Universal Music fatura 10M por dia com streaming no início de 2019

Com o streaming representando 61% das receitas totais de música, a maior gravadora da indústria fonográfica arrecadou US$1,7 bilhão, só no primeiro trimestre deste ano. A Cantora pop Ariana Grande, a premiada trilha do filme A Star is Born e a cantora Billie Eilish (foto) foram destaques nas vendas.

A Universal Music publicou seus resultados financeiros para o primeiro trimestre de 2019. Com crescimento de 18.8%, sua receita total chegou a marca de US$1,7 bilhão.

A música gravada movimentou €1,808 bilhão (US$1,37 bilhão) para a Universal Music nos três primeiros meses de 2019 – um aumento de 19,2% ano a ano, em moeda constante.

Cerca de €737 milhões (US$837 milhões) desse dinheiro foram gerados através dos serviços de streaming, ou seja, os selos da gravadora acumulam cerca de US$9,3 milhões por dia em plataformas como Spotify, Apple Music, Amazon Music e YouTube. Assim, o streaming representou 61% das receitas totais de música da gravadora no trimestre.

As vendas físicas da Universal Music também apresentaram um crescimento de 20,8% no primeiro trimestre, chegando a €193 mi (US$219 mi).

Os artistas mais rentáveis para a gravadora neste trimestre foram a cantora pop Ariana Grande, a trilha sonora do filme de Bradley Cooper e Lady Gaga, A Star Is Born, a banda de rock japonês Back Number, a banda Queen e a cantora Billie Eilish (foto).

Com relação a Universal Music Publishing Group, editora de música, entregou €225 milhões (US$256 milhões) no trimestre, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.

Todas as receitas da Universal Music significaram 43,4% das vendas totais do conglomerado francês Vivendi, que chegou a marca de €3,459 bilhões no primeiro trimestre.

Vale lembrar que a Vivendi está a procura de um comprador de até 50% da Universal Music. De acordo com o portal Music Business Worldwide, nomes como Alibaba, Tencent, Disney, Verizon, Apple, Google e Amazon podem ser possíveis candidatos.

 

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Foto: a cantora Billie Eilish – MBW

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10 tendências que irão remodelar a indústria da música

O Streaming vai “engolir” o rádio? Busca por outro formato? Ajustes nos valores de assinatura? Veja dez tendências do Music Business a partir do “Global Music Report 2019” da IFPI.

O Music Industry Blog, de Mark Mulligan, trouxe uma análise revelando dez tendências do Music Business a partir do “Global Music Report 2019” – relatório sobre o mercado da música no ano passado, elaborado pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em ingles).

  1. O Streaming vai “engolir” o rádio: para Mullingan, o público mais jovem está deixando de ouvir rádio e migrando para o streaming: “Apenas 39% das pessoas de 16 a 19 anos ouvem rádio de música, enquanto 56% usam o YouTube para música”, informou o blog. Os podcasts também estão cada vez se tornando mais populares e são uma grande aposta entre as tendências.
  2. Ajustes nos valores de assinatura: Assim como a Netflix conseguiu ajustar os valores de seus planos de assinaturas conforme a inflação oferecendo conteúdos exclusivos, os serviços de streaming devem descobrir uma maneira que agrade os usuários e estabeleça um equilíbrio com a inflação.
  3. Pressão de catálogo: Mulligan contou que está havendo uma mudança nos valores de catálogo. Uma vez que “na era do streaming, as Spice Girls valem mais do que os Beatles“, uma nova abordagem de longo prazo é necessária para a avaliação de catálogos.
  4. Labels as a service (LAAS): Com a ajuda de serviços como Amuse, Splice, Instrumental e CDBaby, artistas estão se tornando cada vez mais independentes criando uma demanda de novos serviços. “Um próximo passo é um terceiro parceiro agregar uma seleção desses serviços em uma única plataforma (uma abertura para o Spotify?)”. O selos precisam estar à frente dessa tendência, comunicando melhor as habilidades técnicas com os recursos que eles trazem para a equação, por exemplo, pessoal dedicado, mentoring e suporte de artista e repertório (A+R).
  5. Interrupção da cadeia de valor: o LAAS é apenas uma das tendências de interrupção da cadeia de valor. Com várias partes tentando expandir suas funções, desde serviços de streaming assinando artistas até selos lançando serviços de streaming, “as coisas só vão ficar mais confusas, com praticamente todo mundo se tornando um inimigo do outro”, afirmou o blog.
  6. Música como agrupamento tecnológico: a música vai se tornar apenas uma parte das ofertas de conteúdo das grandes empresas de tecnologia, como Apple e Amazon, tendo que lutar por sua supremacia, especialmente no mundo ultra-competitivo da economia da atenção.
  7. Cultura global: A música latina está sendo impulsionada com a ajuda de serviços de streaming como o Youtube. O que pode parecer uma tendência global, pode ser na verdade o reflexo do tamanho de uma base de fãs regional. “A velha indústria da música de artistas que falavam inglês como superstars globais”, afirmou Mulligan. Por exemplo: a ascensão de rappers indígenas na Alemanha, França e Holanda ilustra que o streaming permite que movimentos culturais locais roubem o sucesso de artistas globais.
  8. Criatividade pós-álbum: Há meia década, a maioria dos novos artistas ainda queriam fazer álbuns. Entretanto, agora o interesse está voltado no lançamento constante de músicas com o intuito de manter suas bases de fãs engajadas. O álbum ainda é importante para artistas consagrados, mas diminuirá com as próximas geração de músicos.
  9. Economia pós-álbum: as gravadoras deverão descobrir uma nova maneira de como gerar margem com uma receita mais fragmentada, apesar de ter que investir quantias semelhantes em marketing e construir perfis de artistas.
  10. A busca por outro formato: em 1999, o negócio da música gravada estava em expansão, com um formato de sucesso estabelecido sem um sucessor. Agora, parece que o streaming está na mesma posição. Apesar da China, não há muitas mudanças em termos de experiência com a música digital na última década: “Uma direção potencial é a música social”, já que o “streaming monetizou o consumo, agora precisamos monetizar o fandom”, afirmou o Music Industry Blog.

