SONY MUSIC QUER TRANSFORMAR MÚSICAS DE SEU CATÁLOGO EM NFT

Matéria de Money Times

Gravadora de Harry Styles e Adele entrou com novo pedido de registro de marca para mídias em NFTs

Seguindo tendência mundial sobre novos hábitos de consumo dos fãs de música, a Sony Music entrou com um pedido de registro de marcas recente, para que o logo Columbia Records possa ser usado em mídias com base em NFTs (tokens não-fungíveis).

Conforme o moneytimes.com.br, a informação foi anunciada pelo advogado de registro de marcas, Mike Kondoudis, através de seu perfil no Twitter.

No pedido, é possível identificar que a Sony Music pretende usar NFTs como uma espécie de “portal de token” para autenticar fãs por registros em áudio e vídeo que possam ser baixados e por performances ao vivo de artistas da gravadora como Adele e Harry Styles.

Vale notar que esta não é a primeira vez em que a gravadora decide trabalhar com NFTs. Em março, a empresa fez parceria com a Universal Music e o Snowcrash para lançar coleções NFT de Bob Dylan e Miles Davis.

 

Foto: o cantor Harry Styles, da Sony Music – Twitter

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Nando Reis anuncia lançamento de coleção de NFTS e programa de recompensas para fãs

Matéria de Valor Econômico

Além do lançamento de NFTs, Nando Reis anunciou criação de programa de recompensas e sua própria carteira digital. A ideia é aproximar fãs sem ‘assustá-los com papo tecnológico’.

Nesta quinta-feira (23), o cantor Nando Reis oficializou em suas redes sociais que vai lançar uma ação em Tokens Não-Fungíveis (NFT, sigla em inglês) e uma carteira digital.

De acordo com o Valor.com, fãs poderão adquirir uma coleção de NFTs relacionados à carreira de Nando Reis, presentes e oportunidades exclusivas de interação.

“A ideia é trazer o fã para mais perto sem assustá-lo com todo aquele papo tecnológico. E mais, o objetivo é criar uma comunidade ativa em torno da carteira”, escreveu o artista para o site.

Embora Nando tenha anunciado em suas redes que irá divulgar as informações aos poucos, o portal informou que a iniciativa criada pelo selo Relicário e a Abrakazum Entretenimento será aproveitada de diferentes formas. Uma delas é o lançamento de um programa de recompensas, onde os fãs poderão ganhar “Nandos” ao engajar com o cantor nas plataformas de streaming, e trocá-los por recompensas como ingressos VIP para um show.

Além disso, o músico está planejando envolver sua carteira digital no projeto de relançamento do álbum “Para Quando o Arco-Íris Encontrar o Pote de Ouro”. Álbum icônico dos anos 2000, que possui as clássicas All Star e Relicário.

“Quem acompanha meu trabalho sabe que sou um fazedor de discos. Gosto dessa união, e criar pontes atemporais unindo a minha produção material com a ideia da carteira digital e dos NFTs me parece fascinante. Inclusive, já adianto aqui que haverá campanhas dentro da carteira que farão esse papel, dando continuidade ao projeto”, declarou o artista ao portal.

(Foto: Carol Siqueira)

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NFT DE MILTON NASCIMENTO GARANTE EXPERIÊNCIAS EXCLUSIVAS DE SUA ÚLTIMA TURNÊ

Matéria de Época Negócios

Com NFT de arte de Milton Nascimento, fãs poderão curtir a turnê ‘A Última Sessão de Música’, e ter acesso a experiências exclusivas.

Em sua despedida dos palcos, o cantor Milton Nascimento está lançando uma arte em NFT de um desenho que fez a mão em sua infância.

O token não-fungível, uma espécie de ativo digital que garante o certificado de autenticidade da arte,  garantirá ao comprador uma série de experiências únicas durante a turnê ‘A Última Sessão de Música’.

O primeiro show de Milton Nascimento acontecerá no dia 11 de junho, na Cidade das Artes, Rio de Janeiro, e será exclusivo para seus amigos, artistas e aqueles que adquirirem o NFT Ticket Pass. Não haverá vendas de ingressos normais para este evento, sendo disponibilizados apenas 400 NFTs.

Além disso, quem adquirir o NFT Ticket Pass terá dois passes para a turnê do artista, um pôster autografado e numerado da turnê.

