Eles estão de olho! A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês), em operação conjunta com o Pró-Música e demais órgãos do governo anunciou que fechou vários sites que ofereciam serviços de manipulação de execuções em serviços de streaming.

Nesta semana, a Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês) anunciou que fechou 14 sites que ofereciam serviços de execuções falsas (Fake Stream) no Brasil.

De acordo com o Music Business Worldwide, a ação foi realizada em outubro do ano passado, em parceria com a Associação Brasileira de Proteção aos Direitos Intelectuais Fonográficos (APDIF), a Pro-Música Brasil e a Cyber ​​Gaeco, unidade de crimes cibernéticos do Ministério Público de São Paulo.

Todos os sites que foram fechados usavam inteligência artificial para gerar execuções artificiais, e assim, alavancar o número de plays em serviços de streaming de música.

Em agosto de 2020, cinco sites de ‘execuções falsas’ também foram removidos em uma operação semelhante na Alemanha.

Ao todo, já foram mais de 65 serviços de manipulação de streaming removidos no Brasil, entre eles 10 sites fechados e 20 sites que deixaram de oferecer o serviço. Nesta operação também foram removidas 35 propagandas no Mercado Livre que ofereciam este tipo de serviço ilegal.

Para Frances Moore, a CEO da IFPI “A manipulação de streaming não tem lugar na música”. O diretor do Pró- Música, Paulo Rosa, também se posicionou sobre o caso e disse que está “trabalhando com nossos parceiros da indústria para lidar com outros sites importantes que oferecem serviços de manipulação de streaming”.

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