Music Technology Company Files Complaint Against Google Over Rights To Content ID –

Matéria de Tubefilter

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Com a sua queixa, Audible Magic espera recuperar o controle do nome Content ID, que continua a identificar uma ampla gama de produtos oferecidos pela empresa de tecnologia da música. Por essa razão, empresas como a Digital Music News acreditam que o caso provavelmente terminará com o Google mudando o nome do produto que atualmente chama Content ID, mas mantendo-o intacto. Afinal, o Content ID é uma ferramenta muito valiosa para o YouTube desistir.

O texto completo da queixa da Audible Magic pode ser lido em “Leia na origem”.

Leia na origem

How streaming saved the music industry

How streaming saved music industry? Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.e

A indústria da música comemora, afinal agora completa-se 20 anos que o negócio se tornou o primeiro a suportar o peso da interrupção digital, com compartilhamento de arquivos rasgando seu modelo de negócios e destruindo metade do seu valor em receitas. Agora parece que a internet pode ressuscitar o negócio que quase a matou.

Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.

 

Leia na origem

Can traditional TV keep up in a digital-first world?

Matéria de Marketing Dive

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes, é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

É certo de que a TV está perdendo audiência. Estudos apontam que o tempo de uso da televisão diminuiu cerca de 4 horas. Os telespectadores agora estão no Snapchat, Youtube e Netflix. Com isso, são várias as emissoras que já possuem conteúdo online. Uma maneira de se reinventarem, assim como aconteceu na indústria da música: “Podemos olhar para o que aconteceu na indústria da música desde meados dos anos 90 até agora, e como a tecnologia e a internet quebraram o modelo de distribuição das grandes empresas”, disse Gary J. Nix, estrategista social sênior para a empresa de marketing digital iCrossing.

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes,  é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

 

Leia na origem

How Snapchat will change the music industry in 2017

Matéria de Mashable

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

 

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

Artistas como Ed Sheeran e Sage the Gemini já usaram a rede para promover seus singles. Em 2017 o Snapchat tem tudo para ser uma rede social que inovará o segmento, trazendo novas experiências para os fãs de música. Vamos acompanhar ao longo do ano as novidades. Vá em “Leia na origem” para ler todo o conteúdo da matéria.

 

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Reservoir signs Jim Beanz to a global publishing deal

Matéria de @MusicWeek

O produtor e compositor americano Jim Beanz, que recentemente escreveu e produziu a maioria das músicas na primeira temporada do drama Empire da Fox, assinou um contrato de publicação global com a empresa independente Reservoir, com sede em Nova York, para todo o catálogo, incluindo Direitos de co-publicação de obras futuras.

O produtor e compositor americano Jim Beanz, que recentemente escreveu e produziu a maioria das músicas na primeira temporada do drama Empire da Fox, assinou um contrato de publicação global com a empresa independente Reservoir, com sede em Nova York, para todo o catálogo, incluindo Direitos de co-edição de obras futuras.

Beanz escreveu e produziu canções para artistas como Britney Spears, Katy Perry, Justin Timberlake, Nelly Furtado, Shakira, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, entre outros.

“Estou animado para fazer parte da família Reservoir”, disse Beanz. “Eu estava procurando uma editora que entendesse e apoiasse meu talento e tivesse uma ética de trabalho semelhante”. A notícia completa está em “Leia na origem”.

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39% of Americans Don't Care That Piracy Hurts Content Creators…

Matéria de Digital Music News

A pirataria custa aos artistas e aos criadores de conteúdo milhões de dólares em receita. No entanto, um novo estudo mostra que, embora a maioria dos consumidores sabe que a pirataria de conteúdo é ilegal, alguns simplesmente não se importam

“A pirataria custa aos artistas e aos criadores de conteúdo milhões de dólares em receita. No entanto, um novo estudo mostra que, embora a maioria dos consumidores sabe que a pirataria de conteúdo é ilegal, alguns simplesmente não se importam.”

O estudo foi encomendado pela empresa de plataforma de segurança digital Irdeto onde 74% dos consumidores americanos reconheceram que produzir e compartilhar conteúdo de vídeo é ilegal, enquanto 69% disseram que a transmissão e o download de conteúdo pirateado são ilegais. No entanto, 32% dos entrevistados admitiram assistir conteúdo pirateado. Quando confrontados com o fato de que os estúdios perdem dinheiro, 39% disseram que não houveram efeitos com o uso de pirataria. Além disso, apenas 19% dos entrevistados disseram que o dano financeiro os impediria de assistir conteúdo pirateado.

Falando sobre o estudo, Lawrence Low, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Irdeto, disse que Hollywood deve continuar a “educar os consumidores sobre a pirataria”. A notícia ainda comenta sobre as consequências da pirataria para o mercado. Para saber mais sobre os dados da pesquisa vá em “Leia na origem”

 

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Tidal Adds Song Editing Tools to Mobile App

Matéria de Billboard

Agora quem possui o Tidal poderá ter o recurso de editar uma música dentro do aplicativo, modificando o comprimento e o tempo da faixa para salvar em uma lista de reprodução.