Para conferir e adquirir o NFT, acesse nft.miltonnascimento.com.br e acompanhe o artista em suas redes oficiais.

 

Foto: LivePict.com, CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons

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VIACOM CBS IRÁ LANÇAR PRODUTOS COLECIONAVEIS DA MTV COM NFTS

Matéria de @meioemensagem

A ViacomCBS está lançando uma série de produtos de suas franquias como MTV, BET e Paramount Pictures em NFTs. A ideia é criar uma nova forma de experiência com os fãs de suas marcas

Em março foi a primeira vez em que falamos sobre os NFTs, e naquele período tudo era uma grande novidade. Desde então, este tipo de tecnologia tem ganhado cada vez mais popularidade e novas formas de uso. Agora chegou a vez das marcas criarem experiências com os fãs e lançarem produtos em NFT.

É o que a Viacom CBS começou a fazer. A empresa proprietária de marcas como MTV, Showtime, Paramount Pictures, BET, Nickelodeon e Comedy Central, está lançando uma plataforma em que os fãs poderão comprar, colecionar e trocar ativos colecionáveis em NFT de suas franquias.

Conforme o Meio&Mensagem, a plataforma será criada em parceria com a startup Recur e o objetivo será criar uma experiência social com os fãs das marcas.

Vale notar que além da ViacomCBs,  outras empresas como a CNN, Time, Playboy, e até o SBT no Brasil já estão comercializando produtos neste formato.

 

 

Foto Divulgação

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Coletivo de arte resolve queimar rascunho original de Picasso para eternizá-lo em NFT

Matéria de Tecnoblog

Um coletivo artístico decidiu que queimar uma obra original de Picasso era uma excelente forma de eternizá-la em NFT. Leilão segue sem nenhum comprador até agora.

Parece que o ser humano está indo longe demais com os NFTs. Recentemente um coletivo artístico resolveu queimar um rascunho original de Pablo Picasso, para transformá-la em um token não-fungível (NFT).

De acordo com o Tecnoblog.com, a ideia do coletivo Unique One era eternizar a arte chamada de “Fumeur V”, de 1964:

“A ideia é preservar a peça transformando-a em algo imutável e transferindo o valor do mundo real para o NFT”, contou o curador de arte da Unique One Network, Pandu Sastrowardoyo.

O resultado da “destruição” acabou possibilitando a criação de dois NFTs, já que os restos queimados do rascunho mantiveram o desenho de Picasso.

Assim, foram criados os “The Burned Picasso 1” e “The Burned Picasso 2”, um representando a versão original e o outro, a versão queimada.

Por enquanto, a versão queimada não recebeu nenhum lance e estará em leilão por 10 dias no valor de 0,25 ether (ETH), ou US$450. A obra original ainda não está disponível para a venda.

O caso está gerando muita polêmica na internet, já que por muitas vezes o ato de queimar uma arte está ligado á censura. Em entrevista Knew Amsterdam Radio, Sastrowardoyo, afirmou que no mundo dos blockchains há a chamada “destruição criativa”, onde se pode eternizar uma peça física ao atribuir valor a essas criações digitais.

(Imagem: Reprodução/YouTube)

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FESTIVAIS INDEPENDENTES SE UNEM PARA CRIAR PASSE VITALÍCIO EM NFT

Matéria de E-Investidor

Os festivais Bananada, Coquetel Molotov e Dosol fizeram uma parceria para lançar um passe em NFT que dará a permissão para entrada vitalícia nos três festivais, além e conteúdos exclusivos de cada evento.

Os festivais de música independente Bananada, Coquetel Molotov e Dosol anunciaram que se uniram para criar um NFT (token não-fungível) que funciona como um passe vitalício para os três eventos.

De acordo com o Estadão, o projeto foi intitulado de “ATROÁ” (A três, em simples tradução) e estará disponibilizado em um CryptoPass na plataforma Phonogram.me.

O CryptoPass será representado com uma obra inédita em 3D criada pelo coletivo ROSABEGE, com trilha sonora composta por Benke Ferraz, além de cartazes criados pelos artistas visuais Maria Eugênia Franco e Caio Vitoriano.

O NFT poderá ser adquirido através de leilão na plataforma. Além do passe livre nos três eventos, o público poderá receber outras ações digitais e físicas exclusivas de cada festival.

