APPLE MUSIC USA SHAZAM PARA IDENTIFICAR REMIXES E PAGAR DIREITOS AUTORAIS À CRIADORES ORIGINAIS

Com a ajuda da tecnologia do Shazam, agora Apple Music está identificando criadores originais de musicas remixadas para pagar devidamente direitos autorais por músicas tocadas na plataforma.

Recentemente, a Apple Music anunciou que está usando a tecnologia do Shazam para identificar criadores em musicas remixadas por Djs, e com a novidade vai poder pagar devidamente os direitos autorais por estas músicas tocadas na plataforma.

Conforme o Music Business Worldwide, o processo de identificação das músicas remixadas envolveu uma série de parcerias com grandes gravadoras independentes, em conjunto com DJs, festivais, clubes e promotores.

A plataforma de streaming tem apostado muito em músicas com mixagens, já que atualmente cerca de 3 milhões de assinantes ouvem este estilo musical a cada mês.

Outra aposta para impulsionar o estilo musical foi a criação de uma categoria específica de músicas remixadas na interface da plataforma, permitindo que usuários busquem as músicas de forma mais prática.

O novo recurso deve aumentar a procura por djs na plataforma, como a produtora da Bélgica, Charlotte de Witt, que acabou de lançar mixes:

“Apple Music é a primeira plataforma que oferece mixagens onde há uma taxa justa para os artistas e para quem faz essas mixagens”.

Vale lembrar a Apple comprou o Shazam em 2018 por $400 milhões em 2018 e em 2020, ultrapassou 200 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo.

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APPLE ADQUIRE SERVIÇO DE STREAMING DE MÚSICA CLÁSSICA

Com aquisição do Primephonic, Apple Music lançará novo app com raridades da música clássica que não são encontradas nos serviços de streaming mais populares.

Nesta segunda-feira (30) a Apple anunciou a compra do Primephonic, um serviço de streaming de música clássica da Holanda.

Conforme o Music Business Worldwide, a Apple pretende lançar um novo aplicativo, que será chamado de Apple Music Classical , voltado apenas para o streaming de música clássica com a tecnologia e recursos exclusivos do  Primephonic.

O novo app vai chegar ao mercado de streaming como uma grande ajuda aos ouvintes do gênero musical, que atualmente possuem grande dificuldade em encontrar versões específicas de músicas que não estão disponíveis nas plataformas mais populares.

Os assinantes do Primephonic ganharão seis meses de assinatura gratuita da Apple Music, e acesso a centenas de álbuns clássicos.

“Como uma startup apenas de música clássica, não podemos alcançar a maioria dos ouvintes  globais, especialmente aqueles que ouvem outros gêneros musicais também. Portanto, concluímos que, para cumprir nossa missão, precisamos fazer parceria com um serviço de streaming líder que englobe todos os gêneros e também compartilhe nosso amor pela música clássica. Hoje, estamos, portanto, entusiasmados em compartilhar um grande passo em frente em nossa missão – a Primephonic está se juntando à Apple Music!”, anunciou a plataforma em um comunicado.

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Amazon e Apple oferecem streaming em alta qualidade sem custos extras ao usuário

Matéria de O Globo

Com concorrência acirrada, Amazon e a Apple anunciaram que passarão a oferecer streaming de áudio com qualidade alta sem aumentar preço de assinaturas.

Os serviços de streaming da Apple a Amazon anunciaram que seus assinantes poderão ouvir música com qualidade superior e sem custos adicionais. Na corrida pela retenção e usuários, a Amazon confirmou que seus usuários do Amazon Music Unlimited ganharão o acesso ao áudio em formato de qualidade superior, o chamado Lossless, e continuarão com sua assinatura de US$9,99.

Conforme O Globo, em seguida a Apple Music fez o comunicado aos seus usuários para confirmar que também vai oferecer transmissão de música com qualidade Lossless.

