Natura Musical anuncia investimento de R$8,5 milhões no setor cultural

Matéria de @meioemensagem

Edital Natura Musical pretende beneficiar e incentivar a cultura no Brasil, principalmente os estados de Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul.

A Natura investirá R$8,5 milhões para incentivar a cultura no Brasil, através do edital Natura Musical. Em julho, a empresa já havia confirmado a abertura do edital, mesmo com a pandemia do Coronavírus.

Segundo o Meio & Mensagem, além da seleção de projetos, as Secretarias de Culturas dos estados da Bahia, Rio Grande do Sul e Minas Gerais serão e beneficiadas com um incentivo de R$1 milhão cada para fomentar ações nas regiões.

O portal também informou que toda a verba será distribuída da seguinte maneira: R$1,5 milhão para projetos nacionais, R$1 milhão para Bahia, Minas, Pará e Rio Grande do Sul (cada) e os R$3 milhões restantes  serão destinados igualmente aos fundos de cultura da Bahia, de Minas e do Rio Grande do Sul.

O setor cultural foi o que mais sofreu com a crise gerada pela pandemia do coronavírus, impedindo as apresentações de shows e peças de teatros.

“Em momentos de crise, a cultura é decisiva para enfrentar o caos, reconstruir o tecido social e ajudar a projetar o futuro. Entendemos que o papel de uma plataforma longeva como Natura Musical é reforçar o seu compromisso com a cultura, continuar fomentando a produção artística e valorizar o impacto positivo que esse mercado produz na nossa sociedade”, disse Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding no comunicado oficial.

 

Foto: reprodução –  Xênia França, compositora brasileira apoiada pelo programa Natura Musical

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Banda americana está leiloando a faixa 10 de seu novo álbum no eBay

Matéria de L4LM

A faixa 10 do novo àlbum da banda Vulfpeck está avaliada em mais de 50 mil dólares no e-bay. Comprador que der lance mais alto poderá nomear a música.

A banda americana Vulfpeck está leiloando a faixa 10 de seu próximo álbum no e-Bay. O lance atual está avaliado em mais de 50 mil dólares.

Para o lançamento de seu álbum ‘The Joy of Music, The Job of Real Estate’, a banda de Funk americana foi às redes sociais fazer um anúncio ousado. Clique aqui para visualizar.

No anúncio o líder da banda, Jack Stratton, contou que andou tomando algumas decisões erradas e que se deu mal. Segundo ele, no início do ano, ele resolveu investir comprando algumas ações no Spotify, na certeza de que elas iriam render uma boa grana. Como previsto, o retorno chegou, o que fez Stratton ficar ainda mais confiante para investir quatro vezes mais. Só que, como o mercado financeiro é imprevisível, as ações caíram. Ele perdeu tudo!

“Eu gostaria de poder dizer que estou falido, mas é pior do que isso”, disse Stratton em seu post.

Diante da situação, veio a ideia de leiloar a faixa 10 de seu álbum para tentar dar uma equilibrada em seu orçamento.

Na descrição do produto, o comprador que der o lance mais alto terá direito à nomear a faixa (naming rights) e aos 2 minutos e 30 segundos dela.

“Imagine sua banda, seu produto, seu filho na faixa 10 do próximo álbum de Vulfpeck, ‘The Joy of Music, The Job of Real Estate’. O crescimento financeiro de longo prazo é quase garantido”, diz a descrição do produto do e-bay.

“Não se trata apenas de lucros. Considere os intangíveis: objetivos de vida, prazer, feijão, imortalidade, funk”, completa a descrição.

Mas outra parte da descrição alerta: “O Comprador reconhece ainda que o Vendedor pode promover, não promover, descartar, amar ou simplesmente ignorar a Faixa 10 como o Vendedor considerar adequado, por toda a eternidade ou até 2121, o que ocorrer primeiro”.

Parece que a estratégia tem dado certo já que a “Faixa 10” agora está avaliada em mais 50 mil dólares.

Vale lembrar que o caso foi comentado durante o podcast do “Música em Rede”  pelos convidados Pena Schmidt e Guta Braga. “O Fonograma vai salvar a Indústria da Música?” – OUÇA AQUI.

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GOOGLE TESTA HUB PARA REUNIR SERVIÇOS DE STREAMING EM UM SÓ LUGAR

Versão de testes do ‘Caleidoscópio’, hub do Chrome, será possível ver ‘Stranger Things’ da Netflix e pular para ‘Fleabag’ da Prime Video.

O Google está testando um hub para reunir todos os serviços de streaming em um só lugar, sem previsão de lançamento ainda.