Foto: Midia Research

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Women’s Music Event quer ser um festival de música com line up 100% feminino

Matéria de @meioemensagem

A partir de hoje começa o Women’s Music Event, uma conferência dedicada a mostrar o papel das mulheres dentro da indústria musical. As organizadoras Claudia Assef e Monique Dardenne contaram quais as novidades deste ano e falaram sobre a possibilidade de haver um festival com line up 100% feminino.

De 22 a 23 de março acontece em São Paulo o Women’s Music Event, uma conferência dedicada a mostrar o papel das mulheres dentro da indústria musical. Segundo o portal Meio & Mensagem, nesse ano o evento traz 17 shows, 15 painéis, oito workshops, shows nas ruas e vários projetos.

Um deles é o Pitch dos Estados, no qual  produtoras culturais de seis estados brasileiros realizam uma imersão pela cena musical de suas regiões. Além disso, haverá o painel Discografia WME. Com o apoio do Spotify, as artistas Karol Conka, Julia Branco, Luiza Lian e Maria Rita Stumpf contarão como foram os processos de produção, parcerias e ações de marketing de seus recentes álbuns.

Duranteo , há também a premiação Women’s Music Event Awards para homenagear as mulheres da indústria.

A jornalista Claudia Assef e a produtora Monique Dardenne, fundadoras do Women’s Music Event, contaram ao portal que estão planejando a realização de um festival com line up formado 100% por mulheres. Por enquanto, a dupla está em fase de busca por parceiros comerciais. O festival está previsto para 2020.

“Ainda estamos no planejamento. É nossa ambição e maior desafio. Ainda não existe um festival no mundo com grande relevância com esse recorte”, contou Monique.

Em 2018, haverá uma grande novidade para as profissionais da indústria. Um novo aplicativo será lançado para que mulheres possam cadastrar seus currículos, facilitando o contato com empresas.

“O WME é nosso sonho de mudança e estamos sentindo essas mudanças. Mas o projeto não é uma coisa só minha e da Cláudia. Há um interesse maior das mulheres de se profissionalizar e se sentir à vontade nos ambientes. Temos feito campanhas para festivais colocarem mulheres na parte técnica. A conferência já está sendo considerada um evento de negócios. Você não vai para lá só para falar com a mulher do lado, mas para se profissionalizar”, contou Monique em entrevista para o Meio & Mensagem.

 

 

Foto: Claudia Assef e Monique Dardenne (Crédito: Divulgação/WME)

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GANHADORA DE RuPaul’s Drag Race All Stars 4 PEDE MAIS APOIO E CITA PABLLO VITTAR COMO SUCESSO NA MÚSICA

Matéria de POPline

Ao falar para a Billboard sobre como é ser uma cantora drag queen na indústria fonográfica, uma das ganhadoras do programa americano, RuPaul’s Drag Race All Stars 4, citou Pabllo Vittar como inspiração: “É assim que eu quero que as pessoas olhem para mim aqui na América”, disse Monét X Change.

Na semana passada, ao final da quarta temporada do programa americano RuPaul’s Drag Race All Stars, a Billboard entrevistou uma das ganhadoras, que citou Vittar como exemplo de drag queen de sucesso na indústria da música .

