Snapchat fecha acordos de licenciamento de músicas com gravadoras

Matéria de Canaltech

Os acordos com gravadoras e editoras vão permitir novo recurso para inserir músicas em vídeos no Snapchat, semelhante ao recursos do TikTok e ao Reels, do Instagram. A Sony Music ficou de fora.

Nesta semana o Snapchat anunciou que realizou vários acordos de licenciamento com gravadoras e editoras para permitir a seus usuários inserirem músicas nos vídeos.

De acordo com o CanalTech, a novidade estará disponível, inicialmente, apenas para países como Austrália e Nova Zelândia.

Entre as gravadoras e editoras estão a  Universal Music Publishing, Warner Chappell, Merlin, National Music Publishers Association e Warner Music Group. Entretanto, a Sony Music ficou de fora:

“Estamos constantemente construindo nossos relacionamentos dentro da indústria da música e garantindo que todo o ecossistema musical (artistas, selos, compositores, editoras e serviços de streaming) obtenha valor em nossas parcerias.”, afirmou um comunicado pela empresa.

Recursos similares ao do Snapchat já estão presentes em outros aplicativos como o TikTok e agora o Reels, no Instagram.

 

Foto: Divulgação

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CEO do Spotify declara que músicos que não fazem sucesso na plataforma são preguiçosos

Matéria de Stereogum

Daniel Ek, CEO do Spotify, fez uma série de declarações polêmicas a respeito de remunerações na plataforma deixando vários músicos revoltados.

Na semana passada o serviço de streaming de músicas, Spotify, publicou seu relatório financeiro para o último trimestre, e o CEO Daniel Ek fez uma série de declarações a vários portais, incluindo ao Music Ally.

Segundo o portal Stereogum, durante a entrevista, Ek revelou o que acha sobre a insatisfação de artistas e compositores sobre as remunerações de royalties e colocações injustas em playlists. Para o CEO, esses músicos são preguiçosos!

“Em toda a existência [do Spotify], acho que nunca vi um único artista dizendo: ‘Estou feliz com todo o dinheiro que estou recebendo com o streaming.’” Ek continuou: “A partir dos dados, há cada vez mais artistas capazes de viver com a própria renda.”.

O que Ek quis dizer é que artistas precisam acompanhar seus dados e pensar de forma estratégica em suas carreiras:

“Há uma falácia narrativa aqui, combinada com o fato de que alguns artistas que costumavam se sair bem no passado podem não se sair bem agora. Nesse cenário futuro, você não pode gravar música a cada três ou quatro anos e achar que isso será o suficiente. Os artistas atuais que estão percebendo que se trata de criar um envolvimento contínuo com seus fãs. É sobre colocar o trabalho, contar histórias ao redor do álbum e manter um diálogo contínuo com seus fãs. ”, continuou.

“Eu realmente sinto que aqueles que não estão se saindo bem no streaming são predominantemente pessoas que querem lançar músicas do jeito que costumavam ser lançadas [antigamente]”, concluiu o CEO.

A fala de Ek, claro, não agradou nada aos músicos no Twitter, que responderam à notícia com comentários negativos:

“Quem tem meios para gerar 2 álbuns por ano? Ou aqueles dispostos a fazer um trabalho abaixo da média, ou aqueles com nomes grandes o suficiente para encurralar outros a fazer o trabalho por eles.”, disse o compositor Mat Dryhurst.

Zola Jesus escreveu em outro tweet: “É extremamente claro que o bilionário @Spotify daniel ek nunca fez música ou arte de qualquer tipo para esse assunto. Ele se recusa a entender que há uma diferença entre mercadorias e arte. O potencial de crescimento cultural sofrerá por causa disso. ”

Por aqui, o vocalista da banda brasileira Maglore, Teago Oliveira, declarou em seu Twitter: “o certo é ficar lançando música sabor plástico pra subir conteúdo e engajar os fãs. Entendo o lado dele e de quem quer viver na corrida em busca de seguidores, mas pra mim a vida é mais do que morrer dizendo que teve milhões de plays”.

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SHOWS E EVENTOS TERÃO DESCONTOS NO PAGAMENTO DE DIREITOS AUTORAIS ATÉ 2021

O Ecad anunciou que dará descontos para licenciamentos de obras e fonogramas em shows e eventos. A medida visa diminuir o impacto causado pela pandemia do coronavírus.

Nesta terça-feira (3), o Ecad –  Escritório Central de Arrecadação e Distribuição- anunciou que show e eventos terão descontos de 50% no pagamento de direitos autorais de obras musicais, lítero-musicais e fonogramas, até 2021.

Segundo o escritório, a medida é uma forma de tentar ajudar as empresas que estão sendo afetadas pela crise da pandemia do coronavírus.

