FAST FORWARD PODCAST É INDICADO AO PRÊMIO SIM

Fast Forward Podcast é indicado ao Projeto do Ano no Prêmio SIM

Nesta segunda-feira (4) o Prêmio SIM, da Sim São Paulo, anunciou os indicados na categoria Projeto do Ano e ficamos muito felizes em saber que o Fast Forward Podcast tenha sido um dos indicados.

A categoria reconhece as iniciativas do mercado musical que mais se destacaram ao longo do ano.

O Fast Forward, ou FF, é um podcast semanal de temas que evidenciam o mercado da música, sempre com convidados. O podcast é uma parceria entre Milk, Música Copyright e Tecnologia, U.Got Studios e Tenho Mais Discos que Amigos. Ouça Aqui!

A votação para o Prêmio SIM está aberta para quem é credenciado para a SIM 2019.

Foto: Divulgação

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SIM SÃO PAULO ABRE INSCRIÇÕES PARA SHOWCASES DIURNOS 2019

Podem se inscrever bandas e artistas interessados em se apresentar desta grande oportunidade para projetos musicais.

A SIM São Paulo já está com as inscrições abertas para os showcases diurnos da edição de 2019.

Podem se inscrever bandas e artistas interessados em se apresentar desta grande oportunidade para projetos musicais.

Serão escolhidos pelo Conselho Consultivo da SIM, 27 nomes que participarão ao longo da programação do evento, que acontecerá em dezembro deste ano. Vale lembrar que 50% das vagas são destinadas para projetos de (ou com) mulheres.

As inscrições estarão abertas até o dia 9 de Agosto. Entre os showcases já passaram nomes como ÀTTØØXXÁ, Maglore e Linn da Quebrada. Clique AQUI para saber mais.

Foto: Sim São Paulo

Não deixe de conferir o sorteio que está rolando do livro “Mapa Sound System Brasil – Vol.1” em nosso Instagram! O sorteio será neste sábado (29/06). Para concorrer clique AQUI.

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PARTICIPE DA PESQUISA: Mulheres na Indústria da Música no Brasil: Obstáculos, Oportunidades e Perspectivas

Vamos participar e conseguir o máximo de respostas possível? Responda a pesquisa e contribua para esta iniciativa a favor de uma maior/melhor participação das mulheres no mercado da música brasileira.

Quem são as mulheres da indústria da música? Como elas enxergam suas carreiras e onde se veem daqui a 5 anos? O DATASIM, núcleo de pesquisa da SIM São Paulo, quer entender o perfil e as expectativas dessas profissionais, através da pesquisa “Mulheres na Indústria da Música no Brasil: Obstáculos, Oportunidades e Perspectivas”.

Este é o primeiro estudo sobre a participação feminina no mercado da música e é compatibilizado com a pesquisa Women In The U.S. Music Industry: Obstacles And Opportunities do Berklee College of Music e Women in Music (WIM).

Vamos participar e conseguir o máximo de respostas possível? Responda a pesquisa pelo link que está AQUI e contribua para esta iniciativa a favor de uma maior/melhor participação das mulheres no mercado da música brasileira.

 

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Esta executiva quer igualdade de gênero na indústria musical

Matéria de Nexo Jornal

O portal Nexo entrevistou a diretora da Fundação PRS, Vanessa Reed, que esteve na Sim São Paulo. Reed vem firmando acordos para conseguir o compromisso de paridade de gênero em festivais do mundo todo. Ela também é líder do programa Keychange, um programa para o desenvolvimento de mulheres na indústria da música.

Vanessa Reed, Diretora da Fundação PRS, esteve no Brasil durante a Sim São Paulo para falar sobre o programa para o desenvolvimento de mulheres na indústria da música. O portal Nexo entrevistou a executiva britânica.

Além de ser Diretora da Fundação PRS, Vanessa Reed é líder do Keychange, um programa que visa o desenvolvimento de mulheres artistas profissionais da indústria na música. Ela também foi eleita a terceira da “The Woman’s Hour 2018 Power List”, uma lista da BBC que elege as 40 mulheres que mais influenciam a indústria musical atualmente. Com a primeira posição ficou a cantora Beyoncé e em segundo, Taylor Swift.

Para o portal Nexo, Vanessa Reed, falou sobre a desigualdade de gênero nos festivais de música no mundo. “Ignorar as desigualdades não é mais uma opção”, afirmou. Para ela este é um ponto positivo, com a ajuda das redes sociais, Reed, tem percebido que o próprio público quer atrações diferenciadas e o programa Keychange já conseguiu mostrar que é possível o equilíbrio dos gêneros na promoção de festivais bem sucedidos.

Com relação ao cenário brasileiro, Reed contou que os representantes e organizadores dos festivais brasileiros no Reino Unido, ficaram entusiasmados com Keychange. Segundo ela, o SIM assinou o compromisso de equilíbrio de gênero. “O que chamou minha atenção foi a vontade deles de mudar as coisas, e o desejo de envolver mais festivais brasileiros e sul-americanos nessa ação coletiva voltada para a mudança”.

Reed revelou que mais de 140 festivais de música no mundo assinaram um compromisso com a paridade de gênero, mas ainda há muitos obstáculos, principalmente na escolha dos organizadores durante a escolha dos headliners em festivais, como a “aversão à mudança, mão de obra dominada por homens e falta de disposição para correr riscos”.

Ela também contou que as desigualdades não estão apenas nos festivais de música, mas em todos os cargos da indústria da música, com exceção da comunicação e do marketing.

“Precisamos [ir] na origem do problema, romper com padrões tradicionais e estereótipos desde cedo na educação, para que meninas jovens e mulheres possam se ver na total amplitude de papéis disponíveis para quem quer uma carreira na música”, afirmou a executiva.

 

Foto: RUTH KILPATRIC/DIVULGAÇÃO

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