Report claims Apple Music pays more to record labels in royalties per stream than Spotify

Matéria de AppleInsider

Segundo o relatório divulgado no site The Trichordist sobre os valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming, a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Semana passada postamos o relatório de valores pagos por música pelas principais plataformas de Streaming. Esse relatório foi divulgado pelo site The Trichordist. O que mais chama atenção é que a Apple pagou uma média de US $ 0,00735 por música em 2016, sendo maior em comparação com o Spotify $ 0,00437.

Leia os comentários realizados pela Appleinsider na integra em “Leia na origem”.

Para ler na íntegra o relatório do The Trichordist acesse o link: https://goo.gl/BP9BDg

 

Leia na origem

Os desafios da música digital

Matéria de O Globo

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

A coluna de Pedro Doria para o site “O Globo”, comenta os marcos alcançados pelas plataformas de streaming de música e Netflix. Mesmo os altos índices de receitas anunciados em 2016, para quem vive de música isso pode não estar sendo bom. “O streaming fechou o ano passado, pela primeira vez, maior do que o Netflix em número de usuários. Mas nada disso é, necessariamente, uma boa notícia para quem vive de fazer música.”

“Não faz muito, a promessa era outra. Sean Parker, um dos investidores iniciais do Facebook e também do Spotify, prometia em 2014 que o modelo do streaming seria “capaz de levar a indústria de volta aos números de seu auge, no final da década de 1990”. Não aconteceu”. Você pode ler o texto completo em “Leia na origem”.

 

 

 

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How YouTube could capitalize on its rivals’ mistakes, and conquer the future of TV

Matéria de Business Insider

De acordo com o analista da Pacific Crest, Andy Hargreaves, o Youtube tem tudo para vencer a guerra contra a TV tradicional. Para ele: “Os dados extraordinários do Google e a capacidade de entregar vídeo em plataformas, o posicionam para interromper a TV paga tradicional e captar os dólares de anúncios de TV”.

De acordo com o analista da Pacific Crest, Andy Hargreaves, o Youtube tem tudo para vencer a guerra contra a TV tradicional. Para ele: “Os dados extraordinários do Google e a capacidade de entregar vídeo em plataformas, o posicionam para interromper a TV paga tradicional e captar os dólares de anúncios de TV”.

Hargreaves acredita que o Youtube deva lançar seu próprio serviço de TV Streaming para competir com a TV a cabo e TV via satélite.”O YouTube ainda não “invadiu” o orçamento global de 200 bilhões de dólares em anúncios de TV, disse ele. O principal problema é que o YouTube ainda não tem um volume grande o suficiente de vídeo de alta qualidade e de longa duração: o tipo que você receberia na TV ou no Netflix.”

Sabe-se que há rumores de que o Youtube estaria lançando um serviço de streaming chamado “Unplugged”, no qual o assinante pagaria 35 dólares por mês para ter acesso ao conteúdo disponível em vários canais de distribuição como TV, telefone, notebook…Em dezembro, o CEO da CBS Les Moonves apareceu acidentalmente para confirmar que o YouTube está construindo seu próprio pacote de TV, e também que a CBS já havia assinado um acordo para isso. leia a análise completa de Hargreaves sobre o Youtube em “Leia na origem”.

 

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Globo e YouTube estariam planejando uma parceria; dizem youtubers |

Matéria de VEJA.com

Se não pode com ele, junte-se a ele! Aparentemente essa é a nova estratégia da Rede Globo, segundo um boato que está circulando no meio, onde a empresa estaria firmando uma parceria com o Youtube.

Se não pode com ele, junte-se a ele! Aparentemente essa é a nova estratégia da Rede Globo, segundo um boato que está circulando no meio, onde a empresa estaria firmando uma parceria com o Youtube.

“A possível parceria marcaria uma reviravolta no mercado. Nos últimos anos a Globo tem encarado o Google (dono do YouTube) como um concorrente direto por espectadores e, principalmente, anunciantes. Dentro da emissora, por exemplo, toma-se cuidado para não citar produtos do Google, como o YouTube, em programas de entretenimento ou no noticiário. A posição da Globo tem sido oposta à de outros canais de TV, em especial os rivais Band e SBT, que decidiram por incluir conteúdo original no YouTube — encarado-o como uma plataforma parceira, não um oponente.”

“Por enquanto, o que se fala é que a iniciativa conjunta de Globo e YouTube  não teria superado as negociações preliminares. Mas que ambos os lados estariam com pressa para resolver pormenores e assinar um contrato”. Veja a notícia completa em “Leia na origem”.

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Music Technology Company Files Complaint Against Google Over Rights To Content ID –

Matéria de Tubefilter

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Quando as empresas de mídia tradicionais como a Viacom começaram a atacar o YouTube devido a re-uploads sem licença de conteúdo registrado no site de vídeo, o Google se voltou para a Audible Magic para trazer a tecnologia Content ID – que usa um ” Fingerprinting ” para encontrar uploads que correspondam às amostras fornecidas pelos detentores dos direitos – para o YouTube. O acordo entre as empresas terminou em 2009, mas em 2013, o Google tentou patentear o nome Content ID. Agora a Audible Magic está fazendo uma denúncia contra o Google para recuperar o nome “Content ID”.

Com a sua queixa, Audible Magic espera recuperar o controle do nome Content ID, que continua a identificar uma ampla gama de produtos oferecidos pela empresa de tecnologia da música. Por essa razão, empresas como a Digital Music News acreditam que o caso provavelmente terminará com o Google mudando o nome do produto que atualmente chama Content ID, mas mantendo-o intacto. Afinal, o Content ID é uma ferramenta muito valiosa para o YouTube desistir.

