COMO O STREAMING MUDARÁ A INDÚSTRIA DA MÚSICA

Para o consultor Dennis Simms, a próxima revolução na indústria da música será financeira, multifacetada, com grandes implicações, e já começou!

Além de trabalhar com gestão de artistas e análise de mercado, o consultor Dennis Simms é experiente analisar as tendências da música digital e tecnologia.

Atualmente ele está completando o mestrado em negócios da música na Tileyard Education, em Londres. Nessa semana, Simms colaborou no blog do site MBW e falou sobre as mudanças que o streaming vem trazendo para a indústria da música.

No blog, Simms comenta sobre o impacto das novas tecnologias na indústria. Há mais de uma década a indústria da música vem sofrendo com a pirataria, até que finalmente retornou ao crescimento. Vimos muitas mudanças de formatos. Primeiro veio o vinil, depois os cassetes, passando pelos CD’s, downloads digitais e o atual streaming. Qual será a próxima novidade? As apostas estão nas tecnologias como AI, AR/VR, chatbots, speakers inteligentes e casas conectadas.

Todas essas tecnologias provavelmente terão algum impacto, em graus variados. No entanto, o consultor afirma que é uma fantasia acreditar que essas tecnologias possam revolucionar os negócios.

Para ele a próxima revolução na indústria musical não será um novo formato voltado para o consumidor ou um produto visionário. A próxima revolução é financeira e multifacetada, com grandes implicações, e já começou.

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With Streaming’s Explosion, Where Does the U.S. Music Business Go From Here?

Matéria de Billboard

O relatório da RIAA afirmou a recuperação do mercado da música nos EUA. A questão agora é se a indústria conseguirá atingir novamente os US $ 14,6 bilhões de 1999 e conseguirá enfrentar as principais ameaças e desafios.

No recente relatório sobre o mercado de música nos EUA, a RIAA divulgou que o mercado encontra-se em recuperação, com uma receita de US $ 7,7 bilhões em 2016. A questão agora é se uma indústria dominada pelo streaming pode voltar a um nível próximo ao pico de receita que era em 1999, de US $ 14,6 bilhões.

O presidente e CEO da RIAA, Cary Sherman, disse em um artigo que a recuperação da indústria é “frágil e cheia de riscos”. Para ele o negócio de música gravada enfrenta outros desafios como a queda das vendas de downloads e produtos físicos. Além da disputa entre a música gratuita no YouTube com os serviços de assinaturas, que geram muito mais receita. No artigo, os principais desafios e ameaças do mercado da música para os próximos anos.

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NAPSTER FINANCIALS SHOW ITS NET LOSSES MORE THAN HALVED IN 2016

Matéria de Gizmodo

De Spotify a SoundClound, com a dificuldade de construir um negócio rentável de streaming de músicas, descubra quais os serviços apresentam maior rentabilidade e quais estão mais propensos a deixarem de existir.

Apesar de se tornarem o novo jeito de se ouvir música, os serviços de streaming não conseguem ser rentáveis e possuem muito problemas financeiros.

O modelo para assinantes faz com que seja ainda mais difícil para essas empresas ganharem dinheiro, pois ainda há vários custos como infraestrutura, folha de pagamento e marketing. As altas taxas de licenciamento de música pagas às gravadoras somadas às assinaturas tornam as margens de lucro muitas vezes negativas. Lucratividade, mesmo para os maiores players, ainda é em grande parte um sonho. Como resultado, é um jogo onde apenas os serviços com um monte de financiamento e muitos usuários (Spotify), ou um grande apoio por uma “empresa-mãe” e um monte de usuários (Apple Music), são relativamente seguros. Pelo menos por agora.

Nessa briga para alcançar o sucesso como uma plataforma de streaming de músicas, veja uma lista interessante sobre os desafios financeiros que cada serviço de streaming está enfrentando.

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