Os Cryptopasses estarão à venda a partir deste sábado (26/06) e estarão em leilão até se esgotarem. Porém serão vendidos apenas 100 CryptoPasses. O comprador original poderá ainda revender o seu NFT de forma legal caso não queria ir aos eventos que acontecerão após a liberação dos shows presenciais.

 

FOTO:Envato Elements – monkeybusiness)

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Tidal anuncia pagar quatro vezes mais do que a concorrência por transmissão de música

Semana agitada no Tidal. Enquanto serviço de streaming tem 80% de sua participação vendida por US$302 milhões, campanha patrocinada nas redes sociais enfatiza que plataforma paga mais por transmissão que seus rivais de mercado.

Em uma campanha patrocinada nas redes sociais, o Tidal mostrou os benefícios de sua plataforma, como a alta definição em áudio, e também enfatizou que “paga aos artistas 4 vezes mais por transmissão do que os outros caras”.

Conforme o Music Business Worldwide, o Tidal certamente paga mais por transmissão do que seus rivais. Dados publicados pelo The Trichordist no ano passado, por exemplo, revelaram que o Tidal pagava em média $0,00876 por transmissão, um número bem maior do que os $0,00348 do Spotify.

Vale notar que o serviço de streaming não possui uma assinatura gratuita e é mais caro que o Spotify ($19,99 contra $9,99). Mesmo assim, para se calcular o valor das remunerações aos artistas, é necessário avaliar outros dados.

Nos EUA, os serviços de streaming não calculam nem pagam royalties por transmissão. Em vez disso, eles pagam uma porcentagem de sua receita total – que é então, dividida entre a base de artistas/gravadora na plataforma.

Usuários que não tocam muita música, portanto, têm uma vantagem sobre aqueles com alto envolvimento (ou seja, usuários que tocam muita música) quando se trata de calcular sua taxa por transmissão. Em outras palavras: se os fãs de música transmitirem mais em um serviço em um determinado mês, seu pagamento por transmissão diminuirá; se os fãs de música transmitem menos em um determinado mês, sua taxa por transmissão aumentará.

Ou seja, a propaganda do Tidal é ousada, porém não quer dizer que ele está a frente no quesito remuneração aos artistas.

Seguido ao anuncio, recebemos a notícia que a Square – empresa americana especializada em pagamentos digitais- concluiu a compra de 80% de participação no Tidal, avaliada em US$302 milhões.

Isso quer dizer que o rapper Jay-Z, ganhou 6 vezes mais após adquirir o Tidal por €50 milhões (aproximadamente $56 milhões) pelo serviço escandinavo WimP – em 2015.

Tanto Jay-Z quanto o CEO da Roc Nation, Desiree Perez, devem permanecer no conselho da TIDAL após a compra da Square, e o restante do percentual continua sendo de uma série de artistas como Madonna, Arcade fire, Rihanna, Kanye West, Jack White e Daft Punk.

Os próximos passos de Jay-Z: NFTS

Os tokens não fungíveis (NFTs) se tornaram um grande negócio na indústria da música este ano, e claro, o empresário Jay-Z não poderia ficar de fora. Nesta semana, a Bitski – uma plataforma de compra e venda de NFT de marcas e desenvolvedores de jogos- anunciou ter levantado US$19 milhões em financiamentos, e entre os novos investidores da empresa estão Jay Brown, cofundador da Roc Nation, Troy Carter, Jay-Z, o CEO da Endeavor, Ari Emanuel, e 3LAU.

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Especialistas apontam desafios e oportunidades sobre uso dos NFTs no mercado musical

Associação que defende compositores conversa com especialistas para falar a cerca dos certificados digitais de exclusividade. Enquanto a moda dos NFTS pode gerar negócios milionários, modelo de negócios pode ser tornar insustentável financeiramente e impactar o meio ambiente.

Nesta semana a UBC publicou importante matéria sobre o uso de NFTS (tokens não-fungíveis) e sua aplicações no mercado musical. A questão principal ficou por conta do impacto da tecnologia e se, de fato, ela terá sustentabilidade para a indústria musical.

