ANA PAULA VALADÃO E BANDA DEVEM PAGAR R$1 MILHÃO À GRAVADORA POR QUEBRA DE CONTRATO

Gravadora alega que banda da pastora Ana Paula Valadão rompeu contrato antes do previsto de forma unilateral. Correção monetária elevou pagamento de multa para mais de R$1 milhão.

Nesta segunda-feira (30) o portal Notícias da TV publicou uma notícia a respeito de uma disputa judicial entre a gravadora Som Livre e a banda Diante do Trono, considerado o maior grupo musical evangélico no Brasil, e que tem como líder a pastora Ana Paula Valadão.

No processo que se iniciou em 2015, a Som Livre alegou que a banda descumpriu o contrato que determinava o lançamento de um álbum com músicas inéditas por ano, além de não ter realizado nove shows marcados em 2014.

A gravadora afirmou ainda que o Diante do Trono decidiu romper o contrato unilateralmente em 2009, antes do prazo, que seria apenas em 2017. Por conta desses motivos, a Som Livre pediu uma indenização de aproximadamente R$300 mil por perdas e danos materiais na Justiça do Rio de Janeiro.

Embora a gravadora tenha vencido em todas as instâncias, inclusive no STJ (Superior Tribunal de Justiça), a banda decidiu entrar com uma nova ação judicial para não pagar a indenização. No entanto, o valor atualizado chegou a mais de R$1 milhão, ou seja, quatro vezes mais do que foi pedido inicialmente.

Neste novo processo, o grupo acusa a gravadora por enriquecimento ilícito, já que o valor está muito acima do que foi pedido inicialmente no primeiro processo. O portal informou que a vocalista e pastora Ana Paula Valadão disse que a banda trabalha como uma instituição independente, sem fins financeiros e que presta ajuda para pessoas necessitadas por meio da fé.

No último dia 13, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou as argumentações da banda, e autorizou o desconto de crédito nas contas de Diante do Trono. Para a Justiça, houve uma quebra de contrato e o valor precisa ser pago sem questionamentos até o início de Junho.

A decisão desse novo processo é em segunda instância e ainda cabe recurso, e até o momento, Som Livre e Diante do Trono não comentaram o assunto.

Foto: divulgação

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Globo vende Som livre para Sony Music por R$1,438 bilhão

A Sony Music anunciou que adquiriu a Som Livre, pertencente ao Grupo Globo, por R$1,438 bilhão. Com a aquisição, gravadora pretende tornar a Som Livre um centro criativo e autônomo.

Nesta tarde de quinta-feira, 1º de abril, a Sony Music anunciou que adquiriu a Som livre por R$1,438 bilhão (aproximadamente US$255 milhões).

A notícia de hoje confirmou os rumores sobre a venda da gravadora pertencente ao grupo Globo, bem como o interesse das principais gravadoras.

Segundo o Music Business Worldwide, com a aquisição, a Sony Music espera que a gravadora, que também atua como editora e distribuidora, se torne um “novo centro criativo autônomo dentro da Sony Music” e “continuará a assinar, desenvolver e comercializar sua própria lista de talentos e fornecer uma ampla gama de selos e ofertas de serviços diversificados para a comunidade musical brasileira”.

Será uma construção de um relacionamento de longa data entre a Som Livre e a The Orchard, a distribuidora de música independente da Sony Music.

O portal confirmou ainda que Marcelo Soares permanecerá como CEO da Som Livre após a  finalização do processo de compra.

A Som livre é a casa dos artistas mais populares do Brasil atualmente, como Marilia Mendonça [*foto] (cujo canal no YouTube acumulou mais de 13 bilhões de visualizações), além de Jorge & Mateus, Wesley Safadão e Lexa.

Rob Stringer, presidente do Sony Music Group disse: “O Brasil é um dos mercados musicais em crescimento mais dinâmicos e competitivos do mundo e ofereceremos grandes oportunidades para criadores por meio de nossa visão compartilhada.”

