Para conquistar novos fãs, Madonna aposta no mercado latino

Matéria de EL PAÍS

Seguindo tendência de crescimento do mercado latino, Madonna realiza parceria com Maluma e Anitta para conquistar novos públicos.

Nesta quarta-feira, Madonna lançou o primeiro single de seu novo álbum, Madame X. Em parceria com o artista colombiano Maluma, Medellín é uma aposta para conquistar o mercado latino que cresceu 16,8%, em 2018.

Madonna é uma artista que sempre se reinventa e busca estar atualizada com o que é tendência no mercado da música. Nos últimos anos, tem realizado parcerias com artistas como Justin Timberlake (em 4 Minutes) e Nicki Minaj (em Give Me All Your Luvin’ e Bitch I’m Madonna).

Desta vez, a maior artista pop do mundo quer conquistar novos fãs apostando no mercado latino de música que em 2018 foi líder em expansão, graças aos serviços de streaming, de acordo com o último relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês).

Para chegar ao novo público das redes sociais, Madonna escolheu Maluma. Afinal, o colombiano possui 40,7 milhões de seguidores no Instagram. Além do artista, está confirmado que a cantora brasileira Anitta está marcando presença no álbum com um funk. De acordo com o El País, sua contagem no Instagram é de 37 milhões de seguidores.

Madame X será o 14º disco de estúdio da carreira de Madonna e será lançado em junho deste ano.

 

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Universal Music fatura 10M por dia com streaming no início de 2019

Com o streaming representando 61% das receitas totais de música, a maior gravadora da indústria fonográfica arrecadou US$1,7 bilhão, só no primeiro trimestre deste ano. A Cantora pop Ariana Grande, a premiada trilha do filme A Star is Born e a cantora Billie Eilish (foto) foram destaques nas vendas.

A Universal Music publicou seus resultados financeiros para o primeiro trimestre de 2019. Com crescimento de 18.8%, sua receita total chegou a marca de US$1,7 bilhão.

A música gravada movimentou €1,808 bilhão (US$1,37 bilhão) para a Universal Music nos três primeiros meses de 2019 – um aumento de 19,2% ano a ano, em moeda constante.

Cerca de €737 milhões (US$837 milhões) desse dinheiro foram gerados através dos serviços de streaming, ou seja, os selos da gravadora acumulam cerca de US$9,3 milhões por dia em plataformas como Spotify, Apple Music, Amazon Music e YouTube. Assim, o streaming representou 61% das receitas totais de música da gravadora no trimestre.

As vendas físicas da Universal Music também apresentaram um crescimento de 20,8% no primeiro trimestre, chegando a €193 mi (US$219 mi).

Os artistas mais rentáveis para a gravadora neste trimestre foram a cantora pop Ariana Grande, a trilha sonora do filme de Bradley Cooper e Lady Gaga, A Star Is Born, a banda de rock japonês Back Number, a banda Queen e a cantora Billie Eilish (foto).

Com relação a Universal Music Publishing Group, editora de música, entregou €225 milhões (US$256 milhões) no trimestre, um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior.

Todas as receitas da Universal Music significaram 43,4% das vendas totais do conglomerado francês Vivendi, que chegou a marca de €3,459 bilhões no primeiro trimestre.

Vale lembrar que a Vivendi está a procura de um comprador de até 50% da Universal Music. De acordo com o portal Music Business Worldwide, nomes como Alibaba, Tencent, Disney, Verizon, Apple, Google e Amazon podem ser possíveis candidatos.

 

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Foto: a cantora Billie Eilish – MBW

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Após notícia de um novo serviço de streaming de músicas gratuito da Amazon, ações do Spotify caem

As ações do Spotify caíram após a notícia da chegada de um novo serviço gratuito da Amazon.

Após reportagem afirmar que a Amazon lançará um serviço de streaming gratuito, com anúncios, as ações do Spotify chegaram a recuar mais de 4% nesta segunda-feira.

De acordo com a Época Negócios, o anúncio de um serviço de streaming gratuito deve intensificar a concorrência para o Spotify, atual líder do setor.