O NFT (non-fungible token, sigla em inglês) é a nova tecnologia que está ajudando artistas como Grimes e King of Leon a faturar milhões. O NFT tem o conceito parecido com as criptomoedas e aos blockchains, com essa tecnologia pode-se registrar, de forma segura, transações que ocorrem em moedas virtuais, como o Bitcoin. Contamos mais detalhes por aqui, no último mês.

Para Guta Braga, especialista em negócios da música e fundadora do Música, Copyright e Tecnologia, os NFTs podem ajudar artistas e autores como uma nova fonte de renda, mas ainda está cedo para saber se a tecnologia pode revolucionar o mercado:

“Acredito que toda inovação traz novos ventos e, com eles, oportunidades para nosso mercado. Principalmente para autores e artistas ávidos por novas fontes de receita, já que o mercado de streaming não tem garantido a sobrevivência de muitos que vivem da música. Não sei se o NFT se traduzirá em modelo que revolucionará o mercado. Acredito que ainda seja muito cedo para tal conclusão.”

Apesar de o assunto estar em evidência por ter gerado milhões à artistas, ainda não é possível dizer se este modelo de negócios pode ser acessível a todos, uma vez que alguns pontos, como os direitos autorais, precisam ser esclarecidos:

“Ainda não entendi por exemplo como fica a questão do pagamento de direitos artísticos, autorais e toda a cadeia de proprietário dos conteúdos. Ainda não está claro para mim o modelo de negócio. Acho que ainda está na esfera do hype, onde poucos entram na brincadeira. O mercado de criptomoedas é muito volátil e movido a especulação. Um mercado para poucos privilegiados. Estou estudando, e acho tudo um pouco prematuro para apostar como um modelo revolucionário.”, explicou Guta Braga ao portal.

Além da pouca acessibilidade ao modelo, outra questão a ser avaliada é a sustentabilidade. Seth Godin, fundador da Akimbo, uma plataforma de cursos e seminários para profissionais, escreveu um artigo em seu blog alertando sobre como os NFTs podem se tornar uma “armadilha perigosa” e “insustentável”, pois ao passar este momento de alta, muitos colecionadores podem perder tudo o que investiram.

Assim como a possível perda financeira, há ainda um grande impacto no meio ambiente. Para se criar certificações mensalmente, é necessário o uso de grande quantidade de energia elétrica. Caso os tokens se tornem populares, Godin afirma que “seriam necessárias usinas elétricas só para alimentar as certificações da Christie’s ou da feira de arte da Basileia”, exemplifica Godin. “É um despropósito fadado ao fracasso”, concluiu.

Imagem: reprodução

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Quadrinista brasileiro é impedido pela Marvel de vender obra digital em NFT

Matéria de Cointelegraph

Após notificação por violação de direitos autorais pela Marvel, quadrinista brasileiro lançou manifesto para lutar pelo direito de vender suas obras ligadas a personagens dos quadrinhos usando plataformas de tokens não fungíveis (NFT).

O quadrinista brasileiro Mike Deodato foi impedido pela Marvel de vender uma obra digital do Homem- Aranha em NFT. Após ser notificado pela Marvel, o Rarible precisou suspender a obra de seu marketplace por violação de direitos autorais, o que prejudicou tanto o artista quanto o comprador.

A medida que artistas quadrinistas tem visto nos tokens não fungíveis uma fonte de renda, empresas como Marvel e DC Comics estão abrindo uma guerra na disputa pelos direitos das obras digitais.

Em entrevista ao Cointelegraph Brasil, Mike Deodato – que é referência no mundo dos quadrinhos e trabalha há 20 anos pela editora- explicou que há décadas artistas contratados por editoras são impedidos de vender seus originais, por conta de seus contratos firmados pelas editoras. Com o surgimento do NFT, artistas podem ter uma oportunidade de ter ganhos ao vender seus trabalhos digitais.

“Quando eu vi os NFTs eu pensei: É a solução perfeita. Ele dá um certificado de autenticidade e aquilo é único, é como vender um original de arte. Mas não é o que as editoras pensam, a Marvel e a DC. Isso vinha passando despercebido pelas empresas, até que o José Delbó, um quadrinista argentino, vendeu uma obra por US$1 milhão ou algo do tipo. Isso chamou atenção deles e eles se movimentaram, mandaram cartas pros artistas proibindo a venda. De um jeito gentil, mas dizendo que se publicasse eles viriam atrás da gente”, relatou o quadrinista ao portal.

