Luan Santana usa um chatbot do Facebook Messenger para lançar single –

Matéria de IDG Now!

Parceria do cantor com o Chatclub e o Superplayer resulta no primeiro lançamento musical da plataforma no mundo e é um bom exemplo dos diversos uso da tecnologia para o marketing digital

Conheça o Chatbot, novo programa de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoas. Eles vieram pra ficar, “Quando pensamos no bot pensamos logo nos serviços de atendimento ao cliente. Mas os bots também já pedem pizza, acham um encanador, sugeriemr playlists customizadas… e agora também lançam produtos.”

O cantor  Luan Santana lançou uma música para os fãs usando o Chatbot que “foi construído com a plataforma ChatClub, da Movile. […] Também participaram da ação a gravadora Som Livre, a agência digital Kontente e o próprio Facebook.”

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André Midani: 'Vivemos um momento terrível das letras de música no Brasil' |

Um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica nacional, André Midani diz que a música brasileira anda precisando da sensibilidade femin…

André Midani, conhecido como um dos nomes mais importantes da indústria fonográfica nacional, foi entrevistado nesta segunda-feira (31/10) .

Para ele, “a música brasileira anda precisando da sensibilidade feminina […] ” São pouquíssimas (mulheres) compondo. Vocês são 50% da população, do voto, dos palcos, e não são nem 10% fazendo letras. Precisamos dessa sensibilidade. Cadê aquelas mulheres que protestam de peito de fora?.” “[…] Vivemos um momento terrível das letras de música no Brasil, que não ensinam nada, não surpreendem em nada. Até a Mallu Magalhães, uma grande promessa, foi abafada pelo machismo involuntário de Marcelo Camelo”.

 

 

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Amazon is cutting its music prices to the bone, and reviving the era of 'loss leader' music

Matéria de CNBC

Amazon is offering deep discounts on music to some of its customers, which raises questions about how other companies will respond.

Por ser mais barato o novo serviço de streaming da Amazon pode causar uma guerra de preços entre os concorrentes. Isso pode não ser bom para o mercado.

“Enquanto o preço para o serviço de música independente é US $10 por mês, em conformidade com todos os outros serviços, existem duas outras ofertas definidas. Para assinantes “Prime”, o preço é um adicional de US $8 por mês, além de taxas anuais existentes, e para usuários que possuem um Echo da Amazon, o preço cai ainda mais, para US $4 por mês. É verdade: música está de volta como um líder de perda.”

Assim como aconteceu com os CD’s, se uma nova tecnologia surgir, haverá uma guerra de preços, como houve anteriormente quando o Ipod entrou no mercado. Para a crítica, devido ao desinteresse do público, preços mais baixos, não bastarão para tornar o serviço atrativo.

 

 

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Bob Dylan Accepts His Nobel Prize for Literature

Matéria de Billboard

Bob Dylan has accepted the 2016 Nobel Prize for literature, the Swedish Academy said, adding that getting the prestigious award left him "speechless."

Bob Dylan aceitou o 2016 Prêmio Nobel de Literatura e acrescentou: “As notícias sobre o prêmio Nobel me deixaram sem palavras.[…] Agradeço a honra em tanto.”

O cantor-compositor de 75 anos de idade, recebeu o prêmio em 13 de outubro “por ter criado novas expressões poéticas dentro da tradição da grande canção americana”. Dylan no primeiro momento ficou em silêncio após o anúncio do prêmio. Ainda não foi decidido se Dylan vai participar dos eventos do Nobel, em Estocolmo, em dezembro.

 

 

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Jovens faturam R$ 315 mil com trilha sonora para lojas e lista no Spotify

Matéria de UOL Economia

O relações-públicas Rafael Achutti, 32, e a jornalista e DJ, Juli Baldi, 27, sempre quiseram abrir uma empresa juntos, de preferência ligada à música, paix…

Conheça o “Bananas Music Branding”, empresa especializada em trilha sonora especializada e playlists no Spotify para bares, lojas e shoppings. A empresa foi criada em porto Alegre (RS), pelo relações-públicas Rafael Achutti e a jornalista e DJ, Juli Baldi.

