor de varejo. Possui 16 estados individuais que são bastante únicos no que diz respeito à sua infraestrutura de mídia. Com isso, pode-se criar diversas experiências na rádio e TV.

Em entrevista para o site MBW, Ginthör, fala da diversidade do mercado de música na Alemanha e a vontade de criar experimentos da Sony Music.

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