Além de impedir que artistas ganhem dinheiro com suas obras digitalmente, Deodato afirmou que as editoras também pressionam as plataformas para não publicarem artes ligadas a seus personagens:

“Por conta disso, uma peça que eu já havia vendido foi retirada do site. O comprador então veio atrás de mim e eu pedi que ele se acalmasse, que eu vou conversar com eles e em último caso vou devolver o dinheiro. Eu fiquei me sentindo um criminoso vendendo uma obra de arte original, minha. Eu passei 25 anos trabalhando para a Marvel e agora não posso vender uma arte original agora? Isso não é jeito de tratar nenhum dos criadores”, continuou Deodato.

Agora o quadrinista busca apoio da comunidade de artistas para lutarem pelo direito de vender suas obras em formato digital. Em um manifesto, o artista chamou a atenção de Neil Adams, ativista que luta dos direitos sobre as obras dos quadrinistas no mundo.  Após receber a notícia sobre o caso, Adams iniciou uma conversa com as editoras e associações de proteção dos direitos de quadrinistas para tentar chegar a um meio termo e permitir que artistas possam vender suas obras ligadas a personagens dos quadrinhos usando plataformas de NFT.

“O NFT é um negócio muito novo, mas pelo meu entendimento o que é justo no mercado físico deveria valer para o digital. A curto prazo eu espero que eles parem com esse assédio com os criadores, espero que as conversas com as editoras cheguem a algum acordo. Acho que as editoras estão fazendo um marketing terrível para eles mesmos. Espero que nesse ano ainda cheguemos em um acordo neste sentido, e se eles quiserem uma porcentagem ou algo do tipo, embora eu ache que eles não mereçam, a gente também está disposto a oferecer para encerrar esta história”, concluiu o  artista.

Foto: Reprodução

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Painel especial Música, Copyright e Tecnologia: NFTs, Blockchain, Criptomoedas e o Futuro da Música

Matéria de YouTube

Inscreva-se aqui e participe do Painel do Curso MCT: NFTs, Blockchain, Criptomoedas e o Futuro da Música. Guta Braga convida André Abujamra, Anne Chang, Igor Bonatto, Lalai Person. Mediação: Pena Schimidt

Amanhã, às 19h, acontece o segundo painel do Curso Música Copyright e Tecnologia, ‘NFTs, Blockchain, Criptomoedas e o Futuro da Música’. Atendendo à pedidos vamos transmitir ao vivo no YouTube!

O que são os NFTs? Qual é a ligação com as criptomoedas? E a tecnologia Blockchain? Entenda porque o surgimento desse novo modelo de negócios está movimentando o mercado da música e saiba como pequenos e grandes artistas podem aproveitar as novas tecnologias para alavancar sua carreira.

Guta Braga, coordenadora do Música, Copyright e Tecnologia, recebe especialistas e artistas que já mergulharam no universo das NFTs e das criptomoedas para debater o tema e apresentar casos reais.

PARTICIPE DO PAINEL AO VIVO AQUI

Quando: 26/3

Horário: 19h

Plataforma: Zoom para alunos matriculados no curso MCT EAD, com transmissão ao vivo gratuita pelo canal no YouTube do Música e Negócios Puc Rio

Informações: leofeijo@esp.puc-rio.br

Quem vai participar do Painel?

 

André Abujamra:  Filho de um dos grandes atores do teatro brasileiro Antônio Abujamra, André Abujamra, de origem libanesa e italiana, herdou do pai o talento e a necessidade em provocar a ordem vigente, em mais de 40 anos de carreira se firmou como um dos grandes artistas criativos do Brasil. Multi artista André é cantor, compositor, guitarrista, percussionista, pianista, produtor musical, ator, diretor de teatro e cinema.

Ao lado de Maurício Pereira, André também fez parte nos anos 1980 da dupla Os Mulheres Negras. Em 1994 estreou como líder, guitarrista e vocalista da banda Karnak, onde seu disco de estréia foi considerado pela revista americana Rolling Stones entre os melhores lançamentos da década de 1990.

