Após aprovação da fusão entre Fox e Disney, Disney Plus deve chegar antes do previsto

A fusão entre Fox e Disney finalmente foi aprovada pelo Cade – Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Decisão deve acelerar vinda do Disney Plus no Brasil, agitando o mercado de streaming de vídeo.

Com fusão entre Fox e Disney aprovada no Brasil, chegada do DisneyPlus deve chegar antes do esperado.

Apesar da Disney ter comprado a Fox há quase 3 anos, a fusão entre as empresas só foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no início deste mês (6). O fato da Disney já ser proprietária da ESPN no país e passar a ser dona também da Fox Sports, gerava um conflito, uma vez que criaria um monopólio.

Desde então o Cade determinou um prazo para que a Fox fosse vendida à outra empresa, o que não ocorreu. Portanto, o órgão decidiu manter o canal esportivo pertencente à Disney até janeiro de 2022 (Via Cinema com Rapadura).

A decisão irá impactar no processo de vinda do Disney Plus ao Brasil, que já estava previsto para chegar ainda neste ano.

O Disney Plus já possui é um terço do público da Netflix, cerca de 50 milhões de assinantes em todos os territórios em que já está disponível, sendo uma grande concorrente na guerra dos streamings.

 

#DicaMCT: Nesta quinta-feira (14/05) às 19h, participaremos da live no @musicaemredeoficial. Vamos falar sobre um tema bem comentando por aqui: os ‘Impactos e perspectivas do mercado da música em 2020’. Fique ligado em nosso INSTAGRAM!

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Escola é cobrada por exibir ‘O Rei Leão’ em evento beneficente

A notícia da cobrança pela exibição de O Rei Leão em evento para arrecadar fundos para a escola deixou todos revoltados e Disney pediu desculpas.

Na Califórnia, uma escola foi cobrada por exibir o remake de O Rei Leão durante um evento beneficente.

De acordo com o Observatório do Cinema, a Emerson Elementary School de Berkeley, recebeu uma cobrança por uma empresa que administra os direitos da Disney, de US$250 pela exibição do filme durante um evento para alunos e pais.

A cópia do filme foi adquirida pelo pai de um aluno que queria contribuir com o evento que teria a finalidade de levantar fundos para a escola. Com a notícia da notificação, as pessoas ficaram revoltadas.

Com a repercussão, a notícia chegou até o CEO da Disney, Bob Iger. Em seguida, uma mensagem no Twitter pedia desculpas pelo ocorrido, já que era para um boa causa. O CEO fez questão de doar dinheiro do próprio bolso para a escola:

“A Disney pede desculpas para a Emerson Elementary School PTA e eu vou doar pessoalmente para a campanha de doação da escola”, disse o CEO da Disney.

O Rei Leão já chegou no Disney+, que será lançado no Brasil ainda neste ano.

Foto: Reprodução

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DISNEY+ ALCANÇA 10 MILHÕES DE ASSINANTES EM SEU PRIMEIRO DIA

Matéria de CNBC

Disney+ bateu a marca de serviços como HBO Now e ESPN+ . Veja uma comparação entre os serviços que mais conseguiram assinantes em sua estreia.

Nesta terça-feira (12), a Disney lançou seu serviço de streaming  já superando as expectativas ao alcançar a marca de 10 milhões de assinantes.

De acordo com a CNBC, apesar do resultado impressionante, é importante salientar que boa parte desses assinantes encontram-se no período gratuito para testes, e nem todas as inscrições representam clientes que continuarão a pagar pelo serviço.

Além disso, a operadora de telemóveis Verizon, está oferecendo a seus clientes um ano gratuito do serviço, o que deve movimentar ainda mais o número de assinantes.

A CNBC publicou uma lista com os serviços de streaming que mais receberam assinantes em seu primeiro dia de lançamento:

– Netflix (lançado em 2007): 158 milhões de assinantes, 60,6 milhões de assinantes nos EUA (em outubro).

– Hulu (começou a transmitir em 2007): 28,5 milhões de assinantes nos EUA (a partir de novembro).

– HBO (fundada em 1972, começou a transmitir fora do pacote de TV paga em 2015): 34 milhões de assinantes nos EUA, 8 milhões de assinantes do HBO Now (em outubro).

– CBS All Access e Showtime (começou a transmitir em 2014): 8 milhões de assinantes (a partir de fevereiro);

– ESPN+ (começou a transmitir em 2018): 3,5 milhões de assinantes (a partir de novembro).

– A Amazon não divulga o número de usuários do Amazon Prime Video. Os Parceiros de Pesquisa de Inteligência do Consumidor estimaram que havia 100 milhões de assinantes Prime em janeiro.

Foi possível perceber que a Disney obteve mais assinantes que serviços como HBO Now, CBS All Access + Showtime e ESPN+ em seu primeiro dia de lançamento. A previsão é de que o Disney+ chegue a 90 milhões de assinantes até 2024. No Brasil, o serviço estará disponível apenas em 2020.

