Spotify libera letras de música em tempo real para todos os usuários

Spotify dá adeus ao ‘Behind the lyrics’ e passa a disponibilizar letras de músicas para todos os usuários no mundo. Novidade só foi possível graças à parceria com Musixmatch.

Nesta quarta-feira, 18, o Spotify anunciou que usuários da plataforma no mundo todo terão acesso ao tão aguardado recurso de letras de músicas.

Conforme noticiado pelo TechCrunch, a novidade passa a ser disponível mundialmente para todos os usuários, incluindo agora Índia, América Latina e Sudeste Asiático.

O novo recurso chega com a opção de compartilhamento integrado a partir de um botão adicionado na parte inferior da tela do celular, que permite aos usuários selecionar as letras que desejam compartilhar e o destino.

Além do celular, o Spotify pode ser acessado em outras versões e telas como no PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Android TV, Amazon Fire TV, Samsung, Roku, LG, Sky e Comcast. Todos receberão a atualização com o recurso.

Desde que firmou parceria com o Musixmatch, em 2019, o serviço de streaming começou a disponibilizar testes com letras de músicas para usuários de 26 mercados mundiais. Entretanto, outras regiões só tinham acesso ao “Behind the Lyrics”. Criado em 2016, em conjunto com o Genious, o recurso oferece letras intercaladas com curiosidades sobre músicas, significados, e comentários dos artistas, mas deve ser desativado em breve.

A falta de letras de músicas era uma das principais queixas dos usuários da plataforma, que perdia espaço para outras, como o Resso, que já foram lançadas com o recurso.

 

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TIDAL IRÁ ADOTAR PAGAMENTO DE ROYALTIES CENTRADO NO USUÁRIO

O Tidal anunciou que vai adotar modelo de remuneração com base na audiência de cada usuário com o objetivo de criar um ecossistema mais sustentável na música. Além disso, a plataforma está disponibilizando pela primeira vez a opção de assinatura gratuita.

Nesta terça-feira, 17, o TIDAL, anunciou duas novidades para assinantes e artistas na plataforma. Além de incluir novas modalidades de planos de assinatura para os usuários, a remuneração paga a artistas e compositores será feita no modelo centrado no usuário.

De acordo com o Music Business Worldwide, o Tidal pela primeira vez terá um plano gratuito, o TIDAL Free, e mais duas opções de planos pagos, o HiFi Plus por US$19,99 e o HiFi por US$9,99.

Na versão gratuita da plataforma, os usuários terão acesso a todo o catálogo de músicas, principalmente no modo aleatório com anúncios do próprio serviço. No plano HiFi Plus, o usuário tem acesso ao mesmo conteúdo que o HiFi, porém os royalties serão repassados aos artistas e compositores no modelo centrado no usuário.

A adoção do modelo de pagamento de royalties é a mudança mais significativa na plataforma, pois a receita vinda das assinaturas HiFi Plus serão repassada para os artistas que os usuários realmente ouvem. Diferentemente do modelo atual adotada pelas demais plataformas, onde a maior parte de todo o dinheiro arrecadado dos assinantes é agrupado e, em seguida, repassado de acordo com os plays de cada artista.

O Tidal também destacou que fará pagamentos mensais diretos aos artistas, de modo que os mais uvidos terão uma porcentagem extra sobre as taxas de assinaturas do HiFi Plus.

“Trata-se realmente de criar novas oportunidades de receita para os artistas, ir além do que está disponível hoje nos sistemas existentes [e] criar um ecossistema mais sustentável”, disse Lior Tibon, Chefe de Operações do Tidal.

O modelo de pagamentos centrado no usuário tem ganhado força na indústria. A iniciativa teve destaque em 2019 com a Deezer, com o lançamento de uma campanha para defender o modelo. Em março de 2021, o SoundCloud também passou a adotar modelo, conforme noticiamos AQUI.

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HAMBURGUERIA QUE USAVA NOMES DA MARCA FLAMENGO É NOTIFICADA NO RIO DE JANEIRO

Matéria de Lance!

O Flamengo entrou na justiça após uma hamburgueria viralizar nas redes sociais usando nomes da marca sem autorização. Time de futebol também está cobrando indenização da loja.

Recentemente uma hamburgueria em de São Gonçalo, Rio de Janeiro, foi notificada por usar indevidamente nomes de marcas registradas pelo Flamengo.

De acordo com o Lance, a lanchonete carioca “Uruburguer” viralizou na internet com seus lanches como o ‘3 a 0 no Liverpool’, o ‘X-JJ Mister’ ou o ‘X-Sem Chilique Mais Um Gol do Bruno Henrique’, e também usava termos ‘urubu’, ‘Mengão’, que lembravam ao nome do time de futebol.