A dupla percebeu que nos bares de seus amigos, apesar da preocupação com o atendimento, qualidade e variedade no cardápio, faltava o cuidado com o som ambiente. A partir disso, perceberam a oportunidade de negócio e investiram na área. Começaram a fazer o serviço para os amigos que logo começaram a indicar novos clientes. Com o investimento inicial de R$6.000, faturaram em 2015 R$ 315 mil e esperam chegar a R$ 550 mil neste ano.

Para quem deseja contratar o serviço, “o preço para criar uma trilha sonora para uma loja fica entre R$ 69,90 e R$ 380, dependo do número de unidades. No caso do Spotify, o serviço custa de R$ 2.500 a R$ 20 mil, dependendo do perfil do cliente, tempo de campanha no ar, número de playlists criadas ou frequência de atualização. “Também é cobrado um valor inicial para pesquisa e criação da identidade musical da marca, em ambos os casos”.

 

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Música digital representa 70% da receita de gravadoras no Brasil – Música

Matéria de Canaltech

No primeiro semestre de 2016, o faturamento do setor cresceu 10% na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 250 milhões embalado principalmente por serviços de streaming.

“Conforme o levantamento da Pró-Música Brasil, referente ao primeiro semestre de 2016, o faturamento do setor cresceu 10% na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a R$ 250 milhões.

Atualmente, a proporção deste faturamento é de 70% para o meio digital e 30% nas vendas por mídia física. No ano passado, a proporção era de 61% para o digital e 39% para as vendas físicas (CDs, DVDs e vinis).

Apesar do segmento digital ser focado em serviços como Spotify e Deezer, outras fonte de reprodução digital de música também são levadas em conta, como o YouTube e sites de vendas de música por download.

Entretanto, conforme aponta a Pró-Música Brasil, o principal responsável pelo crescimento na receita é mesmo o streaming: o faturamento destes serviços cresceu 16% em relação ao mesmo período – de janeiro a junho – em 2015, com novas assinaturas atingindo um pico de crescimento em 121%. Para comparação, os serviços de venda de arquivos digitais de música, como iTunes, caíram tiveram um revés de 34%.”

 

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YouTube's FameBit Purchase Could Mean Big Bucks For Musicians

Matéria de Forbes

Now that Google owns FameBit, what does that mean for the musicians supplying YouTube with their content?

“No início deste mês, o Google anunciou que tinha comprado a startup FameBit, criada para conectar marcas e aqueles que criam conteúdo de vídeo. Grande parte da conversa em torno deste acordo centrou-se em desde vloggers, comediantes a criadores de tutoriais de maquiagem, mas esta nova compra por uma das maiores empresas do mundo também é uma ótima notícia para os milhões de músicos que ajudaram a tornar o YouTube a história de sucesso que ele é.”

[…] Músicos têm-se queixado por um longo tempo sobre os pagamentos que recebem do YouTube, que variam muito, mas são baixos. O argumento é que o YouTube faz um pedaço de sua receita de pessoas assistindo vídeos de música e afins, e sem esse conteúdo, a empresa estaria em apuros. Então, se o YouTube necessita do conteúdo musical, deve pagar mais.

“As coisas não são assim tão simples, como tem havido perguntas sobre rentabilidade do YouTube por anos, se ele não pode oferecer mais dinheiro, vai ter de fazer mais para apaziguar os criadores musicais de todos os tamanhos, e a compra de FameBit poderia (e deveria) ser apenas o primeiro passo para por todos na plataforma mais felizes.”

“Hoje em dia, com as vendas de música gravadas diminuindo rapidamente a cada ano, parcerias de marca estão se tornando a maneira que muitos ganham a vida. Músicos querem o dinheiro que vem com o trabalho com as empresas, e muitos estão dispostos a fazer quase tudo para receber esse salário. Ao mesmo tempo, cada marca sabe que música é uma das melhores avenidas através do qual se conectar a clientes avaliados e potenciais consumidores, e as empresas de todos os setores e de todos os tamanhos estão aumentando seus orçamentos para relacionados a música passar.”

“[…] Os termos financeiros do acordo entre o Google e FameBit não foram divulgados[…] Com sorte, este é apenas o primeiro passo de muitos que o Google fará para oferecer todos os tipos de novas ferramentas, plataformas, dados, e assim por diante para músicos que procuram ganhar mais dinheiro com o seu conteúdo, que tem provado ser extremamente valioso ao longo do tempo.”

