TWITCH FECHA ACORDO COM EDITORAS DE MÚSICA AMERICANA

A parceria entre Twitch e Associação Americana de Editoras deve criar novas oportunidades para que compositores recebam por músicas tocadas durante as transmissões de games na plataforma, e abrir portas para que a empresa faça acordos com outras associações no mundo todo.

Nesta semana o Twitch, plataforma de streaming ao vivo da Amazon, anunciou uma grande parceria com a Associação Comercial de Editoras Americana (National Music Publishers’ Association – NMPA).

A parceria deve criar novas oportunidades para que compositores recebam por músicas tocadas durante as transmissões de games na plataforma.

Conforme a NMPA, o acordo possibilitará a criação de um ambiente ainda mais dinâmico para que os usuários descubram, assistam e interajam com os compositores.

Além disso, o Twitch criou um novo processo em que os detentores de direitos autorais possam optar por relatar o uso indevido de suas músicas na plataforma. A iniciativa visa alertar e evitar que os criadores usem músicas sem autorização durante as transmissões.

“De shows virtuais a sessões de estúdio, as parcerias decorrentes deste acordo irão conectar a comunidade Twitch de várias maneiras à música”, informou o comunicado divulgado pela plataforma.

Há dois meses, o Twitch precisou remover milhares de vídeos de seus criadores por conter músicas de fundo, o que violava a lei de direitos autorais americana, a Digital Millennium Copyright Act (DMCA). Assim, o acordo deve evitar que a situação aconteça novamente abrindo portas também para que a empresa faça acordos com outras associações no mundo todo.

 

Foto:Caspar Camille Rubin

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ENTENDA PORQUE A GLOBO ESTÁ INVESTINDO EM PODCASTS PARA AMPLIAR SUA AUDIENCIA

Matéria de Projeto Draft

Head de Audio Digital da Globo fala como empresa está usando podcasts para aumentar audiência. Empresa já conta com 100 títulos próprios e criados por parceiros em seu portfólio.

Nesta semana o Projeto Draft publicou uma entrevista com o Guilherme Figueiredo, head de áudio digital do Grupo Globo para contar porque a emissora está cada vez mais investindo em podcasts e usando o formato para ampliar sua audiência.

No ano passado a Globo fez um estudo que identificou o consumo de podcasts por 57% dos entrevistados durante a pandemia. Além disso, a pesquisa indicou que dos quase 100 milhões de brasileiros que consomem alguma forma de áudio digital, 28 milhões já declaram ouvir podcasts.

A partir do levantamento, a empresa decidiu reforçar as estratégias no formato e ampliar os investimentos. Agora a Globo conta com 100 títulos em seu portfólio, entre eles produções próprias e parcerias com podcasts já conhecidos. A ideia é fechar o ano com 120 produções.

Apesar de não revelar o quanto foi investido no formato até agora, Guilherme falou que a empresa triplicou a receita e já investiu milhões em podcasts.

“Temos produções de 200 mil reais e também parcerias em que todo mundo está no risco e estamos investindo muito pouco. É um modelo que cabe tudo isso”, contou ao portal.

O otimismo da empresa neste produto é baseado no consumo norte-americano e em outros mercados mais maduros. Guilherme contou que este foi o primeiro ano em que o áudio digital ultrapassou o consumo de áudio terrestre. Além disso, o bom desempenho vem das mudanças de hábitos no cotidiano dos ouvintes:

“Tem também o consumidor, que está fazendo essa migração de modelos de consumo lineares e mais tradicionais para modelos mais on demand e digitais. As pessoas estão buscando produtividade. Ninguém mais fica em uma fila sem pegar o celular, sem estar ouvindo ou vendo alguma coisa”, contou.

“Para o consumidor moderno, esse formato de áudio, especificamente podcast, cabe muito bem. São aqueles 20 minutos em que a pessoa vai dar play em um episódio, aprender sobre alguma coisa, ganhar conhecimento das notícias do dia, rir com a pessoa que está ali falando”, complementou Guilherme.

Sobre o futuro, o executivo disse que a empresa já está olhando para outras tecnologias como os assistentes de voz, carros conectados e TVs conectadas.

