Autoridades da Europa autorizam compra do Shazam pela Apple

Matéria de Canaltech

Em breve a aquisição do Shazam pela Apple será concluída, as autoridades regulatórias da União Europeia autorizaram a transição que pode chegar a US$400 milhões.

A maior preocupação da União Europeia com relação à venda do serviço identificador de músicas Shazam para a Apple seria a criação de um monopólio que poderia prejudicar a concorrência, afinal há em jogo uma grande quantidade de dados e volume de usuários envolvidos.

De acordo com o portal Canaltech, o início da revisão do negócio começou em fevereiro e logo em abril se transformou em uma investigação formal que poderia barrar a aquisição.

“A união dos serviços não reduz a competitividade do mercado de streaming, apesar do gigantesco volume de dados e informações possuídas pelas duas companhias”, informou Margrethe Vestager, diretora da autoridade regulatória da União Européia.

Para a União Europeia, o Shazam é um serviço que pode complementar ainda mais o Apple Music e não há competição entre os serviços. Outro ponto importante é que a Apple não terá acesso a informações pessoais de usuários de serviços concorrentes e em métricas para ganhar vantagens competitivas.

Todavia, há a consideração de que o Shazam seja encerrado e pode ser incorporado ao Apple Music: “Nesse caso, as autoridades consideraram que os usuários de plataformas rivais até poderiam ser prejudicados, mas ponderou que existem outras alternativas no segmento de reconhecimento musical e que, também, o serviço de identificação dificilmente serve como uma porta de entrada para plataformas de streaming”, informou o Canaltech.

Por enquanto, nenhum dos serviços se pronunciou sobre a grande notícia, mas já sabemos que muitas novidades estão por vir, melhorando a experiência na Apple Music.

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Como maior acordo artístico do século, gravadoras brigam por Taylor Swift

Matéria de Axios

Taylor Swift vende muito e é por isso que as grandes gravadoras estão torcendo para que a cantora não renove seu contrato com a sua atual gravadora independente, Big Machine Records. A escolha de Swift garantirá o maior acordo artístico do século.

O contrato de Taylor Swift com sua gravadora independente, Big Machine Records, está acabando e as grandes gravadoras estão dispostas a pagar milhões por ela.

Seu último álbum “Reputation”, de 2017, vendeu 1.216 milhões de cópias logo na primeira semana, mesmo sendo retirado dos serviços de streaming. Já o álbum “21” conquistou a marca de 1 milhão de cópias em sua primeira semana. Todos os seus álbuns venderam pelo menos 2 milhões de cópias.

Além do número imenso de vendas de álbuns, Taylor Swift se dá bem em suas turnês. Segundo a Billboard, as primeiras cinco cidades que a turnê “Reputation” passou, arrecadaram US$54 milhões. O valor total do faturamento bruto da turnê pode chegar a US$400 milhões.

Entretanto, pode haver um impasse nas negociações, a cantora deseja possuir todos os direitos de seus álbuns que hoje é mantido por sua gravadora. De acordo com a revista Variety, cada um dos álbuns anteriores de Taylor Swift poderia valer 20 milhões de dólares.

A revista Variety e especialistas da indústria musical analisaram quatro cenários que devem ocorrer após o término do contrato entre a cantora e sua gravadora:

“Ficar com a Big Machine”: Swift quer seus direitos e a Big Machine não quer desistir deles.

“Não à Big Machine, sim à Universal”: A Universal já distribui e promove a música da Swift para a Big Machine – por isso, é de seu melhor interesse financeiro manter Swift por perto. E ela provavelmente está muito feliz com o trabalho feito até agora.

“Não-Universal”: Swift poderia ir para outro selo, mas eles provavelmente gostariam de ter seus mentores no negócio também.

“Sozinha”: Swift já cuida de seu trabalho promocional com uma equipe interna, então agora que ela chegou ao apogeu da indústria fonográfica, ela é indiscutivelmente pós-gravadora e poderia montar seus próprios acordos de distribuição.