“Você tem performers como Pabllo Vittar no Brasil – ele é reconhecido como artista e um lindo músico. É assim que eu quero que as pessoas olhem para mim aqui na América. Eu acho que eu tenho o talento para isso. Me leve para o Grammys, garota!”, disse Monét X Change, drag queen ganhadora do programa.

Segundo o portal Popline, Monét X Change também falou sobre como é ser uma cantora drag queen na indústria fonográfica e seu desejo de que mais drag queens sejam levadas a sério.

“Eu acho que as pessoas têm que parar de olhar pra gente apenas como performers. Apenas olhe pra gente como artistas. Você gosta da música? Se a resposta for sim, então nos apoie!”.

Monét X Change lançou o seu primeiro EP visual, “Unapologetically”, disponível no YouTube.

Vale lembrar que na semana passada, uma rádio do interior na Bahia foi acusada de boicotar Vittar. Os ouvintes pediam as músicas da cantora pelo grupo de Whatsapp da rádio, entretanto, eram bloqueados pelos locutores. Um dos locutores chegou a enviar áudios ofensivos via DM no Instagram para um fã da cantora .

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NO BRASIL, ARTISTAS RECEBEM QUASE R$1 BILHÃO EM DIREITOS AUTORAIS

Matéria de AMAZONAS ATUAL

Foram divulgados os valores de distribuição de direitos autorais no Brasil. Em 2018, R$971 milhões foram distribuídos para autores, artistas e associações. A cantora e compositora Marília Mendonça liderou a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

O portal Amazonas Atual publicou uma notícia revelando os últimos números da distribuição de direitos autorais na música. Cinema e Streaming são os segmentos de maior crescimento no país.

De acordo com o portal, R$971 milhões foram distribuídos em direitos autorais para autores, artistas e associações.

Houve uma aumento de 25% da quantidade de beneficiados, ou seja, em 2018 foram 326 mil compositores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras remunerados. Além disso, 66% do valor total foi repassado ao repertório nacional, o que, segundo o portal, contribuiu para o fortalecimento da indústria musical brasileira.

Após acordos com grupos como a Abraplex, representante das redes UCI, Cinépolis e Cinesystem, o Cinema foi o segmento líder na distribuição de direitos autorais, um crescimento de 400%.

Os acordos entre o Ecad e associações de música com as plataformas de streaming, como a Netflix e o Youtube, fizeram com que a distribuição de direitos aumentasse em 72% no segmento.

Com relação aos direitos conexos foram repassados 23,6% do montante e 76,4% foram repassados aos titulares de direitos de autor.

Vale destacar a cantora e compositora Marília Mendonça (“Infiel”), que lidera a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

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Do vinil ao streaming: 40 anos da indústria da música

O portal World Economic Forum fez um resumão sobre as mudanças nas vendas da indústria fonográfica ao longo de 40 anos. Se você gosta de acompanhar a história da indústria da música não pode perder este artigo.

Hoje em dia, com acesso a informações mais precisas, é possível visualizar de forma mais ampla as mudanças na indústria da música. O portal World Economic Forum publicou um artigo analisando os gráficos das vendas da indústria da música.

O vinil deu lugar a 8 faixas, as fitas cassetes desapareceram quando os discos compactos tomaram o mundo, fazendo a receita da indústria da música crescer…até que tudo foi interrompido com o surgimento do formato digital.

Destacando os gráficos do portal, podemos ver quatro décadas de vendas da indústria da música. O artigo registrou não só a ascensão e queda dos lucros das gravadoras, mas mudanças sísmicas na tecnologia e no comportamento do consumidor.

O nascimento do Napster e o declínio do vinil: Segundo o Weforum, com o surgimento do Napster, o efeito da pirataria na indústria foi imediato e gritante. As vendas da indústria da música, que vinham apresentando crescimento ano a ano, declinaram por 15 anos.

A era dos Ringtones:  Muito antes dos smartphones se tornarem populares, haviam os ringtones. A distribuição era controlada por operadoras de celular. Foi uma porta de entrada para a arrecadação com receita digital na indústria da música . Em 2008, foram investidos mais de um bilhão de dólares em um setor que estava se acostumando a previsões sombrias. “Apesar de ser apenas um pequeno período, a era dos ringtones foi a porta de entrada para a assinatura de música digital paga”.

Streaming de Música: Pela primeira vez neste milênio, a indústria fonográfica registrou um aumento na receita por dois anos consecutivos. Demorou um pouco para os consumidores aderirem a planos de assinatura de música premium, mas hoje o mercado de plataformas de streaming de música está mais otimista. A RIAA – The Recording Industry Association of America-  afirmou que o streaming de música é o formato mais comum nos EUA e agora compõe quase metade do mercado.

