The curator of Spotify’s RapCaviar playlist is leaving the company

Matéria de The Verge

Spotify se registra na Bolsa de Valores, mas perde Tuma Basa, responsável pela segunda playlist mais ouvida no mundo, a “RapCaviar”.

O Spotify é o assunto da semana no mundo da música. A solicitação de seu registro na Bolsa de Valores, que foi realizada na quarta-feira (28/02), está levantando rumores e gerando muitas expectativas. No entanto, o serviço de streaming perdeu um importante membro de sua equipe.

Tuma Basa, chefe responsável pela curadoria de músicas de Hip Hop, anunciou que não faz mais parte do Spotify. Basa gerenciava a segunda maior playlist do Spotify, a “RapCaviar”.

A notícia de sua partida chegou um dia após o Spotify se registrar na Bolsa de Valores de Nova york e revelar a dificuldade de se tornar uma empresa lucrativa, mesmo com o crescimento do número de assinantes.

A saída de Basa deixa dúvidas com relação da sustentabilidade financeira do serviço de streaming. Até o momento nenhuma das partes se pronunciou sobre o assunto.

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Tencent further expands music interests, invests in Indian streaming firm

A gigante digital chinesa Tencent mostrou interesse no mercado de streaming de músicas ao comprar o indiano Gaana.

O serviço de streaming Gaana foi criado em 2010 pelo grupo Times of India e agora passa a ser parte da Tencent.

A Tencent é dominante no mercado chinês e no ano passado o Spotify chegou a comprar parte de suas ações, e vice-versa.

O novo acordo é uma iniciativa da gigante chinesa que visa investir nesse importante mercado emergente para a transmissão de música, principalmente devido ao tamanho de sua população. Nos últimos anos, houve um crescimento significativo no número de assinantes em ambos os países.

Mesmo com as dificuldades enfrentadas, a Tencent acredita que, a longo prazo, os serviços de streaming se tornarão lucrativos.

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Spotify Officially Files for Its ‘IPO’ — And Exposes $1.5 Billion In Annual Losses In the Process

Matéria de Digital Music News

Agora é oficial! O Spotify entrou com um registro na Bolsa de Valores de Nova York e informações sobre suas perdas foram expostas!

O Spotify entrou com um pedido para se registrar na Bolsa de valores de Nova York e para isso emitiu um documento que foi enviado para a Comissão de Segurança e Câmbio dos Estados Unidos. Nesse documento há informações valiosas sobre o serviço de streaming e também sobre o mercado em que atua.

Mesmo com perdas de $ 1,5 bilhão em 2017, especialistas estão afirmando que a empresa chegará a ser avaliada em US $ 23 bilhões, caso seu pedido seja autorizado. O Spotify pretende levantar US$ 1 bilhão com a iniciativa.

Outra informação valiosa é que atualmente há 71 milhões de assinantes e mais de 150 milhões de usuários ativos.

Com certeza a entrada do Spotify na bolsa de valores será um marco para a indústria musical, vamos ficar atentos para os próximos passos do serviço de streaming.

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Presidente da Sky prevê acordo com canais e anuncia serviço de streaming

Matéria de Folha de S.Paulo

Em entrevista Luiz Eduardo Baptista, da operadora Sky fala sobre o lançamento de Tv paga em streaming.

A Sky lançará em 2018 um serviço só pela internet de canais. “Uma TV paga em streaming, “com novos serviços da DirecTV, controladora da Sky, e até do Google (YouTube TV)”.

Na entrevista Luiz Eduardo fala também sobre questões a saída da Record e SBT da grade da operadora. Ele disse que o acordo está próximo já que a s empresas estão mais “flexíveis”.

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Spotify estaria criando “artistas falsos” para reduzir custos de royalties

Matéria de Canaltech

Nessa semana o site Music Business Worldwide publicou uma denúncia contra o Spotify alegando que o serviço de streaming estaria “preenchendo” listas de reprodução populares com “artistas falsos”.

O MBW verificou que algumas listas de reprodução na plataforma possuem bandas ou artistas “sem perfil público, com poucas músicas, mas milhões de reproduções graças à estratégia da empresa de colocá-las em meio às suas playlists mais populares”. “A acusação perante a empresa é seríssima, visto que, caso o Spotify realmente esteja criando músicos “falsos” para benefício próprio, isso constituiria fraude”.