Seus projetos de discos solo incluem O Infinito de Pé (2004), Mafaro (2010), O Homem Bruxa (2015), Omindá (2018) e Emidoinã (2020). Também arruma tempo para seus projetos experimentais como AbcyÇwÖk, Fat Marley e Turk André compôs trilhas sonoras para cerca de 70 filmes brasileiros, alguns consagrados como Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, Castelo Ratimbum e 2 Coelhos. Como ator já
participou de vários longas, entre eles Sábado (Ugo Georgetti), Durval Discos e Proibido Fumar (Anna Muylaert).

IMDB: http://www.imdb.com/name/nm0009494/
Facebook: https://www.facebook.com/andreabujamraoficial
Youtube: https://www.youtube.com/user/xirian2006
Soundcloud: https://soundcloud.com/andre-abujamra
Site: http://www.andreabujamra.com.b

Anne Chang: especialista em fusões, aquisições e investimentos, é formada pelo Largo São Francisco – USP, é mestre pela Universidade da Califórnia – Berkeley e especialização pela London School of Economics – LSE em mercados financeiros. É sócia de HCO Law | eAdvisor, Diretora Executiva de Tecnologia e Inovação e Board Members da Berkeley Global Society. Professora do Insper no curso de direito das Startups.

Em 2016, foi co-autora de um paper premiado pelo governo federal norte americano sobre blockchain em saúde.

 

Igor Bonatto: (@igorbonatto) é fundador da noodle (noodle.cx), o primeiro banco para artistas e empresas musicais. Antes, Igor fundou a produtora audiovisual Claraluz Filmes, a agência de inovação criativa THT, dirigiu e produziu filmes publicitários, vídeo clipes, curtas e longas.

Sobre o Noodle: É o primeiro banco digital para artistas e empresas culturais, oferecendo dinheiro e inteligência para acelerar carreiras e expandir negócios. Com a missão de conectar a indústria global da música através de uma rede dinâmica de recursos, informações, pessoas e ideias — busca contribuir para que a indústria cresça de forma mais simples, diversificada, justa e acessível.

 

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Lalai Persson é publicitária e trabalha com Comunicação Digital há 15 anos e foi fundadora da agência Remix Social Ideas, uma das primeiras agências de Social Media do Brasil, onde trabalhou com ativações de marcas em festivais como Lollapalooza, Rock in Rio, Skol Sensation e Tomorrowland.

Produziu festas de música eletrônica por 8 anos nos principais clubs de São Paulo. É criadora do site de lifestyle de viagens Chicken or Pasta, que a levou a rodar o mundo por cinco anos visitando festivais de música para pesquisar tendências e ativações de marcas no segmento. Foi a responsável pelas ativações de marcas na primeira edição brasileira do festival Dekmantel e atuou como consultora da ativação do Itaú no Rock in Rio 2018.

Em 2018 e 2019, ao lado da jornalista Claudia Assef, criou o conceito e produziu o Dia Música Eletrônica de São Paulo, uma semana de eventos espalhados por aparelhos culturais na capital paulista para fomentar a cultura da música eletrônica.

Atualmente mora em Berlim, se formou recentemente na 18ª edição do curso Música e Negócios EAD, estuda produção de música eletrônica e tem se aprofundado nos estudos de blockchain & NFTs dentro da  área de música.

É colunista mensal do site Music Non Stop e é autora da newsletter Espiral, um mix de relatos pessoais e notícias sobre música com foco em experiências, festivais e tecnologia.

Pena Schimidt: Trabalho para a Música desde 72, desbravei a carreira de técnico de som,  montando palcos,  construindo e operando mesas de som e ensinando o oficio. Na industria fonográfica, montei e gerencie estúdios, depois gravando e produzindo 30+ discos; contratando artistas para grandes gravadoras; ganhei discos de ouro que depois gastei no selo Tinitus, onde lancei 30 discos independentes. Cuidei de festivais desde os primeiros, lá em Iacanga 1975, dirigi os muitos palcos de  todos os Free Jazz e muitos outros, com grandes equipes. Inaugurei  e fui gestor do Auditório Ibirapuera e diretor do CCSP-Centro Cultural São Paulo. Promovi a discussão e ajudei a criar a Lei “São Paulo Cidade da Música”, aprovada em 1a. votação, aguardando a aprovação do Prefeito de SP.  Hoje descanso, produzo a #listadaslistas, faço mentorias e consultorias.

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