 

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Apple Music And Tidal Exclusives Are Bad For Artists, Says Spotify

Matéria de Stoney Roads

Spotify is going in!

Por P.A

Além da declaração, o Chief Content Officer do Spotify, Stefan Blom acrescentou no Wall StreLet Journal’s WSJ.D Live conference “artistas estão começando a se afastar de conteúdo exclusivos” e reiterou que o Spotify nunca ter feito.

“O porta-voz do Spotify também mirou o modelo de assinatura paga apenas defendendo o modelo de negócio anúncio-suportado do Spotify.”[…]”Carter foi contratado em junho para trabalhar com artistas e gravadoras. Carter tem trabalhado com grandes artistas, mais visivelmente, Lady Gaga, mas também gosta de Will Smith, John Legend e Meghan Trainor.”

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Supremo declara constitucional a lei dos direitos autorais

Matéria de O Globo

Para a maioria dos ministros, a lei não representa interferência indevida do poder público

Por P.A

“Por oito votos a um, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou constitucional a Lei 12.853, de 2013, que ampliou o papel do governo na arrecadação de direitos autorais. […]. O julgamento começou em abril, mas tinha sido interrompido por pedido de vista do ministro Marco Aurélio Mello. Nesta quinta-feira, o assunto retornou ao plenário, com a conclusão dos debates.”

“A lei deu ao Ministério da Cultura (MinC) a atribuição de supervisionar e regular as atividades do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) – criado em 1973 para cuidar da gestão coletiva de direitos autorais no Brasil.

“[…] A lei surgiu em decorrência da CPI do Ecad, aberta em 2011 depois de denúncias sobre fraudes nos repasses de direitos autorais no Brasil.” “[…] Pedro Paulo Salles Cristofaro, defensor do Ecad, destacou que, além de violar a liberdade dos artistas de se associarem e decidirem a melhor forma de aproveitar economicamente a execução pública de suas obras, a lei também fere a privacidade, permitindo saber até mesmo quanto ganham.”

“Segundo o advogado, a lei determina que casas de espetáculos e emissoras de rádio e televisão, entre outros, devem divulgar a relação completa das músicas que executam e os valores que pagam. Além disso, afirmou Cristofaro, o Minc passa a ter acesso “contínuo e integral” ao cadastro de todos os contratos e documentos dos artistas. Para o advogado do Ecad, a lei atual ofende a Constituição por não respeitar o sigilo das informações dos artistas.”

“A advogada-geral da União, Grace Maria Fernandes, argumentou que os direitos autorais não representam apenas direitos individuais, mas também o interesse público. Ela rebateu o argumento do Ecad de que a fiscalização do Estado seria uma forma de inibir a criação artística.”

“O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, também defendeu a validade da lei. Ele lembrou que, antes da norma, foram denunciadas fraudes em cadastros do Ecad e no sistema de arrecadação das taxas referentes aos direitos autorais. Ainda segundo o procurador-geral, a lei brasileira obedece a requisitos de acordos internacionais e aos parâmetros de legislações estrangeiras.”

 

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RIP Vine: Twitter Announces Retirement of the Looping Video App

Matéria de Billboard

Twitter announced on Thursday it is retiring Vine, the once-trendy app that allows users to share quick, meme-ready looping videos.

Por P.A

O Twitter anunciou nesta quinta-feira que está aposentando o aplicativo Vine. O processo será gradual, antes de serem notificados, os usuários ainda poderão fazer downloads de seus video por alguns meses.

O Vine foi lançado em 2013, poucos meses depois foi adquirido pelo Twitter. Ele atraiu os usuários ansiosos para compartilhar mensagens e videos de seis segundos e tornou-se uma ferramenta promocional popular entre os músicos aspirantes.

Depois de um lançamento forte, o Facebook tomou o vento das velas do Vine em junho de 2013, depois que foi adicionado uma funcionalidade do vídeo para seu popular app Instagram. Ao contrário do Vine, com o limite de seis segundos, o Instagram deu usuários 15 segundos para trabalhar.

[…]  “Obrigado. Obrigado,”disse a empresa. “Para todos os criadores lá fora..–Obrigado por ter tomado uma chance neste app naquela época. Para muitos membros da equipe ao longo dos anos que fez isso que era..–Obrigado por suas contribuições. E claro, obrigado a todos aqueles que vieram para assistir e rir todos os dias.”

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