Engenheiro de som terá que pagar US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de Prince

Matéria de Variety

Um juiz de Minnesota ordenou a um engenheiro de som o pagamento de quase US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de músicas de Prince.

Um juiz de Minnesota ordenou a um engenheiro de som o pagamento de quase US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de músicas de Prince. O engenheiro de som George Ian Boxill, lançou em abril o EP “Deliverance” nos serviços de streaming.  De acordo com Boxill, o álbum é formado por músicas que foram criadas e produzidas por ele e o cantor durante o tempo em que trabalharam juntos, de 2004 a 2008.

Após o lançamento, imediatamente os representantes legais de Prince entraram com uma ação contra Boxill, alegando violação de contrato pela obra que não foi autorizada por Prince. Após uma audiência, todo o material foi removido das plataformas.

Uma nova audiência realizada na segunda-feira (08), pelo tribunal de Minnesota, mais uma vez favoreceu os representantes de Prince, determinando que Boxill pagasse US$3.960.000 por violação de contrato.

Segundo o portal Variety, os representantes de Prince também estão exigindo penalidades por  violação de direitos autorais, violação de marca registrada e uso indevido da imagem e aparência do superastro falecido.

Em 2017, a juíza Wilhelmina M. Wright, do tribunal distrital dos Estados Unidos, emitiu uma restrição temporária para bloquear os trabalhos de Boxill e exigiu a entrega de todo o material obtido através de seu trabalho com Prince.

Além do engenheiro também foram citados na ação seus parceiros de negócios Rogue Music Alliance, LLC, David Staley e Gabriel Solomon Wilson.

Boxill agitou as paradas e os fãs do cantor falecido em 2017, durante o pouco tempo em que o álbum ficou disponível. “Deliverance” conquistou a primeira posição na tabela de pedidos do iTunes e ficou em segundo lugar na parada de álbuns da Amazon.

 

Foto: REX/SHUTTERSTOCK

 

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Universal Gets To Peek at Warner’s Contract With Prince

Matéria de Billboard

Universal Music ganha ação judicial para ter acesso ao contrato de Prince com a Warner Music.

Após realizar um acordo sobre os direitos de músicas do cantor Prince, a Universal Music tem pressionado um reembolso de 31 milhões de dólares, pois a Warner Music já possui acordos sobre o catálogo do artista e isso causaria um grande conflito entre as partes.

Em uma ordem judicial na sexta-feira (16 de junho), um juiz concedeu o acesso da Universal Music ao contrato realizado em 2014 entre a Warner Music e a estrela pop. Segundo a Billboard, este documento é confidencial e a Universal Music não teve acesso antes de fechar o acordo.

O documento deve permitir que a Universal Music determine a validade de seu próprio contrato de licenciamento, um dos três que assinou com a propriedade de Prince, que morreu em abril por overdose.

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Universal quer cancelar acordo sobre catálogo de Prince

Matéria de Dinheiro Vivo

A Billboard divulgou que a Universal Music deseja cancelar seu negócio de 31 milhões de dólares que envolve o catálogo do cantor Prince e quer seu dinheiro de volta!

A Universal acusa o anterior gestor do patrimônio por fraude. “Em causa estão os termos do acordo anunciado em fevereiro e que daria à Universal direitos exclusivos sobre o catálogo de Prince depois de 1996, editado sob a chancela da NPG Records, assim como material não editado e direitos, nos Estados Unidos, de certos álbuns entre 1979 e 1996 que pertenciam à Warner Bros”.

O catálogo de Prince passaria a ser licenciado pela Universal a partir de 2018, porém a editora começou a esbarrar em vários problemas quando tentou avançar com o acordo. “Após o primeiro aniversário da morte de Prince, começaram a surgir várias questões sobre os direitos de licenciamento, sobretudo no que dizia respeito à Warner Bros”.

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Universal ‘may try to cancel deal with Prince estate’ over concerns about recorded music’s value

Matéria de The Independent

Rumores dizem que a Universal Music poderá anular o acordo realizado com a propriedade do cantor falecido Prince pela complexidade o acordo da Warner.