“A linha inferior”: De qualquer forma, quando se trata do próximo contrato de Swift, ela terá todo o poder para preencher o “espaço em branco” em seus contracheques nos próximos anos.

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Novas regras de contratação de músicos desagradam produtores

Matéria de O Globo

Retrocesso? A mudança nas regras de contratação de músicos e outros profissionais do setor artístico tem gerado críticas de profissionais do setor. Para eles a mudança deve causar burocracia e maiores custos para produtores culturais e artistas.

Desde o dia 23 de agosto entrou em vigor a mudança nas regras de contratação de músicos e outros profissionais do setor artístico. A mudança tem gerado críticas por vários profissionais da área que acreditam que a proposta do Ministério do Trabalho seja “um retrocesso”.

De acordo com o portal Globo.com, a mudança nas regras de contratação de músicos e artistas deve gerar um impacto na indústria, principalmente por aumentar a participação de sindicatos. Para críticos, as novas regras podem burocratizar a contratação de artistas brasileiros e estrangeiros, por motivos diversos.

O portal falou com alguns especialistas sobe o assunto como a advogada Mara Natacci — representante de algumas das maiores produtoras de entretenimento no Brasil, como T4F, Live Nation, Rock In Rio. Ela afirmou que a aprovação prévia por entidades da classe nas negociações de contratos de músicos estrangeiros deve complicar ainda mais o processo:

“Isso dá forças aos sindicatos para a arrecadação de taxas de cerca de 10% do cachê do artista estrangeiro, ignorando inclusive as diversas liminares concedidas em todo o país que dispensam as produtoras contratantes deste recolhimento. Ou seja, podemos dizer que a portaria contraria ordens judiciais já proferidas em segunda instância”, afirmou Natacci.

Os organizadores do Rock In Rio enviaram uma nota ao GLOBO: “entendemos que qualquer processo que gere ainda mais burocracia, entraves e custos para produtores culturais e artistas, só servirá como mais um inibidor nas já compelidas atividades culturais”.

José Fortes, presidente da comissão trabalhista do Procure Saber, também comentou sobre o assunto para o portal:

“É sim um retrocesso total” — afirmou. “A nota contratual de que a portaria fala está no cotidiano do músico desde 1960, quando foi criada. Ela nada mais é que um tipo de contrato. O problema é que, pela legislação anterior, um músico podia fazer até 10 shows, numa sequência de intervalos pequenos entre eles. Depois, tinha que parar por uma semana para não configurar vínculo empregatício. Com a mudança, você tem que ficar 60 dias sem prestar serviço ao mesmo contratante”, disse Fortes.

O Ministério do Trabalho respondeu sobre essa questão e afirmou que a portaria prevê um tipo de contratação por temporada, “não havendo impedimento para apresentações semanais em um estabelecimento”.

“A portaria visa impedir que um mesmo artista se apresente por mais de sete dias consecutivos, sem o descanso previsto em lei”, disse o Ministério do Trabalho que também afirmou que antes de aprovar a mudança ouviu vários profissionais da área e recebeu apoio de músicos como João Carlos Martins, Carlinhos Brown e Peninha.

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Álbuns são cada vez mais fatiados em EPs em sinais do consumo dispersivo de músicas e discos na era digital

Matéria de G1

Em um mundo onde as pessoas não tem tempo e paciência para ouvir álbuns inteiros, os EPs parecem ser uma solução viável. Saiba porque os EPs viraram tendência no mercado musical.

Assim como Skank, Fernando e Sorocaba e Skank, muitos artistas tem adotado os EPs para lançar novas músicas. Isso porque as pessoas parecem não ter paciência para ouvir álbuns inteiros em celulares.

Para Mauro a tendência é irreversível: “Mas é pena que os consumidores de álbuns, sobretudo os de artistas do mercadão de música pop, estejam perdendo progressivamente a capacidade de fluir todo o conteúdo de um álbum na sequência de músicas imaginada pelos artistas”, afirmou.

