DEEZER recebe $185M em Investimentos e Agora Vale Mais de $ 1BN

A semana foi excelente para a rival do Spotify, Deezer, que agora está avaliada em €1 bilhão (US $ 1,2 bilhão) graças a um investimento de 160 milhões de euros (US$ 185 milhões) por um grupo de investidores. Agora o serviço de streaming é parcialmente controlado por duas empresas com gravadoras próprias.

A Deezer agora está avaliada em €1 bilhão (US $ 1,2 bilhão) graças a um investimento de 160 milhões de euros realizado por um grupo de investidores formado pela Access Industries, Orange, Kingdom Holding Company (empresa conglomerada saudita) e a Rotana.

Entre os novos investidores do serviço de streaming, o portal Music Business Worldwide destacou o conglomerado Rotana, que é de Dubai e seu presidente é um príncipe chamado Al-Waleed bin Talal.

Seus ativos incluem uma produtora cinematográfica (Rotana Studios), uma revista (Rotana Magazine), um canal de televisão (Rotana TV), sete canais de rádio (Rotana Radio), uma empresa de hotelaria (Rotana Hotels) e uma gravadora (Registros Rotana). “A Rotana é o principal fornecedor mundial de música árabe”, disse Salem Al Hindi, CEO da Rotana Audio, em um comunicado.

Isso quer dizer que agora a Deezer é parcialmente controlada por duas empresas com gravadoras próprias, a Access Industries (proprietária de 100% do Warner Music Group) e a Rotana Group.

Com o investimento a Deezer confirmou que agora distribuirá o conteúdo do Rotana pelo Oriente Médio e Norte da África, incluindo Egito, Arábia Saudita, Turquia e Emirados Árabes Unidos.

A Deezer possui 14 milhões de usuários ativos em 180 mercados, com mais de 50 milhões de músicas em seu serviço. A tentativa de IPO do Deezer em outubro de 2015 foi a última vez que tivemos uma visibilidade sobre as finanças do serviço.

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‘Favor analisar os gráficos’: Anitta pediu e G1 mostra evolução dela desde o início no funk carioca até ‘Medicina’

Matéria de G1

“Anitta é a artista brasileira mais ouvida no YouTube, mas não é a artista mais ouvida no YouTube no Brasil”: A pedido da cantora o portal G1 analisou sua evolução de números na rádio e internet, desde o início de sua carreira no funk até o hit ‘Medicina’.

Anitta explicou ao portal G1 que está tranquila com relação a sua carreira internacional. Os “picos de sucesso” e as “pequenas quedas” fazem parte da construção de sua carreira. Analisando dados de rádio e internet durante os sete anos de carreira da cantora, o G1 afirmou que:

“No primeiro semestre de 2018, a cantora quase dobrou sua audiência no YouTube em relação ao semestre anterior”;

“A fatia da presença internacional mais do que duplicou: no ano passado, 16% dos views eram de fora do país. Agora foram 41%”;

“Na análise histórica de hits no Brasil, há picos em “Show das poderosas”, “Zen” “Bang”, “Loka”, “Sim ou não” e “Paradinha”. Mas há disparidades entre rádios e YouTube”;

“Uma semana depois, “Medicina” segue forte no Brasil, e com menos presença no mercado hispânico que os singles mais fortes dela na região, “Downtown” e “Machika””.

Na análise o G1 revelou uma curiosidade:Anitta é brasileira mais ouvida no YouTube, entretanto não é a artista mais ouvida pelos brasileiros na plataforma. Isso acontece devido a sua expansão mundial, “ela tem um total de views maior que qualquer músico brasileiro, mas a audiência dela é dividida entre os países”, afirmou o G1.

No Brasil, os artistas nacionais mais vistos no YouTube atualmente é a cantora Marília Mendonça e a dupla Zé Neto & Cristiano.

Podemos dizer que Anitta ainda tem muita coisa pra mostrar e a tendência é que seus números ganhem cada vez mais destaques na internet, afinal a cantora está participando como jurada no “The Voice” no México (“La voz México”) e assim ficando mais conhecida internacionalmente. Tanto o G1 quantos nós do MCT estaremos atentos e acompanhando a carreira desta artista que é um grande case de sucesso na indústria da música brasileira.

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O Metallica modifica seu setlist com base nos dados dos ouvintes locais do Spotify

Matéria de Digital Music News

“So close, no matter how far…”: A banda de heavy metal Metallica tem usado os dados do Spotify para tomar decisões e criar seus setlists personalizados de acordo com as músicas mais populares de cada cidade.