O texto completo da queixa da Audible Magic pode ser lido em “Leia na origem”.

Leia na origem

How streaming saved the music industry

How streaming saved music industry? Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.e

A indústria da música comemora, afinal agora completa-se 20 anos que o negócio se tornou o primeiro a suportar o peso da interrupção digital, com compartilhamento de arquivos rasgando seu modelo de negócios e destruindo metade do seu valor em receitas. Agora parece que a internet pode ressuscitar o negócio que quase a matou.

Graças ao crescimento do Spotify e da Apple Music, o streaming de música ultrapassou o marco de 100 milhões de assinantes pagos em todo o mundo, um feito que poucos imaginávamos há alguns anos atrás. A indústria musical dos EUA está em vias de registrar um segundo ano consecutivo de crescimento – algo que não acontecia desde 1999, ano em que o Napster foi lançado. Alguns analistas e executivos estão começando a prever com confiança uma nova era de ouro. Veja como hoje o streaming de música está colaborando para a indústria musical se tornar cada vez mais próspera. Vá em “Leia na origem”, leia a notícia completa.

 

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Can traditional TV keep up in a digital-first world?

Matéria de Marketing Dive

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes, é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

É certo de que a TV está perdendo audiência. Estudos apontam que o tempo de uso da televisão diminuiu cerca de 4 horas. Os telespectadores agora estão no Snapchat, Youtube e Netflix. Com isso, são várias as emissoras que já possuem conteúdo online. Uma maneira de se reinventarem, assim como aconteceu na indústria da música: “Podemos olhar para o que aconteceu na indústria da música desde meados dos anos 90 até agora, e como a tecnologia e a internet quebraram o modelo de distribuição das grandes empresas”, disse Gary J. Nix, estrategista social sênior para a empresa de marketing digital iCrossing.

Agora os espectadores podem fazer sua própria pesquisa por conteúdo e escolherem o que e quando assistir. Porém tanta liberdade de escolha pode se tornar difícil. Com tanto conteúdo disponível, é difícil para o público descobrir novos seriados e filmes,  é difícil também para os anunciantes promoverem audiência.Vá em “Leia na origem” para ler a matéria sobre os desafios da TV tradicional perante as novas tecnologias que prometem tirar cada vez mais os espectadores de frente da TV.

 

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How Snapchat will change the music industry in 2017

Matéria de Mashable

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

 

Cada vez o Snapchat tem mostrado seu diferencial ao promover parcerias com a indústria da música. Enquanto outras redes digitais como o Facebook e o YouTube combatem a ira da indústria na esperança de obter mais direitos, o Snapchat construiu uma boa reputação com os artistas e gravadoras. Ao desenvolver conteúdo voltado para a promoção de música e artistas, a rede social está revolucionando o mercado.

Artistas como Ed Sheeran e Sage the Gemini já usaram a rede para promover seus singles. Em 2017 o Snapchat tem tudo para ser uma rede social que inovará o segmento, trazendo novas experiências para os fãs de música. Vamos acompanhar ao longo do ano as novidades. Vá em “Leia na origem” para ler todo o conteúdo da matéria.

 

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Reservoir signs Jim Beanz to a global publishing deal

Matéria de @MusicWeek

O produtor e compositor americano Jim Beanz, que recentemente escreveu e produziu a maioria das músicas na primeira temporada do drama Empire da Fox, assinou um contrato de publicação global com a empresa independente Reservoir, com sede em Nova York, para todo o catálogo, incluindo Direitos de co-publicação de obras futuras.

O produtor e compositor americano Jim Beanz, que recentemente escreveu e produziu a maioria das músicas na primeira temporada do drama Empire da Fox, assinou um contrato de publicação global com a empresa independente Reservoir, com sede em Nova York, para todo o catálogo, incluindo Direitos de co-edição de obras futuras.

Beanz escreveu e produziu canções para artistas como Britney Spears, Katy Perry, Justin Timberlake, Nelly Furtado, Shakira, Jennifer Hudson, Snoop Dogg, entre outros.

“Estou animado para fazer parte da família Reservoir”, disse Beanz. “Eu estava procurando uma editora que entendesse e apoiasse meu talento e tivesse uma ética de trabalho semelhante”. A notícia completa está em “Leia na origem”.

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39% of Americans Don't Care That Piracy Hurts Content Creators…

Matéria de Digital Music News

A pirataria custa aos artistas e aos criadores de conteúdo milhões de dólares em receita. No entanto, um novo estudo mostra que, embora a maioria dos consumidores sabe que a pirataria de conteúdo é ilegal, alguns simplesmente não se importam

“A pirataria custa aos artistas e aos criadores de conteúdo milhões de dólares em receita. No entanto, um novo estudo mostra que, embora a maioria dos consumidores sabe que a pirataria de conteúdo é ilegal, alguns simplesmente não se importam.”

O estudo foi encomendado pela empresa de plataforma de segurança digital Irdeto onde 74% dos consumidores americanos reconheceram que produzir e compartilhar conteúdo de vídeo é ilegal, enquanto 69% disseram que a transmissão e o download de conteúdo pirateado são ilegais. No entanto, 32% dos entrevistados admitiram assistir conteúdo pirateado. Quando confrontados com o fato de que os estúdios perdem dinheiro, 39% disseram que não houveram efeitos com o uso de pirataria. Além disso, apenas 19% dos entrevistados disseram que o dano financeiro os impediria de assistir conteúdo pirateado.

Falando sobre o estudo, Lawrence Low, vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Irdeto, disse que Hollywood deve continuar a “educar os consumidores sobre a pirataria”. A notícia ainda comenta sobre as consequências da pirataria para o mercado. Para saber mais sobre os dados da pesquisa vá em “Leia na origem”

 

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