O formato de áudio Lossless permite que o áudio seja transmitido sem a necessidade de comprimir, mantendo sua qualidade superior e preservando todos os detalhes do arquivo de áudio original.

Vale notar que o Tidal, o serviço de streaming do rapper americano Jay-Z, foi um dos primeiros a adotar a tecnologia e a usá-la como um diferencial para conquistar usuários mais exigentes, com uma assinatura de US$19,99 por mês.

 

Foto: Divulgação

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APPLE MUSIC PAGA O DOBRO DO SPOTIFY POR MÚSICA TOCADA

Matéria de Pitchfork

Em carta aberta enviada à artistas e gravadoras, a Apple Music anunciou pagar US$0,01 por cada execução de música na plataforma. Serviço de streaming afirmou ser contra prática de impulsionar músicas para aparecerem em playlists curadas mediante a uma taxa de royalties mais baixa.

Na sexta-feira (16) a Apple Music, o serviço de streaming da Apple, enviou uma carta aberta a artistas e gravadoras para falar que está trabalhando para remunerar de forma mais igualitária e justa os titulares de direitos, e anunciou que paga em média US$0,01 para cada execução de música na plataforma.

“[O] valor varia de acordo com o plano de assinatura e país, mas foi em média US$0,01 para planos individuais pagos da Apple Music em 2020. Isso inclui royalties de gravadora e editora”, anunciou o serviço de streaming na carta.

Segundo a Pitchfork.com, a carta parece alfinetar o concorrente Spotify, que recentemente anunciou pagar apenas um terço e metade de um centavo de dólar para cada execução.

Além da notícia, a Apple Music firmou um compromisso de pagar às gravadoras independentes a mesma taxa que as majors (as grandes gravadoras), e ainda se posicionou ser contra a iniciativa de impulsionar músicas para aparecerem em playlists que são criadas por curadores profissionais, como é feito na opção ‘Modo de Descoberta do Spotify’, onde artistas escolhem impulsionar suas músicas em playlists em troca de uma remuneração mais baixa.

“A equipe de formadores de opinião globais da Apple Music é curadora de 30.000 playlists editoriais. Esses formadores de opinião selecionam a música com base no mérito e não pedimos a ninguém que aceite uma taxa de royalties mais baixa em troca de apresentação. O mesmo se aplica às listas de reprodução personalizadas e recomendações algorítmicas da Apple Music”, disse a Apple.

Vale lembrar que empresas de streaming como a Apple Music e o Spotify não pagam os artistas diretamente e, em vez disso, pagam às gravadoras, distribuidoras e demais organizações de direitos autorais, como ASCAP e BMI (nos Estados Unidos), que então pagam aos artistas e titulares.

 

Foto: Chesnot/Getty Images

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Após denúncia, Spotify, Apple Music e YouTube removem músicas que reproduziam discurso de ódio

Matéria de B9

Uma denúncia da BBC alertou que vários grupos, que reproduziam letras racistas, nazistas e homofóbicas, estavam camuflando nomes de músicas para não serem pegos pelo algoritmo das plataformas de streaming.

Após uma denúncia da BBC, Spotify, Apple Music, Deezer e Youtube resolveram remover dos seus catálogos, músicas e bandas que reproduziam discurso de ódio.

Segundo o B9, a BBC identificou pelo menos 30 bandas nas plataformas de streaming que reproduziam músicas com letras homofóbicas e racistas. Haviam até playlists de gênero ligadas ao nazismo.

É difícil quantificar a escala do problema. No entanto, a investigação da BBC encontrou facilmente pelo menos 20 canções com este tipo de conteúdo. Não foram revelados os nomes das bandas para não ajudar as pessoas a procurarem esse conteúdo odioso.

