BMG adquire a maior produtora independente da Ásia Pacífico Big Bang & Fuzz

Matéria de Billboard

A BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Visando alcançar o mercado situado na Ásia-Pacífico, a BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Fundada em 1998, a Big Bang & Fuzz é sediada em Sydney, na Austrália, sendo uma das maiores empresas independentes de produção de música na região Ásia-Pacífico.

Segundo a notícia exclusiva no site da Billboard, não foram revelados os valores da negociação que permitirá a BMG Production Music atender a região na transmissão de TV e rádio, produção de filmes e trailers, publicidade e clientes da marca.

A BBF trabalha com grandes clientes como ABC, Airbnb, CNBC, Dubai, Foxtel, Fremantle Media, IKEA, Netflix, Qantas, Toyota e Vodafone.

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RECEITA DA BMG ALCANÇA US$ 550M EM 2017 E CRESCE 22% A.A.

A Bertelsmann Music Group (BMG) revelou que em 2017 teve um ótimo desempenho financeiro: “Um salto de dois dígitos nas receitas”.

As vendas da BMG atingiram 507 milhões de euros (US$ 573 milhões) em 2017, um aumento de 21,8% em relação aos 416 milhões de euros gerados em 2016.

Segundo a empresa, o aumento das vendas foi o resultado de aquisições e crescimento orgânico dos negócios nos Estados Unidos e Reino Unido.

Em uma nota aos acionistas, a Bertelsmann disse que a BMG se beneficiou da aquisição da gravadora country BBR Music Group e de contratações de artistas renomados como Avril Lavigne, Fergie e Kylie Minogue.

No verão de 2017, os compositores da gravadora foram responsáveis ​por três das melhores músicas na Billboard Hot 100 por 13 semanas consecutivas.

Outro fator para o crescimento do grupo foi a recuperação da indústria musical, alimentada pelo streaming e novos mercados emergentes.

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BMG CEO ‘Cynical’ About Streaming’s Growth, Citing Artist Contracts

Matéria de Billboard

Hartwig Masuch, CEO da BMG, não acredita que os “bons tempos voltaram”!

O relatório de fim de ano da RIAA divulgado no mês passado mostrou que a indústria de música nos Estados Unidos experimentou seu maior crescimento desde 1998. Embora isso seja boa notícia para um setor que estava em declínio desde a virada do século, alguns profissionais da indústria estão céticos. Como o chefe da RIAA, Cary Sherman, que advertiu sobre uma recuperação “frágil”, devido a baixos pagamentos por fluxo e as leis de direitos autorais.

O CEO da BMG, Hartwig Masuch, é outro que acredita que a reviravolta da indústria pode ser de curta duração, mas por uma razão diferente. Saiba por que ele acredita que à medida que a indústria foca no setor de streaming, as negociações com artistas podem ficar mais espinhosas.

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BMG REVENUE TOPPED $450M IN 2016, WITH A 23% PROFIT MARGIN

Em 2016 a BMG aumentou sua receita anual em 12,2%, chegando a 416 milhões de euros (US $ 460 milhões). Confira a análise do site MBW sobre o desempenho da BMG em 2016

Além do aumento em receitas, a BMG gerou um EBITDA operacional (Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização – Lajida) de € 95m ($ 105m) em 2016. O aumento foi de 13,1% em relação ao ano anterior (84 milhões de euros), um aumento que atribuiu particularmente ao desenvolvimento no Reino Unido e nos Estados Unidos.

O aumento das receitas foi impulsionado pelo negócio editorial no Reino Unido, Austrália e Europa continental. Houve um forte negócio de música gravada na Europa continental, nos Estados Unidos e no Reino Unido e também ao aumento mundial da receita de ofertas de streaming.

O MBW faz uma grande análise sobre as receitas anuais da BMG e compara seu desempenho às concorrentes, como Universal, Sony e Warner.

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IS THE RECORD BUSINESS TREATING ‘OLD’ MUSIC WITH THE RESPECT IT DESERVES?

Hartwig Masuch, CEO da BMG fala sobre a aposta da gravadora em artistas veteranos no mercado e o interesse do público por novos lançamentos da linha de frente da gravadora.

De acordo com as estatísticas mais recentes, em 2016, lançamentos antigos representaram cerca de 62% de todos os fluxos de áudio nos EUA e 74% em vídeo.

Por isso, Masuch explica que a aposta em artistas da linha de frente garante 70% da receita da gravadora, com lançamentos de catálogos no Spotify somados as receitas geradas por itens de colecionadores com preços altos e a dominação do catálogo de vinil.

Ele também fala que a BMG acredita no poder da construção de uma carreira sólida ao assinar com novos artistas.

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BMG MOVES DISTRIBUTION OF 8,000 ALBUMS TO WARNER’S ADA

ADA Worlwide assinou acordo para distribuir o catálogo da BMG no mundo todo.

No ano passado a ADA Worldwide, empresa que pertence ao grupo Warner Music, assinou um acordo para distribuir o catálogo da BMG em todo o mundo. Agora, esse acordo deu mais um grande passo.

A BMG acaba de trocar a distribuição de 95.000 faixas e 8.000 álbuns para a ADA Worldwide. A ação envolve gravações de alguns dos maiores nomes da música, desde Black Sabbath e Motörhead até Fatboy Slim e Kylie Minogue.

O EVP (Employee Value Proposition) de Direitos Administrativos Globais da BMG, Ben Katovsky, disse que o movimento além de beneficiar os artistas, irá oferecer um serviço melhor e mais transparente, gerando maiores receitas também aos parceiros de varejo.

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