Youtube deleta 10 milhões de visualizações do clipe de “ME!” da Taylor Swift

Matéria de POPline

Ao identificar o uso de robôs para inflar os números do clipe, o Youtube deletou 10 milhões de visualizações.

O Youtube deletou 10 milhões de visualizações da contagem total do novo clipe da cantora Taylor Swift, “ME!. De acordo com o Portal Pop Line, a plataforma identificou o uso de robôs para crescimento falso de streams.

Essa prática tem sido adotada principalmente pelos próprios fãs, de vários fandoms, com o objetivo de inflar os números de seus ídolos e ganhar destaque nas posições nas paradas. De 34 milhões de visualizações, “ME!” conseguiu 24 milhões de acessos. Mesmo com a polêmica, “ME!”, já é um grande hit em todas as plataformas.

 

Foto: divulgação

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Cobrança de direitos autorais no audiovisual é removida

Matéria de Folha de S.Paulo

Entidades que representam autores, diretores e atores não poderão mais recolher taxa sobre direitos autorais.

A Secretaria Especial de Cultura, subpasta do Ministério da Cidadania, suspendeu o recolhimento de três taxas referentes a direitos autorais no audiovisual.

Com a decisão, as entidades Gedar (Gestão de Direitos de Autores Roteiristas), DBCA (Diretores Brasileiros de Cinema e do Audiovisual) e InterArtis (intérpretes), não poderão cobrar valores por uma exibição de obra audiovisual em TV e cinema.

De acordo com a Folha de São Paulo, os maiores beneficiados pela decisão serão as entidades que representam as salas de cinema e canais de TV, que anteriormente, já havia entrado com recurso para reverter a autorização concedida pelo extinto Ministério da Cultura. A decisão também entrará em recurso pelas entidades que representam autores, diretores e atores, que podem à Justiça caso não sejam atendidas.

 

Foto: Glória Pires, atriz e presidente da associação de atores InterArtis – Divulgação

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Durante o Rio2C, Flora Gil alertou sobre a importância de proteger a propriedade intelectual

Matéria de @meioemensagem

Em painel da Rio 2C, empresária que cuida da carreira de Gilberto Gil, destacou a importância de se proteger a propriedade intelectual.

Durante o painel “360o sobre o negócio da música”, no Rio2C, a empresária e esposa de Gilberto Gil, Flora Gil, destacou a importância de se proteger a propriedade intelectual.

Durante a conferência, Flora Gil contou sobre sua experiência na gestão da carreira de Gilberto Gil e como obteve sucesso ao resgatar os direitos sobre sua obra que estava sob o domínio de grandes gravadoras.

Segundo o Meio & Mensagem, a empresária defendeu a necessidade de mudanças no modelo de negócios do mercado da música e alertou os profissionais do audiovisual, afirmando que os criadores, principalmente os iniciantes, precisam entender a necessidade de terem a propriedade intelectual sobre suas produções. Para ela, o criador nunca deve entregar seu material, mesmo que a oferta seja valiosa.

“Não assinem nada que depois de 10, 20 anos, seus filhos pensem: minha mãe fez isso, mas eu não recebo nada”, aconselhou a empresária.

“Você faz uma série e quer entrar na Globo, Multishow, Netflix, Amazon, são muitas as possibilidades hoje em dia. Mas o pensamento que tem que ir junto é de que a propriedade tem que ser, no mínimo, dividida, nunca entregue”, alertou Flora.

Para ela, assim como a tecnologia tem se tornado cada vez mais avançada, algumas indústrias precisam acompanhar e atualizar seus modelos de negócios.

“Quero direito de ter isso com o Gil, mas multiplicamos esta ideia em outros escritórios e artistas. Fui do grupo Procure Saber, criado para discutir o direito do criador. Envolvia Caetano, Marisa, Roberto, Djavan, seus empresários, discutindo o modelo de negócio”, relembrou.