Na semana passada o Spotify publicou seu relatório de receitas e revelou que a banda de heavy metal Metallica tem usado os dados da plataforma para criar seus setlists personalizados de acordo com as músicas mais populares de cada cidade.

“Você tem uma banda como o Metallica, que muda o setlist deles de cidade para cidade apenas analisando os dados do Spotify para ver quais sãos as músicas mais populares”, relatou Ek na apresentação do relatório.

O fato demonstra como os serviços de streaming como o Spotify, a Amazon Music, a Apple Music e o YouTube Music só tem ajudado os artistas a tomarem decisões.

Lars Ulrich, o baterista da banda, informou que eles já usavam dados de programas de rádio e apresentações ao vivo para criarem os setlists. Nos anos 90, bandas como Rolling Stones também perguntavam aos fãs sobre preferências de músicas através do site da banda.

É sempre bom lembrar que no início o Metallica não se entusiasmava muito com a era digital da música. O grupo era contra o compartilhamento de músicas on-line e em 2000 processou o Napster.

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OFICIAL: TROY CARTER ESTÁ SAINDO DO SPOTIFY

Troy Carter, Diretor Global de “Serviços para Criadores de Conteúdo” do Spotify, deixará a empresa no início de setembro. Carter é conhecido por estabelecer carreiras de artistas como Lady Gaga, Eve, John Legend e Meghan Trainor.

De acordo com o portal MBW, a partir de setembro Troy Carter,  permanecerá apenas como consultor do Spotify para que o departamento de “Serviços para Criadores de Conteúdo” passe a ser parte da equipe interna de “Shows e Editorial”.

Carter se juntou ao Spotify há dois anos para melhorar a reputação do serviço entre artistas e compositores.

Daniel Ek, CEO e co-fundador do serviço de streaming se pronunciou: “Por todas as medidas, Troy causou um tremendo impacto no Spotify. Quando ele se juntou à nossa equipe, houve ceticismo da comunidade de artistas no streaming em geral. Troy tem sido fundamental para mudar essa percepção e seus esforços para estabelecer parcerias verdadeiras em toda a indústria serão sentidos nos próximos anos”.

Troy Carter é conhecido por gerenciar carreiras de artistas como Lady Gaga, Eve, Lindsey Sterling, Charlie Puth, John Legend e Meghan Trainor.

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Jody Gerson: Conheça a mulher que está no topo do ranking da Indústria da Música

Matéria de Forbes

Jody Gerson é atual presidente e CEO da Universal Music Publishing Group e se tornou a mulher de maior nível na editoração musical. Após sua liderança, as receitas da gravadora subiram US$ 125 milhões por ano. Além disso, ela é responsável por trazer nomes como Alicia Keys e Lady Gaga. A Forbes entrevistou Gerson e seu braço direito, Marc Cimino (COO) e revelou alguns dos segredos do sucesso dos executivos.

Na entrevista Jody Gerson falou sobre o desafio de ser uma mulher em um cargo alto de uma grande gravadora. Ela disse que foi preciso pensar mais em si antes de assumir a liderança: “isso é algo que nós, como mulheres, não fazemos. Achamos que a empresa merece um desconto porque queremos uma vida mais plena – que, para manter o status quo, as mulheres não devem agitar o barco e pedir mais. Em parte, cabe a nós pedir igualdade no pagamento e nos tornar melhores negociadoras em nome de nós mesmas”, afirmou a CEO lembrando que o mesmo vale para as compositoras, que ainda são poucas no mercado.

Com relação às receitas da UMG, Jody Gerson atribuiu o sucesso graças ao streaming e a contratação de novos artistas como Post Malone, SZA e Shawn Mendes, destaques da atualidade. Marc Cimino lembrou que a gravadora nunca deixou de ter a prioridade de investir em tecnologia. Após assumirem seus cargos o foco foi mudar a cultura do grupo para colocar a música no centro de tudo, pois a gravadora estava deixando de assumir riscos em novos talentos e A&R.

Vale lembrar que o catálogo da Universal possui nomes como Bruce Springsteen, Bee Gees, Carly Simon, Jack White, Leonard Bernstein, Pearl Jam, Paul Simon, Elton John e Bernie Taupin.

