Spotify, Deezer e outras pedem ação mais forte da UE contra rivais dos EUA

Matéria de BR

Os serviços de streaming Spotify e Deezer se juntaram a empresas e órgãos industriais para pedir à união Europeia, medidas mais duras e conter possíveis práticas desleais de plataformas online como Google, Apple e Amazon.

Preocupada com a transparência e justiça na economia digital, a União Europeia deve decidir sobre uma proposta de lei de plataforma para empresa (P2B, na sigla em inglês). Entre os apoiadores da proposta estão os serviços de streaming Spotify e Deezer.

A União Europeia vem introduzindo regras mais rígidas para empresas como o Google, Apple e Amazon, visando maior proteção de dados e privacidade dos usuários.

Segundo a Reuters, a lei P2B exigiria de lojas de aplicativos, mecanismos de busca, ecommerces e sites de reservas de hotéis, maior transparência no que se refere as classificações de resultados de pesquisa e a possibilidade do usuário excluir alguns serviços. Além disso, empresas teriam o direito de se agruparem e processarem plataformas online.

Em carta conjunta, empresas e órgãos do setor disseram que a proposta do P2B não é abrangente o suficiente, pois as práticas comerciais são injustas e incluem grandes plataformas que favorecem seus próprios serviços. Entretanto para o grupo de lobby tecnológico CCIA, que representa Google, Amazon e eBay, “não há evidências de um problema sistêmico para justificar mais regulamentações”.

O assunto ainda deve ser muito discutido. Após a decisão dos governos da União Europeia, a lei deve ser negociada com a Comissão e então passa para o Parlamento Europeu, que terá a decisão final.

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Novo Relatório da Midia Research sobre o Market Share do Streaming de Música em 2018 é publicado.

Matéria de MIDiA Research

De acordo com o novo relatório da Midia Research sobre a participação de mercado dos serviços de estreaming de música no primeiro semestre de 2018, o Spotify está na frente com 36% de participação enquanto a Apple Music possui 19%. Veja a análise completa de Mark Mulligan.

Nesta quinta-feira, Mark Mulligan, um dos maiores analistas sobre a indústria da música publicou o novo relatório da Midia Research sobre a participação de mercado dos serviços de streaming no primeiro semestre de 2018.

No primeiro semestre de 2018, o relatório da Midia Research indicou que houve um crescimento de 16% no número de assinantes nos serviços de streaming representando 229,5 milhões. Em comparação com o ano anterior, a base global de assinantes aumentou 38% (62,8 milhões de usuários). “Isso representa um crescimento forte e sustentado, em vez de fortemente acelerado”, afirmou Mulligan.

Segundo o relatório da Midia Research, o crescimento de assinantes permanece no ponto médio de crescimento e a tendência é que permaneça até 2019, onde serão explorados mercados desenvolvidos e posteriormente, o crescimento será impulsionado por mercados de streaming de médio porte, como Japão, Alemanha, Brasil, México e Rússia. De acordo com Mulligan, esses mercados têm o potencial de gerar um forte crescimento de assinantes, mas, no caso dos três últimos, exigirão uma busca agressiva por produtos de nível intermediário – incluindo pacotes de pré-pagamento de preço reduzido, como vistos no Brasil.

Caso os serviços de streaming não optarem por seguir essa abordagem, o mercado será restringido às elites urbanas que possuem acesso a cartões de crédito e por consequência a Receita média por usuário (ARPU) será menor. Ou seja, a receita deve crescer de forma mais lenta que a quantidade de assinantes em meados de 2019.

Spotify: o serviço manteve uma participação de mercado global de 36%, o mesmo que no quarto trimestre de 2017, com 83 milhões de assinantes. Além disso, conquistou mais assinantes do que qualquer outro serviço no primeiro semestre de 2018.

Apple Music: A Apple adicionou dois pontos de participação de mercado, 19%, e aumentou três pontos ano a ano, com 43,5 milhões de assinantes. A Apple Music acrescentou o segundo maior número de assinantes – 9,2 milhões, sendo os EUA o principal mercado em crescimento.

Amazon: A Amazon adicionou pouco menos de meio ponto de participação de mercado, estável em 12%, devido ao seu plano Unlimited. Foram 3,3 milhões de usuários novos pagantes, atingindo 9,5 milhões no segundo semestre de 2018. No total, a Amazon tinha 27,9 milhões de assinantes no final do período.

Enquanto isso, no Japão, o Line Music atingiu mais de um milhão de assinantes. Na Coréia do Sul, o MelOn teve uma queda no primeiro trimestre, mas se recuperou no segundo trimestre. Em outros lugares, o Pandora teve um sólido período de seis meses, adicionando 0,5 milhão de assinantes, enquanto o Google se destacou globalmente.