A Billboard publicou hoje (15/04), uma notícia afirmando que o serviço de streaming da Amazon será lançado ainda nesta semana e comercializado através de seu alto-falante, Echo, que possui comando de voz.

Atualmente a gigante do e-commerce oferece o Prime Music como parte do Amazon Prime, serviço de assinaturas de US$119 por ano.  Há ainda o Amazon Music Unlimited por US$9,99 ao mês. Membros Prime tem taxa reduzida de US$7,99 por mês.

 

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CEO do Spotify afirma que mais de 30.000 artistas no mundo vivem hoje do Spotify

Na participação de um podcast, o CEO do Spotify, Daniel Ek, afirmou que atualmente há mais artistas conseguindo viver de música, através de seu serviço, do que em comparação a era do CD.

Recentemente, o CEO do Spotify participou de um podcast para falar sobre seu serviço de streaming e como tem impactado o mercado da música. Ele afirmou que atualmente há mais artistas conseguindo viver de música através de seu serviço do que em comparação a era do CD.

De acordo com o Digital Music News, as estimativas de Ek concluem que o número de artistas vivendo dos serviços de streaming podem chegar a 30 mil, somente na plataforma:

“Em 2000, 2001, no pico da indústria da música, o pico do CD… havia cerca de 20 a talvez 30.000 artistas que poderiam viver sendo artistas de música gravada. […]  Eu não sei qual é o número agora, mas é muito maior. Mesmo no Spotify, é muito maior que isso”, afirmou o CEO do Spotify.

“Acreditamos que podemos desenvolver melhores ferramentas e tecnologias para permitir que a indústria seja mais eficiente e, assim, criar mais e melhores soluções para eles e para os artistas”, disse Ek.

O CEO do Spotify também explicou como o streaming oferece um futuro sustentável para os artistas e como a indústria da música está mais justa e igualitária. Ele esclareceu que antes do streaming de música, os preços de Cd’s eram altos, o que dificultava a compra de álbuns de artistas desconhecidos. Agora, a assinatura mensal proporciona a descoberta de novos artistas:

“Então, no mundo com streaming, o que é realmente interessante é que o custo alternativo para você ouvir algo novo é praticamente zero. É só a sua hora.”, explicou EK. “Por causa disso, você ouve muito mais música do que antes e ouve uma diversidade maior de artistas do que antes, o que, por sua vez, aumenta a indústria da música”, continuou.

Segundo o Digital Music News, pelo terceiro ano consecutivo, o Napster foi classificado como o “rei” dos pagamentos de streaming de música. Em média, o serviço paga US$0,019 por fluxo. Para atingir o valor do salário mínimo nos EUA, um artista independente precisaria de 77.474 execuções no total.

O TIDAL está em segundo lugar, pagando um valor de 0,01284 dólares por stream, seguido pela Apple Music, Google Play Music e na sequência, a Deezer.

O Spotify, infelizmente, possui uma das piores taxas por stream. O gigante da música paga US$0,00437 por peça, um pouco à frente da Amazon e muito à frente do YouTube. Os artistas precisariam de aproximadamente 336.842 streams para ganhar $1.472 na plataforma.

“Não acredito que a indústria da música tenha que ser interrompida … tem que evoluir”, afirmou Ek sobre o futuro de seu serviço de streaming de música.

 

 

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Foto: Rasmus Andersson (CC by 2.0).

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#CancelSpotify – será que o Spotify vai ouvir o apelo dos compositores no twitter?

Matéria de hypebot

#CancelSpotify – compositores fazem apelo no twitter para incentivar o Spotify a desistir de seu recurso contra o aumento do valor de royalties pagos a compositores em plataformas de streaming.

Tem aumentado o número de mensagens no Twitter com a #CancelSpotify – hashtag criada para incentivar o Spotify a desistir de seu recurso contra o aumento do valor de royalties pagos a compositores em plataformas de streaming.