“Nós pagamos royalties – de composição e distribuição – por todas as faixas no Spotify, e por tudo o que colocamos em playlists. Nós não possuímos direitos [para canções], não somos uma gravadora, toda a nossa música é licenciada dos titulares dos direitos e nós pagamos eles – nós não pagamos a nós mesmos”, esclareceu o Spotify sobre as acusações.

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WELCOME TO THE FUTURE: SPOTIFY POACHES AI MUSIC EXPERT FROM SONY

O Spotify contratou François Pachet, um dos principais especialistas na aplicação da Inteligência Artificial no mundo da música pop.

Pachet era diretor do Laboratório de Ciência da Computação da Sony em Paris, onde lidera a equipe de pesquisa de música. Ele trabalhou na Sony há 20 anos. Em 2012, ele supervisionou um projeto que criou canções pop compostas por IA, além de lançar o primeiro selo de música dedicado ao uso profissional da IA para a produção de música.

No início deste ano, a equipe da Sony de Pachet lançou duas músicas pop usando IA – “Daddy’s Car”, ao estilo de The Beatles, e “The Ballad Of Shadow”, ao estilo de compositores americanos como Irving Berlin e Duke Ellington.

Vários rumores estão surgindo sobre a contratação de Pachet pelo Spotify. Na empresa de streaming ele poderia desenvolver várias ferramentas novas com IA que poderiam ajudar compositores a se tornarem mais eficazes.

No entanto Pachet chamou atenção em um painel ao dizer que a música escrita por IA, não deveria dar direitos autorais após sua publicação.

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SOUNDCLOUD SLASHES 40% OF STAFF AS FINANCIAL REALITY HITS HARD

Mais uma notícia ruim sobre o Soundcloud. Após quatro de seus executivos deixarem a empresa de streaming alemã nesse ano, agora 40% de seus colabores foram demitidos.

O SoundCloud está fechando seus escritórios em Londres e São Francisco para reduzir custos. São 173 funcionários cortados de um total de 420. O negócio continuará em operação emseus escritórios de Nova York e Berlim.

A empresa anunciou grandes perdas em receitas e o CEO e co-fundador, Alexander Ljung, observou que a empresa pode “ficar sem dinheiro” antes do final de 2017 se não conseguir novos financiamentos. Além disso, há rumores de que Deezer poderia adquirir o SoundCloud em breve.

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Vinyl, the salvation of the music industry in the digital age—in charts, audio and some cats

Matéria de Quartz

Uma análise sobre os hábitos de consumo de música entre os americanos e a volta do vinil. Confira!

Neste mês vimos duas notícias importantes para a indústria da música: A demissão de 40% dos funcionários do SoundCloud e a volta da produção de vinil pela Sony Music. Essas notícias devem ser avaliadas como o reflexo das mudanças do consumo de música.

O site Quartz publicou uma pequena análise sobre essas notícias, destacando a volta do vinil e a relação de consumo dos americanos.

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Novo álbum de Jay-Z impulsa Tidal, seu serviço de streaming de música

Matéria de G1

Com lançamento de novo álbum, Jay-Z transformou o Tidal no app mais baixado nos EUA.

Com o lançamento do álbum “4:44”, Jay-Z transformou a plataforma no aplicativo com mais downloads para iPhones nos Estados Unidos na sexta-feira e no sábado, subindo 163 posições desde quinta-feira.

“O “4:44” é o primeiro álbum que o rapper lança em quatro anos, período em que se dedicou a consolidar seu império musical. A indústria o acolheu favoravelmente e as redes ferveram com suas letras, mais pessoais que o normal”.

O álbum foi publicado com exclusivamente no Tidal, e não se sabe se estará disponível em outras plataformas futuramente.

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Cide-Royalties incide sobre direito autoral, decide Carf

Matéria de JOTA

Perante o questionamento da Sky sobre o Cide (Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico), a CARF (Câmara Superior do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais), definiu que há incidência sobre as remessas ao exterior de royalties devidos por direitos autorais, e não apenas sobre a cessão ou licença de uso de marca de produtos ou serviços tecnológicos.

A Sky alegou que o artigo 10 do Decreto 4195/02 “é taxativo e restringe a incidência da Cide para produtos tecnológicos e científicos, e não sobre a produção e reprodução de obra artística”.

A decisão da última instância do Carf acatou a tese que “pelo artigo 10, devem ser tributadas as remessas ao exterior de royalties e remuneraçōes referentes a contratos de fornecimento de tecnologia, prestação de assistência técnica, serviços técnicos e de assistência administrativa e semelhantes, cessão e licença de uso de marcas e de exploração de patentes”.

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