Com 7 Bilhões de reproduções, ‘Baby Shark’ se torna vídeo mais assistido do YouTube

Matéria de G1

Baby Shark conseguiu superar ‘Despacito’, hit da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee. Com sete bilhões de reproduções no YouTube, vídeo infantil é o vídeo mais assistido no YouTube.

Nesta segunda-feira, o vídeo da canção infantil americana “Baby Shark”, se tornou o mais assistido do YouTube, com sete bilhões de reproduções no YouTube, superando “Despacito”, hit da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee (Via G1).

Desde que foi lançada no YouTube, em 2016, a canção que foi produzida na Coréia do Sul, tem conquistado cada vez mais crianças do mundo todo, com sua melodia que não desgruda da cabeça, combinada com um vídeo super atrativo e colorido.

Para quem não sabe, Baby Shark é uma versão de uma clássica música de acampamento americana. O hit chegou a conquistar a 32ª posição da Billboard Hot 100 em janeiro de 2019.

Vale notar que duas das quatro músicas mais visualizadas no YouTube vieram da Coreia do Sul. Uma delas é “Gangnam Style”, do rapper Psy, que ficou em primeiro lugar por três anos, sendo superado por “See You Again”, musica de Wiz Khalifa para a trilha sonora do filme Velozes e Furiosos.

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Estudo aponta que 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming

Matéria de Consumidor Moderno

Novo estudo da Nielsen revela hábitos de consumo dos serviços de streaming no Brasil. Youtube e Netflix lideram a preferência.

Não há dúvidas que os serviços de streaming estão cada vez mais populares entre a população brasileira. Resta saber qual a dimensão real desta popularidade.

Para isto, a Nielsen Brasil realizou uma pesquisa sobre o consumo dos serviços de streaming como Netflix , YouTube e Globoplay no país, e foi constatado que cerca de 42,8% dos brasileiros assistem diariamente a conteúdos por streaming (Via Consumidor Moderno).

Para chegar ao resultado, a Nielsen entrevistou 1.260 pessoas das classes A, B e C, em junho. De acordo com a pesquisa, plataformas de streaming como Netflix e Amazon Prime foram usadas por 73,5% dos entrevistados. Por outro lado, sites de vídeos, como o YouTube, foram acessados por 63,8% deles. Mesmo com o destaque pelos conteúdos sob demanda, a TV aberta e a TV a cabo não ficaram atrás, com 61,5% e 54,9% da preferência respectivamente.

Vale notar que o consumo pelas plataformas de streaming é maior entre os mais jovens entre 15 a 24 anos, 77,2% deles afirmaram ser usuários destes serviços. Enquanto isso, a TV a cabo é predominante para os que estão na faixa acima dos 56 anos (65,7%). A TV aberta ficou como a preferida entre as pessoas de 46 a 55 anos (62,9%).

Entre os serviços mais populares entre os brasileiros estão YouTube e Netflix, com 89,4% e 86,6% da preferência. A Amazon Prime (40,2%) vem em terceiro lugar, Globoplay (25,5%) em quarto e Instagram TV (18,8%) na quinta posição. Em breve, quem poderá estar entre os serviços de streaming favoritos é o Disney +, com previsão de lançamento para ainda este mês.

 

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TikTok renova acordo a Sony Music

Acordo com o Tiktok trará maior remuneração e destaque para artistas da gravadora nos EUA.

Nesta segunda-feira, a Bloomberg publicou que a TikTok renovou seu acordo de licenciamento com a Sony Music. De acordo com o portal, o novo acordo prevê o uso de músicas, maiores valores de remuneração, e maior destaque para os artistas da gravadora no aplicativo que é o favorito da galera jovem.

O acordo tem sido negociado há meses, um período marcado principalmente pela ameaça do presidente Donald Trump de banir o aplicativo nos EUA. Na sexta-feira, um juiz federal da Pensilvânia bloqueou uma ação do governo americano que fazia uma série de restrições sobre o uso do TikTok no país.

Mesmo durante as tensões, o acordo com a Sony Music, só mostra que o mercado musical confia no aplicativo, que se tornou vital para os negócios da música.

Recentemente, o TikTok tem impulsionado a popularidade de artistas da Sony Music, como “Break My Stride” de Matthew Wilder,  “Say So” de Doja Cat e “Mood” de 24kGoldn.

“Se você pensar sobre o número de artistas que explodiram no TikTok nos últimos 12 meses para a Sony, é uma lista muito grande”, disse Obermann, chefe de música global da TikTok, que tem se destacado muito por realizar novas parcerias com gravadoras e artistas.