Afo Verde, Presidente e CEO da Sony Music Latin Iberia disse, “A Som Livre é a casa de alguns dos mais criativos artistas brasileiros e tem um histórico de uma década de desenvolvimento de música em uma linguagem local importante. Ambos acreditamos em estratégias amigáveis ​​ao artista e, coletivamente, forneceremos uma abordagem inovadora para o mercado brasileiro e toda a região latina. ”

Jorge Nóbrega, CEO da Globo disse: “Queríamos ter certeza de que esse negócio preservaria tudo o que a Som Livre representa para o povo brasileiro. Desde o início das palestras percebemos um alto nível de profissionalismo, interesse e respeito por parte da Sony Music que a tornou uma combinação perfeita para a Som Livre. Desejo à Sony Music e à Som Livre muitos mais anos de sucesso.”

*Foto – Marília Mendonça – Divulgação

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SOM LIVRE DEVE SER VENDIDA EM BREVE POR US$300 MILHÕES

O que já era burburinho aqui no Brasil, começou a pipocar lá fora! A Som Livre deve ser adquirida em breve por um valor estimado em US$300 milhões.

Nesta quarta-feira (17), o Music Business Worldwide, confirmou com fontes diretas a venda da Som livre por um  valor estimado em US$300 milhões

Enquanto as três maiores gravadoras (Universal Music, Warner Music e Sony Music) estão de olho na Som livre, outras menores como a Believe, sediada em Paris, também podem fazer a aquisição.

Em novembro do ano passado, Jorge Nóbrega, Presidente Executivo da Globo já havia citado em entrevista para o Brasil Calling, a possibilidade de venda da gravadora por conta da nova estratégia da empresa:

“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sair do negócio da gravadora tradicional e focar em [nossa] estratégia D2C.”, afirmou o executivo durante a entrevista.

Marcelo Soares, diretor geral da Som Livre, também participou da entrevista e revelou que se sentia orgulhoso sobre os resultados da gravadora: “O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresce há mais de 10 anos consecutivos em uma velocidade maior que o mercado. Ter alcançado a posição de terceira maior gravadora do Brasil com conteúdo apenas brasileiro nos enche de orgulho.

Desde a entrevista, o processo de venda se acelerou, com vários potenciais pretendentes de olho na empresa. O MBW confirmou que o processo está chegando ao fim e em breve será anunciado oficialmente.

Atualmente, a Som Livre é a maior gravadora nacional do Brasil e pertence ao Grupo Globo, empresa de multimídia que movimentou R$14,09 bilhões em 2019 (cerca de US$2,5 bilhões pelo câmbio atual).

Além disso, a gravadora é a terceira maior do Brasil em market share, atrás da Sony Music e da Universal Music, mas à frente da Warner Music.

Fundada em 1969 por João Araújo, a Som Livre foi criada para lançar trilhas sonoras de novelas da Globo. Em seguida, evoluiu para a contratação de artistas nacionais como Rita Lee, Novos Baianos e Tim Maia, além de artistas mais contemporâneos como Gusttavo Lima e Wesley Safadão.

 

Imagem: Reprodução/Wesley Safadão lançou discos, incluindo álbum ao vivo de 2015, Ao Vivo em Brasília, pela Som Livre

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Globo anuncia que irá vender a Som Livre

Matéria de Valor Econômico

A decisão de vender a Som Livre faz parte do novo planejamento estratégico do grupo Globo.

Nesta quarta feira (18), o grupo Globo anunciou que irá vender a gravadora Som livre. A decisão faz parte de seu novo planejamento estratégico.

Segundo o portal Valor, a Globo tem adotado o modelo D2C como estratégia de mercado, onde a empresa controla todos os processos de produção e distribuição. Baseado nesse modelo, o grupo decidiu colocar a gravadora à venda, mesmo sendo um negócio rentável.

“A música continua muito importante no portfólio da Globo, mas acreditamos que é um bom momento para sairmos do negócio tradicional de gravadora e nos concentrarmos na estratégia D2C”, afirmou em nota o presidente executivo da Globo, Jorge Nóbrega.

Desde a sua criação, em 1969, a Som Livre lançava trilhas sonoras de novelas e minisséries da Globo. Entretanto, com a chegada da música digital, a partir dos anos 2000, seu modelo de negócios vem sofrendo alterações de acordo com as novas exigências do mercado musical. Atualmente, a empresa foca na gestão de talentos.

