Facebook Hires YouTube’s Tamara Hrivnak to Lead Global Music Strategy

Matéria de Billboard

Contratação de uma das maiores advogadas no setor da música indica que o Facebook estaria preocupado com questões legais, visando explorar mais o mercado.

O Facebook pode estar se preparando para explorar parcerias com o negócio da música, é o que indica a contratação de Tamara Hrivnak, uma das principais executivas de música do YouTube, que acaba de anunciar que está se juntando ao Facebook “para liderar a estratégia global de música e desenvolvimento de negócios.”

O fato de que a rede social contratou uma respeitável advogada da música com uma história de trabalho sobre acordos de licenciamento, sugere que a rede social está interessada em licenciar música.

Hrivnak trabalhou como diretora de parcerias musicais para o Google Play e o YouTube, onde foi vista por grandes executivos de selos como uma “dealmaker”, fazendo um trabalho onde poucos fazem. Antes de ir para o Google em 2011, foi Vice-presidente de estratégia digital e negócios para a Warner / Chappell Music Publishing.

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O que Mahmundi tem a ganhar ao ir para o elenco de grande gravadora?

Matéria de Mauro Ferreira

Contratação de cantora por uma grande gravadora não significa sucesso na carreira e questão importante é levantada por Mauro Ferreira.

A Universal Music anunciou a contratação de Mahmundi, cantora e compositora carioca que se destacou ao longo de 2016 com o lançamento do primeiro álbum. “A entrada de Marcela Valle no elenco da multinacional do disco sinaliza que as grandes gravadoras estão atentas à cena musical contemporânea brasileira”.

A contratação da cantora por uma gravadora multinacional se tornou uma questão a ser levantada uma vez que isso não pode lhe garantir o sucesso comercial ou artístico. “Até porque as gravadoras já operam sem o poder massivo de tempos idos.”

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YouTube paga a las indies el 10% de lo que paga Spotify

Matéria de Industria Musical

O CEO da Merlin, Charles Caldas, comenta sobre a disparidade entre os pagamentos realizados pelo Youtube e Spotify. Mesmo contando com maior vantagem sobre número de assinantes, o Youtube paga aos autores um valor menor que o Spotify.

Durante a NY: LON Connect, em londres, o CEO da Merlin, Charles Caldas, falou sobre  a batalha  entre empresas de tecnologia e indústria da música em torno do tamanho e proporção de pagamentos aos criadores no YouTube e detentores de direitos.

Caldas disse que o consumo de streaming está transformando a forma e construção do mercado, sugerindo que as principais empresas da indústria da música estão em uma transição: “Precisamos repensar todos os preconceitos sobre onde estão o poder, controle e valor neste negócio”.

“O YouTube orgulhosamente declara ter mais de um bilhão de usuários. Spotify acaba de anunciar ter atingido 100 milhões. Quanto a valores, o YouTube paga menos de um décimo do cheque que vem do Spotify, apesar da grande disparidade no número de usuários “, disse Caldas.

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Can Independent Artists Survive In a Streaming Industry?

Matéria de Digital Music News

A plataforma Bandcamp possui ótimas notícias para os artistas indie! Seu faturamento cresceu, significando um contraste entre a cena e o resto da Indústria. Leia como a música Indie pode se tornar uma revolução para Indústria Musical.

No ano passado, a Bandcamp – plataforma online para artistas independentes – anunciou que pagaram US$ 150 milhões para artistas indie nos últimos 8 anos. Este ano, Bandcamp possui notícias ainda melhores para os artistas indie.

Mesmo que o streaming possa prejudicar o surgimento de novos artistas, de acordo com um post no blog da empresa, as vendas de álbuns digitais da Bandcamp cresceram 20%. O que significa um contraste impressionante entre a cena indie e o resto da indústria da música. Em linha com as vendas totais de 2016 em toda a indústria, o vinil liderou o caminho com um crescimento de 48% em relação aos números de 2015.

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Cassette Sales Grew By 74% In 2016

Matéria de Forbes

Depois da inusitada volta do Vinil, agora é a vez da Fita Cassete!

De acordo com a Billboard, as vendas de Fitas Cassetes aumentaram em 74% em 2016. Essa porcentagem significa que o crescimento de fitas está subindo a um ritmo mais rápido do que qualquer outro meio na música.

Porém a procura continua pequena. Segundo o relatório da Nielsen, foram vendidas nos EUA no ano passado, 129 mil Fitas Cassetes, representando apenas uma pequena fração na pesquisa. Para comparar, havia pouco mais de 13 milhões de discos de vinil e 200 milhões de álbuns.

Embora as Fitas Cassetes nunca voltem ao lugar importante na cultura pop que elas uma vez ocuparam, claramente há demanda.

 

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Parceria sem fronteiras: a união musical dos brasileiros com os latinos

Matéria de Gente

Veja como as parcerias entre cantores brasileiros e latinos quebram barreiras culturais.

Parcerias entre cantores brasileiros e latinos se tornam meios de explorar novas fronteiras. Anitta e Luan Santana não são os pioneiros a fazer parcerias. Isso sempre ocorreu no mercado. Para Marcelo Costa, crítico e editor do site musical Scream & Yell , esse cenário é algo que ocorre há bastante tempo, pois o mercado brasileiro é bastante representativo para o artista latino. A maioria dos artistas latinos não consegue entrar no mercado brasileiro, por isso essas parcerias se tornam uma maneira de tentar apresentar estes artistas para o público e vice-versa.

