A fabricante de guitarras Gibson declara falência.

Nesta semana a Gibson, fabricante de guitarras, pediu uma proteção contra falência.

A fabricante de guitarras Gibson declarou falência nesta semana. A empresa passará por um programa de reestruturação no qual seus credores financiarão S$135 milhões.

A estratégia para sair do vermelho será voltar a focar em seu core business de fabricação de instrumentos musicais.

Em 2014, a empresa acumulou uma grande parte de sua dívida, que está em US$500 milhões, para adquirir a divisão de eletrônicos de consumo da Philips – WOOX Innovation. O acordo ficou em US$ 135 milhões e mais um contrato de licenciamento da marca para continuar usando o nome Philips.

Após a aquisição mal sucedida, a fabricante tem lutado para expandir seus negócios de áudio e no setor eletrônico doméstico.

Este ano já foi anunciado que não haverá novos lançamentos de produtos e como parte do acordo de falência, essa divisão será encerrada. A empresa também tem enfrentado altos custos de materiais e queda nas vendas.

O CEO Henry Juszkiewicz, ressaltou que o processo de reestruturação será praticamente invisível para os clientes, mas todos podem continuar confiando na Gibson para fornecer produtos e atendimento incomparáveis. A empresa pretende sair da falência em 24 de setembro.

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Dos fonógrafos para o Spotify: uma breve história da indústria da música

Matéria de @WSJ

Vídeo mostra como a indústria da música sempre teve que se reinventar para sobreviver!

O site Wall Street Journal publicou um vídeo mostrando um resumo de como a indústria da música evoluiu.

Desde a invenção do fonógrafo em 1877 até nos tempos atuais com o boom dos serviços de streaming, a indústria fonográfica sempre teve que se adaptar perante a evolução da tecnologia.

Veja o vídeo e saiba como a música pode sobreviver e continuar a se reinventar.

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Live Nation Adquire o Rock in Rio

Matéria de Billboard

Live Nation adquire parte do Rock in Rio.

A Live Nation anunciou que adquiriu uma participação do maior festival de música da América do Sul, o Rock in Rio.

Conhecida por ser uma gigante na promoção de eventos, a Live Nation realizou um acordo para comprar participações da SFX, que detinha 50% ações do festival.

Em 2013, o CEO da SFX, Bob Sillerman, liderou uma aquisição de 50% do festival por US$62,3 milhões, mas entrou com o pedido de falência em menos de dois anos. A empresa que surgiu da reorganização da dívida, a LiveStyle, manteve a propriedade de metade do Rock in Rio.

Fundado em 1985, o evento já recebeu 1.700 artistas e contou com a presença de 9 milhões de fãs.

“Estamos muito satisfeitos em reunir o maior festival de música do mundo com a maior empresa de entretenimento do planeta”, disse Roberto Medina, fundador e presidente do Rock in Rio, em comunicado à Billboard após a venda.

Michael Rapino, diretor-presidente da Live Nation, disse que o evento estabeleceu o padrão para os festivais na América do Sul e ele está ansioso para integrar a expertise de Medina nos negócios da Live Nation.

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COM A PALAVRA, AS GRAVADORAS

Presidentes da Warner Music Brasil, Universal Music Brasil e Sony Music Brasil se encontraram em um debate na Rio2c.

No dia 05/4, durante a Rio2c – Rio Creative Conference – houve um debate entre os presidentes das principais gravadoras brasileiras.

Estavam presentes Sergio Affonso, presidente da Warner Music Brasil, Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, e Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil.

No debate mediado pelo diretor da UBC, Marcelo Castello Branco, os presidentes responderam à perguntas como os desafios que as gravadoras têm enfrentado perante a insatisfação dos artistas sobre as métricas de pagamento, o atual papel do A&R, os critérios utilizados para contratar ou descartar um artista, o papel que a música brasileira pode ocupar no mundo com a globalização e a diferença entre as distribuidoras e os agregadores. O debate completo encontra-se na página da União Brasileira de Compositores.

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MERCADO FONOGRÁFICO MUNDIAL E BRASILEIRO EM 2017

Matéria de Pro-Música Brasil

Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

A entidade Pró-Música Brasil publicou o Relatório Fonográfico Brasileiro e Mundial com base nos dados revelados de sua afiliada IFPI. Em 2017, o mercado de vendas físicas e digitais no Brasil cresceu em 23%, mais que a média mundial de 8,1%.

Para a entidade, este crescimento foi causado pela performance da área digital, que em 2017 representou US$ 178,6 Milhões, ou 60,4% do mercado total, com um aumento em relação a 2016 de 46,4%.

Considerando apenas as vendas físicas e digitais, no ano passado, o segmento digital representou 92% do total do faturamento combinado (físico + digital). Além disso, a arrecadação de execução pública de produtores e intérpretes (artistas e músicos) aumentou 10% para US$100,7 Milhões, e os recursos obtidos com sincronização recuaram 26%, sem entretanto quase nenhum efeito sobre o resultado positivo de 2017.

