Estudo da RIAA prova que o streaming não está matando a indústria da música, se tornando responsável por mais da metade dos ganhos do setor musical.

A RIAA – “representante das empresas do ramo fonográfico nos EUA” – mostrou em seu relatório que os serviços de transmissão de áudio contribuíram para o crescimento de US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 24 bilhões) em 2016.

“A soma dos acordos com todos os produtos de streaming – como Spotify, Tidal, Apple Music e Google Play Música, entre outros – saltou de apenas 9% do total dos ganhos da indústria, em 2011, para massivos 51% na contagem do último ano”. As assinaturas dos serviços contribuíram muito para o crescimento.

A venda de CDs, caiu cerca de 16% , enquanto o download de arquivos digitais, continua em queda acentuada, “de US$ 2,8 bilhões (R$ 8,7 bilhões) em 2013 para US$ 1,8 bilhão (R$ 5,6 bilhões) em 2016”.

Vale notar que apesar do crescimento do mercado musical devido ao streaming de músicas, os atuais ganhos das gravadoras representam apenas metade do que era arrecadado em 1999. “Estamos em uma época de recuperação depois de uma longa curva descendente. O mais engraçado? Junto das soluções digitais, são os bons e velhos discos de vinil que andam contribuindo para reforçar esse cenário mais próspero, anotando sua melhor performance desde 1985”.

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