 

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Iza se torna Diretora criativa da Olympikus

Como Diretora Criativa da Olympikus, Iza lançara dois tênis e cocriará uma coleção pensando no biotipo da mulher brasileira.

A cantora Iza foi nomeada como Diretora Criativa da Olympikus. Em entrevista para a Vogue, Iza falou sobre a novidade: “Era um sonho antigo que eu sempre quis colocar em prática”.

Como diretora criativa, Iza irá desenvolver dois tênis para a marca, além de cocriar uma coleção de roupas esportivas. O foco é pensar sobre os diferentes biotipos da mulher brasileira, algo que ela entende muito bem, pois se considera fora do padrão.

“Eu sou um bom exemplo, porque meu corpo não é padrão, minhas pernas são compridas, meu quadril é largo, tenho pouco busto, meu tronco é pequeno. Todos nós temos diferenciações e é importante que uma marca pense nessas peculiaridades. A gente tem que se sentir inspirada pela peça de roupa e não intimidada. Não dá pra falar sobre moda sem discutir o acesso”, contou Iza para a Vogue.

Além de cantora, Iza é publicitária, e por isso, ela acredita que sua formação irá ajudar a desenvolver os projetos para a marca: “Com certeza, eu acho que tudo o que já fiz na minha vida me ajuda muito a desenvolver o meu trabalho. Eu sempre falo para as pessoas que estão correndo atrás de um sonho, não existe experiência jogada fora, tudo o que você aprendeu você vai usar”.

“Eu estou muito feliz, como eu disse, é uma coisa que eu sempre quis fazer. Poder elaborar isso ao lado de uma marca que caminha tanto tempo com os brasileiros, pensando no nosso bem-estar, é muito bacana”.

Vale lembrar que no ano passado, a cantora Anitta fez sucesso ao assumir o cargo de  Chefe de criatividade e inovação da Skol Beats.

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Usuários podem buscar músicas no Google apenas com um murmúrio

Matéria de B9

Nova atualização do Google permite que você apenas murmure uma melodia para encontrar aquela canção que não sai da cabeça! E não precisa nem estar afinado!

Procurar músicas no Google ficou ainda mais fácil. Isto porque, com a nova atualização da plataforma, basta murmurar um trechinho para encontrar aquela música que está na sua cabeça o tempo todo, mas você não sabe o nome!

Segundo o B9, o novo recurso batizado de “Hum to search” é capaz de identificar qualquer música, mesmo que a pessoa seja desafinada. É só clicar em “procure uma canção” ou pedir ao app “Qual é a canção?” e murmurar o trecho da música.

Para fazer o recurso funcionar, uma série de músicas foram digitalizadas em diversas faixas de instrumentos e vozes. Assim, para encontrar as músicas, foi usada uma espécie de machine learning capaz de “transformar o áudio em uma sequência numérica que represente a melodia da canção”. Além disso, diversas fontes como as gravações oficiais, canto, assobio e até murmúrio humano foram usados para criar uma base de dados eficiente para o usuário.

O recurso está disponível no Google Assistente e no aplicativo do Google para iOS e Android.

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TikTok instala painel para jogadores comemorarem gol durante a Copa do Brasil

Matéria de MKT Esportivo

Painel instalado pela TikTok durante a Copa do Brasil, permite que jogadores façam vídeos com dancinhas pra comemorar gol e compartilhar momento com os torcedores.

De olho no futebol brasileiro, a TikTok como patrocinadora oficial da Copa do Brasil, instalou um painel para que jogadores possam comemorar seu gol.

A ideia é chamar atenção do  público, ausentes nos jogos por conta da pandemia. Assim, a cada gol, o jogador pode ir até o painel, fazer uma dança e celebrar a vitória para que o vídeo seja compartilhado pelos torcedores no TikTok.

Segundo o MKT Esportivo, o painel ficará até o fim do torneio, sendo que a melhor comemoração receberá um prêmio em dinheiro para ser doado a um projeto social.

“Mesmo nesse momento, que pede o distanciamento social, o TikTok tem sido uma ferramenta que aproxima as pessoas daquilo que elas mais amam e com o futebol não seria diferente. Por isso, fizemos essa parceria com a Copa do Brasil para encurtar essa distância e tentar levar ao fã do esporte um pouco daquela emoção do estádio. Tudo isso, claro, esbanjando criatividade e bom humor. A ação ainda irá ajudar a quem precisa”, disse em Kim Farrell, diretora de marketing do TikTok para a América Latina, em um comunicado.

