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Neste mês está chegando ao Brasil a rede social MeWe, uma opção para quem deseja mais privacidade na internet. Em apenas cinco meses de existência, a empresa obteve 1,5 milhão de usuários nos EUA e vê o Brasil como seu segundo mercado. um diferencial seria a versão paga. “Disponível para iOS e Android, o app possui abas com conversas privadas, feeds de […]

Neste mês está chegando ao Brasil a rede social MeWe, uma opção para quem deseja mais privacidade na internet. Em apenas cinco meses de existência, a empresa obteve 1,5 milhão de usuários nos EUA e vê o Brasil como seu segundo mercado. um diferencial seria a versão paga.

“Disponível para iOS e Android, o app possui abas com conversas privadas, feeds de postagens para amigos (similar ao do Facebook) e áreas de notificações. Por não armazenar cookies (arquivos que armazenam dados de quem navega na internet), o MeWe garante que apenas os destinatários das conversas veem o que o usuário publica.”

“Conseguimos ver quantas pessoas estão online e quantas fotos foram postadas, mas não o conteúdo. Levamos a privacidade tão a sério que incluímos uma cláusula no nosso contrato que diz que qualquer mudança nesse sentido será avisada por e-mail e com alguma opção clara para que o app seja usado como era antes da alteração”.

“Sobre os problemas da Justiça brasileira com o WhatsApp, o CEO Weinstein acredita que não se repetirá com o MeWe. “Não teremos problemas em desconectar do serviço e cooperar com a Justiça do país se alguém cometer crimes dentro do app. Temos apenas duas normas de conduta básicas: siga a lei e nossos termos de serviço. Siga os dois e você não terá problemas”. Saiba mais em “Leia na Origem”

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