A novidade foi descoberta pelo portal Chrome Story, especializado sobre o navegador. De acordo com o Olhar Digital, na última semana, ao entrar no endereço chrome://kaleidoscope (apenas na versão Chrome Canary) o portal conseguiu visualizar uma versão dos testes em que o Google está testando o hub.

Tudo indica que o hub se chamará ‘Caleidoscópio’ e que ele permitirá que o usuário reúna todo os seus serviços de streaming favoritos. Ou seja, será possível assistir a um episódio de “Stranger Things’ na Netflix e pular para ‘Fleabag’, da Prime Video.

Se lançada, a novidade vai tornar a vida de viciados em séries e filmes ainda mais prática! #natorcida!

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TikTok fecha parceria para distribuir músicas diretamente em serviços de streaming

Matéria de VEJA

A parceria permitirá à artistas que viralizaram no TikTok, inserir suas músicas nas plataformas de streaming com mais agilidade e menos custos pela UnitedMasters.

No meio de tantas notícias sobre a venda do TikTok e uma grande campanha de Donald Trump contra o aplicativo, a ByteDance anunciou na última semana um novo acordo com a United Masters para distribuir músicas do TikTok em serviços de streaming.

De acordo com o TechCruch, com o acordo, artistas independentes poderão enviar seus hits virais no TikTok direto para os serviços de streaming, como o Spotify e Apple Music, usando o plano da United Masters de U$5 por mês, ou optarem pelo desconto sobre os royalties.

Segundo a Veja, a novidade facilitará que artistas que viralizaram no aplicativo de vídeos possam inserir suas músicas de forma mais rápida nos serviços de streaming, sem precisar assinar com uma gravadora. Não foi revelado se a novidade deve rolar no Brasil.

A UnitedMasters é uma empresa de distribuição fundada pelo ex-presidente da Interscope Records, Steve Stoute. A empresa permite que músicos (especialmente os iniciantes) disponibilizem suas músicas em serviços de streaming pagando taxas melhores pelo serviçõ de distribuição . Além disso, o selo disponibiliza aos artistas ferramentas analíticas, CRM e parcerias com a ESPN e NBA.

Vale notar que este pode se um dos últimos acordos negociados pela ByteDance nos Estados Unidos, já que o presidente Donad Trump determinou que o TikTok seja vendido por violar leis de segurança e privacidade dos usuários.

 

Foto: reprodução

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Empreendedora é notificada por violar direitos de imagem ao usar foto de Mel Gibson em embalagem

Matéria de G1

Uma pequena marca chilena de mel artesanal se deu mal ao usar na embalagem uma foto do ator Mel Gibson no filme “Coração Valente”.

Ao tentar fugir da crise financeira provocada pela pandemia, a pequena empreendedora Yohanna Agurto resolveu criar uma marca de mel usando o ator Mel Gibson como “garoto” propaganda. O que ela não esperava, era ser notificada por violar direitos de imagem do ator.

Para divulgar seu produto, Yohanna usou o trocadilho com a palavra “mel” – em espanhol miel-, colocou a foto do ator no filme “Coração Valente (1995) e ainda usou o slogan “apenas para os valentes”.

Apesar da criatividade, a empreendedora chilena acabou recebendo a notificação dos advogados de Gibson por usar sua imagem sem permissão, cabendo medidas legais, caso o produto não seja retirado de circulação.

Em justificativa para a Reuters, Agurto revelou que ficou tão assustada com a notificação, que deletou sua conta de e-mail do trabalho. Ela contou ainda que não conseguiu lucrar muito com o produto, apenas o bastante para sustentar sua família:

“Isso surgiu de necessidade. Eu fiquei sem trabalho por causa da pandemia”, contou Agurto.

Mas é claro que empreendedor de verdade não se deixa por vencido né? Pois ela foi no twitter pedir permissão para o próprio Mel Gibson:

“Caro #MelGibson, deixaria usarmos sua imagem no nosso mel, por favor? Meus filhos e eu seríamos infinitamente gratos. Nosso mel é apenas para corações valentes!”.

Apesar das 6 mil curtidas até o momento, segundo o G1, nem o porta-voz do escritório de advocacia de Brecheen em Beverly Hills, nem o porta-voz de Gibson responderam aos pedidos nos comentários.

 

 

Foto: reprodução

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CARDI B DEVE FATURAR MILHÕES COM CONTEÚDO EXCLUSIVO PARA ASSINANTES

Cardi B deve faturar milhões por mês, caso consiga converter pelo menos 1% de sua audiência nas redes sociais para seu plano de assinaturas com conteúdo exclusivo. Um case pra gente ficar de olho.

