Lei Rouanet traz retorno 59% maior que valor financiado, mostra FGV

Matéria de EXAME

Nesta sexta-feira o portal EXAME publicou um estudo sobre o impacto econômico da Lei Rouanet desde sua implementação. O estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) descobriu que a Lei Rouanet traz um retorno 59% maior que o valor financiado.

De acordo com o novo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) sobre o impacto econômico da Lei Rouanet, a cada R$1 captado e através da Lei – R$1 de renúncia em imposto – é gerado em média R$1,59 na economia local. “Ou seja, a economia criativa incentivada pela lei gerou, na ponta final, recurso 59% maior em relação à ponta inicial. Em outras palavras, o incentivo à cultura gerou riquezas à sociedade, não custos”, informou o Exame.

Foram gerados pela lei R$31,22 bilhões em renúncia fiscal desde 1993 até este ano, resultando em um impacto econômico de R$49,78 bilhões.

Segundo o estudo, 90% dos recursos da lei, das renúncias fiscais, foi para projetos pequenos, que não chegaram a 100 mil reais. Destes, 66,3% possuíram gastos menores que 25 mil reais. “Contrariando o senso comum de que apenas grandes empresas ou artistas famosos estariam “tirando proveito” da Rouanet”, analisou o portal informando que a lei também beneficia o aquecimento de micro e pequenas empresas dentro da economia criativa, incentivando a inovação e o empreendedorismo.

“Esses dados rebatem muitas das críticas que a lei sofre. A agenda da cultura é uma agenda econômica e é fundamental para o Brasil de hoje”, concluiu o coordenador da FGV, Luiz Gustavo Barbosa.

 

Foto: Pilar Olivares/Reuters

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Does Music Piracy Still Exist Even In The Age Of Streaming?

De acordo com o IFPI, a pirataria ainda está bem viva.

O IFPI divulgou que o streaming não acabou com a pirataria, ela está sendo realizada de outra forma, através do “stream ripping”,ou sea, quando se salva uma música ou vídeo enquanto se faz o streaming.

30% dos entrevistados afirmaram que usam do processo para conseguir conteúdo ilegal, 50% são homens de 16 a 24 anos. Apenas 16 % dos Baby Boomers, com idades entre 55 e 64 consomem conteúdos ilegais já que a maioria é capaz de pagar por serviços como Spotify ou Apple Music.

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Algoritmo revela que música pop está ficando cada vez mais repetitiva

Em curioso estudo, programador constata que as músicas pop estão cada vez mais repetitivas. Rihanna e Daft Punk são os artistas mais repetitivos da história!

Para realizar o estudo, o programador  Morris analisou as músicas mais populares do TOP 100 da Billboard entre os anos de 1958 a 2017. “Ele pegou as letras das músicas e utilizou sobre elas o algoritmo de Lempel-Ziv. Esse algoritmo é usado em uma série de tarefas de compressão, incluindo as que são responsáveis pelos GIFs, arquivos .zip e imagens .png que vemos na internet com frequência”.

Comprimindo as letras das músicas, “sempre que o algoritmo encontrava algum tipo de repetição, ele a substituía por um marcador, reduzindo o tamanho total da letra. Esse processo permitiu encolher em 67,6% a letra de “All You Need is Love”, dos Beatles, por exemplo”.

Uma das conclusões curiosas do estudo é que a artista mais repetitiva foi a Rihanna, “praticamente todas as músicas dela ficavam acima da média de 50%, com pelo menos cinco superando até mesmo os 75% de compressibilidade”. Além disso, a “música mais repetitiva de todas foi “Around The World”, do Daft Punk”. A canção tem apenas três palavras repetidas durante sete minutos de música! Na notícia veja os gráficos e mais detalhes do estudo.

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