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O YouTube está prestes a passar o Facebook como o segundo maior site nos EUA

Matéria de CNBC

Com queda de usuários ativos, Facebook perderá em breve a posição de segundo lugar para o YouTube.

De acordo com um novo estudo, o Facebook em breve perderá sua posição entre os sites mais visitados no mundo para o YouTube.

O número de visitas mensais no Facebook caiu de 8,5 bilhões para 4,7 bilhões nos últimos dois anos. Embora o tráfego de aplicativos da rede social tenha crescido, não será suficiente para compensar essa perda, segundo o estudo.

Os cinco sites que mais receberam tráfego nos EUA nos últimos anos foram Google, Facebook, YouTube, Yahoo e Amazon, nessa ordem.

Desde que informou que seu número de usuários ativos diários se estabilizou na América do Norte e declinou na Europa, o Facebook sofreu uma queda no mercado.

O autor do estudo e chefe de insights da SimilarWeb, Stephen Kraus, explicou que o Facebook pode contar com suas aquisições como o WhatsApp e Instagram. “Sim, o site Facebook.com está em baixa, mas eles se consideram mais um portfólio de produtos”, disse.

Em breve o Yahoo também perderá sua posição no ranking para a Amazon, que possui maior tráfego nas datas atrativas, como dezembro, para os consumidores.

Nenhum dos sites que estão no topo do ranking conseguirá se aproximar do gigante Google. Mesmo sofrendo um declínio no tráfego do site, devido ao uso de aplicativos e pesquisa por voz, foram registrados aproximadamente 15 bilhões de visitas em julho de 2018. Enquanto os outros sites estavam abaixo de 5 bilhões

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Google lança sua plataforma de livros em áudio no Brasil

Acabou a desculpa para não ler livros e ficar atualizado, o Google lançou no Brasil seu novo serviço de livros em áudio com livros a cinco reais e um catálogo de 2.500 livros.

De acordo com o site do jornal Folha de São Paulo, o Google Play Livros foi lançado para concorrer com o Audible, plataforma da Amazon.

O novo serviço conta com 2.500 títulos de editoras como Globo Livros, LeYa, Record, Ediouro e Rocco e está disponível para celulares com Android e iOS.

A duração de escuta de cada livro pode variar conforme a leitura do narrador e há ainda um recurso de aceleração. Por exemplo, o livro de Le Carré que possui 252 páginas e seu áudio ficou com 11 horas de duRação. Já “A Garota no Trem”, com 378 páginas possui 10 horas e 59 minutos.

O mercado de audiolivros ainda é pequeno no Brasil, porém nos Estados Unidos os números são surpreendentes.  Segundo dados recentes da Audio Publishers Association, as vendas de audiolivros em 2017 foram de US$2,5 bilhões (cerca de R$9,4 bi) com um aumento de 23% em relação a 2016.

Andrea Fornes, diretora de parcerias de produto para notícias e livros do Google na América Latina, explicou que inicialmente não havia um catálogo diversificado e por isso o serviço só chegou agora em nosso país: “As editoras ainda estão começando a trabalhar com essa linguagem. Não havia um catálogo muito grande. Esperamos o número crescer para podermos sair com uma oferta mais atraente”, explicou Andrea.

“A expectativa é que o catálogo cresça o mesmo que cresceu de janeiro até aqui”, afirmou o jornal. Para o lançamento o serviço disponibilizou livros com valores abaixo de cinco reais. A média dos preços normais é cerca de 20 reais.

A Amazon também está trabalhando para o lançamento do seu Audible. Há dois anos vagas de emprego foram anunciadas, mas não estão mais disponíveis, confirmando que em breve teremos mais opções para o mercado de áudio livros.

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PARLAMENTO EUROPEU VOTARÁ LEI QUE DEVE DAR MAIS FORÇA AOS CRIADORES

É nesta semana que a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada. “É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a Cesac.

Nesta semana a Nova Diretiva de Direitos Autorais da União Europeia pode ser aprovada pelo plenário do Parlamento Europeu. A normativa é de extrema importância para autores e compositores, uma vez que determinará novas regras envolvendo leis de copyright e remuneração aos criadores.

Entre as propostas da diretiva está a determinação que sites e ferramentas de busca possam identificar conteúdos que infrinjam as leis de copyright. Além disso, as transferências de pagamentos aos autores de canções executadas em plataformas de streaming devem ser aumentadas. Ferramentas como YouTube serão obrigadas a remunerar os autores das obras que publicadas por seus usuários.

A nova lei está gerando grande discussão pelo mundo e sofrendo ataques. Para alguns a normativa é considerada uma “censura à internet livre” por determinar que o Facebook e o Google repassem aos criadores dos links parte dos ganhos com anúncios. Há ainda o Artigo 13, no qual exige a criação de algoritmos para detectar conteúdos sem licença.

