Autoridades da Europa autorizam compra do Shazam pela Apple

Matéria de Canaltech

Em breve a aquisição do Shazam pela Apple será concluída, as autoridades regulatórias da União Europeia autorizaram a transição que pode chegar a US$400 milhões.

A maior preocupação da União Europeia com relação à venda do serviço identificador de músicas Shazam para a Apple seria a criação de um monopólio que poderia prejudicar a concorrência, afinal há em jogo uma grande quantidade de dados e volume de usuários envolvidos.

De acordo com o portal Canaltech, o início da revisão do negócio começou em fevereiro e logo em abril se transformou em uma investigação formal que poderia barrar a aquisição.

“A união dos serviços não reduz a competitividade do mercado de streaming, apesar do gigantesco volume de dados e informações possuídas pelas duas companhias”, informou Margrethe Vestager, diretora da autoridade regulatória da União Européia.

Para a União Europeia, o Shazam é um serviço que pode complementar ainda mais o Apple Music e não há competição entre os serviços. Outro ponto importante é que a Apple não terá acesso a informações pessoais de usuários de serviços concorrentes e em métricas para ganhar vantagens competitivas.

Todavia, há a consideração de que o Shazam seja encerrado e pode ser incorporado ao Apple Music: “Nesse caso, as autoridades consideraram que os usuários de plataformas rivais até poderiam ser prejudicados, mas ponderou que existem outras alternativas no segmento de reconhecimento musical e que, também, o serviço de identificação dificilmente serve como uma porta de entrada para plataformas de streaming”, informou o Canaltech.

Por enquanto, nenhum dos serviços se pronunciou sobre a grande notícia, mas já sabemos que muitas novidades estão por vir, melhorando a experiência na Apple Music.

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Plataforma de vídeos do Facebook chega ao Brasil

O Watch, é o novo serviço de vídeos do Facebook para concorrer com o YouTube. Após testes nos EUA, finalmente estará disponível no mundo todo a partir de hoje (quinta-feira) e poderá beneficiar os criadores de conteúdo.

O novo serviço do Facebook promete ser uma grande novidade e beneficiará principalmente os produtores de conteúdo, pois será possível ganhar receitas com os chamados intervalos comerciais (Ad Breaks). Além disso, será possível monitorar o desempenho dos conteúdos. Entretanto, os Ad Breaks, não estarão disponíveis no Brasil por enquanto.

De acordo com o portal Meio & Mensagem, o Ad Break funcionará da seguinte maneira: “O formato inclui mid-roll, que traz anúncios durante o vídeo, e pre-roll, antes do seu início, além de anúncios em imagem diretamente abaixo do vídeo – sempre que um Ad Break for exibido, o publisher ou criador ganhará uma parte dessa receita”.

O Watch terá ainda uma função chamada de Creator Studio que permite que publishers e criadores de conteúdo possam gerenciar e acompanhar os conteúdos e seus desempenhos nas páginas.

Com o Watch, o Facebook conseguiu grandes parcerias nos Estados Unidos, porém por aqui a intenção é apenas incentivar a produção de conteúdo. “O Watch é uma plataforma para que todas as páginas produzam conteúdo, inicialmente, lá fora, tivemos algumas iniciativas com a intenção de dar um boost na plataforma e experimentar e aprender o que funciona ou não”, explicou Mauro Bedaque, líder de parcerias de entretenimento para América Latina do Facebook.

Algumas dessas parcerias incluíram o Vox Media, ATTN e Group Nine Media. As negociações chegaram a US$250 mil por episódio, ou entre US$10 mil e U$35 mil para cada vídeo curto.

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A Netflix é mais uma que tenta se desviar das lojas de aplicativos

Matéria de MarketWatch

Empresas de tecnologia como a Netflix e o Spotify estão realizando ações para incentivar os usuários a fazerem o registro e compra de seus aplicativos em suas próprias plataformas e sites para reduzir os custos com comissões na App Store e Google Play.

Pouca gente sabe, mas para ter um aplicativo na App Store ou no Google Play, a Apple e o Google cobram um valor de 30% como comissão. Um valor considerado alto e que acaba impactando no faturamento de qualquer empresa que está nas lojas de aplicativos.

