A Cada 3 Streams De Música Um É Hip-Hop+R&B Nos EUA.

Matéria de Digital Music News

O rock morreu? Na sexta-feira passada (13) foi comemorado o Dia do Rock. No entanto, atualmente o ritmo não é o mais popular. Segundo os dados do relatório da Nielsen sobre o mercado da música, nos EUA, os estilos musicais mais ouvidos são rap, o hip-hop e o R&B.

Perto do Dia do Rock, a Nielsen em seu relatório de meio de ano confirmou que o ritmo musical preferido dos americanos agora é o Hip Hop e o R&B. Juntos com o Rap, eles representam mais de um terço de toda a transmissão de música nos EUA. Mais especificamente, 36,4% de todos os fluxos de música ‘on demand’ e até mesmo as transmissões de música do YouTube são dominadas pelos gêneros (34,2%).

Para o site Digital Music News esse pode ter sido o motivo para que o Spotify deixasse de lado sua recém criada “Política Anti-ódio”, no qual removeu vários rappers de suas playlists por conter linguagens agressivas contra mulheres nas músicas. Remover os artistas de gêneros tão populares poderia causar uma queda nas transmissões de músicas.

Mesmo ficando em segundo lugar, o rock continua agitando o mundo das vendas físicas e ainda sustentando o mercado. Um exemplo seria o último lançamento em vinil de Jack White (White Stripes). “Boarding House Reach” alcançou a marca de 37.000 unidades vendidas, ficando na liderança nas vendas de vinil.

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Sucesso nos anos 1970 e 80, fitas K7 voltam a ser fabricadas no Brasil após 20 anos.

Matéria de Folha de S.Paulo

Vamos limpar a poeira dos radinhos de fita! Após 20 anos, a Polysom voltou a fabricar fitas cassete no Brasil!

Após 20 anos, a Polysom anunciou que está voltando a fabricar fitas cassete no Brasil. Nas próximas semanas haverá lançamentos de quatro bandas: Planet Hemp, Arctic Monkeys, Pitty e Nando Reis.

Serão produzidas 4.000 fitas por mês e inicialmente serão quatro novidades: O novo do Arctic Monkeys, “Tranquility Base Hotel & Casino”, os relançamentos do Planet Hemp, “Usuário”, “Voz e Violão – Recreio – Vol. 1 do Nando Reis e o “(Des) Concerto ao Vivo” da Pitty.

Quanto ao preço sugerido, João Augusto, presidente da gravadora Deck e consultor da Polysom, explica que o valor inclui os altos custos na produção e por isso cada fita sairá a R$49,90. Em comparação aos discos de vinil fabricados no Brasil o valor também fica elevado. Encontramos no mercado preços a partir de 80 reais. “Há nesse resgate dos formatos analógicos um componente de caráter “cult”, distante do grande público”, conta a notícia do jornal Folha de São Paulo.

Outras novidades que veremos em breve serão lançamentos que vão além do rock: o novo disco de Elza Soares, ‘Deus É Mulher’, e a releitura da obra de Tom Jobim por Fernanda Takai, ‘O Tom da Takai’.

Se você ficou ansioso com a notícia e deseja ouvir em casa música de qualidade, o valores dos novos walkmans podem chegar a 180 reais. Então vamos começar a tirar a poeira daqueles radinhos de fita que estão guardados porque agora eles valem muito!

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Com novas casas e atrações, cena do rock conquista espaço na Zona Sul

Matéria de O Globo

O Rock está com tudo no Rio de Janeiro. Conheça o que bares e restaurantes da zona sul estão fazendo para atender esse público diferenciado com inovação e criatividade.

Além de bandeiras de bandas, caveiras e letreiros com frases marcantes tem projeto de carnaval com muito rock na zona zul da cidade. Conheça como o rock está conquistando os cariocas e conquistando cada vez mais um publico fiel.

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