A decisão do aumento de 44% nos valores de royalties pagos a compositores e editores em serviços de streaming foi tomada há dois meses, pelo Copyright Royalty Board (CRB). Em seguida, serviços de streaming como Spotify, Pandora e Amazon entraram com um recurso contra a decisão.  A notícia causou grande repercussão, ainda mais porque a Apple Music preferiu não entrar na causa.

“Sem músicas, essas empresas de tecnologia não têm nada para transmitir/vender. Vergonhoso.”, disse Justin Tranter, autor de canções de nomes como Ariana Grande, Fall Out Boy, Justin Bieber, 5 Seconds of Summer e Gwen Stefani.

Segundo Digital Music News, Dina LaPolt, advogada de entretenimento e defensora dos direitos dos artistas em Los Angeles, Califórnia chegou a ser mais direta: “Você deveriam ter vergonha de si mesmos.”

Nesta semana, um movimento no Twitter mostrou que o recurso contra a decisão do CRB continua não agradando os compositores. A hashtag #CancelSpotify foi usada por vários usuários na rede social para pedir ao Spotify a desistência do recurso.

@MannyDMedina: ” Oficialmente cancelei minha assinatura no @Spotify por causa de seu tratamento repugnante aos compositores e adicionei @AppleMusic #cancelspotify”, escreveu um perfil no Twitter.

Vale lembrar que grandes compositores como Ali Tamposi, Babyface e Nile Rodgers assinaram uma carta aberta ao CEO do Spotify, Daniel EK, para que o recurso seja desfeito:

“Agora, podemos ver a verdadeira razão para o alcance do seu compositor. Você nos usou e tentou nos dividir, mas estamos juntos”, afirmou os autores em trecho da carta.

Será que o serviço de streaming irá ouvir os compositores? Vamos acompanhar a decisão do CRB.

 

Foto: twitter/hypebot

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Engenheiro de som terá que pagar US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de Prince

Matéria de Variety

Um juiz de Minnesota ordenou a um engenheiro de som o pagamento de quase US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de músicas de Prince.

Um juiz de Minnesota ordenou a um engenheiro de som o pagamento de quase US$4 milhões por lançar um EP não autorizado de músicas de Prince. O engenheiro de som George Ian Boxill, lançou em abril o EP “Deliverance” nos serviços de streaming.  De acordo com Boxill, o álbum é formado por músicas que foram criadas e produzidas por ele e o cantor durante o tempo em que trabalharam juntos, de 2004 a 2008.

Após o lançamento, imediatamente os representantes legais de Prince entraram com uma ação contra Boxill, alegando violação de contrato pela obra que não foi autorizada por Prince. Após uma audiência, todo o material foi removido das plataformas.

Uma nova audiência realizada na segunda-feira (08), pelo tribunal de Minnesota, mais uma vez favoreceu os representantes de Prince, determinando que Boxill pagasse US$3.960.000 por violação de contrato.

Segundo o portal Variety, os representantes de Prince também estão exigindo penalidades por  violação de direitos autorais, violação de marca registrada e uso indevido da imagem e aparência do superastro falecido.

Em 2017, a juíza Wilhelmina M. Wright, do tribunal distrital dos Estados Unidos, emitiu uma restrição temporária para bloquear os trabalhos de Boxill e exigiu a entrega de todo o material obtido através de seu trabalho com Prince.

Além do engenheiro também foram citados na ação seus parceiros de negócios Rogue Music Alliance, LLC, David Staley e Gabriel Solomon Wilson.

Boxill agitou as paradas e os fãs do cantor falecido em 2017, durante o pouco tempo em que o álbum ficou disponível. “Deliverance” conquistou a primeira posição na tabela de pedidos do iTunes e ficou em segundo lugar na parada de álbuns da Amazon.

 

Foto: REX/SHUTTERSTOCK

 

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PARTICIPE DA PESQUISA: Mulheres na Indústria da Música no Brasil: Obstáculos, Oportunidades e Perspectivas

Vamos participar e conseguir o máximo de respostas possível? Responda a pesquisa e contribua para esta iniciativa a favor de uma maior/melhor participação das mulheres no mercado da música brasileira.

