Lady Gaga é acusada por plagiar “Shallow” com base em 3 notas

Após Katy Perry, agora é a vez de Lady Gaga ser acusada por plagiar um mega-hit.

Um cantor e compositor pouco conhecido chamado Steve Ronsen está ameaçando processar a cantora pop Lady Gaga por violação de direitos autorais pelo hit “Shallow”.

Segundo o Digital Music News, Ronsen está alegando que Gaga copiou em parte sua música postada no SoundCloud em 2012, “Almost”. O compositor afirmou ainda que está investigando se a diva pop realmente infringiu seus direitos autorais. Um musicólogo já avaliou e concordou com a semelhança entre as músicas.

Lady Gaga negou todas as acusações e seu advogado, Orin Snyder, declarou que Ronsen está apenas tentando levar vantagem sobre o sucesso de “Shallow”. Para ele, as afirmações do compositor são “vergonhosas e erradas”. Snyder elogiou Lady Gaga por se defender, assim como outros artistas de sucesso que foram injustamente acusados ​​através de “reivindicações oportunistas”.

A notícia do plágio de “Shallow” veio logo após o caso de outra diva pop ter seu hit acusado por violação de direitos autorais. No início deste mês, um júri considerou que a cantora Katy Perry e seus co-compositores plagiaram o hit “Dark Horse”, de 2013. A cantora terá que pagar cerca de US$2,78 milhões em indenização.

 

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Com dados valiosos de ouvintes, Spotify for Podcasters sai da fase beta

Matéria de The Verge

Plataforma do Spotify que ajuda os criadores de Podcasts a conhecer mais sobre a sua audiência saiu da fase beta.

Nesta terça-feira (13), o Spotify anunciou que sua plataforma para os criadores de podcasts, Spotify for Podcasters, saiu da fase beta e agora várias estatísticas sobre os ouvintes poderão ser visualizadas.

Segundo o The Verge, com o Spotify for Podcasters, os criadores de podcasts poderão ver estatísticas de seus ouvintes como idade, sexo, localização e o tempo de audição em determinado episódio. Assim, os criadores poderão conhecer mais sobre a sua audiência e fornecer melhores conteúdos.

Desde o lançamento do Spotify for Podcasters, cerca de 100.000 podcasts se inscreveram para o programa de testes da plataforma. Agora, todos os 450.000 podcasts do serviço de streaming terão acesso ao recurso que só possui versão em inglês.

Para o portal, assim como o Spotify for Artists possibilita aos músicos divulgar datas de turnês, vender merchandising e criar playlists, é fácil imaginar o serviço de streaming fazendo o mesmo para os podcasters. Em teoria, a plataforma poderia abrir portas para a inserção de anúncios, ajudando a conexão entre marcas e podcasters.

Foto: Youtube

 

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Filtr investe em game para engajar seguidores de suas playlists

Matéria de @meioemensagem

O Filtr, da Sony Music, quer engajar seus seguidores no Rock in Rio com ajuda da gamificação.

As marcas já estão se movimentando com a chegada do Rock in Rio em setembro. Desta vez, a plataforma de entretenimento da Sony Music, o Filtr, criou um programa de fidelidade para engajar os seguidores de suas playlists.

O Filtr Game é um programa de fidelização que através da gamificação dará vantagens aos seguidores das playlists do Filtr. A medida que os seguidores completem as missões diárias, moedas virtuais (Filtr Coins) podem ser acumuladas e trocadas por benefícios.

Nos benefícios do programa, os usuários poderão trocar as moedas por produtos ou benefícios na loja virtual ­ Filtr Store. Durante o evento, também será possível utilizar as moedas acumuladas para escolher músicas na Jukebox no palco Supernova (área da Sony Music no festival). Além disso há outras possibilidades como trocas por combos de bebidas, pins colecionáveis (badges virtuais que poderão ser retirados em suas versões físicas no local) e transfer de ida e volta para o festival.

Segundo o Meio & Mensagem, já está confirmado que outros produtos e benefícios serão incluídos no programa após o término do Rock in Rio 2019.

Atualmente, a Filtr possui mais de 16 milhões de seguidores em suas playlists nos serviços de streaming.

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Apple Music for Artists sai da fase beta e ganha app para iOS

Matéria de The Verge

O Apple Music for Artists saiu da fase beta e agora está disponível com algumas novidades.

A Apple anunciou que o Apple Music for Artists saiu da fase de testes. Segundo o The Verge, a ferramenta que possibilita aos músicos a monitorar suas métricas de streaming estava na versão de beta desde 2018, e sofreu várias alterações conforme o feedback dos próprios usuários.

Com o Apple Music for Artists, o artista pode receber insights sobre seu desempenho em mais de 100 países, além de ter acesso a dados básicos sobre seus ouvintes como idade, sexo e cidades em que as músicas estão sendo reproduzidas.

