Estréia no mercado do Spotify gera bilhões para essas duas empresas

Matéria de The Motley Fool

Por que a Sony Music e a Tencent estão apostando muito no Spotify? Especialista fala sobre a relação entre as três empresas.

O especialista em tecnologia e bens de consumo Leo Sun, publicou um artigo para o site “The Motley Fool”, explicando  a relação dos investimentos no Spotify realizados pela Sony e Tencent durante sua estreia na Bolsa de Valores.

A Sony Music, a segunda maior gravadora do mundo, detinha uma participação de 5,7% no Spotify antes de sua estreia na bolsa de valores.  A gravadora vendeu cerca de um quinto dessa participação logo no primeiro dia de negociação por pelo menos US$260 milhões, restando ainda 4,8% – o equivalente a US$1,3 bilhão.

A participação da Sony no Spotify é parte de um acordo de licenciamento por direitos de música, realizado também com outras gravadoras. A gravadora ganhou uma participação acionária maior do que suas rivais.

Sun lembrou que 2017, a Sony Music teve um bom desempenho com aumento em suas receitas, chegando a representar 9% da receita da Sony. A popularidade do Spotify só complementa o crescimento de seus negócios.

Com relação à Tencent, o especialista relembrou que em dezembro de 2017, se uniu ao Spotify e ambas empresas assumiram participações minoritárias umas nas outras.

A Tencent combina as principais plataformas de streaming da China (QQ Music, KuGou e Kuwo) e a maior parte de sua receita vem de suas plataformas sociais (WeChat, QQ e Qzone) e seu portfólio de jogos para celular e PC.

A Tencent Music também possui acordos de licenciamento com grandes gravadoras, inclusive a Sony Music.

Para expandir seu negócio a Tencent investiu em várias empresas de diferentes mercados como varejistas de tijolo e argamassa, serviços de entrega de alimentos, empresas de inteligência artificial, editores de jogos, montadoras e redes sociais. Com esses investimentos, sua receita aumentou em 56%.

Segundo o especialista, o crescimento do Spotify não significará muito para a Tencent, mas em comparação com outros investimentos é possível ver que isso faz parte de um esforço para diversificar seu portfólio.

Estudar as apostas da Sony e da Tencent dá aos investidores uma compreensão mais profundada sobre indústria da música e da importância das plataformas de streaming, que estão substituindo a mídia física e os downloads digitais, se tornando o formato preferido pelos fãs de música.

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BMG adquire a maior produtora independente da Ásia Pacífico Big Bang & Fuzz

Matéria de Billboard

A BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Visando alcançar o mercado situado na Ásia-Pacífico, a BMG adquiriu a maior produtora independente de música, a Big Bang & Fuzz (BBF).

Fundada em 1998, a Big Bang & Fuzz é sediada em Sydney, na Austrália, sendo uma das maiores empresas independentes de produção de música na região Ásia-Pacífico.

Segundo a notícia exclusiva no site da Billboard, não foram revelados os valores da negociação que permitirá a BMG Production Music atender a região na transmissão de TV e rádio, produção de filmes e trailers, publicidade e clientes da marca.

A BBF trabalha com grandes clientes como ABC, Airbnb, CNBC, Dubai, Foxtel, Fremantle Media, IKEA, Netflix, Qantas, Toyota e Vodafone.

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Spotify pode lançar um alto-falante para carros

Matéria de Digital Trends

Vem novidade! O Spotify lançará uma caixinha de som para ouvir músicas no carro! Você pagaria?

Segundo o site Digital Trends, no dia 24 de abril, o Spotify lançará sua primeira peça de hardware que será uma caixinha de som para carro que pode ser controlada por voz.

Alguns usuários do serviço de streaming receberam uma mensagem com a oferta de um plano no valor de treze dólares que lhes garantia o recebimento de um dispositivo tocador de músicas.