Pensando nisso, a Netflix está criando novas formas para tentar fugir das comissões das lojas de aplicativos. Para incentivar seus usuários a se registrarem por outros meios, um site para dispositivos móveis do aplicativo foi criado. Além do cadastro, o usuário poderá definir os modos de pagamentos diretamente com a Netflix. Por enquanto, a medida está em fase de testes em vários países, menos nos EUA.

Não é de hoje que as empresas de tecnologia que possuem aplicativos nas plataformas da Apple e Google reclamam da “taxa” por visibilidade. Outra empresa que tem procurado fugir da dependência das lojas de aplicativos é o Spotify.

O Spotify não permite que novos usuários se registrem na loja de aplicativos da Apple, embora o aplicativo em si ainda possa ser baixado por lá. A empresa tem se pronunciado sobre o assunto e exigindo a criação de novas regulamentações.

Em 2015, o Spotify enviou e-mails para seus usuários incentivando o pagamento pelo Spotify.com e não pela App Store: “Se você trocar seus pagamentos para o Spotify.com, não haverá custos de transação e você economizará dinheiro”, informou o e-mail. Os e-mails também continham informações sobre como desligar a renovação automática no iTunes e fazer pagamentos através de seu próprio site, além de fornecer descontos nas assinaturas.

As empresas desenvolvedoras de games também estão aderindo a ideia e gerando novos modos de registros de usuários. A Epic Games lançará seu famoso jogo “Fortnite” em seu próprio site e o download só poderá ser feito nele.

“Tivemos discussões de portas fechadas com desenvolvedores de jogos que afirmam que a estrutura de comissões da Apple e do Google é injusta e que eles podem assumir um papel mais público ao empurrar de volta o modelo de negócios”, afirmaram analistas da Macquarie – empresa líder em consultoria financeira.

Ben Schachter, líder da Macquarie também afirmou que a resistência das empresas pode significar que o modelo de distribuição de aplicativos, como ditado pela Apple e pelo Google, precisa mudar.

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NAPSTER PROVA QUE O STREAMING PODE SER LUCRATIVO

Com lucro líquido de US$6,6 milhões, o Napster provou que um serviço de streaming pode ser lucrativo e ainda revelou que não quer mais dominar todo o mundo, mas apenas 20% dele.

Recentemente, foi divulgado o desempenho do Napster e para a surpresa de muita gente o serviço de streaming provou ser lucrativo mesmo não querendo dominar o mundo como seus concorrentes Apple Music e Spotify.

Desde o início do ano até 30 de junho de 2018, o Napster registrou US$76,5 milhões em receita, mas sofreu uma queda de 16,5% em relação ao primeiro semestre de 2017. Seu lucro bruto, no entanto, aumentou 47,1% (US$18,7 milhões)

O lucro operacional também registrou um grande aumento, atingindo US$10,3 milhões e seu lucro líquido alcançou US$6,6 milhões.

De acordo com o portal Digital Music News vários são os fatores que contribuíram para a lucratividade do serviço de streaming que possui em torno de 4,5 milhões de usuários.

Em primeiro lugar, o Napster é um serviço apenas pago, ao contrário do Spotify, Deezer e Pandora. Então, ele não precisa pagar nem depender de publicidade. “Isso permite que ele continue sendo o “rei” indiscutível em termos de pagamentos de streaming de música”, afirmou o portal.

Em segundo lugar, com menos assinantes, o Napster tem menores custos operacionais. O Spotify, por outro lado, tem um número crescente de assinantes. Por causa disso, as perdas operacionais da empresa continuam aumentando.

O Napster paga aos artistas US$0,01682 por stream. Por sua vez, a Apple Music paga US$0,00783, a Amazon US$ 0,0074 e o Spotify, US$0,00397. O Pandora e o YouTube continuam sendo os piores “criminosos” de pagamento, US$ 0,00134 e US$0,00074 por fluxo, respectivamente.

Terceiro, o Napster pertence ao provedor de internet RealNetworks, e não precisa depender de investimentos externos para continuar operando.

Mesmo com lucros, as receitas do serviço de streaming de música caíram nos últimos anos devido ao aumento da concorrência.  Bill Patrizio, CEO do Napster explicou que a empresa não pretende competir diretamente com o Spotify e a Apple Music. Em vez disso, seu foco está no nicho de mercado.

