Moda dos cinemas drive-in no Brasil está voltando com pandemia

Matéria de Exame

Com a pandemia do coronavírus se estendendo, novas formas de entretenimento estão começando a ganhar espaço e outras tendências voltando, é o caso dos cinemas drive-in.

A moda do drive-in – onde o público vê filmes em um espaço aberto, porém dentro de seus carros – está voltando. A alternativa evita a proximidade e contato entre pessoas desconhecidas.

Segundo a Exame, até agora, dois cinemas neste formato já estão em andamento para inauguração. Um deles é o Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, que estará aberto ao público em maio, na Barra da Tijuca.

Com curadoria de Ricardo Cota, da Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio, o espaço terá lanchonete com vendas online e terá capacidade para 150 carros. Será permitido apenas 2 pessoas por veículo.

Só falta a liberação de licença para o Allianz Parque, estádio do Palmeiras em São Paulo, passe a oferecer o seu projeto de cinema drive-in. O “Arena Sessions”, terá filmes, shows e até palestras. O serviço de alimentos e bebidas, serão entregues pela janela do carro, evitando contato entre funcionários e espectadores.

Foto: Facebook/Reprodução

#DicaMCT: Nesta quinta-feira (14/05) às 19h, participaremos da live no @musicaemredeoficial. Vamos falar sobre um tema bem comentando por aqui: os ‘Impactos e perspectivas do mercado da música em 2020’. Fique ligado em nosso INSTAGRAM!

Leia na origem

A executiva por trás do sucesso de ‘Parasita’

Matéria de @rvrb_br

Ainda impactado com a vitória ‘Parasita’ como Melhor Filme no Oscar 2020? Por trás dessa conquista, há todo um trabalho de uma executiva poderosa que influencia o entretenimento sul-coreano.

O filme coreano ‘Parasita’ deixou  a todos surpresos ao ganhar quatro categorias no Oscar 2020. O portal Reverb contou como a influência da executiva Mike Lee na indústria do entretenimento, foi crucial para a conquista do filme.

Ainda estamos impactados com a vitória de ‘Parasita’ como Melhor Filme no Oscar 2020. Foi a primeira vez que um filme estrangeiro ganhou na categoria.

Apesar do filme ter uma excelente história, não podemos negar que seu sucesso é uma consequência de um trabalho realizado por várias pessoas, entre elas Miky Lee, uma das maiores executivas do entretenimento sul-coreano.

Miky Lee, de 61 anos, é muito mais que apenas uma herdeira da Samsung. Considerada uma “magnata da mídia”, seu império de entretenimento está avaliado em US$4,1 bilhões. De acordo com o portal, todo o seu patrimônio está de alguma forma ligado à produções culturais de seu país.

Lee poderia apenas ficar em casa desfrutando de seu patrimônio, mas ao invés disso, ela é vice-presidente do conglomerado CJ Group, e responsável por supervisionar todo o negócio de entretenimento e mídia da empresa.

Se hoje ouvimos falar sobre cultura pop coreana, como grupos de k-pop como BTS, é porque a CJ E&M, uma holding ligada ao grupo, esteve trabalhando para difundir a cultura do país no mundo.

Apesar de passar por várias vertentes do entretenimento, os negócios de Lee sempre foram influenciados por sua paixão por filmes:

“Eu costumava carregar DVDs e frequentar a Warner, Universal, Fox. Apresentava filmes coreanos para todo mundo. Ninguém achava que eram bons o suficiente para fazer alguma coisa”, contou Miky. Foi somente após a participação de “Oldboy”, de Park Chan-wook, em Cannes em 2004, que a executiva conseguiu ser ouvida: “A partir de então, eu não precisava mais entrar em longas justificativas”, diz, satisfeita.

Essa paixão fez com que em 1994, Lee levasse uma proposta de investimento em um projeto de estúdio da DreamWorks para seu tio, presidente do Samsung Group. O projeto não rolou, mas no ano seguinte, a CJ investiu US$300 milhões para ajudar no lançamento do estúdio de animação.

 

Foto: Getty Images

Leia na origem

Bolsonaro passa conselho audiovisual para Casa Civil e cogita fim da Ancine

Matéria de Folha de S.Paulo

O presidente está insatisfeito com a atual política de fomento ao cinema e fará alterações em sua estrutura, a fim de ter mais influência sobre ela.

Nesta quarta-feira (18), o presidente Jair Bolsonaro transferiu o Conselho Superior do Cinema do Ministério da Cidadania para a Casa Civil, que engloba a antiga pasta da Cultura.