De março até agora, cerca de mais de 6 mil eventos mensais deixaram de acontecer, impactando as receitas de toda a indústria do entretenimento (Via Ecad).

O comunicado prevê os seguintes benefícios válidos a partir de Agosto:

– Será concedido um desconto de 50% nos licenciamentos que considerem os percentuais sobre a receita bruta ou custo musical, passando de 10% para 5% (música ao vivo) e de 15% para 7,5% (música mecânica).

– Terão direito a essa redução os clientes que estiverem em dia com o pagamento de direitos autorais.

– Os shows e eventos em caráter beneficente recebem mais 30% de desconto, passando 5% para 3,5% (música ao vivo) e de 7,5% para 5,25% (música mecânica).

– No caso de shows de caráter religioso e ingresso com direito a bufê e/ou open bar e para os promotores que disponibilizarem acesso on-line ao borderô de bilheteria via “ticketeira”, oferecemos uma redução extra de 15%.

– Não será possível acumular o desconto de 50% para clientes permanentes e esse valor também não será aplicado a determinados festivais de música e congêneres a partir de valores que estão estipulados nesta ação.

O CEO da UBC, Marcelo Castello Branco, se manifestou a respeito do benefício: “As medidas anunciadas revelam um movimento de flexibilização e sensibilidade da gestão coletiva ao momento que estamos vivendo e alguns dos seus principais atores. O setor de shows foi frontalmente atingido e tem perspectiva de uma retomada lenta e cautelosa. Somos todos parte de um mesmo mercado e precisamos trabalhar juntos”.

 

Foto: Divulgação

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Técnicos de eventos realizam protesto em São Paulo pela volta ao trabalho durante a pandemia

Matéria de G1

Profissionais que trabalham nos bastidores de eventos foram às ruas de São Paulo para pedir a volta ao trabalho. Apagão provocado pela pandemia deixou técnicos de som, luz e imagem sem remuneração, e agora eles cobram por medidas emergenciais mais eficazes.

Neste domingo (2), profissionais da area técnica de eventos se reuniram em uma passeata em protesto para cobrar a volta ao trabalho durante a pandemia do coronavírus.

Não há dúvidas de que quem trabalha nos bastidores de eventos – profissionais técnicos de som, luz e imagem, entre outros – são os mais afetados no mercado musical pela pandemia. Com um plano emergencial que não pode ajudá-los neste momento difícil, o jeito foi ir às ruas para cobrar medidas que atendam à classe.

De acordo com o G1, respeitando as regras de distanciamento, os profissionais, em fila, empurraram cases de equipamentos que costumam usar nos bastidores dos shows e seguraram cartazes pelas ruas da Zona Sul de São Paulo.

Para os organizadores, a pandemia trouxe “o verdadeiro pesadelo do apagão” para os profissionais, que agora reivindicam um plano emergencial e revisão das leis para o setor.

Entre as medidas cobradas pelos manifestantes estavam:

– auxílio emergencial até o fim do estado de calamidade pública ou até que seja autorizada a realização de eventos;

– cursos de capacitação para os profissionais, de modo que possam atuar como trabalhadores formais;

– criação de um Comitê de Eventos no Conselho Nacional de Turismo para identificar e discutir questões do setor de eventos;

– criação de uma linha de crédito voltada para o setor de eventos, visando, principalmente, o pagamento da folha de salários e das despesas das empresas.

“Somos os profissionais que ninguém vê, mas, sem o nosso trabalho, nenhum artista sobe ao palco, nenhuma marca apresenta o seu produto, nenhum aplauso será ouvido. Sim, nós empurramos cases, mas também fazemos o show acontecer”, dizia um manifesto durante a passeata.

 

Foto: Van Campos/FotoArena/Estadão Conteúdo

 

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SPOTIFY CHEGA A MARCA DE 138 MILHÕES DE ASSINANTES, MAS PERDE RECEITA PUBLICITARIA DURANTE A PANDEMIA

Novo relatório financeiro divulgado pelo Spotify, mostra um aumento de 8 milhões de assinantes Premium. Entretanto, receitas publicitárias caíram 21% a.a por conta da pandemia do coronavírus.

Nesta quarta-feira (29) o Spotify publicou seu relatório financeiro referente ao segundo trimestre de 2020 (Q2). Apesar do crescimento de 8 milhões de assinantes, o serviço de straming sofreu o impacto da pandemia do coronavírus e teve perda em receitas publicitárias.

De acordo com análise realizada pelo Music Business Wordwide, no Q2 de 2020, o Spotify chegou a marca de 138 milhões de assinantes Premium em todo o mundo ao final do trimestre (encerrado em 30 de junho).