“Com esse entendimento de que compilação não seria mais um negócio sustentável, a gente precisou entrar num negócio de realmente contratar artistas, desenvolver artistas e trabalhar diretamente com o elenco, o talento. E a nossa aposta foi essa: de gerir conteúdo, ter propriedade de conteúdo”, declarou Soares.

“O Brasil é um mercado onde a música local representa quase 70% do consumo total. A Som Livre, com foco integral na música brasileira, cresceu por mais de dez anos seguidos numa velocidade maior que a do mercado”, acrescentou o executivo.

A gravadora é considerada a terceira maior do Brasil, ficando atrás da Sony e Universal Music.

 

Foto: Divulgação

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Music e Branding: Som Livre comemora 50 anos com diversidade de Conteúdo Musical

A Som Livre está comemorando 50 anos. Agenciamento de Artistas, Festivais shows ao vivo, Streaming ou parcerias com marcas. Saiba como a gravadora tem explorado o conteúdo musical de várias formas para garantir o sucesso com longevidade.

O Meio & Mensagem está com uma seção especial sobre Music e Branding. Desta vez, o portal falou sobre as apostas da Som Livre em conteúdo musical para conquistar a liderança do mercado brasileiro.

Conteúdo musical de várias formas é o que a Som Livre tem feito para se ajustar ao mercado musical. Seja no Agenciamento de Artistas, Festivais shows ao vivo, Streaming ou parcerias com marcas, a gravadora sempre busca envolver o público da melhor forma com a música.

“Mais do que uma gravadora, a Som Livre passou a atuar como fonte de conteúdo musical nas mais diversas plataformas — do digital aos canais ao vivo”, disse Marcelo Soares, presidente da Som Livre ao portal.

Segundo o portal, a aposta em conteúdo musical se iniciou há pelo menos 15 anos, quando a gravadora precisou se adaptar às mudanças do formato físico para o digital. O sertanejo (Luan Santana), infantil (Galinha Pintadinha) e gospel (Padre Fábio de Melo) foram os pilares para manter o sucesso da gravadora.

Atualmente os negócios envolvem a editora, na qual representa os direitos de compositores nacionais e estrangeiros; licenciamento internacional, digital, selo eletrônico (Austro Music); e shows.

São mais de 100 artistas no catálogo da gravadora, dentre eles, os principais nomes que disputam a liderança das plataformas de streaming: Luan Santana, Jorge & Mateus e Marília Mendonça. O agenciamento de artistas é a nova aposta da Som livre: “Entramos em uma nova fase na cadeia de valor da música no Brasil, com as oportunidades geradas pelo agenciamento de artistas”, diz Marcelo Soares, presidente da Som Livre.

A Som livre também tem aposta em shows e festivais como conteúdo musical. Desde 2012, o festival Festeja, já passou por 35 cidades do país chegando ao exterior. Há ainda uma parceria com o camarote da Arena Corinthians, no qual a gravadora oferece um pacote de entretenimento, serviços e shows ao vivo.

As parcerias com marcas também são ações de sucesso da Som Livre. Para o grupo Heineken, a gravadora promoveu o Glacial Fest, “um festival itinerante de música com 16 etapas pelo País”. Entre outros exemplos de ações, a Deezer Sessions com Raça Negra e a coreografia do hit “Só depois do Carnaval” da Lexa, no game Just Dance, na edição de 2020.

Os conteúdos vão mais além. Recentemente, a Som Livre em parceria com a plataforma de vídeo on demand (VOD) Globoplay, lançou o projeto “Viva”, do cantor Luan Santana. Além disso, nas plataformas de streaming, a gravadora lança pelo menos cem lançamentos ao ano, incluindo videoclipes. São mais de 200 projetos personalizados para cada plataforma.

“Ao ativar momentos diferenciados de consumo, geramos experiências que viram matéria-prima para a própria área comercial da Globo, uma aproximação que vem rendendo inúmeras oportunidades de negócios”, frisou Soares ao portal. Vale a pena conferir todo o conteúdo do portal.

Foto: Divulgação

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Por que a indústria da música do Brasil está crescendo novamente

A Billboard revelou como o sertanejo e os serviços de streaming estão contribuindo para o crescimento do mercado da música no Brasil, país onde nasceu a bossa nova e a Tropicália.