Em fevereiro, a Universal Music assinou um acordo onde teria os direitos de licenciamento exclusivo para o trabalho do artista, incluindo grande parte de seu arquivo privado. O contrato de 2014 com a Warner tinha termos diferentes para certos álbuns, tornando o contrato complexo. A Warner reteve os direitos de álbuns de trilhas sonoras para os filmes da Warner Bros. – incluindo Purple Rain, Parade e Batman. Outros álbuns foram sujeitos a termos variados, territórios, formatos (digital vs. físico) e comprimentos de prazo.

Para agravar a situação fontes dizem que os maiores sucessos de Prince, que são de 25 a 35 anos, estão perdendo valor por não serem disponibilizadas para o grande público.

Se a Universal conseguir anular seu acordo, a empresa de bens e serviços financeiros Comerica será forçada a colocar os ativos de volta para leilão.

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Warhol Foundation sues photographer over 1984 Prince portraits

A Fotógrafa Lynn Goldsmith está processando a propriedade de Andy Warhol por direitos autorais relacionados às fotos tiradas em 1984 do cantor Prince.

Lynn Goldsmith alega que os retratos de Andy Warhol foram baseados em uma foto publicitária tirada por Goldsmith.

A ação inclui a foto de Goldsmith, uma das fotos de Warhol, e uma listagem de como o artista alterou a imagem de Prince em sua obra de arte. Sua defesa disse que embora Warhol frequentemente usasse fotografias de outros como inspiração para seus retratos, suas criações se tornavam novas. Além disso, Goldsmith demorou muito para reivindicar seus direitos.

A fotógrafa alegou que não estava ciente das adaptações de suas fotos até que o editor Conde Nast usou uma em uma publicação chamada “The Genius Of Prince”, que foi lançada após a morte do músico no ano passado.  Ela deseja que lutar pelos seus direitos.

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Tensions between Prince heirs continue, questions asked about Universal deals

Herdeiros de Prince questionam sobre acordos realizados entre a Universal Music e representantes do artista.

A Universal possui três grandes negócios realizados com os representantes de Prince,  L Londell McMillan e Charles Koppelman. Entre o acordo está a representação de músicas gravadas e não lançadas, todo o catálogo, sua marca e negócios de merchandise. Tudo foi avaliado em 60 milhões de dólares.

No entanto, os herdeiros de Prince estão alegando que os conselheiros poderiam ter realizado melhores acordos. Como uma oferta apresentada pela Sony Music.

Houveram várias tensões e desentendimentos entre os seis presumíveis herdeiros de Prince, alguns dos quais já criticaram o trabalho de McMillan e Koppelman para a propriedade.

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GMR assina acordo para representar o catálogo da Prince

Matéria de @MusicWeek

As obras de Prince estarão mais valorizadas e protegidas com o novo acordo.

A Global Music Rights (GMR), do executivo inglês Irving Azoff, assinou um acordo mundial para representar o catálogo de Prince.

O acordo dará maior valorização ao catálogo do artista, que sempre se preocupou com seus direitos. Em 2014, Prince chegou a deixar a ASCAP – Sociedade Americana de Compositores, Autores e Editores, para buscar alternativas que valorizassem mais seu catálogo. Agora, após seu falecimento, os responsáveis Bremer Trust, Charles Koppelman, Londell McMillan, e o advogado Jason Boyarski, concluíram que a filosofia da GMR era a mais adequada aos valores que Prince defendia.

“Prince sempre defendeu os direitos dos artistas, e a GMR está na vanguarda da proteção dos direitos de execução para escritores e compositores. Estamos muito felizes por fazer parte da Global Music Rights para uma representação mundial”, afirmou Charles Koppelman sobre o novo acordo.

O portal Music Week destacou que o acordo foi realizado após a Universal Music anunciar que assumiria o merchandising de Prince.

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