A rapper americana Cardi B anunciou para seus fãs na semana passada que entrou para a plataforma Only Fans. Ser der certo, a novidade deve gerar milhões ao mês para a cantora caso consiga converter pelo menos 1% de sua audiência nas redes sociais.

Para quem nunca ouviu falar, o Only Fans é uma plataforma voltada para monetização dos criadores de conteúdo através de planos de assinatura. A plataforma é mais popular na indústria de entretenimento adulto, é possível vender nudes por lá, mas também hospeda criadores de outros gêneros como música.

No OnlyFans, a partir de U$4,99 por mês, os fãs de Cardi B poderão ter acesso a conteúdos exclusivos, como os bastidores de seu último clipe da música “WAP”  e outros conteúdos diários.

Segundo o OnlyFans, há três maneiras de monetização de conteúdo na plataforma: Conteúdo exclusivo, Conteúdo de estilo de vida e “Comunicação e lealdade”, o que dá à rapper uma infinidade de possibilidades para criação de conteúdo, que ligado às redes sociais pode ser uma negócio bem lucrativo.

Planos de assinaturas e fidelidade para fãs não é algo novo. Afinal, existem várias maneiras de se conseguir reter um público e monetizar usando plataformas como o Twitch e Bandcamp. Entretanto, o que chamou a atenção, neste caso, foi o quanto o Only Fans pode ser altamente lucrativo para a cantora. Por isso, o Music Business Wordwide fez uma análise detalhada sobre isso.

De acordo com os cálculos do portal, se um artista com 1 milhão de seguidores nas redes sociais mais populares como o Instagram, conseguir converter pelo menos de 1% a 5% dos seguidores para seu plano no OnlyFans cobrando US$4,99 por mês, ele poderia ter um retorno de US$49.900 e US$249.500 por mês.

Agora, a gente pode imaginar quanto uma artista como a Cardi B, que possui 72,5 milhões apenas no Instagram poderia ganhar. Se aplicarmos a mesma fórmula, a cantora deve faturar algo em torno de $3,6 milhões a $18 milhões por mês com o OnlyFans. Isso sem levar em consideração as outras redes sociais da cantora como o Twitter (13,4 milhões) e os 19,6 milhões de seguidores no Facebook.

Novamente: planos de fidelização não é uma novidade no mercado musical, mas definitivamente, o OnlyFans é uma plataforma que entende o valor de um fã e que merece um olhar mais aprofundado.  Aliado à boas estratégias, não há dúvidas que a parceria com a Cardi B será benéfica, tanto para a artista, quanto para os fãs.

“A indústria da música está despertando para o valor dos superfãs – um grupo central de fãs dedicados que estão dispostos a dar mais por um relacionamento mais próximo com seu artista favorito”, cita o OnlyFans em seu site.

“São os superfãs que vão comparecer aos seus shows repetidas vezes, comprar seu próximo álbum, compartilhar sua música com os amigos e doar para sua campanha de crowdfunding”, defende a plataforma.

 

Foto: divulgação

 

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Conheça a “The Live Comedy”, a primeira plataforma de streaming com foco no humor

Matéria de A Tribuna

A The Live Comedy é uma parceria entre a Clap Me, Dromedário e Non Stop. O novo serviço de streaming focado em conteúdos humorísticos promete ainda mais interação entre a audiência e artistas.

Na semana passada (7) estreou no Brasil, a primeira plataforma de streaming totalmente focada no humor, a The Live Comedy.

De acordo com o Atribuna.com, o novo serviço promete uma maior interatividade entre o artista e o público, já que durante o espetáculo, um bate-papo fica disponível para os espectadores.

Além do chat, ao adquirir as peças disponíveis no catálogo o usuário pode criar uma lista de recomendados e interagir curtindo e compartilhando os favoritos dos amigos. No clube de fidelidade, os fãs tem acesso a ofertas e experiências exclusivas.

A The Live Comedy é uma parceria entre as empresas ClapMe (já falamos das novidades deles por aqui), Dromedário e Non Stop.

“Aprendemos com a pandemia que é preciso nos adaptar aos novos momentos que surgem e a The Live Comedy traz a possibilidade de termos comédia em casa, com segurança, sendo shows diferentes do que veríamos no teatro”, contou Emily Borges, diretora geral da Dromedário. “É um novo veículo de entretenimento, e eu estou muito animada com tudo o que podemos criar e realizar”.

Para a data de estréia do serviço foi escolhido o espetáculo “É Coisa de Pai”, com os comediantes Maurício Meirelles, Nil Agra, Diogo Portugal e Victor Sarro. A peça conta as experiências dos pais, e o dia a dia das crianças durante a quarentena.

