Why the charts can’t go back to the pre-streaming era

Matéria de @MusicWeek

Leia o artigo de Mark Sutherland, que reflete sobre o sucesso de Ed Sheeran relacionado as mudanças nas paradas de sucesso.

O sucesso de Ed Sheeran nas paradas nos faz refletir como a indústria da música está mudando. Com isso é preciso haver mudanças na forma de avaliar o consumo de música. Atualmente não se pode avaliar o consumo baseado apenas nas vendas, pois a realidade de 2017 é outra. É preciso haver um ajuste.

Se por um lado pode parecer que inserir novos artistas nas paradas está cada vez mais difícil, por outro lado é muito bom para as gravadoras que agora possui uma visão mais clara sobre quais faixas o público está realmente desfrutando.

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A crise do Uber em 2017. E as previsões sobre o futuro da empresa

Matéria de Nexo Jornal

Companhia enfrenta debandada de executivos, boicote de usuários, uma disputa legal com o Google e acusações de assédio moral e sexual dentro da empresa

Com Jones, outros sete executivos da empresa saíram. Há também um processo judicial e episódios que prejudicam sua imagem, ocorridos ao longo dos últimos meses.

“Desde o início de 2017, protestos de usuários, acusações de assédio dentro da empresa e por parte de usuárias, uma disputa judicial e críticas ao regime de trabalho dos motoristas têm somado para a atmosfera de crise na companhia”. Veja o que tem acontecido com o Uber durante os últimos meses.

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This Trial Will Determine Songwriters’ Income Over the Next 5 Years

Matéria de Forbes

Nem tudo é o que parece! Saiba como a estrutura dos pagamentos dos direitos autorais funciona e a importância das audiências que decidirão sobre as novas taxas de royalties.

Quando uma música tem milhões de streamings no Spotify e visualizações no YouTube, a maioria das pessoas pensa que o artista deve estar ganhando uma tonelada de dinheiro. É fácil fazer essa suposição quando esses “Superstars” da música são vistos na televisão vestindo roupas de grife e saindo nas boates.

O que a maioria das pessoas não percebem, é que na verdade, tudo não passa de uma imagem de um pequeno número de criadores de música, e há compositores que escreveram essas canções de sucesso e os editores de música que representam aqueles  que estão ganhando meros 10 dólares por 1 milhão streamings no Pandora.

A autora explica como a estrutura dos pagamentos dos direitos autorais funciona. Ela ainda fala sobre a importância das audiências para definir novas taxas de royalties e defende que artistas e compositores devem ser pagos justamente por suas criações.

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How to Get Signed by Spotify Records

Matéria de Digital Music News

Seria ótimo se o Spotify se tornasse uma gravadora. Se isso ocorresse, como seria realizado o contrato com um artista?

O Spotify paga atualmente 75% de suas receitas para as grandes gravadoras, Universal Music Group, Sony Music Entertainment e Warner Music Group. Este é um dos maiores empecilhos para ir à IPO. No entanto já é possível ver que o Spotify está trabalhando para reverter a situação e se tornar essencial no mercado da música.

No texto, o autor menciona que assim como o Netflix, que produz seus próprios filmes, o Spotify poderia ser uma gravadora e produzir artistas. Essa gravadora funcionaria como uma gravadora moderna que assinaria com artistas, financiaria seu crescimento e controlaria seus direitos autorais (em vez de negociar constantemente com as principais gravadoras).

Saiba como um artista poderia ser contratado pela “Spotify Records” e como seria realizado o contrato. Com certeza essa é uma aposta muito boa que poderá ocorrer em um futuro não muito distante.

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Google reformula políticas após críticas a vídeos do YouTube

Matéria de UOL Economia

O Google está mudando suas políticas para conter vídeos que promovem o terrorismo ou o antissemitismo.

Após as denúncias do jornal Times, de Londres, de que anúncios de marcas famosas do Reino Unido estavam sendo exibidos com vídeos que promoviam o terrorismo ou o antissemitismo, diversos anunciantes reagiram retirando suas publicidades das plataformas do Google no país.

“As modificações têm por objetivo refutar as críticas de que o gigante de buscas não se esforçou o suficiente para impedir o discurso de ódio na internet” e também levanta questões sobre censura e ideologias políticas no Google.

A primeira mudança introduz uma configuração padrão que excluir automaticamente websites e vídeos considerados desagradáveis. A segunda mudança oferece maior controle em “relação a onde os anunciantes colocam as publicidades”, tornando mais fácil a exclusão de conteúdo, dando poder aos os anunciantes de “ajustar o lugar onde querem que suas publicidades apareçam”.