“Com tamanha dispersão, perdem ouvintes, perdem artistas e perde o próprio mercado fonográfico, cada vez mais dependente das leis das plataformas digitais”, afirmou o jornalista.

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Por calote de R$ 40 mi em direitos autorais, artistas pedirão à ONU que Salvador deixe de ser ‘Cidade da Música’

Matéria de Metro 1

Salvador possui uma dívida de R$40 milhões em Direitos Autorais e artistas como Caetano Veloso e Marisa Monte pedirão ajuda da ONU para o título de Cidade da Música seja revogado

Nesse final de semana fomos surpreendidos pela notícia de que a prefeitura de Salvador possui uma dívida de R$40 milhões em direitos autorais de canções que tocaram nas principais festas da cidade.

A notícia da coluna de Ancelmo Góes afirmou que artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte, Djavan e Mart’nália anunciaram que pedirão ajuda da ONU, através da Unesco, para que o título de Cidade da Música seja revogado.

A capital baiana recebeu o título em dezembro de 2015 para atrair investimentos na economia criativa da cidade e também do país.

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Streaming à brasileira: ‘Spotify do arrocha’ vira fábrica de hits no Nordeste e antecipa sucessos nacionais

Matéria de G1

Sua Música e Palco MP3: mais que sites para baixar e ouvir músicas gratuitas, eles tem contribuindo para a divulgação da música brasileira, principalmente a nordestina.

Sua Música

Criado em 2011, o Sua Música se tornou uma referência para fãs de arrocha, forró, brega, axé, swingueira…“A força no Nordeste faz dele um trampolim para sucessos na região e um radar de possíveis hits nacionais”, informou o portal G1.

Seu crescimento surgiu quando o advogado carioca Rodrigo Amar ficou impressionado ao ver 20 mil pessoas no show da banda Aviões do Forró. Ele viu um grande potencial do mercado e acabou se tonando diretor executivo do Sua Música, que foi criado dois anos antes em João Pessoa (PB).

Com 1 milhão de acessos únicos por dia e 12 mil artistas cadastrados, Rodrigo afirma que 60% dos acessos no site vêm do Nordeste.  Segundo o G1, os dois maiores mercados estaduais para a empresa são Bahia e Ceará.

No Sua Música é possível fazer o download e o ouvir gratuitamente as músicas por streaming. A fonte de renda é gerada pelos anúncios no site. Artistas também podem incluir de forma gratuita suas músicas no site, porém não há pagamentos pela execução das faixas e direitos autorais.

O site acaba sendo uma ferramenta de divulgação para artistas: “Se o cara está bem no site, o telefone dele toca para fazer show”, afirma Rodrigo. A empresa tem realizado ações publicitárias com determinados artistas, como clipes patrocinados e produção de conteúdo relacionado a música para empresas presentes no Nordeste. Um estúdio em Fortaleza está sendo construído para a produção de clipes e outros conteúdos em vídeo.

Após se tornar conhecidos, muitos artistas tendem a retirar suas músicas do site, mas há cantores como o Wesley Safadão e Solange Almeida que ainda possuem interesse na audiência nordestina.

Palco MP3

Assim como o Sua Música, no Palco MP3 é possível baixar e ouvir músicas gratuitamente, sem pagamento de royalties e direitos autorais. Sua renda também é gerada através dos anúncios do site.

Seu diferencial está no grande alcance das regiões. Segundo a empresa, são 114 mil artistas cadastrados e 1,1 milhão de acessos únicos diários ao site.

De acordo com o G1, o Palco MP3 faz parte da empresa de Belo Horizonte Studio Sol, dona também do site Letras e do Cifra Club.

“Somos uma plataforma brasileira sem preconceito. Nosso público é bem popular, de funk, sertanejo, brega-funk. Abraçamos a diversidade e temos o cuidado de fazer um garimpo das cenas brasileiras independentes. Ajudamos na divulgação e sabemos o que tem potencial”, afirmou Lafaiete Junior, coordenador de curadoria e conteúdo do Palco MP3.