Para o governo, a mudança visa “fortalecer a articulação e fomentar políticas públicas” na área. O decreto foi um dos atos assinados durante cerimônia comemorativa dos 200 dias do governo.

Segundo a Folha, o presidente está insatisfeito com a atual política de fomento ao cinema e fará alterações em sua estrutura, a fim de ter mais influência sobre ela. Além disso, o presidente está planejando extinguir a Ancine (Agência Nacional do Cinema), atualmente em crise.

Segundo o ministro da casa Civil, Onyx Lorenzoni, a atual política pública de incentivo ao cinema precisa ser mudada, pois não mede o sucesso das produções: “Política de cultura, política de cinema precisa ter apoio, sim, mas precisa ter cobrança de resultado”, disse Onyx.

“Quer produzir um filme x, y ou z, quer ir para o mercado e captar sozinho, ok. Agora, para levar recurso público tem que ter retorno, tem que ter qualidade. E uma das coisas que não faz parte da métrica hoje é se tem ou não sucesso, se tem ou não espectador dentro da sala de cinema”, continuou. Durante a cerimônia,  o ministro ainda frisou que a Ancine será transferida para Brasília.

O Conselho Superior do Cinema é de extrema importância para a política nacional de cinema, uma vez que é responsável por formular e aprovar diretrizes para o desenvolvimento da indústria audiovisual, e também tem o dever de estimular a presença do conteúdo brasileiro no mercado.

Foto: Ancine

Leia na origem

Cobrança de direitos autorais no audiovisual é removida

Matéria de Folha de S.Paulo

Entidades que representam autores, diretores e atores não poderão mais recolher taxa sobre direitos autorais.

A Secretaria Especial de Cultura, subpasta do Ministério da Cidadania, suspendeu o recolhimento de três taxas referentes a direitos autorais no audiovisual.

Com a decisão, as entidades Gedar (Gestão de Direitos de Autores Roteiristas), DBCA (Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual) e InterArtis (intérpretes), não poderão cobrar valores por uma exibição de obra audiovisual em TV e cinema.

De acordo com a Folha de São Paulo, os maiores beneficiados pela decisão serão as entidades que representam as salas de cinema e canais de TV, que anteriormente, já haviam entrado com recurso para reverter a autorização concedida pelo extinto Ministério da Cultura. A decisão também entrará em recurso pelas entidades que representam autores, diretores e atores, que podem à Justiça caso não sejam atendidas.

Acompanhe o nosso blog também pelo Instagram! Siga nossa página @mct.mus

Foto: Glória Pires, atriz e presidente da associação de atores InterArtis – Divulgação

Leia na origem

NO BRASIL, ARTISTAS RECEBEM QUASE R$1 BILHÃO EM DIREITOS AUTORAIS

Matéria de AMAZONAS ATUAL

Foram divulgados os valores de distribuição de direitos autorais no Brasil. Em 2018, R$971 milhões foram distribuídos para autores, artistas e associações. A cantora e compositora Marília Mendonça liderou a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

O portal Amazonas Atual publicou uma notícia revelando os últimos números da distribuição de direitos autorais na música. Cinema e Streaming são os segmentos de maior crescimento no país.

De acordo com o portal, R$971 milhões foram distribuídos em direitos autorais para autores, artistas e associações.

Houve uma aumento de 25% da quantidade de beneficiados, ou seja, em 2018 foram 326 mil compositores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras remunerados. Além disso, 66% do valor total foi repassado ao repertório nacional, o que, segundo o portal, contribuiu para o fortalecimento da indústria musical brasileira.

Após acordos com grupos como a Abraplex, representante das redes UCI, Cinépolis e Cinesystem, o Cinema foi o segmento líder na distribuição de direitos autorais, um crescimento de 400%.

Os acordos entre o Ecad e associações de música com as plataformas de streaming, como a Netflix e o Youtube, fizeram com que a distribuição de direitos aumentasse em 72% no segmento.

Com relação aos direitos conexos foram repassados 23,6% do montante e 76,4% foram repassados aos titulares de direitos de autor.

Vale destacar a cantora e compositora Marília Mendonça (“Infiel”), que lidera a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

Leia na origem

Estudo diz que streaming vai arrecadar mais do que bilheterias de cinema em 2019

Matéria de UOLEntrete @UOL

Pesquisa confirma que as plataformas de streaming como Netflix e Amazon irão bater a arrecadação das bilheterias de cinema. O motivo: ingressos de cinema com valores mais altos que as plataformas de streaming.

O portal UOL publicou uma pesquisa realizada pela Ampere Analysis sobre o mercado de streaming  e cinema no mundo. A pesquisa confirmou que as pessoas estão preferindo plataformas como Netflix e Amazon do que ir aos cinemas.