Foto: divulgação

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Novo canal de antigos donos da MTV Brasil quer conquistar jovens com muita cultura pop

Matéria de NaTelinha

Em breve será lançado o Loading, um novo canal de TV situado no antigo prédio e mesma rede de transmissão da MTV Brasil. Com sua própria plataforma de streaming, conteúdo será focado no jovem que ama cultura pop, k-pop, games, séries, animes e e-sports.

Nesta semana o portal ‘Na Telinha’ publicou uma notícia sobre a volta da MTV Brasil. Apesar do sentimento nostálgico que este anúncio nos trás, nada será como os bons velhos tempos!

Isto porque, na verdade será lançado um novo canal no mesmo espaço físico que era situada a MTV Brasil. Nomeado como ‘Loading’, o canal terá foco no público jovem, com muita cultura pop, k-pop, séries, games, animes e até e-sports.

“A proposta não é ser apenas mais um player de mídia, ou conteúdo, e sim criar um modelo disruptivo de comunicação, capaz de conectar jovens e marcas de maneira orgânica e profunda, com formatos experimentais e mais abertura para a inovação”, explicou Thiago Garcia, CEO da startup e Ex-Líder de Pesquisa da Globo.

Segundo o portal, o Loading pertence a um grupo de investimentos que administram empresas como Kalunga e Spiral. Sob gestão de José Roberto Garcia e Paulo Sérgio Garcia, o grupo adquiriu a estrutura física e rede de transmissão (32 UHF) da MTV Br há seis anos, e somente agora irão lançar o novo canal.

Para garantir o retorno de tanto investimento, o canal criará conteúdos para que os telespectadores interajam com as marcas.

Além de produções próprias, o Loading licenciou e comprou séries, animes, filmes, hits da TV coreana e conteúdos diversos.

Assim como a MTV, a emissora terá a quinta maior cobertura da TV aberta, estando presente também nas operadoras TV’s pagas. Além disso, o Loading terá sua própria plataforma de streaming ao vivo e conteúdo on demand, sem cobrança de assinatura.

 

Foto: Reprodução

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Marcelo Froes afirma que investigação sobre obras inéditas de Renato Russo ‘não faz o menor sentido’

Matéria de O Globo

Em entrevista par o Globo, Marcelo Froes, pesquisador musical investigado em operação sobre posse de materiais inéditos de Renato Russo, se diz prejudicado. Para ele, operação não faz o menor sentido.

Como publicamos nesta manhã de terça-feira (27), policiais apreenderam documentos, HD’s e celular de um produtor musical, com suspeitas de haver posse não autorizada de materiais inéditos do cantor Renato Russo.

Desta vez, o produtor Marcelo Froes, explica em entrevista para O Globo o que aconteceu, alegando que toda a operação ‘Sera’ “não faz o menor sentido’.

De acordo com o portal, Froes era amigo de Renato Russo, sendo ex-representante jurídico de sua família e produtor de dois álbuns póstumos. Atualmente, o pesquisador musical é dono do selo de relançamentos da MPB, ‘Discobertas’.

Froes contou que há 20 anos foi contratado pela família do músico para fazer um levantamento de todo o material criado por Renato. Posteriormente, a EMI, também o contratou para realizar o serviço. Tanto banda, quanto família e gravadora receberam cópias de um relatório com todo o material do cantor.

“Em 2002, eu entreguei um relatório com tudo o que tinha sido achado na gravadora e no material que a família do Renato, o Dado (Villa-Lobos, guitarrista), o (baterista Marcelo) Bonfá e o Rafael (Borges, ex-empresário da Legião) tinham em suas casas e me passaram. Eles receberam tudo de volta, digitalizado, e cada uma das pessoas envolvidas receberam uma cópia do relatório, para ter como referência. Dona Carminha (mãe de Renato), Seu Renato (pai do cantor), todos receberam”, contou Froes ao portal.

Sobre a denúncia a partir de um perfil falso nas redes sociais, Marcelo Fores contou que por ser produtor e amigo de Renato, sempre foi muito procurado pelos fãs. E por isso, umas das conversas podem ter sido com o perfil:

“Conversei uma época com uma menina, a Ana Paula, que depois de um tempo eu descobri que não era uma menina, mas o cara do Arquivo Legião (Josivaldo Bezerra da Cruz Junior, que administra a página de fãs no Facebook, e que teve sua casa revistada pela polícia no ano passado, acusado por Giuliano de ter se apropriado de obras inéditas de Renato)”.

