Em livro, o jornalista e produtor cultural Léo Feijó, mostra desigualdade racial e de gênero da indústria da música.

Um estudo sobre a situação de desigualdade racial e de gênero da indústria da música descobriu alguns dados que precisam de atenção do mercado musical.

O levantamento feito pelo jornalista e produtor cultural Leo Feijó, e publicado no livro recém-lançado “Diversidade na Indústria da Música no Brasil – um Olhar sobre a Diversidade Étnica e de Gênero nas Empresas da Música” (Dialética Editora), identificou que 21,4% das organizações presentes no ecossistema da indústria fonográfica não têm negro em seus quadros profissionais.

Além disso, apenas em 16,1% das organizações, as pessoas negras representam mais da metade da força de trabalho.

A presença feminina em gravadoras, editoras, distribuidoras, agências e outras empresas voltadas para a música também se mostrou desigual, já que em quase 20% delas, não há ou possuem no máximo 15% de seu quadro funcional ocupado por pessoas do sexo feminino.

No livro, Feijó também apresenta discussões, análises e pesquisas realizadas em outros países.

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