Universal Music anuncia inauguração de sua própria rede de hotéis

A Universal Music anunciou que está planejando inaugurar pelo menos três hotéis nos EUA. Com o uso de tecnologia avançada, nova rede de hotéis quer ir além de ser penas mais um destino turístico, mas sim, se tornar uma incubadora para startups digitais e novos negócios da indústria da música e entretenimento.

Na última semana, a Universal Music anunciou que está construindo a sua própria rede de hotéis luxuosos. O novo projeto está sendo realizado graças a uma parceria com a Dakia U-Ventures, um grupo de investimentos voltado para o entretenimento.

De acordo com o Music Business Worldwide, já foram confirmados a inauguração de pelo menos 3 hotéis da Universal Music nos EUA: Atlanta, Geórgia; Biloxi, Mississippi; e Orlando, Flórida.

Segundo a rede de notícias WLOX do Mississippi, o hotel Biloxi UMUSIC dará lugar ao antigo  Broadwater Resort da cidade, um destino avaliado em US$1,2 bilhão, com previsão de inauguração para 2023.

Em um comunicado, a Universal Music explicou que cada hotel será único, com inspirações na cultura local e servirão como espaços criativos, a fim de promover por meio da música, educação, inovação e mudanças sociais. [Veja o projeto do hotel aqui]

“Os hóspedes descobrirão a alma de cada cidade por meio de sua rica herança musical local. Os hotéis UMUSIC estão empenhados em ajudar suas comunidades a prosperar – criando empregos para residentes, apoiando empresas, fornecedores, e dando oportunidades para artistas locais”, afirmou a empresa em um comunicado.

Robert Lavia, presidente da Dakia U-Ventures, revelou nesta semana mais detalhes sobre os hotéis, que irão oferecer aos hóspedes entretenimento envolvendo realidade virtual, realidade aumentada, inteligência artificial e hologramas.

Lavia acrescentou que o novo complexo hoteleiro será mais que um destino turístico, mas um produtor de novos talentos. Seu principal objetivo é impulsionar carreiras de novos artistas e abrigar projetos de incubadoras para apoiar engenheiros, startups digitais, e empreendedores que desejam seguir carreira no mercado musical.

Leia na origem

Startup está criando um chip capaz de reproduzir músicas no cérebro

No Twitter, Elon Musk – CEO da Tesla/Space X – confirmou que sua startup, Neuralink, está desenvolvendo um chip capaz de fazer streaming de músicas no cérebro.

O visionário Elon Musk confirmou em seu Twitter que sua empresa, Neuralink, está trabalhando em um chip capaz de realizar uma série de atividades, inclusive, reproduzir músicas diretamente no cérebro do usuário.

Segundo o Olhar Digital, o CEO da SpaceX e Tesla aos poucos está revelando detalhes sobre o chip, que será testado ainda neste ano por humanos. Além de ser capaz de reproduzir músicas, ao ser implantado no cérebro de humanos, o chip será capaz de estimular o nível de hormônios para aliviar o stress, ansiedade e melhorar o raciocínio.

A Neuralink é uma startup criada em 2016, com o intuito de desenvolver uma interface cérebro-máquina para estabelecer uma interação entre humanos e computadores. A empresa pretende ajudar principalmente pacientes com síndromes neurológicas como a Doença de Parkinson.

A startup está desenvolvendo um robô capaz de instalar “fios” munidos de eletrodos no tecido cerebral. Segundo o portal, Musk divulgou que a máquina é capaz de instalar até seis fios por minuto, com incisões de 2 milímetros de comprimento.

O procedimento para a instalação dos fios é comparado pelo visionário, ao procedimento de de cirurgias oculares refrativas (LASIK), no qual os médicos usam raios laser para remodelar a córnea do paciente e a capacidade de focalização do olho.

Leia na origem

Björk cria música que se transforma conforme as mudanças climáticas

Matéria de HYPEBEAST

Björk mais uma vez inova ao usar tecnologia da Microsoft para criar música capaz de se transformar conforme as mudanças climáticas, em hotel de Nova York.

A artista islandesa Björk conseguiu criar uma música que se transforma conforme as mudanças climáticas. Usando a tecnologia de Inteligência Artificial da Microsoft, foi gerada uma partitura, chamada de “Kórsafn” (‘arquivo de coro’ em islandês). A partitura é uma união entre de arquivos musicais gravados ao longo de dezessete anos pela artista, e sons do coral de Hamrahlid.

De acordo com o HypeBeast, uma câmera instalada no topo do hotel Sister City, em Nova York, captura atividades no céu, como mudanças climáticas, pássaros e aviões, 24 horas por dia. A IA interpreta os movimentos em sons específicos criados por Björk.

A sequência que está em constante evolução, pode parecer aleatória para o ouvinte, mas os dados capturados pela câmera mapeiam cuidadosamente a ordem das notas.