Marcelo Costa ainda explica que os brasileiros foram acostumados a se distanciar da cultura latina, embora também sejam produtores neste cenário. “No auge do mercado fonográfico brasileiro, nos anos 1970 e 1980, as gravadoras trabalharam muito massivamente artistas estrangeiros. Então Fito Páez [cantor argentino] nos anos 1980 não teve o mesmo trabalho de divulgação que o U2 tinha. Talvez o brasileiro não entenda inglês e não entenda espanhol, mas ouve mais música anglo-saxã porque tá acostumado a isso. Eu acho que foi um trabalho de rádios, foi uma estratégia de gravadoras de focar em determinados mercados”.

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Brasileiro vai liderar realidade virtual do Facebook

Matéria de Exame

Brasileiro Hugo Barra será vice-presidente de realidade virtual do Facebook!

O brasileiro Hugo Barra, que já passou pela divisão de Android do Google e foi vice-presidente da fabricante de smartphones Xiaomi, responsável pela expansão internacional da marca, agora irá liderar o setor de realidade virtual do Facebook se tornando o vice-presidente de realidade virtual do Facebook, trabalhando no vice-presidente de realidade virtual do Facebook Vale do Silício.

“O anúncio no Facebook foi feito em conjunto por Barra e por Mark Zuckerberg, CEO e cofundador do Facebook.”

“A novidade põe fim à incerteza de quem assumiria a Oculus VR após um processo de propriedade intelectual, que esteve em evidência na última semana. Brendan Iribe, cofundador da Oculus VR, deixou o cargo de CEO da empresa no mês passado.”

“Barra afirma que sua missão será fazer descobertas tecnológicas e de maneira que elas possam estar disponíveis para um grande número de pessoas o mais rápido possível.”

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Operadoras evangélicas vão se multiplicar no Brasil em 2017

Operadoras móveis virtuais evangélicas estão crescendo e apostando em um nicho fiel, criando aplicativos e plano pré-pagos.

Operadoras móveis virtuais (MVBOs) apostam no público evangélico que é fiel não apenas à sua religião, mas aos produtos criados por seus pares com temática gospel.

A primeira operadora foi a Mais AD que atua restritamente à capital paulista, com 12 mil assinantes e planeja ainda expansão para outros territórios. A Mais ADSA foi lançada em setembro do ano passado e já emitiu 6 mil chips.

Em comum entre as duas há a Movttel, uma MVNE que tem contrato com a Vivo, da qual utiliza tanto a rede quanto todo o sistema de billing e de atendimento ao cliente, por meio de uma licença de operadora virtual credenciada .

“Os planos oferecidos são pré-pagos e os preços praticados pelas operadoras virtuais da Movttel são exatamente os mesmos para qualquer cliente pré-pago da Vivo. A empresa e as igrejas ficam com uma parte da receita pelo uso dos minutos e pelas recargas, além da margem com a venda dos chips. Tanto as recargas quanto os chips são vendidos nas igrejas, mas os assinantes podem comprar créditos em qualquer ponto de recarga da Vivo, se preferirem.”

A grande vantagem desse nicho de mercado é a sua fidelidade. A Movttel, contudo, não pretende restringir a sua atuação ao mercado gospel. A empresa está negociando o lançamento de MVNOs de clubes de futebol, instituições financeiras e até de grandes corporações que desejam controlar melhor seus gastos em telefonia móvel.

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Macklemore e Quincy Jones são convocados para falar sobre música no Upstream Music Fest

Matéria de GeekWire

O Upstream Music Fest busca se destacar de outros festivais como o SXSW, convocando nomes como Quincy Jones e Macklemore. O evento promete ajudar novos artistas a ganhar espaço na indústria da música através de insights.

Assim como SXSW, o Upstream Music Fest é um evento que contribui muito para a indústria da música. Criado por Paul Allen, o co-fundador bilionário da Microsoft, o evento busca oferecer aos novos artistas conhecimentos e insights sobre a nova economia musical.

De acordo com o portal GeekWire, neste ano, foram convocados no line-up do festival, em Seattle, o produtor e compositor Quincy Jones, a estrela do hip-hop Macklemore, e Portia Sabin, presidente da gravadora independente Kill Rock Stars.

“Uma das maneiras que realmente pensamos que poderíamos fazer isso é ter os nossos keynoters sendo pessoas da região, pessoas do noroeste do Pacífico que fizeram isso na indústria da música e fizeram essas coisas incríveis e tê-las voltando e temos essas discussões otimistas sobre como a indústria da música continua avançando ”, disse Jeff Vetting, diretor executivo do evento.

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What Jay Z’s Tidal Gains By Selling A Stake To Sprint

Matéria de Fast Company

Com venda de parte da Tidal para a Sprint. O serviço de streaming se contradiz ao dizer que apenas seus assinantes possuem conteúdos exclusivos. No entanto, Tidal terá mais assinantes e melhor posicionamento de mercado.

O serviço de streaming Tidal acaba de firmar um acordo com a Sprint, no qual a operadora terá 33% de sua propriedade e seu CEO, Marcelo Claure ficará no conselho.

Com o negócio, a Tidal se contradiz na estratégia de oferecer conteúdo exclusivo para seus assinantes, pois nesse caso, as pessoas que assinam o Sprint  também terão acesso exclusivo a um conteúdo que nem mesmo os assinantes do Tidal podem acessar. Para a Sprint, esta é uma vantagem única que espera poder ajudar a atrair mais assinantes para o seu serviço de telefonia móvel, que está atrás da Verizon, AT & T e T-Mobile, nos Estados Unidos. O acordo inclui um fundo de US $ 75 milhões para marketing de artistas e conteúdo exclusivo.

 

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