Todos os dados e atividades sobre fluxos e vendas podem ser visualizados em listas ou em um “mapa de calor visual”. Por exemplo, se um artista desejar sair em turnê, o “mapa de calor” indica como mapear uma rota ou ajustar um setlist para cada cidade.

Após a fase beta, o Apple Music for Artists ganhou novas estatísticas como o número de visualizações e desempenho de vídeos musicais, ouvintes diários (que podem ser visualizados por país, cidade ou música) e informações mais detalhadas sobre listas de reprodução às quais suas músicas foram adicionadas e suas posições nas paradas.

Outra novidade que é a integração com o Shazam, um dos aplicativos mais usados no mundo para identificar músicas. Os artistas podem ver seu desempenho no aplicativo e ter maior noção de quais músicas estão sendo procuradas pelos ouvintes.

O Apple Music for Artists está disponível para todos os artistas que possuem um conta na Apple Music, com versão para desktops e um novo aplicativo para o iPhone.

Guta Braga do MCT, Fábio Silveira, Agência Milk e U.Got se juntaram para criar o Forward Podcast! A cada semana um novo episódio sobre os principais temas do mercado da música! OUÇA AQUI!

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BIG 3: AS MAIORES GRAVADORAS GANHAM QUASE US$1 MILHÃO POR HORA COM STREAMING

Agora que as Big 3 (Universal Music, Sony Music e Warner Music) publicaram seus resultados financeiros do último trimestre, é possível analisar e apontar as principais tendências para o mercado da música no mundo.

Estamos em agosto, e as Big 3  – Universal Music, Sony Music e Warner Music – já publicaram seus resultados financeiros dos últimos três meses (Q2). O portal Music Business Worldwide analisou os principais resultados e indicou tendências para o mercado da música.

De acordo com o portal, as receitas de streaming geraram para as Big 3 US$2,08 bilhões do consumo de streaming de música. Ou seja, foram US$23,13 milhões por dia e quase um milhão de dólares por hora durante o Q2.

Apesar dos números gigantes, as receitas acumuladas de streaming no Q2 sofreram uma queda considerável de 19,1%. De US$877 milhões em 2018 para US$709 milhões em 2019.

A que conclusões podemos chegar após o Q2?

Segundo o MBW, apesar do declínio “relativamente suave” no crescimento das receitas de streaming ano após ano, não há razões para se desesperar, uma vez que as Big 3 ganham juntas US$23,13 milhões por dia com o streaming de música.

Além disso, os executivos já estavam prevendo, inclusive publicamente, uma desaceleração no crescimento da receita global de música gravada, à medida que o crescimento do streaming está sendo acalmado.

É possível prever também  que em breve veremos problemas em determinados serviços globais de streaming – incluindo o Spotify, Apple Music, a Amazon Music. “A desaceleração do crescimento de 2019 não se torna um problema perene”, afirmou o MBW.

No primeiro semestre deste ano, as receitas do Spotify ficaram em US$3,59 bilhões, com alta de US$890 milhões.  Enquanto as receitas do serviço de streaming estão crescendo, as das grandes gravadoras está começando a desacelerar.

Neste momento, pode ser que a Warner Music Group e a Universal Music Group, estejam mais flexíveis com relação aos novos contratos globais de licenciamento que podem ser concluídos nas próximas semanas.

Foto: Music Business Worldwide

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Streaming gera US$540 milhões para a Warner Music no Q2, mas editora apresenta queda nas receitas

Novo balanço financeiro da Warner Music Group apresenta aumento de 17% nas receitas, com o streaming representando 60%. Enquanto isso, a Warner Chappell Music tem queda de 4,5% nas vendas e não consegue acompanhar o crescimento da gravadora. Ed Sheeran é o artista mais rentável.

A Warner Music Group revelou seus resultados financeiros para o Q2 de 2019 (últimos três meses até o final de junho). Com aumento de 16,9%, as receitas da gravadora alcançaram a marca de US$913 milhões.

De acordo com a análise do Music Business Worldwide, a Warner Music apresentou desempenho na média entre as concorrentes no mesmo período: Sony Music, +11,5%,  e Universal, +16,9%.

As vendas de música gravada aumentaram US$59 milhões graças a aquisição da empresa de Merchandising EMP e um acréscimo de US$7 milhões devido a uma mudança nos padrões de contabilidade. Entretanto, houve uma redução de US$21 milhões devido a desinvestimentos na área de promoção de concertos.

Os serviços de streaming geraram US$540 milhões para a gravadora. Um aumento de US$92 milhões (+20,5%). Atualmente as receitas com streaming representam 59% das receitas totais de música gravada no trimestre.

Com relação as vendas físicas, houve uma queda de 27% no período, totalizando US$95 milhões.