Patrizio explicou que não deseja a maior fatia de mercado, ele não que brigar com os grandes Spotify e Apple. Para ele será mais fácil conseguir conquistar uma fatia de 20%: “Mesmo 20% de um mercado de US$20 bilhões é um mercado de US$4bilhões”, explicou o CEO.

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Spotify agora lista créditos das músicas também em dispositivos móveis

Matéria de O Globo

O Spotify já está disponibilizando informações sobre compositores, intérpretes e produtores das faixas em dispositivos iOS.

Segundo o portal do jornal “O Globo”, desde fevereiro as informações sobre os detentores dos direitos já estavam disponíveis em desktops. A notícia chegou no Twitter do serviço de streaming voltado para artistas, o “Spotify for artists”, entretanto não foi muito divulgado na mídia.

Vale lembrar que o Spotify já enfrentou diversas batalhas judiciais de editoras e compositores por usar músicas sem licenças e compensações necessárias.

“Com a inclusão dos créditos, a empresa passou a estreitar a relação com compositores e intérpretes, além de informar melhor os ouvintes”, informou o jornal.

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Amazon Music será lançada no Brasil

A Amazon Music está quase pronta para disputar com o Spotify, Apple Music e a Deezer aqui no Brasil, mas primeiro precisa encontrar urgente seu Diretor de Música Digital! #vemAmazon

A Amazon divulgou uma vaga de emprego para Diretor de Música Digital e isso quer dizer que seu serviço de streaming de músicas, Amazon Music, chegará ao Brasil em breve.

Segundo o anúncio da vaga, o futuro Diretor de Música Digital da Amazon Music deve lançar e desenvolver o serviço de streaming no Brasil e será responsável pela contratação e desenvolvimento de uma equipe local baseada em São Paulo.

Parece que a chegada do Amazon Music ao país será rápida – a função anunciada exige “experiência na configuração” e no “lançamento de operações” em vários países em um curto período de tempo.

“Nessa função, você contratará e desenvolverá uma equipe para impulsionar o lançamento da Amazon Music”, informou o anúncio. “Você trabalhará com a equipe da Amazon Music e com as equipes locais da Amazon para desenvolver uma experiência de cliente de música digital de classe mundial e relevante e garantir que a Amazon esteja bem posicionada em relação a outras ofertas.”

A Amazon terá como concorrentes o Spotify, que chegou ao Brasil em 2014, e à Apple Music, que chegou por aqui em 2016.

O Brasil é o maior mercado da América Latina e o nono maior mercado de música gravada do mundo, de acordo com os números de 2017 da IFPI.

No ano passado, o mercado de música do país voltou a crescer e gerou receita de música de US$295,8 milhões, um aumento de quase 18% com relação a 2016.

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Spotify realiza parceria com a Samsung

As ações do Spotify subiram após anúncio de parceria com a gigante Samsung: “Acreditamos que essa importante parceria de longo prazo proporcionará aos usuários da Samsung, em milhões de dispositivos, a melhor experiência possível de streaming de música”, afirmou o CEO Daniel Ek.

O Spotify agora é parceiro da gigante de dispositivos inteligentes Samsung. O acordo significa que o Spotify agora está na configuração dos dispositivos da Samsung.

O serviço de streaming em breve também será integrado na Samsung Smart TV, Samsung Music e Bixby – equivalente a Siri ou o Alexa da Amazon. Aqueles que possuem mais de um dispositivo Samsung poderão alternar facilmente a reprodução do Spotify entre eles.

Além disso, a Samsung anunciou que lançará o “Galaxy Home”, um novo concorrente smart-speaker para o Homepod da Apple e o Amazon’s Eco e o Spotify será o serviço de música padrão no dispositivo.

Com isso as ações do Spotify subiram mais de 5% hoje na Bolsa de Valores de Nova York.

O presidente e CEO da Spotify, Daniel Ek, se pronunciou sobre a nova parceria em um blog: “A Samsung fabrica dispositivos para todos os aspectos de nossas vidas – desde smartphones e TVs até tablets, alto-falantes e relógios. E nós projetamos o Spotify para oferecer música personalizada para consumidores em todo o mundo – onde quer que estejam, em milhões de dispositivos”, afirmou o CEO.

