How Brands Demanding Safety Could Curtail YouTube Ad Sales

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Após as denúncias feitas pelo jornal Financial Times relatando que propagandas de grandes marcas estavam aparecendo em vídeos terroristas e de antissemitismos, questões sobre o controle de conteúdo foram levantadas. Analistas dizem que empresas podem deixar de anunciar no Google levando a perda de receita. Confira!

Brian Wieser, do Pivotal Research Group, disse que por conta desses vídeos, as preocupações com a segurança da marca no YouTube aumentaram  e terão um efeito arrepiante na receita do site.

Na semana passada, a Havas e uma série de grandes marcas suspenderão os gastos com anúncios no YouTube no Reino Unido até que o site possa garantir que seus “spots” não correrão risco de estar perto de um conteúdo ofensivo.

A questão da segurança da marca tornou-se uma preocupação da indústria, especialmente desde as eleições do ano passado, quando uma proliferação de sites questionáveis ​​surgiu para espalhar notícias falsas.

O Google, proprietário do YouTube, respondeu dizendo que tomaria medidas para ampliar o monitoramento do conteúdo no site e dar aos anunciantes maior controle sobre onde seus anúncios serão exibidos. No entanto, nem sempre é fácil entender onde está a liberdade de expressão e a censura.

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Lei Rouanet: produtores avaliam mudanças apresentadas pelo Ministério da Cultura

Matéria de O Globo

Veja a opinião de produtores sobre o impacto das alterações da Lei Rouanet em seus projetos.

Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, foi uma das entrevistadas e disse que por causa da Lei Rouanet, possui um galpão apenas para estocar notas e acredita que deve haver mudanças para facilitar processos e agilizar a burocracia.

Outros produtores que foram entrevistados no site O Globo também discutiram e concordaram com as mudanças na Lei Rouanet. Para eles, com as novas regras haverá maior transparência nas apresentações dos projetos e prestações de contas. Porém o novo valor sobre o teto para cachês pode inviabilizar algumas produções.

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Rock Stars Fight Depositions in Legal Dispute Spanning Decades of Music History

Keith Richards dos Rolling Stones, David Byrne dos Talking Heads, Pete Townshend do The Who e Michael Stipe do REM no meio de uma luta por direitos autorais contra um site que exibe variedade shows ao vivo.

A Wolfgang’s Vault é uma empresa que se dedicava a restauração e digitalização de gravações ao vivo, principalmente das décadas de 1960 e 1970. Em 2006, seu fundador, William Sagan ,passou a disponibilizar gravações em streaming, porém muitas vezes sem autorização para isso. Por isso, em 2015, a National Music Publishers ‘Association apresentou uma ação contra Sagan.

Desde que o processo foi arquivado os advogados de Sagan tentaram várias táticas para lutar contra as alegações de que a empresa não possui licenças necessárias para transmitir um estimado de 2 bilhões em shows gravados. Agora alternativas estão sendo propostas por seus advogados.

Uma das táticas dos advogados de Sagan é usar a teoria de que ao concordar a gravação dos shows, os músicos estariam dando uma licença implícita para o uso posterior das gravações.

Michael Elkin e Erin Ranahan, os advogados de Winston & Strawn, intimaram algumas estrelas do rock para depor, mas depois de uma audiência em dezembro, eles cederam a cinco. Esses cinco, no entanto, têm levantado objeções e moções para anular as intimações.

Stipe apresentou uma petição no tribunal federal da Geórgia para declarar que seu depoimento seria irrelevante. Da mesma forma Richards e Byrne têm lutado contra os depoimentos e apresentaram documentos sobre detalhes dos acordos financeiros com os editores.

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Números de 2016: Universal Music é considerada a maior gravadora do mercado fonográfico

Notícia comenta o excelente desempenho da Universal Music divulgado pelo site Music Business Worldwide.

Em 2016, a “Universal Music Group obteve diferenças significantes frente às gravadoras Sony Music, Warner Music e selos independentes.”

“Apesar de a Universal ter tido queda até mesmo no mercado de streaming, descendo de 30,5% em 2015 para 30,4% em 2016, ela se manteve líder nessa categoria, com diferenças de 7,7% em relação à Sony, 11,8% à Warner e 2,1% às gravadoras independentes”.

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