#VemNovidade! Deezer lança o Radio By Deezer, novo app para quem ama rádio.

Matéria de @MusicWeek

A Deezer lançou um aplicativo super bacana para quem adora rádio. O novo app Radio By Deezer permite o acesso a 30.000 estações de rádio em todo o mundo de forma gratuita, e ainda tem um bônus: a sincronização com sua plataforma de streaming.

A Deezer lançou no Reino Unido o Radio By Deezer, um novo aplicativo que conecta a 30.000 estações de rádio, incluindo a Absolute Radio, talkSport, BBC Radio, Classic FM e Kiss Network.

Segundo o portal MusicWeek, no Radio By Deezer, os ouvintes podem se conectar a várias estações de rádio, não só no Reino Unido, mas conforme a sua localização atual.

O mais legal é que o aplicativo também sincroniza com a plataforma de streaming da Deezer, permitindo que os usuários “curtam” qualquer música ouvida na rádio. Assim, o aplicativo adiciona automaticamente as músicas curtidas na biblioteca do usuário no serviço de streaming.

Por enquanto, o Radio By Deezer é gratuito, sem anúncios, e está disponível gratuitamente na loja do Android. Uma versão para iOS será lançada em breve. Não foram informadas informações sobre a expansão do aplicativo para outros países como o Brasil.

Olivier Miljeu, gerente de produto da Radio By Deezer, disse: “Os fãs de rádio merecem uma experiência adaptada às suas necessidades exatas. Nosso aplicativo fácil de usar oferece acesso rápido às suas estações favoritas, todas com uma experiência de audição sem perturbações e sem anúncios”.

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Do vinil ao streaming: 40 anos da indústria da música

O portal World Economic Forum fez um resumão sobre as mudanças nas vendas da indústria fonográfica ao longo de 40 anos. Se você gosta de acompanhar a história da indústria da música não pode perder este artigo.

Hoje em dia, com acesso a informações mais precisas, é possível visualizar de forma mais ampla as mudanças na indústria da música. O portal World Economic Forum publicou um artigo analisando os gráficos das vendas da indústria da música.

O vinil deu lugar a 8 faixas, as fitas cassetes desapareceram quando os discos compactos tomaram o mundo, fazendo a receita da indústria da música crescer…até que tudo foi interrompido com o surgimento do formato digital.

Destacando os gráficos do portal, podemos ver quatro décadas de vendas da indústria da música. O artigo registrou não só a ascensão e queda dos lucros das gravadoras, mas mudanças sísmicas na tecnologia e no comportamento do consumidor.

O nascimento do Napster e o declínio do vinil: Segundo o Weforum, com o surgimento do Napster, o efeito da pirataria na indústria foi imediato e gritante. As vendas da indústria da música, que vinham apresentando crescimento ano a ano, declinaram por 15 anos.

A era dos Ringtones:  Muito antes dos smartphones se tornarem populares, haviam os ringtones. A distribuição era controlada por operadoras de celular. Foi uma porta de entrada para a arrecadação com receita digital na indústria da música . Em 2008, foram investidos mais de um bilhão de dólares em um setor que estava se acostumando a previsões sombrias. “Apesar de ser apenas um pequeno período, a era dos ringtones foi a porta de entrada para a assinatura de música digital paga”.

Streaming de Música: Pela primeira vez neste milênio, a indústria fonográfica registrou um aumento na receita por dois anos consecutivos. Demorou um pouco para os consumidores aderirem a planos de assinatura de música premium, mas hoje o mercado de plataformas de streaming de música está mais otimista. A RIAA – The Recording Industry Association of America-  afirmou que o streaming de música é o formato mais comum nos EUA e agora compõe quase metade do mercado.

O fim do formato físico? Já se foi o tempo em que pessoas iam em lojas por causa de um lançamento. As vendas de CDs caíram 80% na última década. Hoje, as vendas em formato físico representam apenas 17% da receita do setor. Há, no entanto, um ponto que desperta a atenção: as vendas do vinil. Em 2017, as vendas atingiram alta, após 25 anos.

 

 

Foto: RIAA

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Por que cidades como Nashville têm um cenário musical tão forte?

Matéria de Forbes Brasil

Nesta semana a Forbes publicou em seu portal um artigo sobre algumas cidades que ficaram famosas pela música, como Seattle e Nashville. Veja como essas cidades souberam aproveitar grandes movimentos da música local para crescer e se desenvolver.