O Google ainda disse que “está ampliando o leque de declarações que considera incendiárias para incluir um discurso que define como humilhante e degradante para grupos-alvo”, ou seja, websites que afirmam que as mulheres não deveriam aprender matemática e que o lugar delas é na cozinha serão excluídos.

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Apple lançará app ‘concorrente’ do Snpachat e do Instagram

Em breve, a Apple lançará um aplicativo semelhante ao Instagram e Snapchat.

Em abril, a Apple lançará na App Store um aplicativo bem parecido com o snapchat e o Instagram. O “Clips” é “um recurso que firula entre o iMovie e o slideshow Memories em usabilidade, mas opera de maneira similar às duas redes sociais predecessoras: vídeos curtos e fotos”.

O site Tech Crunch apontou que o diferencial do aplicativo é não ser uma rede social, mas possuirá recursos de edição de vídeo, especialidade da Apple.

A diferença é que, como aponta o Tech Crunch, a Apple não lançará uma rede social. Só criará vídeos de maneira similar. Trata-se de um aplicativo que tem função de compartilhamento para o Facebook, YouTube, Vimeo e Instagram. A vantagem? A expertise da Apple quando o assunto é editor de vídeo.

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Netflix afirma que, mesmo com imposto, não aumentará mensalidade no Brasil

Matéria de ZH 2014

Reed Hasting se pronunciou a respeito dos novos impostos aplicados ao Netflix.

Em evento na sede da Netflix, nos Estados Unidos, o presidente da empresa, Reed Hastings falou sobre a alteração da Lei no Brasil sobre o Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza que foi estendido aos serviços de Streaming. Esta Lei, alterada em Dezembro de 2016, fixa a alíquota mínima de 2% sobre os serviços, porém, poderá haver variações de acordo com a cidade sede da empresa.

Reed Hasting afirmou que pagará todos os impostos sem repassar ao cliente, como já vem fazendo há cinco anos, tempo em que está presente no Brasil. Sob ironia ao Sistema Tributário Brasileiro, ele ainda questionou quais taxas pagar, já que existem várias no país.

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Maior festival sertanejo do Brasil será exportado para a Europa

Três edições do festival brasileiro de música sertaneja “Festeva” estão previstos para abril de 2017 em Lisboa, Londres e Bruxelas.

Criado em 2012 pela gravadora Som Livre, o festival já atraiu 150 mil frequentadores e é considerado um dos maiores festivais sertanejos no Brasil.

“Entre os nomes que vão se apresentar nas capitais europeias, estão Henrique e Juliano, Marília Mendonça (foto) e Maiara e Maraisa”.

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How Spotify is finally gaining leverage over record labels

Matéria de TechCrunch

Com o objetivo de abrir seu capital com o iminente IPO, o Spotify, tem, antes, de lidar com pressão de grandes gravadoras com a representatividade de 70% de sua receita em pagamentos de royalties. Com esta questão, a empresa lançou cinco vieses diferentes com o intuito de fazer com que as gravadoras dependam da própria empresa.

O maior desafio para o Spotify ir ao IPO é ter de lidar com as grandes gravadoras. Atualmente o Spotify paga em royalties 70% ou mais de sua receita.

É por isso que ao longo dos últimos anos, o Spotify tem construído cinco caminhos diferentes para colocar pressão sobre as gravadoras e fazer melhores acordos sobre os pagamentos dos royalties. Todos os caminhos apontam para a ideia de que agora quem precisa do Spotify são as gravadoras.

Veja na notícia o que o Spotify tem feito para enfraquecer o controle do mercado pelas gravadoras.

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97% of Apple Users Aren’t Subscribed to Apple Music

Matéria de Digital Music News

Em uma nota, Amit Daryanani, da RBC Capital Markets, escreveu que desde o lançamento da Apple Music, apenas 3% de seus usuários são assinantes

Amit Daryanani escreveu que a Apple teria que aumentar as receitas de sua divisão de serviços em 18% nos próximos quatro anos. Ele falou sobre as atuais receitas e expectativas do mercado para a empresa.

Daryanani disse também que desde o lançamento da Apple Music apenas 3% de seus usuários são assinantes, ou seja, 97% dos principais usuários da Apple ainda não compraram o serviço pago.

As estimativas de Daryanani levaram à subida dos preços das ações, porém não foi possível identificar um plano a fim de aumentar as assinaturas.

Números à parte, a questão mais importante na mente dos investidores é: a Apple Music continuará tendo uma forte presença e ter altos números de assinaturas? Além disso, deverá se preocupar com o primeiro lugar, ou se conformará com o segundo lugar, atrás do Spotify?

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