“A indústria da música no país em que a bossa nova e a Tropicália nasceram está voltando à vida”, informou a Billboard que publicou uma notícia sobre o crescimento do mercado da música no Brasil.

O mercado da música na America Latina, principalmente no Brasil, tem ganhado cada vez mais destaque. De acordo com o último relatório da IFPI, o país ficou em décimo lugar em termos de receita.

A receita de música no Brasil cresceu 15%, sendo que as vendas digitais responderam a 72% da receita total – “um feito notável, considerando que as plataformas de streaming não surgiram no Brasil até 2013”, informou a Billboard.

“A grande história no Brasil é que a ascensão do streaming revitalizou a indústria da música”, disse o diretor de análise da IFPI, David Price.

Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, contou à Billboard que a mudança das vendas para o digital aconteceu de forma rápida. Na época em que assumiu a diretoria da gravadora, em 2015, as vendas físicas representavam 60% e após um ano, foi obrigado pelo próprio mercado, a terceirizar todos os negócios físicos para focar no digital.

Além da mudança de formato, a Sony precisou reconstruir seu catálogo de artistas evidenciando o sertanejo e funk. Ao apostar em artistas como a dupla sertaneja Diego & Victor Hugo e a sensação funk MC G15, a gravadora se tornou a maior no país. Atualmente, o formato físico representa apenas 1% da receita total da Sony Music Brasil.

Assim como no resto do mundo, as plataformas de streaming salvaram a indústria musical do Brasil de uma morte prematura. Segundo a Billboard, uma crise econômica prolongada transformou os produtos de música tradicional em itens de luxo que poucos podiam pagar. O público se voltou para a pirataria on-line e o Youtube, que se tornou a maior plataforma de música do Brasil em termos de público.

Em 2011, o iTunes chegou no Brasil, entretanto apenas aqueles com cartões de crédito estrangeiros puderam acessá-lo inicialmente, limitando seu impacto no mercado. Empresas de streaming como a Deezer, apostaram nas parcerias com operadoras móveis: “Isso nos deu acesso imediato a 60 milhões de clientes”, disse Bruno Vieira, diretor das operações do Deezer no Brasil.

Outra gravadora que apostou na música local, especialmente no sertanejo foi a Som Livre: “Quando grandes marcas vendiam operações e cancelavam contratos, nós investíamos”, relatou Marcelo Soares, presidente da Som Livre e um dos primeiros executivos a identificar o potencial do sertanejo.

“Todos esses artistas desenvolveram grandes sucessos no campo e, no entanto, foram ignorados pelo mercado”, disse ele. Agora a realidade é outra, enquanto Anitta é a exportação musical mais vendida do Brasil, mais da metade das músicas mais tocadas nos serviços de streaming, em 2018, no país eram sertanejo.

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Foto: Chris Pizzello/Invision/AP/REX/Shutterstock

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Globosat e Som Livre passarão a se chamar apenas Globo em 2020 –

Matéria de Telepadi

Os nomes Globosat e Som Livre, assim como seus CNPJs, vão sair de linha a partir de 1º de janeiro de 2020. O Grupo Globo caminha a passos largos para o pla

A Globosat e Som Livre terão seus nomes e CNPJ’s alterados para Globo. Segundo a coluna TelePadi do portal do jornal Folha de São Paulo, a unificação veio após uma consultoria internacional realizada no ano passado.

A mudança deve ocorrer a partir do início de 2020, com duração de três anos. A unificação das empresas não incluirá o InfoGlobo, responsável pela publicação dos veículos impressos do grupo e o Sistema Globo de Rádio.

O anúncio foi realizado durante uma entrevista com Jorge Nóbrega, presidente do Grupo Globo a João Luiz Rosa, do jornal “Valor Econômico”.

“Daqui a algum tempo não teremos mais empresas separadas… Vamos ter uma só Globo. E a Globo será uma empresa de muitos serviços”, disse Nóbrega explicando que tanto a TV aberta e fechada “já não têm fronteiras entre si porque o conteúdo, independentemente da origem, tornou-se passível de ser oferecido diretamente ao consumidor”. “Tudo o que separávamos antes agora é uma coisa só. Então, não faz sentido ter empresas separadas”.