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Plataforma de vídeos do Facebook chega ao Brasil

O Watch, é o novo serviço de vídeos do Facebook para concorrer com o YouTube. Após testes nos EUA, finalmente estará disponível no mundo todo a partir de hoje (quinta-feira) e poderá beneficiar os criadores de conteúdo.

O novo serviço do Facebook promete ser uma grande novidade e beneficiará principalmente os produtores de conteúdo, pois será possível ganhar receitas com os chamados intervalos comerciais (Ad Breaks). Além disso, será possível monitorar o desempenho dos conteúdos. Entretanto, os Ad Breaks, não estarão disponíveis no Brasil por enquanto.

De acordo com o portal Meio & Mensagem, o Ad Break funcionará da seguinte maneira: “O formato inclui mid-roll, que traz anúncios durante o vídeo, e pre-roll, antes do seu início, além de anúncios em imagem diretamente abaixo do vídeo – sempre que um Ad Break for exibido, o publisher ou criador ganhará uma parte dessa receita”.

O Watch terá ainda uma função chamada de Creator Studio que permite que publishers e criadores de conteúdo possam gerenciar e acompanhar os conteúdos e seus desempenhos nas páginas.

Com o Watch, o Facebook conseguiu grandes parcerias nos Estados Unidos, porém por aqui a intenção é apenas incentivar a produção de conteúdo. “O Watch é uma plataforma para que todas as páginas produzam conteúdo, inicialmente, lá fora, tivemos algumas iniciativas com a intenção de dar um boost na plataforma e experimentar e aprender o que funciona ou não”, explicou Mauro Bedaque, líder de parcerias de entretenimento para América Latina do Facebook.

Algumas dessas parcerias incluíram o Vox Media, ATTN e Group Nine Media. As negociações chegaram a US$250 mil por episódio, ou entre US$10 mil e U$35 mil para cada vídeo curto.

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Fake News: A Sony Music negou que usou vocais falsos no álbum de Michael Jackson.

Após repercussão causada por fake News, a Sony Music negou que usou vocais de um imitador no álbum póstumo de Michael. Saiba os detalhes das acusações.

A Sony Music está sendo acusada por lançar um álbum com vocais de um imitador no álbum póstumo de Michael Jackson. Após uma audiência, saíram várias notícias pelo mundo dizendo que a gravadora admitiu o erro, porém eram fake news e tudo foi negado.

Em 2014, Vera Serova, fã de Michael Jackson, entrou com uma ação coletiva para denunciar que três músicas de Michael – “Breaking News”, “Keep Your Head Up”, e “Monster”, com 50 Cent – não eram cantadas por ele.

Durante o processo Serova apresentou uma pesquisa realizada por um fonoaudiólogo forense, Dr. George Papcun, para confirmar suas reivindicações. A pesquisa de 41 páginas tentou provar que os vocais nas faixas não poderiam ter sido gravados pelo rei do pop, entretanto não foi o bastante para o encerramento do caso.

Em resposta, a Sony Music, responsável por lançar o álbum em 2010, argumentou que não sabe realmente se as gravações foram feitas por um imitador, pois foram realizadas pela Angelikson Productions LLC, produtora de um amigo de longa data de Jackson, Eddie Cascio, incluso na ação de Serova.

Na semana passada, uma audiência foi realizada na Califórnia. Não para saber sobre a veracidade dos vocais, mas sim para determinar se haverá danos aos fãs que compraram o álbum e possíveis penalidades. O advogado da gravadora e dos representantes do artista argumentou sobre onde e como as repercussões legais devem acontecer sob a hipótese da comprovação das gravações.

Isso foi o bastante para gerar várias interpretações sobre o caso. Manchetes dos jornais The Sun, Spin, Fortune, Vulture e Fox News, afirmaram que a Sony ‘confessou’ ter lançado o álbum com os vocais falsos de Jackson.

