SBT lança seu streaming de música

Com parceria do Superplayer e Wavy, SBT lança sua nova plataforma de streaming, o SBT Hits.

Agora é a vez do SBT ter sua própria plataforma de streaming. Com o valor mensal de R$8,90 o SBT Hits terá como conteúdo playlists de novelas, atrações da emissora e seleções musicais elaboradas pelos apresentadores e artistas do elenco.

“O SBT sempre teve a música como um forte pilar, por conta de atrações clássicas como Show de Calouros, Qual é a Música e, atualmente, Boteco do Ratinho. Isso fez com que a gente estudasse a ideia de ter uma plataforma que representasse essa conexão musical da emissora, mas, até então, não tínhamos encontrado um formato viável para conseguir estruturá-la”, contou ao portal Meio & Mensagem Fernando Pensado, gerente de interatividade e novos negócios da emissora.

O projeto do streaming foi criado através de parcerias com o Superplayer e Wavy, do Grupo Movile.

Fernando declarou que o público-alvo do SBT Hits é formado por espectadores e fãs do canal e por isso, a divulgação contará com as maiores estrelas da emissora: Celso Portiolli, Larissa Manoela, Patrícia Abravanel e Maísa Silva.

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Sua Música cresce 135% em faturamento em 2017 e planeja expansão e novas ações para 2018

A plataforma “Sua Música” se tornou a maior distribuidora de músicas regionais e de artistas independentes brasileiros. Em 2018 os planos são bem ambiciosos.

No Brasil, o “Sua Música”, é a maior plataforma de distribuição gratuita de músicas regionais e independentes e está ganhando cada vez mais espaço. Os números são impressionantes. Em 2017, a empresa cresceu 135% e nesse ano a meta é aumentar em 50% o seu faturamento.

O objetivo da plataforma é disponibilizar a conexão entre fãs e músicos. “Funciona como um canal online para distribuir material promocional e lançar artistas por todo o Brasil”, explicou o portal “Marcas e Mercados”.

Atualmente a plataforma conta com quase 1 milhão de usuários únicos por dia e 12 mil artistas cadastrados. Nas Redes Sociais o número é ainda maior. No Facebook e no Instagram, são mais de 4 milhões de fãs e seguidores. No Youtube, o canal da plataforma possui 315 mil inscritos.

O clipe do artista sergipano Devinho Novaes, que foi gravado em São Paulo e distribuído pelo Sua Música, chegou a marca de 10 milhões de views em apenas um mês e ficou entre os sete vídeos em alta do YouTube.

Segundo o CEO do “Sua Música”, Rodrigo Amar, ainda em 2018 a empresa deve investir em ações que aproximam os fãs de seus ídolos: “Queremos fazer com que o fã esteja pertinho da sua referência musical. Estamos bolando algumas ações como levar um super fã para conhecer o camarim, a casa ou assistir de perto a um show do seu ídolo” conta o CEO.

Marcas e agências de publicidade já estão vendo o potencial da plataforma e realizaram ações para se aproximar do público jovem na região do Nordeste. Uma delas é a produção de um clipe para a Panasonic, com a participação de Leo Santana e influenciadores como Lorena Improta e Carlinhos Maia.

Outro destaque foi a criação da websérie “Do Jeito que o Povo Gosta” em parceria com a Schin no Carnaval de Salvador 2018 que teve participações de influenciadores como Gominho e G-Kay.

 

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Sites para download de vídeos do YouTube saem do ar após pressão de gravadoras

Fazer downloads de vídeos no Youtube ficou um pouco mais difícil para quem usa certos tipos programas. Após pressão das gravadoras, sites para downloads de vídeo do Youtube saíram do ar.

Segundo o site “Olha Digital”, as gravadoras nos Estados Unidos pressionaram legalmente a remoção do site Pickvideo.net, o mais utilizado pelos usuários para piratear músicas.

