Tidal é acusado de inflar número de assinantes desde 2015 – Música

Matéria de Canaltech

Após a acusação de cobranças indevidas realizadas aos clientes mesmo após o cancelamento de assinaturas, agora o Tidal também é suspeito de mentir sobre seu real número de assinantes, isso desde o seu lançamento.

Após a acusação de cobranças indevidas realizadas aos clientes mesmo após o cancelamento de assinaturas, agora o Tidal também é suspeito de mentir sobre seu real número de assinantes, isso desde o seu lançamento.

“Segundo o jornal norueguês Dagens Næringsliv, a publicação revisou documentos internos do Tidal, incluindo relatórios sobre pagamentos a gravadoras, que mostram uma grande discrepância entre o número de assinantes que a empresa estava divulgando, desde o ano de seu lançamento, e a realidade.”

“Quando Jay Z anunciou, em setembro de 2015, que o Tidal atingiu 1 milhão de assinantes, por exemplo, recibos de pagamentos a gravadoras mostram que o real número foi de cerca de 350 mil”. “Coincidentemente, no início desse mês, o até então CFO e COO da plataforma deixou a empresa, devido a uma suposta disputa relativa à liberação do número de assinantes do Tidal.”. Para ler a notícia completa vá em “Leia na origem”.

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Have $9.99 Streaming Subscriptions Reached A Saturation Point? [MARK MULLIGAN]

Matéria de hypebot

O relatório da IFPI de 2015 informou que o streaming de música teve um bom ano. Agora surge uma questão a respeito dos preços atualmente praticados. Alguns críticos se perguntam se o número de clientes dispostos a pagar R $ 9,99 atingiu o ponto de saturação.

O relatório da IFPI informou que o streaming de música teve um bom ano no geral, em 2015. Agora está sendo levantada a questão sobre os preços atualmente praticados. Alguns críticos se perguntam se  o número de clientes dispostos a pagar R $ 9,99 atingiu o ponto de saturação.

Matéria completa em “Leia na origem”.

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Report claims Apple Music pays more to record labels in royalties per stream than Spotify

Matéria de AppleInsider

Segundo o relatório divulgado no site The Trichordist sobre os valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming, a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Semana passada postamos o relatório de valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming. Esse relatório foi divulgado pelo site The Trichordist. O que mais chama atenção é que a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Leia os comentários realizados pela Appleinsider na integra em “Leia na origem”.

Para ler na íntegra o relatório do The Trichordist acesse o link: https://goo.gl/BP9BDg

 

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Os desafios da música digital

Matéria de O Globo

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

“Não faz muito, a promessa era outra. Sean Parker, um dos investidores iniciais do Facebook e também do Spotify, prometia em 2014 que o modelo do streaming seria “capaz de levar a indústria de volta aos números de seu auge, no final da década de 1990”. Não aconteceu”. Você pode ler o texto completo em “Leia na origem”.

 

 

 

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How YouTube could capitalize on its rivals’ mistakes, and conquer the future of TV

Matéria de Business Insider

De acordo com o analista da Pacific Crest, Andy Hargreaves, o Youtube tem tudo para vencer a guerra contra a TV tradicional. Para ele: “Os dados extraordinários do Google e a capacidade de entregar vídeo em plataformas, o posicionam para interromper a TV paga tradicional e captar os dólares de anúncios de TV”.

De acordo com o analista da Pacific Crest, Andy Hargreaves, o Youtube tem tudo para vencer a guerra contra a TV tradicional. Para ele: “Os dados extraordinários do Google e a capacidade de entregar vídeo em plataformas, o posicionam para interromper a TV paga tradicional e captar os dólares de anúncios de TV”.

Hargreaves acredita que o Youtube deva lançar seu próprio serviço de TV Streaming para competir com a TV a cabo e TV via satélite.”O YouTube ainda não “invadiu” o orçamento global de 200 bilhões de dólares em anúncios de TV, disse ele. O principal problema é que o YouTube ainda não tem um volume grande o suficiente de vídeo de alta qualidade e de longa duração: o tipo que você receberia na TV ou no Netflix.”