Nada está confirmado ainda, mas é possível que a empresa esteja trabalhando em algo para competir com o “Homepod” da Apple e vários outros alto-falantes inteligentes que estão no mercado

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‘Despacito’ atinge 5 bilhões de visualizações e quebra recorde no Youtube

Matéria de O Globo

Despacito bate recorde no Youtube!

“Despacito”, a música de Luiz Fonsi, está longe de ser esquecida! O hit se tornou o primeiro vídeo da história do Youtube a alcançar a marca de cinco bilhões de visualizações.

O hit de Luis Fonsi foi um dos mais ouvidos em 2017 e ganhou o Grammy na categoria “canção do ano”.

O clipe foi lançado pela Universal Music Latino e dirigido por Carlos Perez. No ano passado ficou em primeiro lugar na lista de clipes do Youtube.

Até então, o vídeo mais assistido era da música “See you again” (3,4 bilhões,) do americano Wiz Khalifa com Charlie Puth.

Há também outra versão da música, com participação de Justin Bieber, que chega a ter 7,6 milhões de visualizações. De acordo com Fonsi, a participação de Bieber ajudou ainda mais na popularidade da música.

Os créditos da canção estão divididos entre Fonsi, Daddy Yankee, Justin Bieber e Erika Yankee (filha de uma brasileira que participou do especial de final de ano de Roberto Carlos).

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Direitos autorais: YouTube entra em acordo com Ecad e Ubem, e ações são encerradas

Matéria de Ancelmo - O Globo

Acordo entre Ubem, Ecad e YouTube/Google garante tornar mais justas as remunerações de compositores.

A União Brasileira de Editoras de Música (Ubem) e o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) assinaram um acordo com YouTube/Google para tornar mais justas as remunerações de compositores.

As instituições exigiam equidade nos valores oferecidos no Brasil. Com o acordo, a Ubem garante a conformidade com os patamares aplicados internacionalmente pela utilização das obras musicais na plataforma.

Assim, foram encerradas todas as ações judiciais movidas pelas entidades.

 

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Spotify estreia na Bolsa de Valores com bom desempenho

Spotify estreou bem na Bolsa de Valores de Nova York, mas Daniel Ek quer focar em objetivos de longo prazo.

O Spotify estreou hoje (03/04) na Bolsa de Valores de Nova York. Seu desempenho foi considerado bom. Os papéis estão sendo comercializados no valor de 166 dólares e seu valor de mercado chegou a 30 bilhões de dólares.

Em 2015, analistas avaliavam a empresa em 8 bilhões de dólares, com a listagem pública esse valor mais do que triplicou em menos de três anos.

O fundador do Spotify, Daniel Ek, escreveu uma carta em seu blog alertando que o novo passo não muda em nada. O serviço continuará trabalhando com foco no longo prazo. “Às vezes conseguimos, às vezes tropeçamos”.

“Temos muito a fazer, estamos apenas no segundo turno e estou ainda mais animado com o futuro do Spotify”, completou Ek.

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E A ‘MODERN’ VIROU ‘OLD SOUND’: DO AUGE AO FIM DA GIGANTE DOS DISCOS

Matéria de O Globo

O site do jornal “O Globo” relembrou a história de Pedro Passos como fundador da icônica loja de discos Modern Sound.

Pedro Passos iniciou sua careira como vendedor de vinis e seu crescimento acompanhou o ritmo da indústria fonográfica.

Em 1961, Pedro comprou a loja Master Ranger, onde trabalhou como funcionário. Cinco anos depois, fundou a Modern Sound que ocupava 12 lojas de uma galeria na Barata Ribeiro, no Rio de Janeiro. Três delas eram dele e as outras nove alugadas.

“Se não tem na Modern Sound, não tem em lugar algum”, dizia o empresário que oferecia um catálogo internacional gigantesco.

Com a internet chegando para mudar os hábitos de consumo de música, seu império não resistiu a crise. Em 2010, a Modern Sound encerrou suas atividades.

