O streaming está derrubando os cinemas (e a pirataria), revela pesquisa

Matéria de EXAME

Pesquisa aponta o impacto do streaming no Brasil: os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A EXAME publicou uma pesquisa exclusiva sobre o impacto do streaming no Brasil e revelou que os brasileiros estão deixando a preferência pelo cinema e reduzindo o consumo de conteúdo pirata.

A pesquisa que foi produzida pela consultoria Alexandria Big Data, ouviu 1.596 pessoas no país sobre seus hábitos de consumo on demand.

Entre os resultados obtidos, 64,7% das pessoas assinantes de serviços de streaming “deixaram de ir ao cinema para assistir filmes em casa e 43,6% citam a “liberdade de escolha” como razão principal para tanto. Os altos custos que envolvem a ida aos cinemas são citados por 30,7% como motivo”.

Além disso, apenas 35,3% afirmaram que preferem ir aos cinemas e “22,5% dizem que a experiência oferecida pela sala é o que mais atrai. 15,2% alegam que o fato de esses locais possuírem lançamentos é o que os leva a buscar essa forma de entretenimento”.

Os brasileiros estão reduzindo o consumo de pirataria: 62,4% dos entrevistados “disseram já terem consumido esse tipo de conteúdo, mas 81,6% alegam ter reduzido tal consumo depois de virar usuários de serviços de streaming”.

O ranking de serviços mais populares entre os brasileiros está em primeiro lugar a Netflix (85,1%), seguida do Spotify (33%), o Google Play (18,3%), Telecine Play (16,5%) e Deezer (14,2%).

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MinC e Ancine anunciam R$ 471 milhões para audiovisual

Christian de Castro, diretor-presidente da Ancine, fala sobre investimentos de R$471 milhões em projetos de cinema e televisão.

O site Meio & Mensagem publicou uma entrevista com o diretor-presidente da Ancine, Christian de Castro.

A entrevista foi realizada para esclarecer sobre a notícia de que o Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Nacional do Cinema (Ancine) vão investir cerca de R$471 milhões em projetos de cinema e televisão.

“Vamos desburocratizar, investir mais dinheiro e mais rápido, também aumentando o ticket médio de investimento possível por projeto. A média de investimento em um longa-metragem do Fundo do Setor Audiovisual (FSA) era de R$ 3 milhões e vamos para um potencial de R$ 6 milhões por projeto”, afirmou Castro.

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CEO da Netflix quer transmitir filmes ao mesmo tempo que saem no cinema

Reed Hastings, CEO da Netflix, falou sobre o interesse em transmitir filmes em cartaz nos cinemas de simultaneamente.

Parece que esse é o futuro do cinema já que o fundador do Napster, Sean Parker, anunciou estar buscando um sistema antipirataria para incentivar as grandes produtoras a liberar filmes em cartaz para serem vistos em streaming.

Hasting disse que cada vez mais o período entre o lançamento de um filmeno cinema até o lançamento em formatos de DVD, Blu-ray ou cópias digitais para o streaming tende a diminuir.

A indústria cinematográfica já vem estudando sobre o assunto. Com a redução do tempo amenizaria os efeitos da queda de vendas de DVDs e Blu-rays. “Isso cairia como uma luva para os planos da Netflix de se tornar um verdadeiro cinema em casa”. Contudo, Hastings afirmou que há planos para a Netflix se tornar uma rede de cinemas.

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Filmes chegarão à Netflix em até 45 dias após estreia no cinema; empresa cogita parceria

Matéria de @infomoney

Wall Street Journal divulga parceria da Netflix com estúdios hollywoodianos. “Filmes podem passar somente 45 dias após estrearem nos cinemas”.

Após estudos realizados pelos estúdios, verificou-se que a ação poderia evitar a pirataria e ao mesmo tempo não prejudicar os donos de cinemas.

Em carta aos investidores, a Netflix fala sobre o interesse de lançar seus filmes além da plataforma, nos cinemas dos Estados Unidos. “Como são nossos clientes que financiam esses filmes, eles devem ser os primeiros a vê-los. Também estamos abertos a apoiar as grandes redes de cinema, como a AMC e Regal nos EUA, oferecendo nossos filmes, como o próximo do Will Smith, que se chamará Bright. Assim, será possível permitir que eles escolham onde querem assistir a produção”, escreveu a empresa.

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