A Sony Music emitiu uma declaração em seu nome e em nome dos representantes do artista negando a história: “Ninguém admitiu nada. A audiência de terça-feira foi sobre se a Primeira Emenda protege a Sony Music e o Estado (representantes de Michael) e não houve nenhuma decisão sobre a questão de cuja voz está nas gravações”, afirmou a gravadora.

Essa é uma acusação muito grave para a gravadora, mas independente das gravações serem falsas ou não, é importante mencionar o poder das fake news. Rapidamente a notícia se espalhou pelo mundo apenas pelos rumores criados através da audiência. Infelizmente, como diz o velho ditado: “Uma mentira chega ao outro lado do mundo antes que a verdade esteja pronta”.

Atualização: a Sony Music foi inocentada pelo tribunal por não saber se as gravações foram falsas. Agora quem responderá pelo processo serão os produtores das músicas.

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O ano do feat: Por que há mais parcerias do que nunca entre as músicas mais ouvidas do Brasil?

Matéria de G1

2018 já é o ano das parcerias entre músicos. Até agora 32 estão no Top 100 das músicas mais tocadas nos rádios, sendo a maioria Sertanejo. Entenda por que os feats ganharam tanto destaque no mercado da música

Segundo o levantamento do portal G1, 2018 tem o número recorde de gravações com feat (parceria),  entre os músicos nas 100 mais tocadas. Entre os meses de janeiro e julho, foram 32 feats no topo das 100 mais tocadas nas rádios.

O número sobe nos serviços de streaming, entre 17 e 23 de agosto, o Spotify, que divulga dados semanais, informou que foram 41 parcerias entre as 100 músicas mais ouvidas.

Para Tatiana Cantinho, gerente de artístico e repertório da gravadora Som Livre, três fatores podem explicar o fenômeno: “A flexibilidade no calendário de lançamentos, gerada pelo enfraquecimento do CD”; “A necessidade de ampliar a visibilidade de um artista para além de seu gênero” e a “Diluição das “tribos” musicais, que antes ditavam a indústria”.

Sem dúvida, o streaming contribuiu para que as parcerias entre músicos aumentassem, afinal uma música com artistas de gêneros diferentes pode estar em várias playlists. “A mistura de funk e sertanejo, por exemplo, pode entrar em listas dedicadas aos dois estilos”, explicou o G1.

A cantora Anitta se juntou ao Silva na música “Fica tudo bem”: “Ela, com toda sua força midiática, popularizou a MPB de nicho do Silva”, exemplificou Tatiana.

Entretanto é preciso muito cuidado para usar o feat como tática, Eduardo Pepato, produtor musical sertanejo afirmou que há muito interesse comercial envolvido mediados por gravadoras ou empresários. Muitas vezes os cantores nunca se conheceram. Para o produtor esse tipo de parceria não dá certo, pois o aumento da frequência de negociações como essas gera desgaste sobre os cantores.

O ritmo que mais gera parcerias é o Sertanejo. De acordo com o G1, no top 100 das músicas mais ouvidas no país, 22 são do gênero: “O Sertanejo criou a força que tem hoje por causa das parcerias”, afirmou Pepato.

“Desde o início, o gênero sempre teve a cultura da roda de viola. A mistura de vozes está na sua essência.”, acrescentou o produtor.

Além disso, o ritmo foi o que mais aproveitou o formato para se tonar popular: “Dentro do mercado Sertanejo, artistas de um mesmo escritório acabam se unindo. E, muitas vezes, os artistas mais novos recebem ajuda dos maiores na divulgação”, diz Cantinho.

Agora quem segue a mesma linha é o Pagode. “Está se fortalecendo muito o consumo do gênero nas plataformas de streaming”, afirmou Cantinho. Pepato também já produziu parcerias entre a cantora Marília Mendonça com Péricles e Ferrugem e da dupla Henrique e Juliano com o grupo Sorriso Maroto.

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A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

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