Um aumento de 8 milhões de assinantes, ou seja, 27% a mais em comparação ao ano anterior. Os números, claro, impactaram na receita, que chegou a €1.758 bilhões (+3% em comparação ao Q1 de 2020.

Enquanto isso, a contagem de usuários ativos mensais (UAM) do Spotify no final do segundo trimestre atingiu 299 milhões, um aumento de 67 milhões em relação ao ano anterior e mais 13 milhões de usuários em comparação ao trimestre anterior.

Um dos fatores importantes revelados no relatório foi com relação à receita publicitária, impactada pela pandemia do COVID-19.

As receitas publicitárias da empresa despencaram 21% a.a, fechando o trimestre com 131 milhões de euros. Uma queda de 11% em relação aos 148 milhões de euros registrados no primeiro trimestre de 2020 (antes da pandemia). Além disso, a perda operacional trimestral da empresa ficou na marca de €167 milhões no segundo trimestre.

Atualmente as receitas publicitárias representam apenas 6,9% da receita total da empresa (1,889 bilhão de euros), sendo as assinaturas premium responsáveis por 93,1% delas.

 

Foto: reprodução

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Buscas por lives sofrem queda de quase 70% na internet

Matéria de VEJA

Já deu? As buscas pela palavra “live” no Google caíram quase 70% em comparação à abril, mês de picos de audiências nas transmissões. Momento é de saturação do fenômeno.

Parece que o fenômeno das lives está passando. Pesquisa da Veja mostra queda de 67% nas buscas do Google em abril. Após o pico em abril, quando houveram várias lives recordistas como a da cantora Marília Mendonça e o sertanejo Gusttavo Lima, as buscas pela palavra-chave no Google começaram a apresentar queda.

Apesar de um leve aumento no Dia dos Namorados (12/06), e uma maior procura, principalmente nos fins de semana, os números pela palavra “Lives” no Google tiveram uma queda de 67% em comparação a abril.

Para o portal, além da perda de interesse pelo público, vale notar a falta de boas atrações nos últimos dias. Anteriormente, havia uma certa concorrência de artistas para garantir ótimas apresentações em busca de audiência. Entretanto, o que está acontecendo é a perda de interesse até pelos próprios artistas em fazer transmissões ao vivo. É o caso de Caetano Veloso, que apenas participou de uma live à convite da cantora Teresa Cristina.

Outro fator que pode ter influenciado nas buscas é o retorno das atividades, após mais de 100 dias de confinamento por conta da pandemia do coronavírus.

O que antes mobilizava milhões de pessoas e servia como acolhimento em um momento de incertezas, hoje parece entediar o público. Quase cinco meses após o início da reclusão devido a pandemia, podemos dize que as lives chegaram na fase de saturação.

 

 

Foto: Instagram Marília Mendonça

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Trace Brazuca chega ao Brasil com programação focada na cultura afro e feita por profissionais negros

Matéria de G1

O Trace Brazuca chegou neste sábado no Brasil com uma programação de filmes, shows, músicas e documentários sobre a cultura afro.

No último sábado (25), a TV brasileira ganhou um novo canal, o Trace Brazuca – focado em cultura afro e feito por profissionais negros.

A data escolhida para o lançamento do canal no Brasil, não poderia ser outra, já que no dia 25 de Julho é celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Segundo o G1, a Trace Tv é uma marca já reconhecida em países como Estados Unidos, França, Reino unido, África e Caribe.

Por aqui, a programação conta com documentários, música, shows e filmes. O destaque vai para o especial de filmes da cineasta Sabrina Fidalgo: “Rainha”, “Personal Vivator” e “Rio encantado”.

Vale notar que estamos vivendo uma mudança na cultura pop mundial, graças ao movimento ‘Black Lives Matter’, provocado pela onda de protestos antirracistas nos Estados Unidos.

 

Foto: Reprodução/Trace Brasil

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Grupo cria banco de dados com instrumentos após roubo de violonista

Matéria de VEJA

O roubo de vários violões do premiado Alessandro Penezzi, mobilizou um grupo de músicos a criar um banco de dados de instrumentos. A ideia é evitar a revenda de instrumentos e encontrá-los rapidamente.

Neste mês, o premiado Violonista Alessandro Penezzi teve seus raros instrumentos roubados em sua casa em Piracicaba (SP). Indignados com o ocorrido, um grupo de músicos criou um banco de dados para catalogar instrumentos roubados.

Muito mais que prejuízos financeiros, os instrumentos têm um valor afetivo para os donos. Por isso, a ideia do banco de dados é evitar a revenda de instrumentos para que eles sejam encontrados rapidamente e devolvê-los ao real dono.