Flora Gil, também compartilhou o case sobre o recente lançamento do album de Gilberto Gil, OK OK OK. A empresária contou como a agregadora Alta Fonte auxiliou no desenvolvimento do trabalho:

“Eles nos deram tudo que combinaram previamente. É uma gravadora física e digital. Através deles tivemos contato com a Apple e eles se juntaram, colocaram um dinheiro grande para fazer a divulgação de um artista grande. Entenderam que poderiam fazer toda a movimentação do disco do Gil sem tocar na propriedade”, disse Flora. A parte do produto físico ficou direcionada pela Biscoito Fino, já que a Alta Fonte trabalha apenas com o formato digital no Brasil.

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Foto: divulgação

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SPOTIFY AGORA POSSUI 100 MILHÕES DE ASSINANTES

Matéria de

O ano começou agitado para o Spotify. Com o início das operações na Índia e grandes investimentos em empresas especializadas em podcasts, o serviço de streaming alcançou a marca de 100 milhões de assinaturas pagas em todo o mundo.

Começamos a semana com a notícia de que o Spotify alcançou a marca de 100 milhões de usuários pagantes em todo o mundo.

Segundo o relatório de lucros do primeiro trimestre, publicado pela empresa nesta segunda-feira, atualmente o serviço de streaming possui 217 milhões de usuários em todo o mundo, sendo 100 milhões de assinaturas pagas. Desde que foi a público há pouco mais de um ano, o Spotify informou que o número de assinantes cresceu 32%, 75 milhões no primeiro trimestre de 2018.

Além do crescimento no número de usuários pagantes, a receita do Spotify foi de 1,5 bilhão de euros, cerca de US$1,7 bilhão. Um aumento de 33% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entretanto, o serviço de streaming apresentou um prejuízo líquido de €142 milhões, cerca de US$158 milhões.

De acordo com o New York Times, a Índia tem sido um dos novos mercados mais cobiçados pelos serviços de streaming. Em fevereiro deste ano, o Spotify iniciou suas operações no país registrando um milhão de usuários em uma semana. A empresa confirmou que deste então, o número de usuários dobrou.

A chegada na Índia também foi marcada por um processo pela Warner/Chappell, onde a editora alegou que o serviço de streaming se estabeleceu no país de qualquer maneira, licenciando músicas apenas sob a lei de direitos autorais local, sem autorização da editora. O caso permanece ativo em um tribunal indiano. Além disso, houve outra disputa de licenciamento com a Saregama, gravadora mais antiga da Índia. Desta vez, o Spotify foi obrigado a remover todo o conteúdo da gravadora na plataforma.

Em fevereiro, houve grandes investimentos em empresas especializadas em produção e gerenciamento de podcasts. O Spotify investiu cerca de US$340 milhões na aquisição de duas empresas:  a Gimlet Media e a Anchor. Em março foi a vez da aquisição da Parcast, por US$56 milhões. Daniel Ek, executivo-chefe do Spotify, disse que “conteúdo não musical” acabará representando 20% das ofertas do serviço, uma vez que esse movimento deve contribuir para o aumento das margens de lucro.

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Foto: Shannon Stapleton/Reuters

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BM&A E FESTIVAL COMA PROCURAM BANDA COM POTENCIAL DE INTERNACIONALIZAÇÃO

Matéria de BM&A

Festival CoMA e BM&A realizam parceria para selecionar bandas brasileiras associadas que possuem potencial para o desenvolvimento de carreira internacional. As bandas selecionadas pela equipe de curadores, participarão do festival e receberão um cachê R$2 mil, com todas as despesas pagas. Saiba como fazer a inscrição.

A Brasil, Música & Artes (BM&A), em parceria com o Festival CoMA – Convenção de Música e Arte – está selecionando bandas brasileiras associadas que possuem potencial para o desenvolvimento de carreira internacional.

Segundo o BM&A, as bandas selecionadas pela equipe de curadores, participarão do Festival CoMA e receberão um cachê R$2 mil com todas as despesas pagas.