Não há duvidas que Seattle e Nashville são cidades em que a música possui grande influência. Os motivos que tornaram essas cidades famosas na música é o que mais chama a atenção.

Segundo a Forbes, o posicionamento de marca dessas cidades é único. Tanto governantes, quanto a própria população souberam aproveitar de forma estratégica e inteligente as oportunidades vindas da música.

No caso de Nashville, a marca ‘Music City’ está sempre por toda a cidade, desde itens como palhetas de guitarras a eventos para as pessoas realmente possam compreender a marca.

“Eles pensaram sobre como a marca poderia desde quando tocada naquelas caixas eletrônicas e feias nos cantos da cidade até em uma noite de Ano Novo ou durante os fogos no Dia da Independência”, explicou a Forbes.

Em Seattle, foi criado o Office of Film and Music e há várias ações que sempre colocam a música à frente como marca da cidade. Quem visita Seattle pode esperar por apresentações com repertório de artistas da região, todos os dias ao vivo, em vários locais dentro do aeroporto; vídeos informativos  sobre a música e a história de Seattle; além de exposições de arte temáticas, com curadoria do EMP Museum.

Todas essas ações em torno da música causam uma experiência única para quem visita essas cidades e por isso, hoje elas são consideradas grandes pólos da música no mundo.

 

Foto: Forbes

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INADIMPLÊNCIA DAS RÁDIOS NO BRASILEIRAS CHEGA A R$7 MILHÕES

Apesar de esforços para a realização de acordos mais favoráveis, a dívida com direitos autorais das rádios brasileiras chega R$7 milhões.

A UBC publicou uma notícia sobre a inadimplência das rádios brasileiras no pagamento de direitos, o valor da dívida chega a R$7 milhões.

De acordo com a UBC (União Brasileira de Compositores), apesar de seus esforços para mudar esta realidade, 59,7% das emissoras nacionais tinham algum valor em aberto de janeiro a outubro em 2018.

Com relação as rádios comunitárias, o número é ainda maior, 41,7%,  mesmo tendo uma tabela inferior às outras.  Ao todo, o valor a dívida das rádios brasileiras é de R$ 6.777.160,00.

A UBC, lembrou que em junho de 2018, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara do Senado aprovou um projeto de lei (PLS 55/2016) para permitir que rádios comunitárias e educativas veiculem anúncios publicitários pagos. Entretanto, o projeto encontra-se parado. Caso seja aprovado, as rádios comunitárias poderão contribuir mais e diminuir sua inadimplência.

 

Foto: UBC

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Música e negócios: O que Beatles e Rolling Stones podem ensinar sobre a gestão de um negócio

O que os Beatles, REM, Coldplay e Rolling Stones têm em comum? São bandas que inspiram negócios. O portal Época Negócios publicou uma matéria sobre como atitudes de bandas de rock podem inspirar no modelo de gestão de uma empresa.

Segundo uma notícia publicada pelo Época e Negócios, bandas de rock podem nos ensinar muito sobre negócios. Afinal, se olharmos com uma visão mais ampla podemos ver características essenciais  como trabalho em equipe, definição de papéis, criatividade, hierarquia descentralizada…A seguir, como música e negócios se relacionam, um resumo dessas características nas bandas que podem ser adaptadas para o mundo dos negócios.

Amizade: De acordo com o portal, em uma empresa, o bom relacionamento entre os colegas de trabalho é crucial para o sucesso de um negócio. Foi assim que os Beatles, ao longo de 10 anos, alcançaram o sucesso sendo “igualmente líderes em discursos, aparições públicas e na tomada de decisões”.

A amizade pode ser uma grande motivação para continuar projetos e manter a equipe unida.

Amigos e inimigos: Nem tudo são flores, já que misturar amizade e trabalho pode levar a conflitos. Foi o caso da banda Rolling Stones. “Apesar das diferenças, a apresentação como um grupo ainda é a fórmula mágica da banda”, segundo o portal.

Os Rolling Stones, ao contrário dos Beatles, nunca foram ‘amigos inseparáveis’, porém ao longo dos anos souberam manter o equilíbrio de uma carreira duradoura.

Autocracias: Assim como Steve Jobs mantinha o controle de tudo e tomava decisões unilateralmente, há bandas que conseguiram o sucesso mantendo a mesma prática como as bandas Tom Petty & the Heartbreakers e E Street Band.