O Flamengo alegou que está sendo prejudicado pela utilização dos nomes sem autorização, e deseja receber indenização.

O dono da empresa, Allex Martins ficou indignado com a situação, pois precisou fechar o estabelecimento:

“Nossa loja foi fechada e ainda temos que pagar indenização. Como? Se nem estamos podendo trabalhar?” – escreveu o empresário nas redes sociais da loja, que costumava receber cerca de 70 pedidos semanais e tinham planos para expandir o negócio para Niterói.

“A gente pensou em como se diferenciar no meio de milhares de lojas. A gente perde os vascaínos, tricolores e botafoguenses, mas pegamos o embalo do Flamengo, a gente navega nessa onda. A gente sobrevive disso e temos planos de expandir para Niterói e outros locais no entorno”, disse Martins em entrevista para o UOL em outubro.

 

Foto: redes sociais @urugurguer

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JAMES BLUNT FIRMA ACORDO AMIGAVEL PARA AUTORIA DE CORAÇÃO CACHORRO

Matéria de G1

Com acordo, James Blunt agora detém 20% dos direitos autorais do hit número um no Brasil.

Autores de ‘Coração cachorro’ – hit nacional interpretado por Ávine e Matheus Fernandes – cederam 20% dos diretos da composição ao músico britânico James Blunt em um acordo amigável.

Desde que a música ‘Coração cachorro’ emplacou nas paradas musicais no Brasil, muito se tem discutido a cerca de sua autoria, já que a canção possui uma melodia muito parecida com “Same Mistake”, de James Blunt.

Basicamente, os autores brasileiros pegaram o “uuuuu” presente na canção de Blunt, e o recriaram com um “auuuu” para fazer o ‘efeito’ no refrão de ‘Coração gelado’.

Em um acordo extrajudicial, editora e compositores brasileiros decidiram ceder 20% dos direitos da música à Blunt. Conforme o G1, a notícia foi confirmada pela Medalha Editora, empresa cearense que administra os direitos autorais dos seis autores de “Coração Cachorro” junto com a Universal Editora. Da parte de Blunt, a Sony Publishing já havia informado que negociações estavam em andamento.

Ao portal, Neto Sales, sócio da Medalha Editora, disse que este tipo de acordo de autoria conjunta é raro no forró: “Tenho pouca lembrança de ver algo nesse sentido no Brasil. Normalmente o que acontece é artistas internacionais concederem autorização para ‘versões’ da obra original”.

“É o primeiro caso que vejo no forró do autor estrangeiro entrar na ‘parceria’ de composição, ficando assim como um dos autores. A obra anteriormente era assinada por 6 autores e, a partir desse acordo, agora é assinada por 7 músicos, pois o James Blunt passa a ser um dos compositores”, complementou o executivo.

Anteriormente, James Blunt havia publicado em seu TikTok um vídeo dando os parabéns pelo número um nas paradas musicais, mas disse na legenda que ia “mandar os dados bancários em breve”. Apesar do tom de brincadeira, parece que havia sim, intenção de reivindicar a coautoria.

 

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LIVE NATION LAMENTA TRAGÉDIA EM SHOW DE TRAVIS SCOTT

Confusão durante show de Travis Scott, no Texas, gerou 8 mortes e 300 feridos. A Live Nation lamentou o ocorrido e disse estar cooperando com autoridades locais.

A Live Nation Entertainment emitiu um comunicado no fim de semana lamentando o corrido no show de Travis Scott em Houston, Texas. Na última sexta-feira (5) cerca de 50 mil pessoas se reuniram para participar do festival de música, porém o evento ficou marcado como uma tragédia, após o grande empurra-empurra para tentar chegar perto de Travis Scott, o que resultou na morte de oito fãs e 300 feridos.

Em declarações à CNN, o prefeito de Houston, Sylvester Turner, confirmou no domingo (7 de novembro) que uma investigação criminal está em andamento para descobrir as circunstâncias que levaram à tragédia.

A Live Nation acrescentou em sua declaração que “continuará trabalhando para fornecer o máximo de informações e assistência possível às autoridades locais enquanto investigam a situação”.

Além da investigação criminal que está sendo iniciada pelas autoridades de Houston, outras ações judiciais foram movidas contra o rapper, o promotor e o local.

O advogado que representa uma das vítimas, Thomas J. Henry, confirmou que foi movida uma ação contra Travis Scott, o rapper Drake (que se juntou a Scott no palco durante o ocorrido), Live Nation e NRG Stadium.

A Variety informou que Scott pretende reembolsar todos que compraram os ingressos do show, e cancelou uma apresentação ao vivo em Las Vegas agendada para o próximo fim de semana.