Após a denúncia outros sites saíram do ar. O motivo poderia ser um receio de ocorrer a mesma ação sofrida pelo o YouTube-MP3 que foi removido no ano passado após uma grande represália da indústria musical. O site recebeu uma ação judicial movida pela RIAA, pelo IFPI e pelo BPI.

Vale lembrar que sites de download e conversão não são necessariamente ilegais. A fundação Electronic Frontier Foundation (EFF) defende que algumas páginas não infringem a lei: “existe um volume enorme de vídeos online licenciados para download gratuito e modificação, ou que contém faixas de áudio que não estão sujeitas a copyright”, explicou a EFF.

A EFF acusa a RIAA, associação de gravadoras norte-americanas, de abusar da lei de copyright para pedir a remoção de páginas desse tipo.

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Ex-engenheiro de som dos Beatles diz que tecnologia estragou a música

Matéria de Folha de S.Paulo

“Quando Lennon cantava, eu sabia o que estava ouvindo; agora, o Grammy de melhor performance vai para o cantor ou para o computador?”, afirmou Geoff Emerick, o ex-engenheiro de som dos Beatles que está no Brasil. Conheça as curiosidades de sua carreira e como ele influencia até hoje o jeito de fazer música.

Muita gente desconhece a influência de Geoff Emerick na música. O engenheiro de som britânico de 72 anos foi o responsável pelos discos mais revolucionários dos Beatles: “Revolver” (1966) e “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” (1967).

Emerick criou técnicas e ferramentas que hoje em dia são padrões na gravação e produção de música em estúdios.

“A maioria dos plug-ins são baseados em músicas dos Beatles”, contou o engenheiro de som ao jornal Folha de São Paulo. É possível encontrar suas criações de efeitos — ecos, ambiências, distorções — nos softwares mais populares de gravações como Pro Tools e Logic.

O engenheiro foi capaz de adaptar alto-falantes para funcionarem como microfones e gravar baterias com dois ou mais microfones retirando a pele frontal do bumbo, preenchendo com panos e assim obter som mais pungente. Hoje em dia a técnica é um padrão.

Quem não gostava disso eram as gravadoras. O produtor dos Beatles, George Martins, disse no documentário “The Beatles Anthology” que era preciso esconder tudo dos chefes: “Ele fazia coisas bizarras que depois escondíamos da chefia; não pegava bem desrespeitar os manuais”.

Geoff Emerick se tornou uma lenda entre os profissionais influenciando a forma como se faz música, mas critica a forma que a tecnologia é usada. “Você liga o rádio e tudo soa igual; a expressão artística morreu”, afirmou.

Com sua palestra, Emerick quer que as novas gerações prestem atenção à música e desliguem as telas: “Quando Lennon cantava, eu sabia o que estava ouvindo; agora, o Grammy de melhor performance vai para o cantor ou para o computador?”.

Ao final da matéria a Folha de São Paulo mostrou as maiores criações de Emerick nas músicas dos Beatles e como suas técnicas são usadas hoje em dia.

 

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Paralisia Musical: Pessoas param de descobrir novas músicas aos 30.

Será que você chegou na crise musical dos 30 anos? Uma pesquisa revelou que essa é a idade da “paralisia musical”.

Uma pesquisa encomendada pela Deezer descobriu que aos 30 anos o ser humano pode apresentar uma “paralisia musical”, que é uma fase em que as pessoas param de descobrir novas músicas e começam a ouvir as mesmas faixas e gêneros repetidas vezes.

A pesquisa foi realizada com 1.000 britânicos que responderam perguntas sobre suas preferências e hábitos musicais.

Os principais motivos que levam a pausa na descoberta de música foram: o sentimento de opressão pela massa de escolha disponível (19%), ter um trabalho exigente (16%) e cuidar de crianças pequenas (11%).

Os dados da Deezer também mostraram que a idade da crise começa aos 24 anos e pode mudar dependendo do lugar onde você mora.

Os escoceses chegam na “paralisia musical” mais tarde, com a idade média de 40 anos, já seus colegas do País de Gales aos 24 anos.