Agora quem possui o Tidal poderá ter o recurso de editar uma música dentro do aplicativo, modificando o comprimento e o tempo da faixa para salvar em uma lista de reprodução.

“Eu realmente amo a nova opção para alterar a hora de início/fim de uma faixa, além de mudar o tempo”, conforme uma avaliação do aplicativo na App Store. “Desta forma, eu realmente posso fazer minhas listas de reprodução de cardio ainda melhor do que antes.”

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Facebook to Stop Paying for Exclusive Live-Stream Content – What Does That Mean?

Matéria de Social Media Today

Em junho do ano passado, boatos circularam que o Facebook estava pagando empresas de mídia e celebridades, milhões de dólares para divulgar a transmissão de conteúdos exclusivos no Facebook Live. Essa ação foi vista como um grande passo para a construção do Facebook como uma plataforma de vídeo para rivalizar com o YouTube e outros provedores on-line, podendo desafiar até a TV tradicional. Os rumores agora são de que a rede social cortou esse investimento e agora está incentivando a esses perfis a criarem conteúdos Premium de qualidade.

Em junho do ano passado, boatos circularam que o Facebook estava pagando empresas de mídia e celebridades, milhões de dólares para divulgar a transmissão de conteúdos exclusivos no Facebook Live.

O Wall Street Journal informou que o Facebook tinha assinado mais de 140 contratos, com um custo em torno de US $ 140 milhões, para obter esses usuários populares no Facebook Live. Essa ação foi vista como um grande passo para a construção do Facebook como uma plataforma de vídeo para rivalizar com o YouTube e outros provedores on-line, podendo desafiar até a TV tradicional.

Os rumores agora são de que a rede social cortou esse investimento e agora está incentivando a esses perfis a criarem conteúdos Premium de qualidade. Ainda não se sabe o propósito do corte, porém agora há muitos usuários que usam da ferramenta, seja para se promover a marca ou acompanhar outros perfis,  portanto há demanda pelo pagamento do serviço. Leia a matéria completa em “Leia na origem”.

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US record industry lobbying group makes copyright demands of new Congress | Complete Music Update

A indústria musical norte-americana decidiu enviar uma carta aos membros do Congresso em Washington solicitando que tirassem um pouco de tempo para olharem também para as três peculiaridades da lei americana sobre direitos autorais. Saiba quais foram esses os pontos abordados na carta.

A indústria musical norte-americana decidiu enviar uma carta aos membros do Congresso em Washington solicitando que tirassem um pouco de tempo para olharem também para as três peculiaridades da lei americana sobre direitos autorais.

A carta que vem do MusicFIRST, reúne vários grupos de gravadoras e artistas. Os tês pontos mencionados na carta falam sobre a insatisfação de uma lei mais restrita com relações as transmissões de música pelas rádios, a decisão “Pré-1972”, onde as gravações estão protegidas a partir de 1972, e ainda sobre as licenças compulsórias, visando o caso Pandora, que cobre serviços de rádio personalizadas. Vá em “Leia na origem” e leia sobre todos os pontos destacados na carta.

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Paul McCartney processa Sony por direitos autorais dos Beatles

Matéria de G1

Paul McCartney entrou com um processo nesta quarta-feira (18) contra a gravadora Sony, a fim de recuperar os direitos autorais das canções dos Beatles entre os anos de 1962 e 1971. McCartney se baseia conforme as novas modificações na legislação americana sobre os direitos autorais.

Paul McCartney entrou com um processo nesta quarta-feira (18) contra a gravadora Sony, a fim de recuperar os direitos autorais das canções dos Beatles entre os anos de 1962 e 1971. McCartney se baseia conforme as novas modificações na legislação americana sobre os direitos autorais.

“Uma revisão de 1976 da legislação americana estabeleceu que, os artistas que tivessem vendido seus direitos autorais a terceiros antes de 1978, poderiam retomar os mesmos 56 anos depois da criação dessas obras.” A partir de 2018, o cantor poderá executar essa cláusula.

“Esta frase da denúncia sugere que por trás do movimento do ex-Beatle poderia estar o temor de que seu caso termine como o do grupo britânico Duran Duran, que em uma disputa judicial de características semelhantes contra a Sony perdeu a tentativa de recuperar os direitos de suas músicas.”

Em resposta, a Sony afirmou “Trabalhamos próximos durante décadas, tanto com Paul como com os herdeiros de John Lennon, morto há 36 anos, para proteger, preservar e promover o valor dos catálogos. Estamos decepcionados que tenham apresentado esta reivindicação, que achamos que é desnecessária e prematura”. A notícia na íntegra encontra-se em “Leia na origem”.

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