A Confederação Internacional das Sociedades de Autores e Compositores (Cisac) se pronunciou apoiando a aprovação da nova lei. Para a entidade as notícias negativas são patrocinadas por lobbies da indústria on-line, que financiam milhares de dólares para impedir a alteração das leis atuais.

“É a legislação mais importante para autores e compositores dos últimos 20 anos”, afirmou a entidade.

Uma petição que já possui mais de 30 mil assinaturas foi criada para pressionar por uma distribuição mais justa dos ganhos na internet.

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O aplicativo que reconhece álbuns pela arte da capa

Matéria de Nexo Jornal

Record Player é um aplicativo que indica o álbum na biblioteca do Spotify apenas com a foto do CD ou vinil. Conheça a novidade!

O aplicativo Record Player é capaz de indicar o álbum na biblioteca do Spotify automaticamente apenas com a foto do CD ou vinil.

Criado pelo desenvolvedor americano Patrick Weaver na plataforma colaborativa Glitch, o novo aplicativo encontra o álbum na biblioteca do Spotify a partir de uma foto do CD ou vinil. Com a ajuda do Cloud Vision, leitor de imagens do Google, a imagem é identificada para que o Spotify consiga encontrar os resultados.

Para usar o Record Player bastar ir ao site Record-Player.glitch.me e clicar no botão “Click to select or take a picture” (clique para selecionar ou tirar uma foto) e então a câmera do celular abre automaticamente.

É possível encontrar artistas brasileiros e internacionais que estão no Spotify.

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União Europeia impõe multa ao Google de € 2,4 bilhões por abuso de poder econômico

Matéria de G1

O Google terá que pagar o equivalente a R$ 9 bilhões à Comissão Europeia por ter abusado de seu domínio nas buscas na internet para favorecer seu comparador de preços, o Google Shopping.

Além de ter de arcar com a multa o Google terá que aplicar a mesma forma de exibição e posicionamento dos seus serviços à concorrência e explicar à UE como vai equiparar seus próprios serviços e o dos rivais, além de se submeter ao monitoramento do bloco europeu.

A comissária europeia Margrette Vestager se pronunciou dizendo que “o Google abusou de seu domínio de mercado como uma ferramenta de busca ao promover seu próprio serviço de comparação de compras em seus resultados de busca e removendo os serviços de seus competidores”.

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O mundo é do Google e do Facebook, nós só vivemos nele

Leia a resenha do livro “Move Fast and Break Things”, de Jonathan Taplin. Um livro que conta “Como Facebook, Google e Amazon encurralaram a cultura e o que isso significa para nós”.

Com quase 70 anos, Taplin é fundador de uma das primeiras empresas de vídeo on demand do mundo. Ele foi produtor musical e de cinema e trabalhou com Bob Dylan, The Band, Martin Scorsese e Gus Van Sant.

Em seu livro, Taplin fala sobre como empresas de tecnologia como o Google, Facebook, Amazon e Paypal usara a internet “para monopolizar mercados e dar a seus donos um poder econômico e uma capacidade de controle da sociedade nunca antes imaginados”.

Taplin se concentra na indústria cultural, contando como essas empresas dominaram as indústrias da música, informação, audiovisual e literatura. Uma interessante leitura. Confira!

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HomePod: Apple’s Smart Speaker Differs From Amazon And Google With Focus On Sound Quality

Matéria de Forbes

Apple anuncia o lançamento do “HomePod”, um alto falante de alta qualidade que promete ser concorrente da Amazon e Google.

Na Conferência Mundial de Desenvolvedores da Apple realizada, em San José, na manhã de segunda-feira, o gigante do iPhone anunciou o “HomePod”, um alto falante de 7 polegadas de US$ 349 que pretende ser concorrente do Google Home e Amazon Echo.

A partir de dezembro o HomePod já estará nas lojas. Um pouco mais caro que os concorrentes, Google Home e Amazon Echo, porém promete se destacar pela qualidade. Veja resenha da Forbes sobre a novidade da Apple.

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Google está oferecendo quatro meses gratuitos aos novos assinantes do Google Play Music

Matéria de Coluna Tech

Novidade! O Google Play Music terá quatro meses de teste gratuito.

O Google Play Music “permite aos usuários encontrar até 50.000 músicas de sua biblioteca de música e ouvir estações de rádio personalizadas em seu computador ou dispositivo móvel”. “Usuários que usam a versão gratuita têm que lidar com anúncios, mas os assinantes que pagam US $ 9,99(R$ 32,00), ou US $ 14,99(R$ 50,00) podem evitar anúncios, ouvir mais de 35 milhões de músicas, baixar músicas para ouvir off-line e obter acesso ao YouTube Red”.

Ao oferecer um período de testes maior a Google dará mais uma oportunidade para quem quiser conferir o serviço.

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