Cimino falou sobre alguns fatores importantes na indústria da música no mundo. Nos últimos quatro anos, o negócio de discos triplicou na Ásia e segundo ele é provável que continue. Cerca de 80% do repertório local é formado pelo jazz e música clássica, e não apenas KPOP: “O negócio de discos não existia na China por causa da pirataria, mas agora posso ir até lá e falar sobre o Red Hot Chili Peppers – isso é muito legal”, afirmou o COO.

A América do Sul se destaca por seu amor pelo rock, principalmente no Brasil. Enquanto o Pearl Jam tocou em estádios de futebol, U2, Coldplay e Springsteen venderam 60 mil ingressos por noite.

Para Cimino, ao observar os números da Apple Music e Spotify os gêneros mais populares são música urbana e pop, mas com relação à venda de ingressos, esse não é o caso: “As vendas de ingressos de rock nunca foram melhores, mas esses números não são refletidos nos serviços de streaming”, por isso não se deve medir o sucesso de um gênero musical ou artista apenas pelos números do streaming, avaliou Cimino.

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A relação do funk e a academia

Matéria de KondZilla

Atualmente o funk é considerado um dos maiores gêneros musicais do país. O portal Kondzilla publicou como foi o início dessa história que começou quando o DJ Marlboro ganhou sua primeira bateria eletrônica do jornalista Hermano Vianna, irmão de Herbert Vianna e responsável por apresentar ao país bandas como legião Urbana e Capital Inicial.

“Funk Brasil”, lançado há 30 anos pelo DJ Malboro, foi o primeiro álbum de funk gravrado em português. Além de abrir as portas para vários produtores e artistas do gênero, o álbum estabeleceu uma relação entre o funk e a academia brasileira. O portal do Kondzilla, maior canal do Youtube no Brasil, publicou um artigo contando um pouco sobre essa relação.

No início da década de 1980, o funk chamou a atenção do jornalista Hermano Vianna que foi responsável pela projeção do rock de Brasília no eixo Rio-São Paulo. Por causa de seu olhar atento, bandas como Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude ficaram conhecidas no país.

Hermano conheceu o funk na época do “auge do bailes”. Ele fazia mestrado em antropologia pelo Museu Nacional, no Rio de Janeiro, sob a orientação de Gilberto Velho, considerado a maior referência brasileira na área de antropologia urbana. Ao ficar instigado pelo cenário, Hermano logo transformou os bailes funk no tema de sua dissertação.

Ao se aprofundar em sua pesquisa, Hermano Vianna (irmão de Herbet Vianna, vocalista dos Paralamas do Sucesso) fez amizade com Fernando Luís Mattos da Matta, hoje conhecido como DJ Marlboro que estava iniciando sua carreira em Niterói. Vianna presenteou o DJ com sua primeira bateria eletrônica, um grande presente, devido a sua raridade no país.

“É como dar um rifle para um chefe indígena”, comentou Gilberto Velho ao saber da notícia. Marlboro contou ao portal Kondzilla que o presente mudou tudo em sua vida: “quando ele me deu essa bateria acendeu uma luzinha: ‘caraca, eu posso ter artistas do funk! Vou pegar essa bateria aqui e começar a produzir’”.

Graças a esse acontecimento, Marlboro lançou seu primeiro álbum “Funk Brasil” e depois diversos DJ’s e equipes de som também apareceram com seus próprios discos de funks em português causando uma grande transformação na música brasileira.

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SPOTIFY AGORA TEM 83M DE ASSINANTES, COM AUMENTO DE 8M EM TRÊS MESES

Nesta quarta-feira (26), o serviço de streaming Spotify revelou seus principais números aos investidores. A empresa de Daniel Ek agora possui 83 milhões de assinantes pagantes.

Desde março, o Spotify conseguiu aumentar em 8 milhões o número de assinantes com uma média de 2 milhoes de novos assinantes por mês em todo o mundo.

De acordo com a previsão do site MBW, a concorrente Apple Music, teria ao final de junho 44 milhões de assinantes pagantes em todo o mundo, cerca de 39 milhões atrás do Spotify. Vale lembrar que a base global de assinantes pagantes da Apple também está crescendo cerca de 2 milhões por mês.

O serviço de streaming arrecadou em receitas €1,273 bilhão no segundo trimestre deste ano (três meses até o final de junho), um aumento de 26%. Entretanto, as perdas operacionais no trimestre foram de €90 milhões, aumentando 14% em relação ao segundo trimestre de 2017.

Com relação às perdas líquidas, o Spotify registou um défice de €394M no segundo trimestre, tendo o seu prejuízo líquido acumulado no ano superior a €500M.