O Festival CoMA será realizado entre os dias 2 a 4 de agosto, no complexo da Funarte, Planetário e Clube de Choro, em Brasília. Além de shows, haverá uma conferência com palestras e debates sobre o mercado da música. Já subiram no palco do festival nomes como  Elza Soares, Emicida, Lenine, Flora Matos, Chico César, Scalene, Supercombo, Far From Alaska, Àttøøxxá, Francisco El Hombre, Rico Dalasan e Clarice Falcão.

As inscrições para o projeto podem ser feitas até o dia 26 de maio e o resultado da seleção sairá no dia 7 de junho. Pra maiores informações clique AQUI.

“A colaboração com o CoMA estreia uma iniciativa pioneira, que deve se estender para outros festivais. Desta forma, conseguimos divulgar não apenas as bandas e artistas, mas também os próprios eventos para formadores de opinião de diversos países”, disse o gerente do BME, Leandro Ribeiro.

Quer conhecer mais sobre a BM&A? Clique AQUI.

Foto – BM&A.

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Confirmado o Montreux Jazz Festival no Rio em 2019

Matéria de Estadão

Em junho, o Rio de janeiro receberá o Montreux Jazz Festival,considerado o festival de jazz mais famoso do mundo. O evento terá 40 atrações, incluindo shows exclusivos, como os guitarristas Al Di Meola, Stanley Clark, John Scofield e Steve Vai.

O Rio de Janeiro receberá neste ano o Montreux Jazz Festival, o festival de jazz mais famoso do mundo. De acordo com o Estadão, o festival será no Pier Mauá, entre 6 a 9 de junho, com 40 atrações divididas em três palcos.

O evento terá a capacidade para receber até seis mil pessoas por dia, com bares e food trucks na área de convivência. Os ingressos já estão a venda, com preços que variam de R$25 a R$187.

O produtor Marco Mazzola, informou que foram anos de negociação para trazer o evento ao Brasil, adiantando que o Rio Montreux Jazz Festival terá shows exclusivos como os guitarristas Al Di Meola, Stanley Clark, John Scofield e Steve Vai, considerado um dos maiores do mundo, que decidiu trazer a família para comemorar seu aniversário e ao mesmo tempo curtir o festival, no dia 6 de junho.

Além dos três palcos principais, nomeados com nomes de grandes compositores brasileiros –  Ary Barroso, Tom Jobim e Villa-Lobos – o Rio Montreux Jazz Festival terá apresentações gratuitas em outros cinco pontos da cidade. O Palco Pixinguinha ficará no Parque Madureira, com capacidade para receber 5 mil pessoas. Haverá ainda outros locais denominados Montreux Urbano.

Fundado em 1967, pelo trio Claude Nobs, Géo Voumard e René Langel, o Festival de Jazz de Montreux se tornou o mais famoso festival de jazz do mundo. Foram três dias de festival, durante sua primeira edição realizada no Montreux Casino. Na época, apenas músicos de jazz puro se apresentaram, até que ao longo dos anos outros estilos foram aceitos, com espaço fixo para uma noite brasileira.

Vale lembrar que o evento contou com a captação de recursos da “antiga” Lei Rouanet, e por isso, pode ser um dos últimos com custo de mais de R$1 milhão a serem contemplados, já que agora o Governo Federal não aprovará projetos acima desse valor.

 

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Foto: FABIO MOTTA/ESTADÃO

 

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Rio2c: Evandro Fióti ajuda marcas a se comunicar melhor com a periferia

Matéria de @meioemensagem

Durante o Rio2c, Evandro Fióti falou sobre como vem contribuindo para ajudar as marcas a se comunicar melhor com a periferia.

De 23 a 28 de abril acontece o Rio2c, a maior conferência de criatividade  e inovação da América latina. O rapper e compositor brasileiro Evandro Fióti participou de um painel durante o Summit e falou sobre como vem contribuindo para ajudar as marcas a se comunicar melhor com a periferia.