 

Foto: Divulgação

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Disney vende canais de esporte nos EUA por US$ 10 bilhões

Matéria de @meioemensagem

Para concluir aquisição da 20th Century Fox, a Disney vendeu seus canais esportivos regionais.

A Disney vendeu seus canais regionais de esporte para que sua aquisição da 20th Century Fox seja concluída.

De acordo com o Meio & Mensagem, a notícia publicada pelo Wall Street Journal informou que 21 dos 22 canais do gênero foram adquiridos pela Sinclair Broadcast Group por US$10 bilhões. O canal restante foi adquirido por US$ 3,5 bilhões pelo Yes Network, um conglomerado formado pelos Yankees, Amazon e a Sinclair.

Após assinar um acordo de US$71,3 bilhões para comprar a Fox em março deste ano, as entidades reguladoras antitruste determinaram a venda dos canais esportivos da Disney, como uma forma de controlar práticas anticompetitivas, como o monopólio de audiência esportiva.

 

Foto: Divulgação

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O reinado da Netflix pode estar ameaçado

Matéria de SFGate

O portal SFGate publicou uma notícia sobre os serviços de streaming e os novos desafios do mercado de entretenimento. Com tantas opções, o consumidor precisa estar atento, senão poderá pagar mais que uma assinatura de TV a cabo para assistir suas séries favoritas.

Após a Netflix ter conseguido sucesso com sua plataforma de streaming, várias outras empresas de entretenimento começaram a entrar no mercado e ter sua própria plataforma. Em breve a Disney, Warner e Fox entrarão em cena e as famílias terão que decidir entre pagar mais ou deixar de assistir um determinado filme ou uma série.

Segundo o SFGate, as empresas de mídia estão buscando capitalizar a popularidade e a rentabilidade do streaming, fragmentando o mercado.

O grupo de pesquisa TDG prevê que todas as grandes redes de TV lançarão um serviço de streaming próprio nos próximos cinco anos. Isso significa que a Netflix, Hulu e outros podem ficar sem programas e filmes licenciados de seus futuros rivais. E a briga já começou, em dezembro, a Netflix pagou US$100 milhões para continuar licenciando “Friends” da Warner. Muitos fãs ficaram preocupados em não poder assistir a série no serviço.

O motivo principal para tanto interesse pelas plataformas de streaming são os dados. Apesar de ganharem muito dinheiro com os licenciamentos para a Netflix, com seu próprio serviço, essas empresas terão dados valiosos sobre quem está consumindo seus programas.

Além dos dados, ainda há muito lucro pelo caminho. Para serviços com opções baseadas em anúncios, esses dados se traduzem em mais dólares dos anunciantes. E os serviços que dependem apenas de receita de assinatura, as empresas de mídia podem usar os dados para adequar melhor suas ofertas aos gostos individuais, ajudando a atrair mais assinantes.

A existência de muitas opções de serviços de streaming nem sempre significa benefícios para o consumidor. Para obter uma programação completa, os telespectadores podem ter que assinar vários serviços, em vez de apenas um ou dois, gerando uma grande confusão.

O consumidor deve ficar atento ao bolso, pois ter vários assinaturas de serviços de streaming pode sair mais caro que um plano de TV a cabo. Cerca de US$107 por mês, segundo o Leichtman Research Group.

De olho nesse mercado, novos serviços estão surgindo na tentativa de agrupar as plataformas. Os clientes da Amazon Prime podem adicionar assinaturas da HBO, Showtime ou Starz. Os espectadores do Roku e do Chromecast podem acessar seus diferentes serviços a partir de um local central.

Para lidar com tantas mudanças, o consumidor deve ser paciente: “Estamos em uma época de mudanças dramáticas para os negócios de TV e vídeo. Haverá grandes benefícios e pontos de interrogação e consequências.”, afirmou o presidente do grupo de pesquisa TDG, Michael Greeson.

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Analistas consideram que há chance de a Apple comprar a Disney

Com 200 bilhões em seu caixa, vários rumores surgem em torno da Apple sobre possíveis aquisições. O último rumor espalha que a empresa de tecnologia possui grande interesse em comprar a Disney. Fique por dentro!

Em 2016 John Malone, chairman da Liberty Media e Samantha Greenberg, fundadora da Margate Capital, apostaram na aquisição. Malone disse que caso houvesse uma separação da Disney e ESPN (que pertence a ela), a Apple poderia comprá-la. Já Greenberg disse que a aquisição poderia reduzir a exposição da Apple aos ciclos de produtos, expandindo o [seu] valor. Hoje, o analista Steve Cahall, da RBC, colocou o assunto em evidência novamente ao falar sobre a possibilidade.

Nada está confirmado pelas empresas. Atualmente, a “Disney é um dos conglomerados mais poderosos do setor de entretenimento e não há razão aparente para sua venda. Ela é dona da Marvel e da Lucasfilm, por exemplo, o que significa que comanda franquias que vão de heróis a Star Wars”.

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