“Minhas orações vão para as famílias e todos aqueles que foram impactados pelo que aconteceu no Astroworld Festival. O Departamento de Polícia de Houston tem meu total apoio enquanto continua investigando a trágica perda de vidas”, declarou Scott em suas redes sociais.

“Estou comprometido em trabalhar junto com a comunidade de Houston para curar e apoiar as famílias necessitadas […] Obrigado ao Departamento de Polícia de Houston, Corpo de Bombeiros e NRG Park por sua resposta e apoio imediatos. Amo todos vocês.”, concluiu o artista.

 

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DEEZER REALIZA PARCERIA COM EMISSORA DE TV ALEMÃ PARA OFERECER CONTEÚDO EXCLUSIVO

A Deezer se uniu a mais uma emissora de TV para oferecer conteúdos exclusivos no streaming em parceria semelhante com o Globoplay.

Na última sexta-feira, a Deezer firmou parceria com a emissora alemã RTL para oferecer conteúdo exclusivo de vídeo, podcasts, música e audiolivros .

De acordo Music Business Worldwide, a Deezer servirá como uma parceira de música, oferecendo aos assinantes da plataforma paga da RTL conteúdos premium, como por exemplo, acesso a playlists organizadas pela equipe global de editores da Deezer.

A parceria se assemelha à realizada no Brasil, entre Globoplay e Deezer, mostrando um movimento estratégico do serviço para conquistar espaço de mercado globalmente.

Conforme relatado pelo The Hollywood Reporter, a RTL pretende triplicar seu investimento em conteúdo em quase $700 milhões anuais, e já anunciou o lançamento de uma plataforma de streaming multisserviço, em uma tentativa de competir com empresas como Netflix e Disney+.

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MUNDO BITA E WARNER MEDIA SE UNEM PARA CRIAR CONTEÚDOS ORIGINAIS NO STREAMING

Matéria de TELA VIVA News

Em novo acordo, o canal do YouTube ‘Mundo Bita’ irá oferecer conteúdos infantis exclusivos para as plataformas da Warner Media no Brasil e América Latina.

Recentemente, a Warner Media América Latina fechou parceria com o canal ‘Mundo Bita’, da produtora de conteúdo Mr. Plot para criar uma nova série original que será divulgada no Brasil e América Latina.

Com mais de oito milhões de inscritos no Youtube, o canal infantil ‘Mundo Bita’, já criou cerca de 100 vídeos, e já vendeu 2,9 milhões de produtos vendidos.

De acordo com o Tela Viva, a nova série ‘Show do Bita: Especial 10 anos’ está com data marcada para estreia no dia 29 de novembro na plataforma de streaming HBO Max, e será o primeiro conteúdo a ser produzido em parceria com a Warner Media Kids&Family. Além da série, a parceria incluiu novas produções originais e disponibilidade de clipes musicais nas plataformas da Warner Media.

“Essa conquista faz parte do nosso comprometimento em levar para nossa audiência conteúdos brasileiros de alta qualidade. Acreditamos que ‘Mundo Bita’ vai fortalecer ainda mais o nosso portfólio com a sua força, levando às famílias todo o brilho de suas músicas e animações”, disse Jessica Bishop, Head de Aquisições da WarnerMedia Kids &Family para América Latina.

“O ‘Mundo Bita’ tem muito o que produzir de conteúdo inédito no futuro próximo, em diversos formatos, com inúmeros assuntos para ajudar no desenvolvimento saudável e solidário das crianças. Contar com as plataformas WarnerMedia para reverberar tantas mensagens positivas é uma forma de estar mais perto das famílias, tanto no Brasil quanto nos países da América Latina”, complementou Chaps Melo, cantor e compositor do “Mundo Bita”.

 

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‘Passaporte da vacina’ não poderá ser exigido em projetos financiados pela Lei Rouanet

Matéria de Metrópoles

O Secretário Especial de Cultura, Mário Frias, vetou a exigência de passaporte sanitário em projetos financiados pela Lei Rouanet. Comprovante de imunização não poderá ser cobrado durante a produção e execução de filmes e peças teatrais.

Nesta segunda-feira (8/11) o secretário de Cultura, Mário Frias, vetou a exigência do comprovante de imunização contra a Covid-19 em projetos financiados pela Lei Rouanet.

Conforme o Metrópolis.com, o veto de Frias na prática, quer dizer que o comprovante chamado de “passaporte da vacina” não poderá ser exigido durante a produção de um filme ou peças teatrais.