De acordo com a Veja, o violonista Marco Lima foi o responsável pela criação do banco, e logo o jornalista e produtor musical Alessandro Soares, também se disponibilizou a colocar a ideia em prática, junto com sua sócia, Elcylene Leocádio. Ela batizou a campanha: “proteja o artista; não compre instrumentos roubados”.

“É uma ideia excelente. Tem muita gente que compra instrumento sem saber a procedência, sem saber de quem está comprando. Importante que esteja ciente que o instrumento é roubado. Acho uma ótima ideia”, disse o violonista Ulisses Rocha.

Swani jr, foi outro músico que curtiu a ideia: “Um banco de dados que registre instrumentos roubados, com fotos, número de série, com tudo. E, antes de comprar, estimule a pessoa a dar uma olhada para checar”.

Ainda segundo a Veja, foram levados do violonista um violão tenor Del Vecchio, da década de 1950, de sete bocas; um violão de 7 cordas, de 1972, confeccionado pelo luthier Do Souto; e um violão de 6 cordas, clássico, normal, do luthier Edgar Fazenaro, feito exclusivo para ele.

 

Foto: reprodução

 

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Startup está criando um chip capaz de reproduzir músicas no cérebro

No Twitter, Elon Musk – CEO da Tesla/Space X – confirmou que sua startup, Neuralink, está desenvolvendo um chip capaz de fazer streaming de músicas no cérebro.

O visionário Elon Musk confirmou em seu Twitter que sua empresa, Neuralink, está trabalhando em um chip capaz de realizar uma série de atividades, inclusive, reproduzir músicas diretamente no cérebro do usuário.

Segundo o Olhar Digital, o CEO da SpaceX e Tesla aos poucos está revelando detalhes sobre o chip, que será testado ainda neste ano por humanos. Além de ser capaz de reproduzir músicas, ao ser implantado no cérebro de humanos, o chip será capaz de estimular o nível de hormônios para aliviar o stress, ansiedade e melhorar o raciocínio.

A Neuralink é uma startup criada em 2016, com o intuito de desenvolver uma interface cérebro-máquina para estabelecer uma interação entre humanos e computadores. A empresa pretende ajudar principalmente pacientes com síndromes neurológicas como a Doença de Parkinson.

A startup está desenvolvendo um robô capaz de instalar “fios” munidos de eletrodos no tecido cerebral. Segundo o portal, Musk divulgou que a máquina é capaz de instalar até seis fios por minuto, com incisões de 2 milímetros de comprimento.

O procedimento para a instalação dos fios é comparado pelo visionário, ao procedimento de de cirurgias oculares refrativas (LASIK), no qual os médicos usam raios laser para remodelar a córnea do paciente e a capacidade de focalização do olho.

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Spotify e Universal Music anunciam novo acordo global para criarem novos recursos para artistas

O novo acordo entre Spotify e Universal Music promete trazer ainda mais recursos para promover artistas na plataforma de streaming.

O Spotify e a Universal Music anunciaram nesta quarta-feira (22) que fizeram um novo acordo global, para criarem juntos novos recursos que irão beneficiar ainda mais os artistas na plataforma.

Segundo o Music Business Worldwide, o contrato anual de licenciamento de músicas entre as duas empresas já havia expirado desde o primeiro trimestre de 2019, o que significava que as duas partes estavam trabalhando de forma contínua, sem uma atualização do acordo.

Apesar das empresas não revelarem muitos detalhes, diante do anúncio pode-se dizer que a Universal Music está disposta e focada a oferecer feedbacks para aprimorar ainda mais os recursos do serviço de streaming:

“[A Universal Music] aprofundará seu papel de líder como um dos primeiros a adotar produtos futuros e fornecerá um feedback valioso à equipe de desenvolvimento do Spotify”, informou a gravadora em seu anúncio.

O CEO do Spotify, Daniel Ek, também confirmou que a parceria trará grandes novidades para os artistas: “Juntos, esperamos reinvestir e construir novas ferramentas e ofertas para artistas de todo o mundo.”, disse o CEO no comunicado.

Atualmente, o Spotify oferece em sua plataforma duas importantes ferramentas de marketing para a promoção de artistas. Uma delas é o ‘Marquee’, que permite às gravadoras promoverem novos lançamentos através de pop-ups patrocinados. A outra é o Canvas, recurso que permite adicionar elementos visuais em loop às faixas durante a reprodução.

O Presidente e CEO do Universal Music Group (foto), Sir Lucian Grainge, também se pronunciou sobre a parceria: “Trabalhando juntas, nossas equipes expandirão e acelerarão nossos esforços de colaboração para oferecer iniciativas focadas no artista, campanhas estratégicas de marketing e novas ofertas visando fornecer novas experiências para os fãs no mundo inteiro”.

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