De acordo com a reportagem, a unificação vai ocorrer entre as companhias da Globo Comunicação e Participações, reunindo a Rede Globo, Globosat, Som Livre, Globo.com e Globoplay.  

Com relação às receitas da empresa, o “Valor” informou que o conglomerado encerrou 2018 com receita líquida de R$14,7 bilhões e um adicional de R$10 bilhões em caixa. Sua dívida bruta ficou em R$ 3,37 bilhões. O resultado não incluiu a Editora Globo e o Sistema Globo de Rádio.

As mudanças no grupo Globo vem de encontro ao advento dos serviços de streaming, como a Netflix e Amazon Go. Entre elas, está a mudança nos pacotes de compra de canais. Um espectador que possui interesse em assinar canais de futebol e filmes, poderá adquirir apenas os dois pacotes sem ter que adicionar canais extras.  

Nóbrega disse que a Globo se destaca por ser a única a oferecer canais em diversos segmentos. Atualmente o grupo oferece a GloboPlay, canais pagos como GNT, Multishow, Off, Gloob, SporTV e a Rede Telecine, em sociedade com os maiores estúdios de cinema.

Durante a entrevista, Nóbrega falou sobre outras novidades que fazem parte da estratégia da empresa. Uma delas é a construção de um grande banco de dados que deve fornecer a empresa maior conhecimento sobre seu público.

A Globo também está focando em simplificar sua estrutura, demitindo funcionários, para ganhar uma sinergia maior e aproveitar suas competências. A decisão veio após a consultoria internacional.

“Não podemos ter três ou quatro centros de realidade aumentada. Vou ter um só, mas extremamente competente nessa tecnologia.”, afirmou Nóbrega.

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LyricFind anuncia acordo de licenciamento de letras de músicas brasileiras independentes.

Matéria de Billboard

Nesta semana, a LyricFind, maior licenciadora de composições do mundo, anunciou um acordo entre a Som Livre, a MK Music, a ONErpm e a UBC. O acordo deve legalizar e monetizar toda a exibição e uso de letras de músicas.
“Esta é a culminação de anos de trabalho juntos”, disse Robert Singerman, editor de música da LyricFind, que estará em um painel sobre música digital nesta sexta-feira, 26 de outubro, na conferência Music Trends Brasil, no Rio de Janeiro.

Acordo entre a LyricFind, UBC, Som Livre, MK Music e ONErpm pretende licenciar principalmente as editoras de música e compositores independentes para legalizar completamente e monetizar toda a exibição e uso de letras.

“Até agora, o Brasil tem sido um mercado de letras sem licença ou semi-licenciado e um mercado de tradução lírica completamente não licenciado e não autorizado”, explicou Luciana Pegorer, representante da LyricFind no Brasil.

Em Toronto, a equipe de conteúdo do LyricFind, também incluirá funcionários brasileiros para verificar e implementar o conteúdo em português. “Estamos ansiosos para construir um cenário robusto e totalmente legal, como o LyricFind fez para as letras em outros territórios”, afirmou Pegorer.

“Esta é a culminação de anos de trabalho juntos”, disse Robert Singerman, VP Internacional, da LyricFind, que estará em um painel sobre música digital nesta sexta-feira, 26 de outubro, na conferência Music Trends Brasil, no Rio de Janeiro.

“Isso tem um grande potencial para aumentar significativamente a receita de música brasileira em todo o mundo, por meio da exibição original de letras e traduções líricas legais.”, afirmou Robert Singerman.

Além de letras de musicas, serão licenciadas camisetas, canecas e outras mercadorias por meio da plataforma LyricMerch do LyricFind.

 

 

 

Foto: Mauricio Santana/Getty Images

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Maior festival sertanejo do Brasil será exportado para a Europa

Três edições do festival brasileiro de música sertaneja “Festeva” estão previstos para abril de 2017 em Lisboa, Londres e Bruxelas.

Criado em 2012 pela gravadora Som Livre, o festival já atraiu 150 mil frequentadores e é considerado um dos maiores festivais sertanejos no Brasil.

“Entre os nomes que vão se apresentar nas capitais europeias, estão Henrique e Juliano, Marília Mendonça (foto) e Maiara e Maraisa”.

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