Os ingressos para o espetáculo foram vendidos no site e rolou até uma parceria com a Rappi. Ao comprar ingressos com descontos, o usuário poderia assistir ao conteúdo diretamente no botão “Rappi Live Events”.

 

Foto: Divulgação

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Artistas precisam ter 200.000 plays para entrar no Top 50 do Spotify

Matéria de POPline

Portal avalia que a cada ano é preciso um maior números de plays para conquistar o Top 50 do Spotify no Brasil.

Nesta semana, o Pop Line publicou uma matéria sobre como funciona o ranking das paradas de músicas do Spotify no Brasil. Para que um artista fique entre o Top 50 é preciso pelo menos cerca de 200.00 plays por dia.

Para se chegar ao número, o portal avaliou o Top 50 do Spotify no dia 10 de agosto de diferentes anos no país. Em 2018, o hit de Silva em parceria com a cantora Anitta “Fica Tudo Bem” entrou em 50º lugar com 161,072 streams. Só que em 2017, “Attention“, do Charlie Puth, estava na mesma posição com um número menor de plays, 139,870. Entretanto, em 2020, Giulia Be está no #50 com 228,557 streams. Ou seja, a cada ano o número que determina a entrada de uma faixa na Top 50 aumenta.

Em outros países, as paradas são definidas por um número menor de plays. Para se ter uma ideia, no Reino Unido, para entrar no Top 50 é necessário que um artista tenha 100.00 plays diários. Enquanto no Canadá basta ter 60.000 plays. Atualmente, para ganhar a primeira posição no Brasil, um artista deve ter em média 800,000 streams diários.

Assim como no Brasil, nos Estados Unidos, o número de plays do Top 50 deve ser alto, pelo menos 400.000 reproduções diárias.

Outro ponto a se notar é a sobre a dificuldade em se manter no topo das mais tocadas. Isso porque há uma tendência de determinadas faixas estrearem em boas colocações, geralmente graças ao apoio dos fãs, mas fora das playlists grandes, fica difícil uma música continuar entre as mais ouvidas.

O portal conta que essas playlists grandes são criadas pelo próprio Spotify Brasil, que decide a inclusão e posicionamento das músicas editorialmente conforme a os dados fornecidos pelos algoritmos, que avaliam determinados fatores como a frequencia em que as músicas são puladas pelos usuários em playlists ou no modo rádio. Quanto menor esse número, mais chance delas entrarem nas melhores listas de reprodução e ficarem com um posicionamento melhor no ranking.

 

Foto: FreePik @upklyak

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Nova série mostra os bastidores da música pop no Brasil

Matéria de Época

A “História secreta do pop brasileiro” conta os detalhes dos grandes hits que marcaram a música pop no Brasil.

Começamos a semana com uma dica de série super bacana, que todos do grupo do MCT, no Facebook, adoraram!

Confira na Amazon Prime, a série documental “História secreta do pop brasileiro”. Baseada no livro “Pavões Misteriosos”, do jornalista André Barcinsk, a produção conta detalhes a cerca de vários hits que marcaram a história música pop no Brasil (Via Época.com).

Entre os clássicos da Xuxa, Balão Mágico e Tim Maia, um dos capítulos retrata a saga da banda Os Carbonos, responsável por gravar 50 mil músicas em 30 anos de carreira, como as icônicas “Fuscão preto” e “É o amor”. Assista ao trailer AQUI!

Foto: Divulgação

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Snapchat fecha acordos de licenciamento de músicas com gravadoras

Matéria de Canaltech

Os acordos com gravadoras e editoras vão permitir novo recurso para inserir músicas em vídeos no Snapchat, semelhante ao recursos do TikTok e ao Reels, do Instagram. A Sony Music ficou de fora.

Nesta semana o Snapchat anunciou que realizou vários acordos de licenciamento com gravadoras e editoras para permitir a seus usuários inserirem músicas nos vídeos.

De acordo com o CanalTech, a novidade estará disponível, inicialmente, apenas para países como Austrália e Nova Zelândia.

Entre as gravadoras e editoras estão a  Universal Music Publishing, Warner Chappell, Merlin, National Music Publishers Association e Warner Music Group. Entretanto, a Sony Music ficou de fora:

“Estamos constantemente construindo nossos relacionamentos dentro da indústria da música e garantindo que todo o ecossistema musical (artistas, selos, compositores, editoras e serviços de streaming) obtenha valor em nossas parcerias.”, afirmou um comunicado pela empresa.

Recursos similares ao do Snapchat já estão presentes em outros aplicativos como o TikTok e agora o Reels, no Instagram.

 

Foto: Divulgação

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