“Entrei de gaiato, devem ter achado uma dessas conversas e vieram bater aqui, fui surpreendido por um delegado querendo saber se eu tinha coisas da Legião Urbana, que começou a revirar a casa. Ele ensacou meus HDs e o meu computador, pegou o meu celular e levou tudo. Estão me prejudicando por algo que não faz o menor sentido”, alegou o produtor.

Quando foi abordado pelo delegado, Froes mostrou todas as cópias de seus contratos com a EMI e Legião Urbana, como prova de tudo o que tinha era autorizado.

“Eu quero meu material de volta, preciso trabalhar, nos meus computadores está o back up de tudo o que eu faço. Gravações de Ivan Lins, Quarteto em Cy, MPB4… minha vida está toda lá”.

O produtor também desabafou a respeito de Giuliano, filho e atual detentor de direitos de Renato Russo. Segundo ele, Giuliano nunca o procurou para saber o que ele sabia a respeito das obras de seu pai:

“Infelizmente ele virou as costas para todo mundo. Eu sempre fui aliado, sempre tentei ajudar. É uma pena, porque tem muita coisa inédita para editar. Mas tudo isso não está na minha casa, está no arquivo da EMI”, finalizou Froes.

 

Foto: Frederico Rozário/Agência O Globo

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Polícia apreende documentos que revelam existência de pelo menos 30 músicas inéditas de Renato Russo

Matéria de O Globo

Na operação ‘Será’, policiais identificaram produtor musical que guardava documentos de várias versões inéditas do eterno vocalista da Legião Urbana, Renato Russo. Foram apreendidos HD’s e cartuchos de gravação.

Nesta segunda-feira (26), policiais da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra Propriedade Imaterial (DRCPIM) apreenderam documentos que comprovam a existência de várias composições de Renato Russo, eterno vocalista da Legião Urbana.

Após uma denúncia realizada há um ano pelo filho do cantor, Giuliani Manfredini, atual detentor dos direitos de Renato, a polícia investigou um perfil falso nas redes sociais que estava divulgando sobre a existência desse material inédito.

De acordo com matéria publicada pelo O Globo, durante a operação ‘Será’, uma referência à uns dos maiores sucessos da banda, a polícia investigou o perfil até localizar o produtor musical, no qual Renato Russo havia trabalhado antes de seu falecimento.

Com mandados de busca e apreensão, foram recolhidos vários documentos que relatam a existência de pelo menos 30 versões inéditas. Além disso, foram apreendidos HDs e cartuchos de gravação em dois estúdios na residência do produtor musical, no Centro e na Zona Sul do Rio.

Agora, a polícia vai ouvir o produtor musical para saber o paradeiro dessas gravações citadas nos documentos.

 

Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo

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Após denúncia, Spotify, Apple Music e YouTube removem músicas que reproduziam discurso de ódio

Matéria de B9

Uma denúncia da BBC alertou que vários grupos, que reproduziam letras racistas, nazistas e homofóbicas, estavam camuflando nomes de músicas para não serem pegos pelo algoritmo das plataformas de streaming.

Após uma denúncia da BBC, Spotify, Apple Music, Deezer e Youtube resolveram remover dos seus catálogos, músicas e bandas que reproduziam discurso de ódio.

Segundo o B9, a BBC identificou pelo menos 30 bandas nas plataformas de streaming que reproduziam músicas com letras homofóbicas e racistas. Haviam até playlists de gênero ligadas ao nazismo.

É difícil quantificar a escala do problema. No entanto, a investigação da BBC encontrou facilmente pelo menos 20 canções com este tipo de conteúdo. Não foram revelados os nomes das bandas para não ajudar as pessoas a procurarem esse conteúdo odioso.

O que a BBC identificou:

– Músicas que glorificam as “nações arianas” (a filosofia racial nazista ensinava que os arianos eram a raça dominante);

– Bandas usando repetidamente estereótipos e linguagem anti-semitas, até celebrando o Holocausto;

– Playlists com curadoria pública no Spotify sob o título NSBM (National Socialist Black Metal), um gênero ligado ao nazismo;

– Mais de 30 grupos associados a organizações classificadas como grupos de ódio por grupos de direitos civis;

Para conseguir inserir esse tipo de músicas nas plataformas de streaming, muitas vezes os nomes dessas faixas eram alterados. Assim os algoritmos não conseguiam identificar esse conteúdo com discurso de ódio.

Em um mundo onde há 50 milhões de faixas no catálogo do Spotify, sendo que milhões destas não são ouvidas, as portas para este tipo de prática ficam abertas.

Rapidamente as plataformas começaram a se posicionar. Todas alegaram que não pactuam com esta prática de ódio, que vão contra suas diretrizes.

 

Foto: Reprodução

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