No geral, as receitas trimestrais do Warner Music Group (incluindo música gravada e publicação) cresceram 10,4% a/a.

O cantor Ed Sheeran (foto), o rapper A Boogie Wit da Hoodie, a banda de rock japonesa The Yellow Monkey, o rapper assassinado em abri,l Nipsey Hussle e a polêmica Cardi B estão entre os artistas mais rentáveis para a Warner Music.

Warner Chappell Music em queda.

As vendas da editora caíram US$12 milhões em relação ao ano anterior (4,5%) no calendário Q2. A editora informou que a queda foi uma consequência de uma menor participação de mercado e pela perda de direitos de administração em certos catálogos. O lucro operacional trimestral da WCM foi de US$18 milhões.

“Dizer que o streaming é responsável pela recuperação do nosso negócio é uma simplificação excessiva. Sem o talento e a criatividade de nossos artistas e compositores, e todo o investimento e conhecimento que colocamos atrás deles, não haveria crescimento.”, afirmou Steve Cooper, CEO da Warner Music Group.

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SPOTIFY INVESTE US$404M EM EMPRESAS DE PODCASTS

O Spotify revelou que investiu US$404 milhões em empresas especializadas em podcasts. A previsão é de que este número chegue a US$500 ainda em 2019. Fique por dentro de cada uma das aquisições.

O Spotify revelou que foram investidos US$404 milhões até agora em empresas de tecnologia especializadas em podcasts.

Em fevereiro deste ano, o Spotify já havia confirmado que gastou aproximadamente €300 milhões (US$343 milhões) em duas empresas norte-americanas: a Anchor e Gimlet Media. Além disso, US$55 milhões foram destinados na aquisição em abril, da Parcast.

De acordo com o Music Business Worlwide, a previsão é de que até o fim de 2019, o serviço de streaming chegue aos US$500 milhões em aquisições voltadas para empresas de tecnologia especializadas em podcats. Ou seja, ainda restam cerca de US$100 milhões guardados no bolso do CEO, Daniel Ek.

Por dentro dos investimentos do Spotify em Podcasts:

Parcast (Data de Aquisição: Abr/19 – US$55M:

Fundada em 2016, a Parcast lançou 18 séries de podcasts para assinantes premium, incluindo o “Mind’s Eye”, sua primeira série de ficção. Para o Spotify, a aquisição permitiria reforçar seu portfólio agregando produção de conteúdo de qualidade através de seus escritores, produtores e pesquisadores.

Anchor (Data de Aquisição: Fev/19 – US$154M):

Sediada em Nova York, a Anchor é uma plataforma online que permite aos usuários criar e distribuir conteúdo de podcast. Segundo o Spotify, a aquisição da Anchor permitiria “acelerar o caminho para se tornar a principal plataforma de áudio do mundo”.

O preço de compra consistia em €125 milhões (US$142 milhões) em dinheiro, além de €11 milhões (US$12,5 milhões) “relacionados ao valor justo de prêmios de pagamento baseado em ações parcialmente investidos”, que foram substituídos por prêmios de pagamento baseado em ações do Spotify.

Gimlet Media (Data de Aquisição: Fev/19 – US$195M.

A Gimlet, sediada em Nova York, é a criadora de podcasts e foi fundada em 2014, por Alex Blumberg e Matt Lieber.

Em um comunicado, o Spotify informou que a aquisição permitiria um maior aprofundamento em questões relacionadas a produção de conteúdo original e monetização de podcasts.

O Spotify adquiriu a produtora de podcasts no dia 15 de fevereiro, por uma quantia total de €172 milhões (US$195 milhões), sendo que €170 milhões (US$193 milhões) foram pagos em dinheiro. O restante deste preço de compra (€2 milhões) foi “relacionado ao valor justo dos prêmios de pagamento baseados em ações parcialmente investidos substituídos”.

“Dezenas de milhões de usuários estão transmitindo conteúdo de podcast mensalmente, e mais estão descobrindo novas formas de conteúdo de áudio a cada dia. Nosso público de podcast cresceu mais de 50% e quase dobrou desde o início do ano.”, informou o Spotify a seus investidores. Até o momento,  serviço de streaming revelou que mais de 30.000 novos podcasts foram entregues através de sua plataforma Spotify for Podcasters.

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Spotify supera expectativa ao alcançar 232 milhões de assinantes

Confira os principais pontos do resultado financeiro do Spotify para o segundo trimestre de 2019.

O Spotify divulgou ontem (31), seus resultados financeiros para segundo trimestre deste ano. Com aumento de 31%, o Spotify chegou a marca de 108 milhões de assinantes Premium, um número abaixo da expectativa dos analistas , 108,5 milhões.

Os assinantes Premium representam quase 90% da receita total do serviço de streaming, apresentando um aumento para €1,50 bilhão no segundo trimestre.