O que a BBC identificou:

– Músicas que glorificam as “nações arianas” (a filosofia racial nazista ensinava que os arianos eram a raça dominante);

– Bandas usando repetidamente estereótipos e linguagem anti-semitas, até celebrando o Holocausto;

– Playlists com curadoria pública no Spotify sob o título NSBM (National Socialist Black Metal), um gênero ligado ao nazismo;

– Mais de 30 grupos associados a organizações classificadas como grupos de ódio por grupos de direitos civis;

Para conseguir inserir esse tipo de músicas nas plataformas de streaming, muitas vezes os nomes dessas faixas eram alterados. Assim os algoritmos não conseguiam identificar esse conteúdo com discurso de ódio.

Em um mundo onde há 50 milhões de faixas no catálogo do Spotify, sendo que milhões destas não são ouvidas, as portas para este tipo de prática ficam abertas.

Rapidamente as plataformas começaram a se posicionar. Todas alegaram que não pactuam com esta prática de ódio, que vão contra suas diretrizes.

 

Foto: Reprodução

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APPLE MUSIC DISPONIBILIZA PLANO DE ASSINATURAS DESTINADO À EMPRESAS

Apple Music for Business permite à empresas adquirir licença para a reprodução de músicas do serviço de streaming em estabelecimentos.

A Apple lançou nesta semana, um novo plano de assinaturas que permite à empresas adquirir licença para a reprodução de músicas do serviço de streaming em estabelecimentos.

De acordo com o Macmagazine.com, com os apps para iPhone e iPad, o comerciante terá Apple Music for Business, uma plataforma diferente do Apple Music.

A novidade foi criada em parceria com a PlayNetwork – uma empresa americana que permite às marcas o engajamento do consumidor através de música e tecnologia -, e estava em fase de testes até agora.

Além do acesso às músicas, com o Apple Music for Business, empresas podem ainda reproduzir  playlists personalizadas de acordo com o tipo de ambiente da loja. A Apple também pagará uma taxa de referência para a divulgação do serviço nesses locais.

O portal notou que o uso de contas pessoais de serviços de streaming para reproduzir músicas em ambientes comerciais é ilegal.

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Qual o melhor? Apple Music for Artists vs. Spotify for Artists

Matéria de hypebot

A Apple Music for Artists chegou para concorrer com a plataforma do Spotify, Spotify for Artists. Mas será que consegue atender as expectativas? Veja uma comparação entre as duas plataformas que dão aos artistas dados valiosos sobre seus ouvintes.

No início do mês, saiu da versão beta a Apple Music For Artists, a plataforma de gerenciamento da Apple Music voltada para artistas. A Apple Music for Artists chegou para concorrer com a plataforma de seu rival Spotify, Spotify for Artists.

As duas plataformas oferecem aos artistas, acesso a dados estatísticos sobre os ouvintes (idade, sexo, localização), possibilitando um maior controle sobre o desempenho de seu trabalho.

O portal Hypebot, convidou o veterano no mercado Jay Gilbert, co-fundador da Label Logic, para fazer uma comparação entre as duas plataformas. A seguir, os principais pontos detalhados por Gilbert:

– Tanto o Spotify For Artists, quanto o Apple Music For Artists podem ser gerenciados pelos próprios artistas e suas equipes, não apenas pelos selos.

– Apenas selos e seus associados podem ter acesso ao Spotify Analytics.

– Enquanto o Spotify For Artists possui métricas “mais individuais”, o Apple Music For Artists tem o maior flexibilidade para gerar relatórios e comparações por usuários.

– O Spotify For Artists suporta maior personalização da página do artista.

– O Spotify envia notificações regulares sobre as listas de reprodução e audiência.

Para conferir a comparação de todos os recursos das plataformas CLIQUE AQUI.

 

Corra lá para o nosso Instagram @mct.mus e comente em nosso post qual a sua plataforma de gestão de audiência preferida. 

Foto: Hypebot

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Apple Music oficialmente atinge 50 milhões de assinantes

Com 50 milhões de assinantes, Apple Music anuncia grande parceria com a American Airlines.

O Financial Times divulgou nesta semana o relatório financeiro da Apple, onde confirmou que seu serviço de streaming de músicas, Apple Music, chegou aos 50 milhões de assinantes.