Quem são as mulheres da indústria da música? Como elas enxergam suas carreiras e onde se veem daqui a 5 anos? O DATASIM, núcleo de pesquisa da SIM São Paulo, quer entender o perfil e as expectativas dessas profissionais, através da pesquisa “Mulheres na Indústria da Música no Brasil: Obstáculos, Oportunidades e Perspectivas”.

Este é o primeiro estudo sobre a participação feminina no mercado da música e é compatibilizado com a pesquisa Women In The U.S. Music Industry: Obstacles And Opportunities do Berklee College of Music e Women in Music (WIM).

Vamos participar e conseguir o máximo de respostas possível? Responda a pesquisa pelo link que está AQUI e contribua para esta iniciativa a favor de uma maior/melhor participação das mulheres no mercado da música brasileira.

 

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10 tendências que irão remodelar a indústria da música

O Streaming vai “engolir” o rádio? Busca por outro formato? Ajustes nos valores de assinatura? Veja dez tendências do Music Business a partir do “Global Music Report 2019” da IFPI.

O Music Industry Blog, de Mark Mulligan, trouxe uma análise revelando dez tendências do Music Business a partir do “Global Music Report 2019” – relatório sobre o mercado da música no ano passado, elaborado pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em ingles).

  1. O Streaming vai “engolir” o rádio: para Mullingan, o público mais jovem está deixando de ouvir rádio e migrando para o streaming: “Apenas 39% das pessoas de 16 a 19 anos ouvem rádio de música, enquanto 56% usam o YouTube para música”, informou o blog. Os podcasts também estão cada vez se tornando mais populares e são uma grande aposta entre as tendências.
  2. Ajustes nos valores de assinatura: Assim como a Netflix conseguiu ajustar os valores de seus planos de assinaturas conforme a inflação oferecendo conteúdos exclusivos, os serviços de streaming devem descobrir uma maneira que agrade os usuários e estabeleça um equilíbrio com a inflação.
  3. Pressão de catálogo: Mulligan contou que está havendo uma mudança nos valores de catálogo. Uma vez que “na era do streaming, as Spice Girls valem mais do que os Beatles“, uma nova abordagem de longo prazo é necessária para a avaliação de catálogos.
  4. Labels as a service (LAAS): Com a ajuda de serviços como Amuse, Splice, Instrumental e CDBaby, artistas estão se tornando cada vez mais independentes criando uma demanda de novos serviços. “Um próximo passo é um terceiro parceiro agregar uma seleção desses serviços em uma única plataforma (uma abertura para o Spotify?)”. O selos precisam estar à frente dessa tendência, comunicando melhor as habilidades técnicas com os recursos que eles trazem para a equação, por exemplo, pessoal dedicado, mentoring e suporte de artista e repertório (A+R).
  5. Interrupção da cadeia de valor: o LAAS é apenas uma das tendências de interrupção da cadeia de valor. Com várias partes tentando expandir suas funções, desde serviços de streaming assinando artistas até selos lançando serviços de streaming, “as coisas só vão ficar mais confusas, com praticamente todo mundo se tornando um inimigo do outro”, afirmou o blog.
  6. Música como agrupamento tecnológico: a música vai se tornar apenas uma parte das ofertas de conteúdo das grandes empresas de tecnologia, como Apple e Amazon, tendo que lutar por sua supremacia, especialmente no mundo ultra-competitivo da economia da atenção.
  7. Cultura global: A música latina está sendo impulsionada com a ajuda de serviços de streaming como o Youtube. O que pode parecer uma tendência global, pode ser na verdade o reflexo do tamanho de uma base de fãs regional. “A velha indústria da música de artistas que falavam inglês como superstars globais”, afirmou Mulligan. Por exemplo: a ascensão de rappers indígenas na Alemanha, França e Holanda ilustra que o streaming permite que movimentos culturais locais roubem o sucesso de artistas globais.
  8. Criatividade pós-álbum: Há meia década, a maioria dos novos artistas ainda queriam fazer álbuns. Entretanto, agora o interesse está voltado no lançamento constante de músicas com o intuito de manter suas bases de fãs engajadas. O álbum ainda é importante para artistas consagrados, mas diminuirá com as próximas geração de músicos.
  9. Economia pós-álbum: as gravadoras deverão descobrir uma nova maneira de como gerar margem com uma receita mais fragmentada, apesar de ter que investir quantias semelhantes em marketing e construir perfis de artistas.
  10. A busca por outro formato: em 1999, o negócio da música gravada estava em expansão, com um formato de sucesso estabelecido sem um sucessor. Agora, parece que o streaming está na mesma posição. Apesar da China, não há muitas mudanças em termos de experiência com a música digital na última década: “Uma direção potencial é a música social”, já que o “streaming monetizou o consumo, agora precisamos monetizar o fandom”, afirmou o Music Industry Blog.