O Editor de Música da Deezer no Reino Unido e Irlanda, Adam Read, explicou que é normal se sentir sobrecarregado com tanta diversidade de músicas novas, mas a Deezer está disposta a reverter os danos da “paralisia musical” com seu recurso “Flow”, que é uma trilha recomendada de hits antigos combinada com novas descobertas musicais.

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Advogados de Anitta conseguem na Justiça suspensão de bloqueio de R$ 2,8 milhões

Matéria de F5

O caso da empresária Kamilla Fialho contra a cantora Anitta teve mais um capítulo. O pedido de bloqueio de R$ 2,8 milhões da cantora foi suspenso.

A decisão provisória de suspender o bloqueio de R$2,8 milhões da cantora Anitta foi tomada pelo desembargador Adolpho Andrade Mello, da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

A quantia é referente à diferença da multa contratual cobrada pela ex-empresária da cantora, Kamilla Fialho, pela quebra de contrato.

Segundo o portal F5, a suspensão da penhora terá de ser confirmada pela Câmara no julgamento do mérito do recurso. “De acordo com o desembargador relator, numa primeira análise, a decisão de primeira instância teria ocorrido antes do julgamento de um dos dois incidentes de suspeição em que a defesa da cantora questiona a parcialidade da juíza da Flávia de Almeida Viveiros de Castro. O primeiro deles foi rejeitado pela 9ª Câmara Cível no dia 22 de maio. O segundo está em fase de instrução processual”, publicou o portal.

Desde 2014 as partes brigam na justiça. Kamilla Fialho acusa Anitta de não pagar pela multa de rompimento de contrato. A cantora acusa sua ex-empresária de desviar R$2,48 milhões, mas nada foi comprovado.

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Por que o novo serviço de música do YouTube enfrentará dificuldades

O Meio & Mensagem publicou uma análise sobre o novo serviço de streaming de música do Youtube. “Acreditamos que o novo serviço enfrentará uma batalha”, afirmou o site.

O novo serviço de streaming do Youtube, o Youtube Music, terá muitos desafios para se estabelecer. Além da concorrência formada por empresas como Spotify, Apple Music e Amazon Music, o maior desafio será atrair mais de um bilhão de pessoas que acessam o serviço e já estão acostumadas a usá-lo de forma gratuita.

Fazer a transição de usuários de um modelo gratuito para um modelo pago é algo muito difícil. O Youtube já passou pela experiência com o Youtube Red, seu serviço de subscrição de transmissão de vídeo. Apesar do grande investimento e marketing, o serviço representa apenas 7% da receita do Youtube.

Segundo o site, para conquistar os usuários é necessária uma abordagem em diferentes segmentos com diferentes necessidades que ofereça propostas de valor únicas.  No caso do YouTube Music, os benefícios pela assinatura do serviço estão na visualização de conteúdo sem anúncios nos vídeos e a possibilidade de assistir e ouvir conteúdos off-line.

Convencer os usuários a pagarem por um serviço que elas já estão acostumadas a usar de forma gratuita é complicado, pois não se trata de uma questão apenas econômica e sim psicológica. Antes de migrarem para o plano pago o usuário é influenciado por muitas variáveis psicológicas como encontrar um serviço adequado às suas necessidades; avaliar o risco; as formas de pagamento e se vale a pena cancelar suas opções atuais para se inscrever no YouTube Music.

Se outras plataformas como o Facebook, Snapchat, Instagram e WhatsApp começassem a cobrar pelos seus serviços também passariam por muitas dificuldades.

Outro fator que poderia fazer o YouTube Music ser bem-sucedido seria tornar seu serviço gratuito menos acessível, porém a estratégia poderia sair pela culatra e acabar reduzindo a quantidade de usuários que migrariam para serviços concorrentes.

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Spotify oferece vantagens para artistas independentes no licenciamento de música direto em sua plataforma.

Matéria de Billboard

O Spotify está negociando direitos de artistas independentes e oferecendo pagamentos adiantados para licenciar músicas diretamente em sua plataforma.