“Procuro sempre usar dados e números para que as marcas e agências conheçam mais a realidade da periferia. Isso faz com que elas entendam melhor o potencial daquela população. E procuro sempre analisar o impacto dessas parcerias. Uma ação de comunicação não serve apenas para vender produto. Ela gera impacto e deixa um legado que permanece para sempre”, disse Fióti.

Além da música, há dez anos,Evandro Fióti vem trabalhado ao lado de seu irmão Emicida na Lab Fantasma – selo de roupas e agenciamento de artistas focado em traduzir a real essência da periferia para o universo do consumo. Segundo o Meio & Mensagem, o empresário já desenvolveu coleções e ações de comunicação para marcas como C&A, iFood, Rider e Imaginarium.

“A rua é onde tudo acontece. Enxergamos a rua como um ambiente em que a verdade está. A rua é onde aparece a grande desigualdade que temos, mas também é o lugar onde podemos fazer a diferença. É na rua que podemos construir um mundo melhor”, afirmou o rapper brasileiro durante o painel.

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Foto: Reprodução

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Travis Scott é processado em 20 milhões de dólares por plágio

Matéria de G1

Nesta semana temos mais um caso de plágio. Travis Scott está sendo processado pelo DJ Paul que alega plágio no arranjo e ritmo de “Tear Da Club Up” em “No Bystander”.

Nesta semana temos mais um caso de plágio. Dj Paul está processando Travis Scott por plagiar o arranjo e o ritmo de “Tear Da Club Up” na canção “No Bystander”.

A notícia, publicada pelo site TMZ, informa que também há semelhanças em parte da letra.  Paul afirma que Travis, inclusive, usou o mesmo arranjo de “Tear Da Club Up” durante sua apresentação no Grammy deste ano.

Segundo o G1, Paul está reivindicando US$20 milhões (cerca de R$ 78,8 milhões) equivalente ao que ele acredita ser lucro faturado por Travis com a faixa “No Bystander”, uma das faixas mais populares de Travis de seu álbum “Astroworld”, que estreou em primeiro lugar na parada da Billboard. Travis Scott também é conhecido por ser parceiro de Kylie Jenner.

Nesta terça-feira (23), houve uma reunião com os artistas para a tentativa de um acordo.

 

Foto: divulgação

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Mudanças na Lei Rouanet dividem profissionais do setor

Matéria de O Globo

O ministro da cidadania Osmar Terra anunciou que nesta quarta-feira a Lei de Incentivo à Cultura deve ser atualizada. Profissionais do setor tentam prever quais áreas devem ser mais impactadas.

O ministro da cidadania Osmar Terra informou que haverá alterações na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Segundo O Globo, através de um vídeo, o ministro adiantou que o limite de captação passará de R$60 milhões para apenas R$1 milhão por projeto.

Deve haver ainda um aumento da cota de ingressos gratuitos, de 10% para 20% a 40% do total.

Profissionais do setor tentaram prever quais áreas deverão ser beneficiadas ou prejudicadas com as mudanças na lei.

De acordo com O globo, no ano passado de 5.831 projetos aprovados, só 155 captaram mais do que R$ 1 milhão. Musicais, grandes exposições, museus e centros culturais costumam captar os valores mais altos com a lei.

Henilton Menezes, ex-secretário de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic) do antigo MinC e autor do livro “A Lei Rouanet muito além dos (f)atos”, prevê que o valor acertado para museus e centros culturais devem passar do limite de R$1 milhão, entretanto esta pode ser o fim da era dos musicais e das grandes amostras de arte:

“Com essa lógica, nunca mais teremos exposições de grande porte que atraem multidões, em geral com entradas gratuitas. As produções de grandes musicais também serão inviabilizadas. Eles ocupam um papel importante na formação de novos profissionais”, disse Menezes ao O Globo.

Para Luciana Pegorer, organizadora da conferência Music Trends Brasil, a mudança nos valores dará oportunidade para a contemplação de mais projetos:

“Como produtora, trabalhei muito com a Rouanet no início da carreira. Desisti de usá-la a partir do momento em que grandes artistas e eventos como o Cirque du Soleil começaram a fazer uso da lei pra garantir patrocínio. Isso viciou as empresas, que, como tinham opção de ter produtos de maior visibilidade, destinavam a verba toda para esses projetos”, afirmou Luciana.