Com relação ao streaming, este já é a maior fonte de receita para o mercado de música gravada no Brasil. Houve um crescimento de 64% na comparação com 2016, representando US$162,8 Milhões.

O Presidente da Pro-Música Paulo Rosa afirmou que por ser um modelo ainda novo no mundo inteiro, o mercado carece de melhor entendimento sobre como funciona a dinâmica da música digital, principalmente o setor de streaming interativo. “Os números de 2017 apenas confirmaram a tendência observada nos últimos anos no Brasil e no mundo”.

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Amazon lança sistema de compra internacional para o Brasil

Matéria de Estadão

Novo serviço da Amazon permitirá compras internacionais.

Agora, clientes do mundo todo, podem comprar na Amazon produtos fora de seus mercados internos. São mais de 45 milhões de itens que podem ser enviados a partir dos Estados Unidos.

O novo recurso possibilita a compra internacional com exibição de preços, custos de envio e estimativas de impostos de importação. A Amazon fará o gerenciamento do serviço de entrega e liberação alfandegária em caso de possíveis surpresas no momento da compra ou entrega.

Inicialmente, as compras poderão ser feitas em 25 moedas e terá tradução de cinco idiomas: espanhol, inglês, chinês simplificado, português do Brasil e alemão. Ao longo do ano mais idiomas serão adicionados.

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O acervo com 16 mil efeitos sonoros da BBC agora é público.

Matéria de Nexo Jornal

BBC disponibilizará seu acervo de 16.000 efeitos sonoros.

A BBC (British Broadcasting Company) anunciou que disponibilizará para o público 16 mil efeitos sonoros presentes em seu acervo.

Os efeitos poderão ser baixados em uma página de versão beta. Entre os sons disponibilizados estão sons de sirenes de navios, voz de papagaio e tiro de rifle.

Os arquivos só poderão ser utilizados conforme a licença “Reminiscence Archive” (“arquivo da reminiscência”). Esse tipo de licença libera o uso para fins pessoais, educacionais e de pesquisa, mas não comerciais ou políticos.

“Pelos parâmetros estabelecidos, isso significa que não poderão ser usados em atividades ilegais, assim como para promover discurso de ódio, pornografia, tabaco ou armas”.

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O Global Music Report 2018 da IFPI

Global Music Report 2018, da IFPI mostra crescimento de 8,1% do mercado com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

A IFPI publicou o Global Music Report 2018, o mais importante relatório sobre a indústria da música. Em 2017, o mercado global de música cresceu 8,1%, com receitas totais de US$ 17,3 bilhões.

É o terceiro ano consecutivo de crescimento desde que a IFPI – Federação Internacional da Indústria Fonográfica – começou a acompanhar o mercado em 1997.

O principal colaborador para o crescimento do mercado continua sendo o streaming. No ano passado, 176 milhões de pessoas se tornaram assinantes, o que contribuiu para um crescimento 41,1% a.a.

O streaming agora representa 38,4% do total das receitas de música gravada e seu crescimento mais do que compensou uma queda de 5,4% na receita do formato de música física e um declínio de 20,5% na receita dos downloads.

Pela primeira vez, a receita vinda dos formatos digitais, foi responsável por mais da metade de todas as receitas (54%) da indústria .

A IFPI destacou que é preciso cobrar por mais ações para garantir que as leis dos direitos autorais sejam aplicadas de forma correta e consistente, de modo que as plataformas não possam alegar que não precisam ser licenciadas para distribuir música.

 

Principais números de 2017:

– Crescimento de receita global: +8,1%

– Participação digital das receitas globais: 54%

– Crescimento de receita digital: +19,1%

– Crescimento nas receitas de streaming: +41,1%

– Receita física: -5,4%

– Receita de download: -20,5%

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COMO O STREAMING MUDARÁ A INDÚSTRIA DA MÚSICA

Para o consultor Dennis Simms, a próxima revolução na indústria da música será financeira, multifacetada, com grandes implicações, e já começou!

Além de trabalhar com gestão de artistas e análise de mercado, o consultor Dennis Simms é experiente analisar as tendências da música digital e tecnologia.

Atualmente ele está completando o mestrado em negócios da música na Tileyard Education, em Londres. Nessa semana, Simms colaborou no blog do site MBW e falou sobre as mudanças que o streaming vem trazendo para a indústria da música.

No blog, Simms comenta sobre o impacto das novas tecnologias na indústria. Há mais de uma década a indústria da música vem sofrendo com a pirataria, até que finalmente retornou ao crescimento. Vimos muitas mudanças de formatos. Primeiro veio o vinil, depois os cassetes, passando pelos CD’s, downloads digitais e o atual streaming. Qual será a próxima novidade? As apostas estão nas tecnologias como AI, AR/VR, chatbots, speakers inteligentes e casas conectadas.

Todas essas tecnologias provavelmente terão algum impacto, em graus variados. No entanto, o consultor afirma que é uma fantasia acreditar que essas tecnologias possam revolucionar os negócios.

Para ele a próxima revolução na indústria musical não será um novo formato voltado para o consumidor ou um produto visionário. A próxima revolução é financeira e multifacetada, com grandes implicações, e já começou.

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