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Como o Foo Fighters Ganhou tanto Quanto Drake Este Ano.

Matéria de Forbes

Como o Foo Fighters conseguiu arrecadar tanto quanto Drake, que é o artista mais difundido do planeta? Hoje em dia, há inúmeras maneiras de faturar dinheiro na indústria da música. Saiba como foi a estratégia da banda de Dave Grohl.

Segundo o relatório da Nielsen, o rock já não é o ritmo mais popular nos EUA, entretanto, a banda Foo Fighters conquistou o 53º lugar na lista dos artistas mais bem pagos do mundo da Forbes, a banda arrecadou 47 milhões de dólares este ano. Surpreendente, Drake, o artista mais difundido no planeta também.

De acordo com o site da Forbes, os números arrecadados pela banda e pelo rapper indicam que há várias maneiras de se ganhar dinheiro no mundo da música hoje em dia. “Vivemos em um mundo onde os artistas não ganham dinheiro com a música como fizemos na Era de Ouro”, explicou o rapper The Weeknd que foi a capa da Forbes e esteve no ranking “Celebrity 100” do ano passado.

Drake é o músico mais popular do planeta no momento e sua estratégia está focada no streaming de música. No ano passado, ele superou recordes nas plataformas, registrando cerca de 6 bilhões de transmissões. Números dez vezes maiores do que o Foo Fighters. No quesito shows, o rapper apenas se apresentou 10 vezes em um ano.

A estratégia do Foo Fighters segue uma abordagem oposta. Embora o novo álbum da banda, “Concrete And Gold”, tenha chegado ao topo das paradas da Billboard, o disco não conseguiu obter a certificação de ouro em vendas. Todavia, a banda com seu extenso catálogo realizou 71 shows em um ano.

Ainda não se sabe se Drake pode ou não lotar um estádio. Mas com certeza o Foo Fighters, já provou que pode ocupar quadras e inúmeros estádios. Grohl, que desfila com sua calça jeans preta e camiseta, uivando em uma voz esfumaçada que envelhece como um bom uísque, sabe disso.

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Spotify quer ajudar artistas e gravadoras a emplacarem músicas em playlists

Matéria de B9

Spotify anunciou um projeto gratuito para que artistas e gravadoras menores também estejam em suas playlists oficiais.

O vice-presidente de conteúdo e chefe global do Spotify, Nick Holmsten, disse que a ideia de incluir artistas que não são populares veio após várias perguntas recebidas sobre como fazer para entrar nas playlists oficiais do Spotify.

De acordo com o site B9, para enviar as músicas o artista ou gravadora deve se cadastrar e fazer login através do Spotify for Artists ou Spotify Analytics. “Depois, basta selecionar uma música não lançada para consideração da playlist e enviá-la para a equipe que analisará o material”, informou o site.

Uma equipe de 100 editores estará no projeto selecionando as faixas, mas é importante que o artista deixe o máximo de informações sobre a faixa, pois facilita na hora de encaixar a música na playlist mais adequada conforme o gênero. O projeto será gratuito, não havendo a possibilidade de pagamentos para ser adicionado nas playlists.

Por enquanto o recurso será lançado na versão beta e será alterado conforme o feedback dos usuários.

Vale lembrar que no ano passado, o Spotify lançou o RISE. Um artista em potencial pode ser escolhido e receber ajuda como marketing e social media, programação editorial, entre outras ferramentas.

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Após cinco anos de disputa com Google, Ecad faz 1º repasse a autores de músicas por vídeos no YouTube

Matéria de G1

Os autores de músicas irão receber através do Ecad o primeiro repasse por direitos autorais de vídeos no YouTube no Brasil ainda em Julho.

O Escritório Central de Arrecadação de Direitos (Ecad) confirmou o pagamento que será repassado a 195.540 autores e editores de músicas. Ao todo são 970 mil músicas e 237 bilhões de visualizações delas no YouTube.

Segundo o site G1, o “valor do repasse não é informado devido a uma cláusula de confidencialidade no acordo entre o Google e o Ecad”. Entretanto, acredita-se que o valor deve ser em torno de R$8,8 milhões, que foram depositados em juízo no final de 2016.

Desde 2013, havia uma disputa acirrada para acertar o percentual de faturamento. Em abril de 2018, um acordo foi realizado entre o Google, Ecad e Ubem (União Brasileira de Editoras de Músicas) para que os pagamentos aos compositores por clipes de músicas na plataforma fossem pagos.

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