A previsão é que plataformas de streaming baterão a arrecadação dos cinemas, com US$46 bilhões. Os cinemas deverão faturar US$ 40 bilhões em 2019.

Segundo a Ampere, a perda de interesse pelo cinema é devido aos preços dos ingressos. Muitas vezes, para o consumidor, é muito mais válido pagar por um serviço de streaming do que ir ao cinema.

A pesquisa indicou que em países como o México, onde o valor do ingresso fica em torno de US$2,50 (R$9,70), as pessoas costumam ir ao cinema 3 vezes ao ano. Na região escandinava da Europa, onde o ingresso chega a US$13 (mais de R$50), a média cai para 1 visita ao cinema por ano.

Nove entre quinze países como EUA, Reino Unido e Alemanha, possuem ingressos de cinema com valores mais altos que a assinatura de um serviço de streaming.

O país que possui menor freqüência de público nos cinemas é o Japão. O ingresso custa mais que o dobro das plataformas.

 

Foto: Getty Images

Leia na origem

MinC habilita entidades que farão arrecadação no cinema

O Diário Oficial da União anunciou as entidades que serão responsáveis para arrecadar e distribuir os direitos autorais relativos ao setor do audiovisual no Brasil. Entretanto, as entidades ainda não sabem como serão realizados todos os processos.

De acordo com a publicação do Diário Oficial da União, as entidades responsáveis para arrecadar e distribuir os direitos autorais referentes ao setor do audiovisual no Brasil já foram habilitadas pelo MinC.

“As três entidades habilitadas são a Gedar (Gestão de Direitos de Autores Roteiristas), a Interartis (Associação de Gestão Coletiva de Artistas Intérpretes do Audiovisual do Brasil) e a DBCA (que representa os Diretores Brasileiros do Cinema e Audiovisual). Esses direitos pagos são divididos entre os filiados das entidades e as próprias empresas, que ficam com uma porcentagem pelo trabalho”, informou o Estadão no portal do Ecad.

As três associações habilitadas pelo MinC para gerir os direitos autorais de roteiristas, diretores e atores do País ainda não sabem como farão o trabalho de fiscalização, arrecadação e distribuição da verba que será arrecadada referentes às exibições de filmes de cinema e TVs.

Após a estruturação dos processos de arrecadação e distribuição, será exigido o pagamento de direitos autorais perante qualquer exibição de filme, tanto em cinema, quanto em TV aberta ou fechada.

“Vivemos um momento histórico. Agora, vamos estabelecer as regras de arrecadação e distribuição, mais complexas do que é na música.”, afirmou Ricardo Pinto Silva, do DBCA.

 

 

Foto: Istock

Leia na origem

O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

Leia na origem

MinC e Ancine anunciam R$ 471 milhões para audiovisual

Christian de Castro, diretor-presidente da Ancine, fala sobre investimentos de R$471 milhões em projetos de cinema e televisão.

O site Meio & Mensagem publicou uma entrevista com o diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro.

A entrevista foi realizada para esclarecer sobre a notícia de que o Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) vão investir cerca de R$471 milhões em projetos de cinema e televisão.

“Vamos desburocratizar, investir mais dinheiro e mais rápido, também aumentando o ticket médio de investimento possível por projeto. A média de investimento em um longa-metragem do Fundo do Setor Audiovisual (FSA) era de R$ 3 milhões e vamos para um potencial de R$ 6 milhões por projeto”, afirmou Castro.

Leia na origem

CEO da Netflix quer transmitir filmes ao mesmo tempo que saem no cinema

Reed Hastings, CEO da Netflix, falou sobre o interesse em transmitir filmes em cartaz nos cinemas de simultaneamente.

Parece que esse é o futuro do cinema já que o fundador do Napster, Sean Parker, anunciou estar buscando um sistema antipirataria para incentivar as grandes produtoras a liberar filmes em cartaz para serem vistos em streaming.

Hasting disse que cada vez mais o período entre o lançamento de um filmeno cinema até o lançamento em formatos de DVD, Blu-ray ou cópias digitais para o streaming tende a diminuir.

A indústria cinematográfica já vem estudando sobre o assunto. Com a redução do tempo amenizaria os efeitos da queda de vendas de DVDs e Blu-rays. “Isso cairia como uma luva para os planos da Netflix de se tornar um verdadeiro cinema em casa”. Contudo, Hastings afirmou que há planos para a Netflix se tornar uma rede de cinemas.

Leia na origem

©2020 MCT - Música, Copyright e Tecnologia.

ou

Fazer login com suas credenciais

Esqueceu sua senha?