Björk é conhecida por sua estreita relação com a tecnologia, era uma opção natural para a colaboração. O projeto está sendo reproduzido em todo o lobby do Sister City, e no restaurante do hotel Floret. Há ainda audições especiais todos os domingos, das 16h às 18h até 23 de fevereiro, em Nova York.

Foto: Sacks & Co

Leia na origem

iHeartmedia substitui centenas de trabalhadores por Inteligência Artificial

“É o preço que pagamos para modernizar a empresa”, afirmou Presidente do iHeartMedia em um memorando interno para explicar sobre as demissões em massa.

Na semana passada, o iHeartMedia chocou o mercado musical ao fazer uma série de demissões para substituir força de trabalho humano por tecnologia e inteligência artificial.

Uma fonte da Rolling Stone revelou ao Digital Music News que o número de demissões teria chegado perto de 850. Outra fonte, da Billboard, chamou o movimento de ‘banho de sangue’.

Após a demissão em massa, um memorando interno foi enviado aos funcionários com a nova estrutura organizacional da empresa:

“Haverá algum deslocamento de funcionários – alguns por área geográfica e outros por função – que é o preço que pagamos para modernizar a empresa”, afirmou o memorando assinado pelo CEO e Presidente, Bob Pittman, e pelo Presidente, COO e CFO Rich Bressler.

“A empresa fez investimentos significativos em tecnologia para mudar tudo, de como vende publicidade a como utiliza dados e constrói novos negócios como sua plataforma digital, plataforma de podcast e plataforma de dados – os quais lhe deram uma posição de liderança incontestável no áudio mundial”.

No comunicado, Pittman reiterou a adoção da tecnologia pela empresa, bem como seu benefício para os funcionários: “Agora estamos usando nossos investimentos consideráveis ​​em tecnologia para modernizar nossas operações e infraestrutura, diferenciando-nos ainda mais das empresas de mídia tradicionais; melhorar nossos serviços para nossos consumidores e parceiros de publicidade; e melhorar o ambiente de trabalho para nossos funcionários”.

Foto: Jeffrey Beall CC by 4.0/Reprodução

Leia na origem

CONHEÇA A FERRAMENTA CAPAZ DE SEPARAR MÚSICAS EM FAIXAS DE VOZ E INSTRUMENTOS

Matéria de G1

Um desenvolvedor brasileiro criou uma ferramenta gratuita que separa músicas em faixas de voz e instrumentos. A novidade tem sido procurada por DJ’s para facilitar a criação de samples.

Um brasileiro criou uma ferramenta com inteligência artificial capaz de separar voz e instrumentos de uma música para facilitar a criação de samples e versões de karaokês.

De acordo como G1, o “Moises” – referência ao personagem bíblico que dividiu o Mar Vermelho – consegue separar os instrumentos a partir das frequências identificadas por um algoritmo que usa inteligência artificial.

A ferramenta está disponível gratuitamente e para usar, basta se cadastrar com o e-mail. É possível enviar a música em MP3 ou ainda por um link do Youtube.

O criador do Moises, Geraldo Ramos, é desenvolvedor de software e revelou que o projeto foi feito em uma semana, em sua casa.

“Muitos usuários cadastrados são DJs, que fazem beats ou mashups utilizando o sistema, mas também tem muita gente usando para fazer versões karaokê que não existem oficialmente. A separação das pistas da música não é perfeita, mas o resultado varia de acordo com a qualidade do material enviado e o sistema usa o aprendizado de máquina para se aprimorar a cada faixa nova enviada”, explica Geraldo.

Segundo Geraldo, a ideia surgiu a partir de um algoritmo de código aberto desenvolvido por pesquisadores do serviço de streaming de áudio Deezer, chamado Spleeter, e que permite fazer a separação dos instrumentos de uma música.

“O único problema é que [a ferramenta] não foi feita para ser usada por pessoas que não sejam da área de tecnologia, já que para funcionar, o usuário precisa instalar várias bibliotecas da linguagem de programação Python e outros programas. Com isso em mente, eu tive a ideia de criar um serviço simples que faz esse trabalho de processar os dados do algoritmo do Deezer remotamente, por meio da nuvem. O resultado foi esse projeto, feito em um fim de semana”, explica o desenvolvedor.

Apesar da facilidade, Geraldo lembrou que para utilizar o sistema o usuário deve ter autorização prévia dos autores das músicas.

 

Foto: Reprodução/Moises

Leia na origem

Inteligência artificial revela real autoria das canções dos Beatles.

Pesquisadores usaram a inteligência artificial para descobrir autoria de músicas dos Beatles

Apesar de muitas canções dos Beatles terem sido creditadas como uma parceria entre Paul McCartney e John Lennon, muitos fãs acreditam que a autoria de algumas pertencia apenas a um dos compositores. Pesquisadores da Universidade Harvard tiraram a prova, através da inteligência artificial.