O número de usuários ativos mensais (contando com os que usam a versão gratuita) cresceu  29% (232 milhões), a expectativa era de 227,7 milhões de usuários.

Além disso, houve aumento para €1,67 bilhão nas receitas, nos três meses encerrados em 30 de junho, ante € 1,27 bilhão um ano antes.

O Music Business Worldwide destacou que o Spotify já iniciou a renovação dos acordos de licenciamento com as principais gravadoras: “Chegamos a um acordo com dois de nossos quatro principais parceiros na renovação de nossas licenças globais de gravação de som e estamos em discussões ativas com os outros dois”, informou um nota aos investidores.

“Esta é a sexta rodada de negociações em que trabalhamos em nossos treze anos de história e, embora seja tipicamente um longo processo, ela se tornou parte da rotina normal dos negócios.”, continuou a nota.

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A nova estratégia de Anitta para fisgar os algoritmos

Matéria de POPline

Vocês acharam que a gente não ia falar de Anitta hoje? Desta vez, a cantora quer seduzir os algoritmos das plataformas de streaming, lançando músicas com títulos diferentes, mas significados parecidos para conquistar o público e ser uma estrela global.

O portal Popline publicou uma matéria muito interessante sobre uma possível nova estratégia que a cantora está fazendo para que suas músicas sejam fisgadas pelos algoritmos.

Anitta lançou recentemente três novas canções: “Make It Hot”, “Muito Calor” e “Fuego”. A similaridade dos significados dos títulos não é por acaso. Para o portal, a estratégia é lançar músicas com nomes parecidos para que sejam sugeridas pelos algoritmos a cada vez que uma delas for adicionada a uma playlist.

A estratégia parece ser uma daquelas “fórmulas de sucesso” do tipo produzir músicas de apenas três minutos de duração. O interesse é “seduzir os algoritmos” para alcançar o público de forma orgânica.

Por terem títulos diferentes, mas significados parecidos, a cantora parece querer que suas músicas se aproximem do idioma nativo de seu ouvinte. O inglês, o espanhol e o português são os idiomas mais ouvidos no mundo e por isso só aumentam as chances de Anitta se tornar uma grande estrela global. Não é a toa que as parcerias das músicas são com artistas que possuem milhões de inscritos do Youtube: Major Lazer (12 milhões); DJ Snake (15 milhões) e Ozuna (25 milhões).

“A soma e influência dos três projetos no mercado global vai garantir a voz da brasileira ecoada em milhares de sets, shows, baladas e… playlists!”, analisa o portal.

Os algoritmos nas plataformas de streaming são os grandes responsáveis por influenciar o que o usuário consome. Portanto, ao tocar uma das músicas, as chances de que outra faixa entre para o modo aleatório em uma lista de reprodução aumentam e com isso, a cantora pode conquistar mais públicos.

Segundo o portal, a cantora vem construindo sua carreira internacional há dois anos e sua marca é sempre acompanhar as tendências do mercado. Com muitas parcerias, músicas com pegadas latinas e o lançamento de um álbum visual, Anitta conquistou um espaço no novo álbum da Madonna, Madame X.

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Graças ao Kraftwerk, ‘sample’ de música precisará de autorização prévia

Matéria de O Globo

Após 20 anos, a banda de música eletrônica Kraftwerk saiu vitoriosa em uma disputa por direitos autorais em um sample.

Nesta semana, a banda alemã Kraftwerk, “pioneira da música eletrônica”, saiu vitoriosa em um caso envolvendo questões direitos autorais e sample.

Segundo as informações do GLOBO, a banda Kraftwerk alegou que os produtores Moses Pelham e Martin Haas, usaram um sample de alguns segundos de sua música “Metall auf Metall”, em um rap do alemão Sabrina Setlur (“Nur Mir”).

O processo aberto desde 1999, favoreceu a banda por determinação de um tribunal europeu que concluiu que a reprodução de um sample de uma gravação deve ser autorizada previamente pelo produtor original.

A corte determinou ainda que “o uso de um sample modificado que não fosse reconhecível como o original poderia ser usado sem permissão, seguindo regras de “liberdade artística”, informou o portal.

Para o Financial Times, a decisão do Tribunal Europeu deve ter grande impacto no setor, pois cria uma base para que detentores de direitos autorais não permitam o uso sem autorização de trechos de suas gravações.

“Poderemos ver uma diferença no processo criativo musical, em especial em gêneros como hip hop, que usam muito o recurso do sample “, analisou Raffaella de Santis, associada do escritório de advocacia Harbottle & Lewis para o FT.

O Kraftwerk é considerada como a banda mais “sampleada” do mundo, com 736 trechos usados em outras obras, autorizadas ou não.

Foto: Foto: Jeff Mitchell / Reuters

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