Segundo o portal sobre finanças, o movimento das festas de fim de ano contribuiu para que a empresa chegasse ao número.

Segundo o Digital Music News, além de ser lançado em tablets Android, o Apple Music também anunciou uma grande parceria com a American Airlines. A partir de sexta-feira, os assinantes da Apple Music podem acessar sua biblioteca em vôos domésticos da companhia aérea com o Wi-Fi, via satélite da Viasat.

Outra novidade anunciada são as parcerias com a Amazon e a Verizon Wireless.

Falando sobre os resultados financeiros da Apple, sua receita do último trimestre ficou em US$84,3 bilhões, um declínio de 5% ano a ano.

Ressaltando o enfraquecimento das vendas do smartphone, a receita do iPhone caiu 15%. Enquanto isso, a receita de todos os outros produtos e serviços cresceu 19%.

A receita de serviços – Apple Music, iTunes, iCloud, etc. – atingiu o recorde histórico de US$10,9 bilhões, um aumento de 9% ano a ano.

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Autoridades da Europa autorizam compra do Shazam pela Apple

Matéria de Canaltech

Em breve a aquisição do Shazam pela Apple será concluída, as autoridades regulatórias da União Europeia autorizaram a transição que pode chegar a US$400 milhões.

A maior preocupação da União Europeia com relação à venda do serviço identificador de músicas Shazam para a Apple seria a criação de um monopólio que poderia prejudicar a concorrência, afinal há em jogo uma grande quantidade de dados e volume de usuários envolvidos.

De acordo com o portal Canaltech, o início da revisão do negócio começou em fevereiro e logo em abril se transformou em uma investigação formal que poderia barrar a aquisição.

“A união dos serviços não reduz a competitividade do mercado de streaming, apesar do gigantesco volume de dados e informações possuídas pelas duas companhias”, informou Margrethe Vestager, diretora da autoridade regulatória da União Européia.

Para a União Europeia, o Shazam é um serviço que pode complementar ainda mais o Apple Music e não há competição entre os serviços. Outro ponto importante é que a Apple não terá acesso a informações pessoais de usuários de serviços concorrentes e em métricas para ganhar vantagens competitivas.

Todavia, há a consideração de que o Shazam seja encerrado e pode ser incorporado ao Apple Music: “Nesse caso, as autoridades consideraram que os usuários de plataformas rivais até poderiam ser prejudicados, mas ponderou que existem outras alternativas no segmento de reconhecimento musical e que, também, o serviço de identificação dificilmente serve como uma porta de entrada para plataformas de streaming”, informou o Canaltech.

Por enquanto, nenhum dos serviços se pronunciou sobre a grande notícia, mas já sabemos que muitas novidades estão por vir, melhorando a experiência na Apple Music.

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Tim Cook critica indiretamente o Spotify por não tratar a música como arte

Matéria de Tudocelular.com

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato”. Em entrevista à revista de negócios Fast Company, o CEO da Apple Tim Cook afirmou que a concorrência está desumanizando a música.

O CEO da Apple, Tim Cook mandou uma indireta para a concorrente Spotify. Ele disse estar preocupado pela indústria sugar a alma da música, sua empresa não está nessa área por dinheiro e procura sempre “humanizar” a sua plataforma musical.

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato. Não consigo me exercitar sem música. Ela me inspira, motiva. E à noite também ajuda a me acalmar. Acho que é melhor do que qualquer remédio.”, afirmou o CEO.

O Spotify está na liderança do território norte-americano com 160 milhões de assinantes – do total, 70 milhões são pagantes, além de possuir opções gratuitas, mas com limitações. Entretanto a Apple Music possui 45 milhões de usuários pagos em todo o mundo e oferece três meses gratuitos.

De acordo com o site “Tudo Celular”, a “Maçã” pretende lançar um player para web como novidade para concorrer com o Spotify.

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