Foto: Midia Research

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5 pontos mais importantes do Global Music Report 2019

Frances Moore, Chefe Executida da IFPI, revelou cinco pontos mais importantes do novo relatório “Global Music” sobre o desempenho da indústria fonográfica no mundo.

A Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, sigla em inglês) publicou seu relatório anual, o “Global Music Report”, sobre o desempenho da indústria fonográfica no mundo. A Chefe Executida da IFPI, Frances Moore, revelou ao portal Music Business Worldwide, cinco pontos no relatório em que ela considerou mais importantes para ficar de olho.

 

  1. CRESCIMENTO DAS RECEITAS DE MÚSICAS CONDUZIDAS PELAS ASSINATURAS DE STREAMING:

O Global Music Report revelou que em 2018, o mercado global de música gravada cresceu 9,7% com receita de US$19,1 bilhões. O principal impulsionador para este crescimento é o streaming. Suas receitas cresceram 34% em 2018, representando quase metade (47%) do total de receitas de música gravada. No final do ano passado, haviam 255 milhões de usuários de contas de assinaturas pagas no mundo todo.

  1. UMA INDÚSTRIA DE MÚSICA GLOBAL

A China, estreante no Top 10 mundial no ano passado, agora está como o sétimo maior mercado. A Coréia do Sul, no sexto lugar, viu uma das maiores taxas de crescimento (17,9%) e o Brasil ficou na décima posição (15,4%).

Os artistas desses mercados estão aproveitando as oportunidades para chegar a um público global, trabalhando em parceria com gravadoras e compreendendo as diferentes paisagens musicais.

  1. MERCADOS DE ALTO POTENCIAL

Segundo Moore, um dos aspectos mais empolgantes no relatório deste ano são as regiões responsáveis ​​por impulsionar o crescimento, como Ásia e a Australásia (11,7%). Pelo quarto ano consecutivo, a América Latina registrou a maior taxa de crescimento global (+16,8%).

Recorde de investimentos, parcerias locais e aumento da disponibilidade de dados móveis abriram esses mercados, tornando-os cada vez mais conectados e cada vez mais digitais. No entanto, ainda há desafios a serem enfrentados, já que o consumo de música, particularmente o consumo legítimo e monetarizado é menor em comparação com outros territórios mais desenvolvidos.

“Portanto, é vital que a indústria continue a estabelecer as bases certas para apoiar seu desenvolvimento sustentável e de longo prazo – e garantir que seu potencial seja realizado para o benefício de todos”, afirmou Moore para o Music Business Worldwide.

  1. MAIOR INVESTIMENTO DAS GRAVADORES EM ARTISTAS, PESSOAS E EMPRESAS

Foi possível ver como gravadoras têm aumentado o investimento no lançamento de novos artistas, profissionais e presença global. As gravadoras estão investindo mais de um terço de suas receitas globais, ou US$5,8 bilhões, em Artists & Repertoire (A&R) e marketing.

  1. VALORIZAÇÃO DA MÚSICA

A medida que o mercado cresce, é imperativo que o direito autoral seja reconhecido e respeitado, e que a música seja desfrutada de forma justa. Nota-se que a indústria vem trabalhado para a resolução da lacuna de valor, estabelecendo condições equitativas para negociar acordos mais justos para aqueles que criam música. “Acima de tudo, devemos garantir que a música continue nesta jornada emocionante”, disse Moore.

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