A Cada 3 Streams De Música Um É Hip-Hop+R&B Nos EUA.

Matéria de Digital Music News

O rock morreu? Na sexta-feira passada (13) foi comemorado o Dia do Rock. No entanto, atualmente o ritmo não é o mais popular. Segundo os dados do relatório da Nielsen sobre o mercado da música, nos EUA, os estilos musicais mais ouvidos são rap, o hip-hop e o R&B.

Perto do Dia do Rock, a Nielsen em seu relatório de meio de ano confirmou que o ritmo musical preferido dos americanos agora é o Hip Hop e o R&B. Juntos com o Rap, eles representam mais de um terço de toda a transmissão de música nos EUA. Mais especificamente, 36,4% de todos os fluxos de música ‘on demand’ e até mesmo as transmissões de música do YouTube são dominadas pelos gêneros (34,2%).

Para o site Digital Music News esse pode ter sido o motivo para que o Spotify deixasse de lado sua recém criada “Política Anti-ódio”, no qual removeu vários rappers de suas playlists por conter linguagens agressivas contra mulheres nas músicas. Remover os artistas de gêneros tão populares poderia causar uma queda nas transmissões de músicas.

Mesmo ficando em segundo lugar, o rock continua agitando o mundo das vendas físicas e ainda sustentando o mercado. Um exemplo seria o último lançamento em vinil de Jack White (White Stripes). “Boarding House Reach” alcançou a marca de 37.000 unidades vendidas, ficando na liderança nas vendas de vinil.

Leia na origem

SPOTIFY EXPANDS TICKETING CAPABILITIES WITH AXS AND EVENTBRITE DEALS

O Spotify realizou uma parceria com as empresas de venda de ingressos online AXS e Evenbrite.

Agora, os usuários do Spotify serão notificados e terão acesso mais rápido na compra de ingressos para shows.

O anúncio expande a oferta de emissão de bilhetes da Spotify para centenas de locais em todo o mundo, incluindo estágios e eventos como o “Red Rocks Amphitheatre” nos EUA, o “The O2 Arena” em Londres e o “Ericsson Globe” em Estocolmo, da AXS.

O Spotify já possui mais de 150.000 artistas com datas de shows em mais de 100.000 locais.

Leia na origem

Anitta: um caso de marketing que vale a pena ser estudado

A cantora Anitta está fazendo tanto sucesso que agora virou um case de marketing. Quais seriam afinal, as estratégias usadas pela artista? “Versatilidade”, “co-branding”, “swarm” e “sinceridade”!

A cantora Anitta está dando o que falar, “a carioca de 24 anos administra a própria carreira, é dona de números e de uma reputação digna de uma popstar internacional”.

Ela é a única brasileira que conquistou o “Social 50 da Billboard” americana, “um ranking que mede a popularidade de artistas nas redes sociais”. Ela ficou em 15º lugar, na frente de Shakira (16º), Taylor Swift (23º), Beyoncé (30º) e Lady Gaga (36º).

Agora a cantora virou um case de Maketing. Com o uso de diversas estratégias para promover seu trabalho, o resultado está dano super certo. Quais seriam afinal, as estratégias usadas pela artista? “Versatilidade”, “co-branding”, “swarm” e “sinceridade”! No artigo, leia como a cantora brasileira está conquistando cada vez mais o público não só de brasileiros, mas agora internacional.

Leia na origem

Major Labels Oppose “Moral Rights” That Guarantee Artists Recording Credits (A Right They Have In Most Other Countries)

Matéria de hypebot

Em revisão de leis e regulamentos sobre Direitos Autorais nos EUA, a RIAA desconsidera o Direito Moral.

Em uma revisão de leis e regulamentos de direitos autorais realizada pelo US Copyright Office, o Direito Moral foi bastante discutido, principalmente por ser considerado como “o direito de receber crédito por seu trabalho artístico”. Os EUA é um dos poucos países desenvolvidos a não garantir esse nível de reconhecimento.

A Recording Industry Association of America (Associação da Indústria de Gravação da América) –  RIAA, considerada “a organização de comércio que suporta e promove a vitalidade criativa e financeira das grandes empresas de música.” Declarou que esses esforços “não se estendem aos artistas que criam o conteúdo que impulsiona essa “vitalidade financeira””.

Para o RIAA, a organização já trabalha para garantir que os envolvidos em uma gravação ou em um vídeo recebam o crédito apropriado e um novo direito estatutário de “atribuição”, além de ser “desnecessário”, provavelmente teria consequências significativas.

Leia na origem

WHY SONY MUSIC’S 2016 NUMBERS ARE HEALTHIER THAN THEY FIRST APPEAR

Análise aprofundada indica números positivos perante os resultados da Sony Corp apresentados na sexta-feira passada.

Na sexta-feira, dia 28, a Sony revelou seu desempenho fiscal em 2016. Embora a indústria da música tenha alcançado bom desempenho no relatório da IFPI, a surpresa foi que empresa não acompanhou os resultados do setor.