Fontes relataram à Billboard que algumas gravadoras independentes estão recebendo milhares de centenas de dólares pelo licenciamento de faixas na plataforma. Em alguns casos, gerentes e os executivos podem ganhar cerca de 50% da receita por fluxo nessas músicas no Spotify e de forma antecipada.

De acordo com os cálculos da Billboard esse valor equivale a 54% da receita obtida pelas grandes gravadoras nos EUA. Seus artistas e seus executivos geralmente recebem de 20% a 50% da participação da gravadora.

A proposta do Spotify é atraente, pois permite que os artistas tenham a liberdade de trabalhem em conjunto com outras plataformas ao mesmo tempo. Nada é exclusivo. Ao contrário dos demais distribuidores independentes. Muitas vezes é exigido o compartilhamento de uma porcentagem da receita bruta total gerada em todos os serviços por um único álbum. Para o Spotify a estratégia significa redução de custos.

A extensão dos acordos que o Spotify pode fazer com os artistas por enquanto é limitada, pois os atuais acordos de licenciamento com as principais gravadoras impedem que a empresa de streaming concorra com os principais negócios das gravadoras.

Não é a primeira vez que serviços de streaming realizam contratos diretos de licenciamento. No ano passado a Apple Music assinou uma série de acordos exclusivos com artistas como Drake, Chance the Rapper e Frank Ocean.

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“Se não impressionar o jovem nos primeiros 5 segundos, você já era”, diz diretor do Deezer

Em entrevista para a Época Negócios o Diretor Comercial do Deezer Golan Shaked, comentou sobre o mercado musical, o streaming e como atrair a nova geração que está acostumada com o Tinder e Youtube.

“Se você não impressionar os jovens nos primeiros cinco segundos da música, você já era” afirmou o diretor da Deezer Golan Shaked. Os usuários mais novos têm um interesse bastante curto e por isso os artistas estão criando música que impressiona no começo.

Shaked contou que cada vez mais artistas do gênero reggaeton estão adotando esse estilo de compor. “Eles estão em contínua criação. Lançam, em intervalos curtos, músicas que duram muito pouco nas paradas de sucesso. Antes, uma música ou álbum podia durar meses no topo. Hoje, músicas saem de moda após semanas, se tanto”, explicou.

O diretor da Deezer também falou sobre a insatisfação dos artistas com relação a remuneração dos serviços de streaming. Ele contou que mesmo não arrecadando como no auge dos CDs a indústria está num bom caminho e agora com a abertura de capital do Spotify é possível ver algumas informações importantes como o valor de 72% que a indústria paga para gravadoras e artistas.

Há ainda outras vantagens como a possibilidade de um artista ser descoberto por fãs de outros países: “Antes, um artista brasileiro precisava gastar dinheiro para chegar ao mercado e ficava satisfeito de estar entre Rio e São Paulo. Agora, ele pode gravar sua música em um porão e ser descoberto por fãs na Turquia”.

“É cedo para tirar conclusões sobre o futuro do streaming. Ele precisa de escala. Acho que estamos na direção certa”, acrescentou Shaked.

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ECAD DISTRIBUI EM JULHO O ACORDO COM O YOUTUBE

O Youtube confirmou as datas para os pagamentos ao Ecad pela execução pública de visualizações de seu conteúdo.

O Youtube confirmou que irá começar a pagar ao Ecad em julho.  A decisão veio após um acordo realizado com o Ecad no qual a plataforma reconheceu  o caráter de execução pública das visualizações dos seus conteúdos e concordou também em quitar os valores inadimplentes desde o ano de 2012 a setembro de 2017 no total de R$20 milhões.

Outra informação divulgada pela entidade é sobre os valores referentes às mensalidades já pagas pelo YouTube relativas ao último trimestre de 2017 e ao primeiro de 2018. Os associados poderão receber os valores a partir de agosto. O valor está sujeito a análise dos arquivos conforme à regra da rubrica Serviços Digitais Streaming e por isso devem ocorrer atrasos nos pagamentos.

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