“Acreditamos que essa importante parceria de longo prazo proporcionará aos usuários da Samsung, em milhões de dispositivos, a melhor experiência possível de streaming de música, tornando a descoberta de novas músicas mais fácil do que nunca – com ainda mais oportunidades para vir”, acrescentou Ek.

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Tim Cook critica indiretamente o Spotify por não tratar a música como arte

Matéria de Tudocelular.com

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato”. Em entrevista à revista de negócios Fast Company, o CEO da Apple Tim Cook afirmou que a concorrência está desumanizando a música.

O CEO da Apple, Tim Cook mandou uma indireta para a concorrente Spotify. Ele disse estar preocupado pela indústria sugar a alma da música, sua empresa não está nessa área por dinheiro e procura sempre “humanizar” a sua plataforma musical.

“Nós nos preocupamos com a humanidade sendo drenada da música, sobre isso se tornar um tipo de mundo de bits e bytes, ao invés de arte e artesanato. Não consigo me exercitar sem música. Ela me inspira, motiva. E à noite também ajuda a me acalmar. Acho que é melhor do que qualquer remédio.”, afirmou o CEO.

O Spotify está na liderança do território norte-americano com 160 milhões de assinantes – do total, 70 milhões são pagantes, além de possuir opções gratuitas, mas com limitações. Entretanto a Apple Music possui 45 milhões de usuários pagos em todo o mundo e oferece três meses gratuitos.

De acordo com o site “Tudo Celular”, a “Maçã” pretende lançar um player para web como novidade para concorrer com o Spotify.

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O YouTube está prestes a passar o Facebook como o segundo maior site nos EUA

Matéria de CNBC

Com queda de usuários ativos, Facebook perderá em breve a posição de segundo lugar para o YouTube.

De acordo com um novo estudo, o Facebook em breve perderá sua posição entre os sites mais visitados no mundo para o YouTube.

O número de visitas mensais no Facebook caiu de 8,5 bilhões para 4,7 bilhões nos últimos dois anos. Embora o tráfego de aplicativos da rede social tenha crescido, não será suficiente para compensar essa perda, segundo o estudo.

Os cinco sites que mais receberam tráfego nos EUA nos últimos anos foram Google, Facebook, YouTube, Yahoo e Amazon, nessa ordem.

Desde que informou que seu número de usuários ativos diários se estabilizou na América do Norte e declinou na Europa, o Facebook sofreu uma queda no mercado.

O autor do estudo e chefe de insights da SimilarWeb, Stephen Kraus, explicou que o Facebook pode contar com suas aquisições como o WhatsApp e Instagram. “Sim, o site Facebook.com está em baixa, mas eles se consideram mais um portfólio de produtos”, disse.

Em breve o Yahoo também perderá sua posição no ranking para a Amazon, que possui maior tráfego nas datas atrativas, como dezembro, para os consumidores.

Nenhum dos sites que estão no topo do ranking conseguirá se aproximar do gigante Google. Mesmo sofrendo um declínio no tráfego do site, devido ao uso de aplicativos e pesquisa por voz, foram registrados aproximadamente 15 bilhões de visitas em julho de 2018. Enquanto os outros sites estavam abaixo de 5 bilhões

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SPOTIFY AGORA TEM 83M DE ASSINANTES, COM AUMENTO DE 8M EM TRÊS MESES

Nesta quarta-feira (26), o serviço de streaming Spotify revelou seus principais números aos investidores. A empresa de Daniel Ek agora possui 83 milhões de assinantes pagantes.

Desde março, o Spotify conseguiu aumentar em 8 milhões o número de assinantes com uma média de 2 milhoes de novos assinantes por mês em todo o mundo.

De acordo com a previsão do site MBW, a concorrente Apple Music, teria ao final de junho 44 milhões de assinantes pagantes em todo o mundo, cerca de 39 milhões atrás do Spotify. Vale lembrar que a base global de assinantes pagantes da Apple também está crescendo cerca de 2 milhões por mês.

O serviço de streaming arrecadou em receitas €1,273 bilhão no segundo trimestre deste ano (três meses até o final de junho), um aumento de 26%. Entretanto, as perdas operacionais no trimestre foram de €90 milhões, aumentando 14% em relação ao segundo trimestre de 2017.

Com relação às perdas líquidas, o Spotify registou um défice de €394M no segundo trimestre, tendo o seu prejuízo líquido acumulado no ano superior a €500M.

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