Sabe-se que há rumores de que o Youtube estaria lançando um serviço de streaming chamado “Unplugged”, no qual o assinante pagaria 35 dólares por mês para ter acesso ao conteúdo disponível em vários canais de distribuição como TV, telefone, notebook…Em dezembro, o CEO da CBS Les Moonves apareceu acidentalmente para confirmar que o YouTube está construindo seu próprio pacote de TV, e também que a CBS já havia assinado um acordo para isso. leia a análise completa de Hargreaves sobre o Youtube em “Leia na origem”.

 

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Globo e YouTube estariam planejando uma parceria; dizem youtubers |

Matéria de VEJA.com

Se não pode com ele, junte-se a ele! Aparentemente essa é a nova estratégia da Rede Globo, segundo um boato que está circulando no meio, onde a empresa estaria firmando uma parceria com o Youtube.

Se não pode com ele, junte-se a ele! Aparentemente essa é a nova estratégia da Rede Globo, segundo um boato que está circulando no meio, onde a empresa estaria firmando uma parceria com o Youtube.

“A possível parceria marcaria uma reviravolta no mercado. Nos últimos anos a Globo tem encarado o Google (dono do YouTube) como um concorrente direto por espectadores e, principalmente, anunciantes. Dentro da emissora, por exemplo, toma-se cuidado para não citar produtos do Google, como o YouTube, em programas de entretenimento ou no noticiário. A posição da Globo tem sido oposta à de outros canais de TV, em especial os rivais Band e SBT, que decidiram por incluir conteúdo original no YouTube — encarado-o como uma plataforma parceira, não um oponente.”

“Por enquanto, o que se fala é que a iniciativa conjunta de Globo e YouTube  não teria superado as negociações preliminares. Mas que ambos os lados estariam com pressa para resolver pormenores e assinar um contrato”. Veja a notícia completa em “Leia na origem”.

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Music Technology Company Files Complaint Against Google Over Rights To Content ID –

Matéria de Tubefilter

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Com a sua queixa, Audible Magic espera recuperar o controle do nome Content ID, que continua a identificar uma ampla gama de produtos oferecidos pela empresa de tecnologia da música. Por essa razão, empresas como a Digital Music News acreditam que o caso provavelmente terminará com o Google mudando o nome do produto que atualmente chama Content ID, mas mantendo-o intacto. Afinal, o Content ID é uma ferramenta muito valiosa para o YouTube desistir.

O texto completo da queixa da Audible Magic pode ser lido em “Leia na origem”.

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How streaming saved the music industry

How streaming saved music industry? Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.e

A indústria da música comemora, afinal agora completa-se 20 anos que o negócio se tornou o primeiro a suportar o peso da interrupção digital, com compartilhamento de arquivos rasgando seu modelo de negócios e destruindo metade do seu valor em receitas. Agora parece que a internet pode ressuscitar o negócio que quase a matou.

Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.

 

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Can traditional TV keep up in a digital-first world?

Matéria de Marketing Dive

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes, é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

É certo de que a TV está perdendo audiência. Estudos apontam que o tempo de uso da televisão diminuiu cerca de 4 horas. Os telespectadores agora estão no Snapchat, Youtube e Netflix. Com isso, são várias as emissoras que já possuem conteúdo online. Uma maneira de se reinventarem, assim como aconteceu na indústria da música: “Podemos olhar para o que aconteceu na indústria da música desde meados dos anos 90 até agora, e como a tecnologia e a internet quebraram o modelo de distribuição das grandes empresas”, disse Gary J. Nix, estrategista social sênior para a empresa de marketing digital iCrossing.

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes,  é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

 

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How Snapchat will change the music industry in 2017

Matéria de Mashable

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

 

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

Artistas como Ed Sheeran e Sage the Gemini já usaram a rede para promover seus singles. Em 2017 o Snapchat tem tudo para ser uma rede social que inovará o segmento, trazendo novas experiências para os fãs de música. Vamos acompanhar ao longo do ano as novidades. Vá em “Leia na origem” para ler todo o conteúdo da matéria.

 

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