“Em bandas, há uma estrela que muitas vezes decide ter uma participação mais ativa nos lucros que os demais.[…] Apesar de compreender que há uma hierarquia entre os membros, esse modelo de gestão é eficiente”.

Manter o controle de tudo sem delegar tarefas exige muito conhecimento e esforço.

Democracias: Em bandas como R.E.M o poder de decisão está no coletivo. Com uma gestão democrática, o R.E.M chegou aos 30 anos de carreira. Os membros do Coldplay também adotam esse modelo de gestão compartilhando as receitas em partes iguais.

“O padrão ateniense é arriscado e pouco comum na indústria da música, afinal, a luta de egos é constante e para que essa engrenagem funcione, é necessário que cada integrante tenha um desejo de união em prol do total maior do que o interesse no benefício ,pessoal”, analisou o Época Negócios.

 

Foto: Getty images

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Trilhas sonoras impulsionam o crescimento no consumo de música no Reino Unido.

Matéria de @MusicWeek

Primeira notícia de 2019! Pelo quarto ano consecutivo, o consumo de música cresceu no Reino Unido. Em 2018, as vendas foram impulsionadas pelas trilhas sonoras de filmes como “The Greatest Showman”, “Mamma Mia: Here We Go Again””, “A Star Is Born” e “Bohemian Rhapsody”.

A BPI – “British Phonographic Industry”,  associação de negócios da indústria fonográfica britânica – com base nos dados da Official Charts Company, divulgou um novo relatório sobre o consumo de música no Reino Unido. Em 2018, impulsionada pelo consumo de trilhas sonoras, o consumo de música  aumentou 5,7% (135,1 milhões), um valor de varejo estimado de £1,33 bilhões.

De acordo com o portal Music Week, em 2017, grandes artistas como Adele e Ad Sheeran desempenharam papéis importantes no consumo de música no Reino Unido. No entanto, em 2018, as vendas foram impulsionadas pelas trilhas sonoras de filmes.

A trilha sonora do filme “The Greatest Showman” foi o título mais vendido do ano, batendo o recorde da cantora Adele por semanas.  Fizeram parte dos mais vendidos a banda Abba na trilha sonora de “Mamma Mia:Here We Go Again” (No.4), Lady Gaga e Bradley Cooper com músicas do filme “A Star Is Born” (No.7) e a banda Queen, com a trilha sonora do biográfico “Bohemian Rhapsody”.

Os artistas britânicos também se destacaram na indústria da música, eles foram responsáveis ​​por metade dos 20 álbuns mais vendidos no mundo em 2018. Em primeiro lugar ficou o cantor George Ezra com seu álbum “Staying At Tamara’s. Artistas e bandas como Ed Sheeran (÷), Dua Lipa (Dua Lipa) e Arctic Monkeys (Tranquilidade Base Hotel + Casino) ocuparam as primeiras posições de vendas de álbuns.

Segundo o relatório, o streaming de música representou quase dois terços do consumo de música no Reino Unido (63,6%) e em dezembro de 2018, o mercado testemunhou um novo marco de 2,0 bilhões de streaming de música em uma única semana.

Outro ponto-chave do relatório indicou o aumento de 1,6% nas vendas de vinil, com os 4,2 milhões de LPs comprados. As vendas de LP estiveram no nível mais alto desde o início dos anos 90. Atualmente, o vinil é responsável por cerca de 3% da música consumida no Reino Unido.

Tranquility Base Hotel + Casino  da banda Arctic Monkeys foi o álbum mais adquirido em vinil em 2018 e também foi o LP mais vendido em 25 anos desde que os discos começaram em 1994.

“O crescimento do consumo de música e a força dos artistas britânicos no cenário mundial estão energizando histórias de sucesso para os selos. Embora ainda seja difícil para os artistas menores romperem a vasta quantidade de música disponível, 2018 provou ser um ano estimulante em que a indústria da música se uniu para exigir um pagamento justo dos grandes gigantes da tecnologia, através do Artigo 13”, analisou Vanessa Higgins, diretora executiva da Regent Street Records e membro independente do conselho da BPI.

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Mudanças tecnológicas e crise ameaçam o DVD musical

Matéria de O Globo

Será que neste Natal o DVD, produto tradicional de fim de ano, será deixado de lado? Gravadoras estão cada vez menos investindo no formato e a crise financeira das grandes livrarias estão contribuindo para que as vendas diminuam.