No que diz respeito a gratuidade dos ingressos, Lu Araújo, produtora do festival Mimo, disse que o aumento para 40% deve afetar os produtores menores: “O que sobra é muito pouco para viabilizar as produções”.

A produtora Paula Lavigne afirmou que as mudanças deveriam estar focadas no destino da renúncia fiscal, definido pelas próprias empresas que patrocinam os projetos.

“A partir do momento em que a base da Rouanet é o retorno de marketing, ela está falando de mercado. O artista pequeno da Paraíba não vai ter dinheiro da Credicard, por exemplo. O problema está na origem”, disse Paula acrescentando que os investimentos devem ficar em torno do Rio e São Paulo.

 

Foto: Beto Figueroa/Divulgação

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Por que a indústria da música do Brasil está crescendo novamente

A Billboard revelou como o sertanejo e os serviços de streaming estão contribuindo para o crescimento do mercado da música no Brasil, país onde nasceu a bossa nova e a Tropicália.

“A indústria da música no país em que a bossa nova e a Tropicália nasceram está voltando à vida”, informou a Billboard que publicou uma notícia sobre o crescimento do mercado da música no Brasil.

O mercado da música na America Latina, principalmente no Brasil, tem ganhado cada vez mais destaque. De acordo com o último relatório da IFPI, o país ficou em décimo lugar em termos de receita.

A receita de música no Brasil cresceu 15%, sendo que as vendas digitais responderam a 72% da receita total – “um feito notável, considerando que as plataformas de streaming não surgiram no Brasil até 2013”, informou a Billboard.

“A grande história no Brasil é que a ascensão do streaming revitalizou a indústria da música”, disse o diretor de análise da IFPI, David Price.

Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, contou à Billboard que a mudança das vendas para o digital aconteceu de forma rápida. Na época em que assumiu a diretoria da gravadora, em 2015, as vendas físicas representavam 60% e após um ano, foi obrigado pelo próprio mercado, a terceirizar todos os negócios físicos para focar no digital.

Além da mudança de formato, a Sony precisou reconstruir seu catálogo de artistas evidenciando o sertanejo e funk. Ao apostar em artistas como a dupla sertaneja Diego & Victor Hugo e a sensação funk MC G15, a gravadora se tornou a maior no país. Atualmente, o formato físico representa apenas 1% da receita total da Sony Music Brasil.

Assim como no resto do mundo, as plataformas de streaming salvaram a indústria musical do Brasil de uma morte prematura. Segundo a Billboard, uma crise econômica prolongada transformou os produtos de música tradicional em itens de luxo que poucos podiam pagar. O público se voltou para a pirataria on-line e o Youtube, que se tornou a maior plataforma de música do Brasil em termos de público.

Em 2011, o iTunes chegou no Brasil, entretanto apenas aqueles com cartões de crédito estrangeiros puderam acessá-lo inicialmente, limitando seu impacto no mercado. Empresas de streaming como a Deezer, apostaram nas parcerias com operadoras móveis: “Isso nos deu acesso imediato a 60 milhões de clientes”, disse Bruno Vieira, diretor das operações do Deezer no Brasil.

Outra gravadora que apostou na música local, especialmente no sertanejo foi a Som Livre: “Quando grandes marcas vendiam operações e cancelavam contratos, nós investíamos”, relatou Marcelo Soares, presidente da Som Livre e um dos primeiros executivos a identificar o potencial do sertanejo.

“Todos esses artistas desenvolveram grandes sucessos no campo e, no entanto, foram ignorados pelo mercado”, disse ele. Agora a realidade é outra, enquanto Anitta é a exportação musical mais vendida do Brasil, mais da metade das músicas mais tocadas nos serviços de streaming, em 2018, no país eram sertanejo.

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Foto: Chris Pizzello/Invision/AP/REX/Shutterstock

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