Matéria de Variety

Nesta semana, a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) – divulgou um novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report. O streaming continua sendo a preferência no mundo, 52% através do YouTube.

No novo relatório sobre o consumo de música em 2018, o Music Consumer Insight Report, o streaming continua sendo a preferência quando se ouve música. 86% dos entrevistaram afirmaram que preferem o streaming para ouvir músicas.

57% dos entrevistados com faixa etária entre 16 a 24 anos afirmaram que são assinantes pagos de pelos menos um serviço de streaming.

Outra descoberta mostra que quase metade do tempo gasto ouvindo música on demand é através do YouTube, com 52% desse total em streaming de vídeo, 28% em streaming de áudio pago e 20% em streaming de áudio gratuito.

Em relação ao retorno do valor justo à comunidade musical, o Spotify oferece US$20 a cada US$ 1 para o YouTube, o que significa que o value gap ainda precisa ser superado.

A pesquisa descobriu que o rádio ainda é relevante, com 86% dos consumidores ouvindo pelo menos parte do tempo, principalmente pelo computador. Supreendentemente, 25% afirmaram que ouvem música no rádio o dia todo. No geral, os entrevistados ouviram em média 17,8 horas de música por semana, sendo o carro o local mais popular.

Os cinco gêneros mais ouvidos no mundo são o Pop (64%), o Rock (57%), o EDM (32%), as trilhas sonoras (30%) e o hip-hop (26%).

A pirataria em países como a China e Índia continua sendo um problema, com 38% dos consumidores obtendo música por meio de métodos infratores, sendo o compartilhamento por mensagens dominando com 32% do público. Porém, 96% das músicas nesses países, são consumidas de forma licenciada.

“As gravadoras estão trabalhando com seus parceiros para sustentar e desenvolver essas formas ricas e diversificadas nas quais a música é desfrutada, garantindo que ela continue em sua emocionante jornada pelo mundo. No entanto, este relatório também mostra os desafios que a comunidade de música continua a enfrentar – tanto na forma da crescente ameaça da violação de direitos autorais digitais quanto no fracasso em obter uma compensação justa de alguns serviços de upload de usuários. Os formuladores de políticas em todo o mundo vêm investigando essas questões e agindo cada vez mais para lidar com elas ”, afirmou Francis Moore, chefe executiva do IFPI.

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