A multinacional japonesa viu suas receitas de música gravada cair em 5,8% no último ano e enquanto isso, suas receitas de streaming de música cresceram apenas 27,6%. O site BMW faz uma análise positiva sobre a situação da Sony que foi prejudicada pelas taxas cambiais no japão.

Leia na origem

US Copyright Office’s Maria Pallante Grossly Wasted $11.6 Million

Matéria de Digital Music News

Relatório indica que Maria Pallante teria gasto milhões em projeto com falhas administrativas.

A demissão de Maria Pallante do US Copyright Office nos Estados Unidos  gerou grande repercussão no setor de Direitos Autorais. Um relatório divulga que Pallante gastou desnecessariamente $ 11.6 milhões.

O projeto que custou ao US Copyright Office $ 11.6 milhões, é referente a um sistema de computação, que durante seis anos apresentou falhas na gestão e altos custos de manutenção, chegando por fim a ser cancelado, mas de forma silenciosa. Quando Maria Pallante assumiu seu cargo no US Copyright Office, ela aprovou o projeto novamente.  Porém, antes disso, para ser aprovado no Congresso o US Copyright Office mentiu ao informar que o sistema custaria apenas US $ 1,1 milhão.

“Afinal, será que as pessoas estavam criticando injustamente Carla Hayden e canonizando Maria Pallante?” Entenda o caso na reportagem.

Leia na origem

Ending digital copyright act would fundamentally change Internet

Matéria de TheHill

A Indústria de Direitos Autorais está trabalhando para que o governo americano crie uma lei que obriga sites a bloquearem conteúdos ilegais através de uma filtragem de conteúdo. Se aprovada, a lei irá impactar a internet e a lei DMCA (Digital Millennium Copyright Act).

A DMCA garante que qualquer pessoa pode usar plataformas da Internet para criar conteúdo, publicar comentários e compartilhar ideias on-line, desde que as plataformas utilizadas sejam devidamente responsabilizadas. Sem a DMCA, as plataformas on-line poderiam ser processadas se um de seus usuários postasse algum conteúdo protegido por direitos autorais entre os milhões de vídeos e remixes.

Mas antes que os legisladores determinem a lei sobre filtragem de conteúdos em sites, é preciso haver uma discussão aprofundada sobre o tema com usuários da Internet, startups e criadores de conteúdo, analisando como essas tecnologias funcionam e o que elas são capazes de fazer.

Conforme é abordado o assunto na notícia, antes que antes de criada a lei é necessário que todos entendam as limitações inerentes às tecnologias de filtragem, pois reverter duas décadas de política sensata de direitos autorais para exigir que as plataformas implantem ferramentas que são onerosas, facilmente evitadas e de escopo limitado, prejudicaria profundamente as empresas iniciantes, os usuários e os criadores da mesma maneira.

Leia na origem

VPNs Won’t Save You from Congress’ Internet Privacy Giveaway

Matéria de WIRED

Com a aprovação das novas regras sobre segurança na internet, americanos precisam entender sobre as tecnologias que podem ser usadas para proteger a segurança de seus dados.

A Câmara dos Deputados americana aprovou as novas regras com relação à segurança de dados na internet. Se aprovada por Trump, provedores de serviços de internet poderão vender seus dados de navegação para empresas.

O site fala do impacto das novas regras para os usuários de internet e dá algumas dicas ao leitor de como se manterem protegidos. O VPN (Virtual Private Network), por exemplo, pode ser útil, mas é preciso olhar os contratos assinados com operadoras.

Leia na origem

Why Foreign Artists Are Freaking Out About SXSW

Matéria de Digital Music News

Artistas que não são americanos e que pretendem participar do festival SXSW devem considerar os perigos causados pela falta de apoio a estrangeiros.

Uma banda indie se assustou ao ler seu contrato de apresentação no festival South-by-Southwest (SXSW). A banda achou que o acordo continha uma linguagem extrema e ameaçadora relacionada a imigração dos EUA e vistos estrangeiros.

O caso gerou bastante repercussão na internet, vários artistas ficaram indignados e o festival chegou a emitir uma carta em sua defesa.

No entanto, artistas estrangeiros (não americanos) devem realmente se atentar aos potenciais perigos que possam surgir durante o evento, pois tudo indica que não haverá apoio do festival para eles.

Leia na origem

Country music may be Pandora’s secret weapon

Matéria de MarketWatch

Pandora aposta na música Country para conquistar assinantes em seu novo serviço Premium.

No próximo mês, o serviço de streaming Pandora Media pretende lançar seu plano Premium de 10 dólares por mês e embora tenha grandes concorrentes como Spotify e Apple, a música Country pode ser sua grande aliada.

A Pandora aposta que os fãs de Country poderão se interessar pelo serviço, já que 55 milhões de seus 78 milhões de ouvintes mensais ativos, sintonizaram a estação “Today’s Country”.

O sucesso do Country na Pandora é tão grande que Cindy Mabe, Presidente da universal Music em Nashville, afirmou que 10 de seus artistas tiveram músicas transmitidas em Pandora mais de 1 bilhão de vezes.

Leia na origem

©2018 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?