Agora, aos 78 anos, Passos possui um pequeno acervo de vinis, CDs, DVDs, video lasers (formato obsoleto), e equipamentos de som. A coleção é aberta aos fãs e recebeu o nome de “Old Sound”.

Pedro atribui o fim de seu negócio à internet e a chama de “uma ferramenta da maldade”.

Sobre o streaming, ele admite não estar informado e nem quer ouvir falar! “De que adianta ter um pen drive com mil músicas? No CD você tem 12 músicas, pode escolher uma, porque seu espírito pede aquela música, não pede mil. Eu gosto da ideia do físico, de manusear LP, de limpar CD”, disse ele.

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Pesquisa revela que ir a shows ajuda a aumentar expectativa de vida em quase uma década

Matéria de O Globo

Estudo afirma que ir a um show de música ao vivo aumenta a expectativa de vida em quase uma década.

Uma pesquisa realizada no Reino Unido chegou a conclusão de que ir a shows ao vivo faz muito bem a saúde. Se uma pessoa for a um show a cada 15 dias ela pode aumentar sua expectativa de vida em quase uma década.

Para chegar aos resultados, foram realizados testes psicotécnicos e de frequência cardíaca em pessoas voluntárias. Foram avaliados os resultados em atividades como ioga, passear com cachorro ir a um show.

Os resultados dos testes foram positivos. Pessoas que foram em shows musicais tiveram a autoestima aumentada em 25% e tiveram um aumento de 75% no estimulo mental.

O estudo também concluiu que “ficar 20 minutos em um show já é o suficiente para poder aumentar sua sensação de bem-estar em até 21%”.

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RECEITA DA BMG ALCANÇA US$ 550M EM 2017 E CRESCE 22% A.A.

A Bertelsmann Music Group (BMG) revelou que em 2017 teve um ótimo desempenho financeiro: “Um salto de dois dígitos nas receitas”.

As vendas da BMG atingiram 507 milhões de euros (US$ 573 milhões) em 2017, um aumento de 21,8% em relação aos 416 milhões de euros gerados em 2016.

Segundo a empresa, o aumento das vendas foi o resultado de aquisições e crescimento orgânico dos negócios nos Estados Unidos e Reino Unido.

Em uma nota aos acionistas, a Bertelsmann disse que a BMG se beneficiou da aquisição da gravadora country BBR Music Group e de contratações de artistas renomados como Avril Lavigne, Fergie e Kylie Minogue.

No verão de 2017, os compositores da gravadora foram responsáveis ​por três das melhores músicas na Billboard Hot 100 por 13 semanas consecutivas.

Outro fator para o crescimento do grupo foi a recuperação da indústria musical, alimentada pelo streaming e novos mercados emergentes.

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Spotify, a “Solução da Pirataria na música”, foi pirateado por 2 milhões de pessoas

Matéria de Digital Music News

O Spotify revelou que cerca de 2 milhões de pessoas estão pirateando o serviço.

A semana começou agitada! O Spotify revelou que um grupo de usuários conseguiu acessar aplicativos não autorizados que bloqueiam os anúncios na plataforma. Essa função somente é permitida para quem assina o modo Premium.

A quantidade de usuários que pirateou o serviço é impressionante. Representou 1,3% da base de usuários reportados do Spotify. Além disso, a empresa rebaixou seus usuários totais de 159 milhões para 157 milhões, bem como o total de horas transmitidas no ano passado, de 40,3 bilhões para 39,8.

Com relação aos assinantes pagos, a porcentagem de pirataria chegou a quase 3%. Tudo isso se traduz em milhões de dólares de receitas perdidas. Infelizmente, essa “descoberta súbita” significa que os números do Spotify foram superestimados.

É difícil prever se a descoberta afetará a entrada do serviço na bolsa de valores. A empresa entrou em contato esses usuários de aplicativos modificados e desativou suas contas.

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