O portal O Globo publicou uma matéria sobre o consumo do DVD. Gravadoras estão deixando de lado o formato e cada vez mais investindo em novidades para o Youtube. Enquanto na Netflix, a aposta vai para os documentários musicais como os da banda Rolling Stones e da cantora Lady Gaga.

De acordo com Jorge Lopes, diretor da Biscoito Fino, houve uma grande mudança no mercado e a crise financeira das grandes livrarias só prejudicam as vendas de DVDs: “Não é o mesmo mercado de dez anos atrás, quando você prensava 50 mil cópias de um DVD histórico”, afirmou o diretor.

“Mas com os problemas financeiros de grandes lojas como as livrarias Cultura e Saraiva (ambas estão em processo de recuperação judicial ), nem as cinco ou dez mil pessoas que gostariam de ter esse DVD estão com acesso fácil a ele. A saída é vendermos pela internet, em lojas virtuais, e montar aquela banquinha nos shows, com o CD e o DVD para quem quiser”, continuou Lopes para O Globo

Para Paulo Junqueiro, presidente da Sony Music Brasil, se o foco do lançamento for a promoção em outros canais o formato ainda pode ser válido: “Se você lançar um DVD apenas para a venda do produto físico, sua existência não se justifica”, disse Junqueiro.

“Se formos pensar em outras janelas, como a comercialização dentro e fora do Brasil (que justificaria uma prensagem maior), a exibição em canais pagos de TV e até a divulgação do próprio show, pode ser”, afirmou Junqueiro.

A gravadora Deck em 2018 filmou os shows de Humberto Gessinger, Blitz, Lô Borges e Toquinho, e no ano que vem esses lançamentos estarão presentes em mais lojas virtuais do que nas físicas.

“Produzindo um DVD ao vivo, você gera conteúdo, que é o mais importante hoje em dia”, contou Rafael Ramos, sócio da gravadora Deck.  “Um show inteiro filmado tem 16 ou 18 videoclipes das músicas, tocadas ao vivo, em versões diferentes das originais. Cada vídeo desses vai para o YouTube e rende um pouquinho a cada visualização. Assim, você vai engordando o porquinho, aos poucos”, explicou Ramos.

As opiniões sobre a perpetuidade do formato variam. Ramos acredita que o DVD físico pode não morrer tão cedo: “nem que seja apenas como cartão de visitas para o mundo digital”, afirmou.

Junqueiro afirmou  que é uma questão de tempo para que o DVD e o CD deixem de existir: “Acho que ambos estão naturalmente condenados”, disse ele. “Se bem que o formato físico já foi dado como morto outras vezes e apenas um produto foi substituído por outro. Quem sabe, daqui a pouco surge uma outra forma que desconhecemos?”, continuou Junqueiro.

Foto: Maria Bethânia e Zeca Pagodinho no DVD “De Santo Amaro a Xerém”  – Divulgação/Marcos Hermes

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Estudo diz que streaming vai arrecadar mais do que bilheterias de cinema em 2019

Matéria de UOLEntrete @UOL

Pesquisa confirma que as plataformas de streaming como Netflix e Amazon irão bater a arrecadação das bilheterias de cinema. O motivo: ingressos de cinema com valores mais altos que as plataformas de streaming.

O portal UOL publicou uma pesquisa realizada pela Ampere Analysis sobre o mercado de streaming  e cinema no mundo. A pesquisa confirmou que as pessoas estão preferindo plataformas como Netflix e Amazon do que ir aos cinemas.

A previsão é que plataformas de streaming baterão a arrecadação dos cinemas, com US$46 bilhões. Os cinemas deverão faturar US$ 40 bilhões em 2019.

Segundo a Ampere, a perda de interesse pelo cinema é devido aos preços dos ingressos. Muitas vezes, para o consumidor, é muito mais válido pagar por um serviço de streaming do que ir ao cinema.

A pesquisa indicou que em países como o México, onde o valor do ingresso fica em torno de US$2,50 (R$9,70), as pessoas costumam ir ao cinema 3 vezes ao ano. Na região escandinava da Europa, onde o ingresso chega a US$13 (mais de R$50), a média cai para 1 visita ao cinema por ano.

Nove entre quinze países como EUA, Reino Unido e Alemanha, possuem ingressos de cinema com valores mais altos que a assinatura de um serviço de streaming.

O país que possui menor freqüência de público nos cinemas é o Japão. O ingresso custa mais que o dobro das plataformas.

 

Foto: Getty Images

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