“Fica vedado pelo proponente a exigência de passaporte sanitário para a execução ou participação de evento cultural a ser realizado, sob pena de reprovação do projeto cultural e multa”, informou o trecho da determinação publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Para Frias, a medida vai garantir que os direitos básicos da civilização sejam protegidos: “A proibição do famigerado passaporte de vacinação, nos projetos da Lei Rouanet, visa garantir que medidas autoritárias e discriminatórias não sejam financiadas com dinheiro público federal e violem os direitos mais básicos da nossa civilização”, escreveu o secretário no Twitter.

A decisão também destaca que os projetos financiados pela Lei Rouanet terão de ser adequados para o digital, para garantir que não haja uma “discriminação entre vacinados e não vacinados”.

“Os projetos culturais que comprovarem a adoção dos protocolos de medidas de segurança, para prevenir a Covid-19, tais como, aferição de temperatura, exame de testagem para Covid e uso de materiais de higiene, terão prioridade na análise de homologação de admissibilidade”, frisou a portaria.

Vale notar que o “passaporte da vacina” tem apoio da comunidade médico-científica, uma vez que quem não está imunizado deve ter restrições de circulação para não por em risco a saúde de outras pessoas, e evitar novos casos e possíveis mortes.

Foto: reprodução

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ORGANIZADORES DO ROCK IN RIO CRIAM NOVO FESTIVAL DE MÚSICA EM SÃO PAULO

Matéria de G1

Com previsão para 2023, o festival de música ‘The Town’ está sendo organizado com as mesmas estruturas do Rock in Rio, com promessa de reunir atrações e várias tribos no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Os criadores do Rock in Rio anunciaram nesta semana que estão organizando um festival de música do mesmo estilo em São Paulo: “The Town”

Conforme o Globo, o evento irá reunir música, grandes atrações e tribos no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, e receberá a mesma estrutura que os outros Rock in Rios pelo mundo:

“Eu não encontrava o lugar. Eu estava na pandemia e falei ‘peraí, mas o autódromo está ali, é questão de arrumar’. Esse projeto de São Paulo é uma revisita ao espaço do autódromo. Vamos fazer ali uma cidade inteira do rock”, conta o idealizador do evento, Roberto Medina, ao portal.

O The Town está previsto apenas para 2023, mas já ganhou até um tema inédito interpretado por Iza em parceria com o cantor Criolo. Por enquanto, só nos resta esperar pelo próximo Rock in Rio em setembro de 2021.

 

foto: Roberto Medina, divulgação

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UNILEVER É CONDENADA A PAGAR R$20 MIL A NANDO REIS APÓS USO DE TRECHO DE MÚSICA EM EMBALAGEM

O cantor e compositor Nando Reis recebeu indenização da Unilever por violação de direitos autorais. Uma das marcas da empresa utilizou trecho da canção do cantor na embalagem de um produto.

Recentemente, a Unilever foi condenada a pagar R$20 mil ao cantor e compositor Nando Reis, após usar um trecho da canção ‘Relicário’ sem a devida autorização em uma embalagem de seus produtos.

No caso, foi identificado que uma das marcas da Unilever, Mãe Terra, usou o verso “pura semente dura o futuro amor”, na embalagem de um mix de sementes.

Conforme o ConJur, a decisão realizada em agosto deste ano, pela 2ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, favoreceu o cantor de acordo com os argumentos do desembargador Alvaro Passos. Ele alegou que o uso do trecho da música na embalagem se mostrou “incontroverso”, uma vez que tanto a música, quanto a marca são amplamente conhecidas no mercado, o que poderia abrir precedentes para que outras marcas façam o mesmo, prejudicando compositores:

“O uso do conhecido trecho da música do artista, além de impedi-lo de obter valores por sua cessão, também pode ensejar o entendimento de que existe uma espécie de autorização para que outras empresas igualmente utilizem trechos de obras musicais ou de outra área protegida pela legislação de direitos autorais sem qualquer contrapartida ao seu titular”, afirmou Passos.

Além disso, Passos aceitou o argumento feito pelo cantor de que o uso livre de trechos de suas músicas por empresas em suas atividades comerciais pode gerar uma diluição de valor no mercado, perdendo força ‘na questão das cessões autorais para aspectos publicitários ou qualquer outra forma de exploração patrimonial escolhida pelo titular’.

“Ainda que o demandante assevere que o utilizado artigo 46, VIII, da Lei 9.610/1998 não possa ser aplicado ao caso porque não seria, segundo ele, uma reprodução em uma obra e sim uso em produto comercial, o fato é que utilizando o próprio texto final do dispositivo não se permite a utilização do trecho como ocorreu na hipótese vertente sem autorização, pois, diferentemente do posicionamento adotado, há prejuízo à exploração normal da obra e ao seu autor”, completou o desembargador.

 

Foto: Nando Reis – Divulgação

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