A revista Galileu contou que os pesquisadores usaram as músicas da banda para treinar um algoritmo e construir uma “impressão digital musical” para cada compositor.

Os pesquisadores descobriram que a maioria das oito canções analisadas tinham mais a impressão de Lennon. “In My Life” era a canção que mais gerava discussões, já que Lennon contava que escreveu toda a letra, enquanto McCartney afirmava ter composto tudo sozinho.

O algoritmo determinou, com 81,1% de certeza, que Lennon contribuiu apenas com alguns versos da canção. A influência de McCartney foi dada com 43,5% de certeza sobre a “ponte” da  música — o pré-refrão.

Outro dado curioso sobre os padrões das composições, é que uma característica forte de McCartney é “usar motivos musicais mais padronizados” , com maior complexidade.

A notícia não revelou se há interesse em usar esse tipo de tecnologia para solucionar casos judiciais relacionados a direitos autorais.

 

FOTO: WIKIMEDIA COMMONS

Leia na origem

WELCOME TO THE FUTURE: SPOTIFY POACHES AI MUSIC EXPERT FROM SONY

O Spotify contratou François Pachet, um dos principais especialistas na aplicação da Inteligência Artificial no mundo da música pop.

Pachet era diretor do Laboratório de Ciência da Computação da Sony em Paris, onde lidera a equipe de pesquisa de música. Ele trabalhou na Sony há 20 anos. Em 2012, ele supervisionou um projeto que criou canções pop compostas por IA, além de lançar o primeiro selo de música dedicado ao uso profissional da IA para a produção de música.

No início deste ano, a equipe da Sony de Pachet lançou duas músicas pop usando IA – “Daddy’s Car”, ao estilo de The Beatles, e “The Ballad Of Shadow”, ao estilo de compositores americanos como Irving Berlin e Duke Ellington.

Vários rumores estão surgindo sobre a contratação de Pachet pelo Spotify. Na empresa de streaming ele poderia desenvolver várias ferramentas novas com IA que poderiam ajudar compositores a se tornarem mais eficazes.

No entanto Pachet chamou atenção em um painel ao dizer que a música escrita por IA, não deveria dar direitos autorais após sua publicação.

Leia na origem

Conferência debate como novas tecnologias impactam indústria

Matéria de O Globo

Se você está no Rio de Janeiro não perca o “rio.Futuro”, evento que mostra tecnologia através de realidade aumentada, inteligência artificial e “internet das coisas”.

O evento será nos dias 25 e 26 de maio no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Centro do Rio. “São 55 palestrantes, de companhias nacionais e estrangeiras, que irão apresentar ao público experiências e debater tendências sobre a transformação digital pela qual o mundo passa, que altera a vida cotidiana das pessoas e oferece riscos e oportunidades para os negócios”.

O francês Xavier Leclerc, cofundador da MOX Digital, organizadora do evento explica que a ideia é reunir público e palestrantes durante esses dois dias para refletir sobre o que está acontecendo.

“O rio.Futuro apresenta outros nomes de peso, como Mathieu de Fayet, vice-presidente da Niantic, criadora do game de sucesso “Pokémon Go”; Rodrigo Paoletti, gerente de Produtos do Google para América Latina; Eduardo Villalba, gerente regional de Marketing de Produtos do Facebook; e Leonardo Tristão, diretor-geral da Airbnb no Brasil”.

Leia na origem

Spotify investe em inteligência artificial para melhorar indicações de músicas

O Spotify anunciou a aquisição da Niland para aprimorar a busca e recomendação de músicas. Confira detalhes.

Com a aquisição da Niland, o Spotify pretende “continuar inovando e melhorando” suas “recomendações e tecnologias de personalização, resultando em mais descobertas de músicas, que beneficia fãs e artistas”.

“A tecnologia de inteligência artificial pode entender melhor cada usuário e ser capaz de recomendar músicas que se encaixam melhor ao gosto musical da pessoa. O resultado é que os usuários recebem músicas mais relevantes, os artistas ganham mais royalties e o Spotify reduz suas taxas de transmissão”.

Leia na origem

Spotify Acquires Music Machine Learning Startup Niland

Matéria de hypebot

Spotify anunciou a aquisição da Niland. Empresa que trabalha com Inteligência Artificial vem para aprimorar as recomendações de música do serviço.

A Spotify adquiriu Niland. A empresa francesa, fundada em 2013, trabalha como Inteligência Artificial.

Com a aquisição, a Niland poderá agregar ainda mais para o serviço de streaming, onde usará a Inteligência Artificial para aprimorar as pesquisas e recomendações de música.

A Niland, com sua tecnologia, poderá também oferecer variadas aplicações novas para o Spotify.

Leia na origem

©2020 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?