O fim do formato físico? Já se foi o tempo em que pessoas iam em lojas por causa de um lançamento. As vendas de CDs caíram 80% na última década. Hoje, as vendas em formato físico representam apenas 17% da receita do setor. Há, no entanto, um ponto que desperta a atenção: as vendas do vinil. Em 2017, as vendas atingiram alta, após 25 anos.

 

 

Foto: RIAA

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Brasil é um dos três países que mais consomem música por streaming no mundo.

Segundo o novo relatório sobre o consumo de música da IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – o Brasil é o segundo país que mais ouve música pelo smartphone e o terceiro que mais paga por um serviço de streaming. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

O novo relatório publicado nesta semana pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês) trouxe mais detalhes sobre o consumo de música no mundo, inclusive no Brasil.

Com 92% dos consumidores de música, somos o segundo país do mundo que mais ouve música pelo smartphone.

O Brasil é também é terceiro país que mais paga por um serviço de streaming, um total de 77% dos consumidores. Entretanto, 89% dos brasileiros ainda ouvem música pelas rádios.

De acordo com o portal Canal Digital, o estudo foi realizado em 20 países correspondendo a 91,3% de toda a receita da indústria musical global em 2017.

Com relação ao consumo de músico no mundo, atualmente, 86% dos consumidores ouvem música por streaming, sendo que 75% através do smartphopne. Sendo que 50% os jovens de 16 a 24 anos só ouvem música online através do streaming. Entretanto, a pirataria ainda é um problema. Segundo a IFPI, 38% dos entrevistados “obtém seus conteúdos usando métodos que violam direitos autorais”.

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Novas regras de contratação de músicos desagradam produtores

Matéria de O Globo

Retrocesso? A mudança nas regras de contratação de músicos e outros profissionais do setor artístico tem gerado críticas de profissionais do setor. Para eles a mudança deve causar burocracia e maiores custos para produtores culturais e artistas.

Desde o dia 23 de agosto entrou em vigor a mudança nas regras de contratação de músicos e outros profissionais do setor artístico. A mudança tem gerado críticas por vários profissionais da área que acreditam que a proposta do Ministério do Trabalho seja “um retrocesso”.

De acordo com o portal Globo.com, a mudança nas regras de contratação de músicos e artistas deve gerar um impacto na indústria, principalmente por aumentar a participação de sindicatos. Para críticos, as novas regras podem burocratizar a contratação de artistas brasileiros e estrangeiros, por motivos diversos.

O portal falou com alguns especialistas sobe o assunto como a advogada Mara Natacci — representante de algumas das maiores produtoras de entretenimento no Brasil, como T4F, Live Nation, Rock In Rio. Ela afirmou que a aprovação prévia por entidades da classe nas negociações de contratos de músicos estrangeiros deve complicar ainda mais o processo:

“Isso dá forças aos sindicatos para a arrecadação de taxas de cerca de 10% do cachê do artista estrangeiro, ignorando inclusive as diversas liminares concedidas em todo o país que dispensam as produtoras contratantes deste recolhimento. Ou seja, podemos dizer que a portaria contraria ordens judiciais já proferidas em segunda instância”, afirmou Natacci.

Os organizadores do Rock In Rio enviaram uma nota ao GLOBO: “entendemos que qualquer processo que gere ainda mais burocracia, entraves e custos para produtores culturais e artistas, só servirá como mais um inibidor nas já compelidas atividades culturais”.

José Fortes, presidente da comissão trabalhista do Procure Saber, também comentou sobre o assunto para o portal:

“É sim um retrocesso total” — afirmou. “A nota contratual de que a portaria fala está no cotidiano do músico desde 1960, quando foi criada. Ela nada mais é que um tipo de contrato. O problema é que, pela legislação anterior, um músico podia fazer até 10 shows, numa sequência de intervalos pequenos entre eles. Depois, tinha que parar por uma semana para não configurar vínculo empregatício. Com a mudança, você tem que ficar 60 dias sem prestar serviço ao mesmo contratante”, disse Fortes.

O Ministério do Trabalho respondeu sobre essa questão e afirmou que a portaria prevê um tipo de contratação por temporada, “não havendo impedimento para apresentações semanais em um estabelecimento”.

“A portaria visa impedir que um mesmo artista se apresente por mais de sete dias consecutivos, sem o descanso previsto em lei”, disse o Ministério do Trabalho que também afirmou que antes de aprovar a mudança ouviu vários profissionais da área e recebeu apoio de músicos como João Carlos Martins, Carlinhos Brown e Peninha.

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