“Hoje, na sua Alexa você pode pedir pra ouvir as notícias do G1, notícias do esporte do GE. Cerca de 100 mil pessoas já acessam as nossas notícias todo mês por esses canais”, informou.

“Estamos discutindo que outros produtos podemos levar para essas caixinhas. Tudo que é áudio a gente está olhando”, finalizou o executivo.

 

Foto: ‘Para Tudo’, podcast de Lorelay Fox, está no catálogo do Globoplay – Divulgação

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Com ajuda de LUDMILLA, Djonga, MC Dricka e L7NNON, Spotify anuncia campanha de valorização da cultura preta

Matéria de Exame

Em campanha do Spotify, aceleradora recebeu doação de 3,5 milhões de reais para ajudar mais de 500 produtores de música e criadores de podcast, e incentivar a cultura preta no país.

Nesta terça-feira (21) o Spotify lançou oficialmente a campanha “Abra Seus Ouvidos” para a valorização da cultura preta.

Conforme a Exame, com a ajuda de LUDMILLA, Djonga, MC Dricka e L7NNON, a plataforma de streaming quer apresentar relatos que mostram a extensão de preconceitos e do racismo na indústria cultural, especialmente na música, que teve grande influência da cultura preta.

Para complementar a campanha, o Spotify lançou a playlist com o mesmo nome para que os artistas participantes compartilhem suas experiências em como ser um artista negro e suas influências.

Além das novidades anunciadas, o Spotify realizou uma doação para à Vale do Dendê no valor de 3,5 milhões de reais. A organização é uma aceleradora de impacto social e centro de inovação. Situada em Salvador, na Bahia, a organização acelera 150 empresas. Assim, mais de 500 produtores de música e criadores de podcast serão beneficiados com o recurso doado pelo Spotify.

 

Foto: Ludmilla  – Wagner Meier/Getty Images

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TEATRO PRUDENTIAL FAZ PARCERIA COM BLUE NOTE RIO E ANUNCIA RETORNO DE EVENTOS COM PÚBLICO

Matéria de O Globo

Teatro Prudential faz parceria com Blue Note Rio com atrações da cena instrumental confirmadas até o fim de 2021. Outros teatros também anunciaram datas com eventos abertos para o público, marcando a volta dos shows presenciais.

Alguns espaços para eventos no Rio de Janeiro já estão anunciando a retomada com a presença de público. Entre eles foi confirmado o Teatro Prudential, na Glória, que agora conta com a parceria da marca Blue Note Rio.

Conforme O Globo, o antigo Edifício Manchete projetado por Oscar Niemeyer, já possui vários shows marcados até o fim de 2021 em parceria com o Blue Note Rio, com ingressos a 80 reais. Para atender o novo público, o teatro se reestruturou e agora está em formato de arena, com plateias interna e externa e palco aberto para ambos os lados.

O palco também ganhou uma atualização e passa a ser retrátil para que espetáculos também sejam encenados para espectadores posicionados fora do recinto, no jardim idealizado pelo paisagista Burle Marx.

Além do Teatro Prudential, espaços como o Teatro XP Investimentos, no Leblon, e o Teatro Sesi Firjan, no Centro, também confirmaram reabertura com recebimento do público.

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Amazon usa tecnologia de reconhecimento da palma da mão para liberar acesso a shows

Tecnologia usada em lojas físicas da Amazon será implementada em eventos parceiros, para permitir o acesso a shows e eventos apenas com o reconhecimento da palma da mão.

Nesta semana a Amazon anunciou que vai disponibilizar uma tecnologia capaz de realizar reconhecimento da palma da mão para liberar acesso a shows e eventos, de forma mais rápida.

Conforme o Tenho Mais Discos que Amigos, o Amazon One usa uma tecnologia criada em parceria com a produtora AEG, e já é usada em algumas lojas da empresa para a compra de produtos através do escaneamento da palma da mão em um dispositivo no local. Agora o serviço começará a ser disponibilizado para outros locais parceiros.

O primeiro deles foi confirmado no Red Rocks, em Dever, Colorado. Para se conectar ao Amazon One, o cliente precisa apenas fazer um único registro de sua palma da mão para garantir sua entrada com maior agilidade nos eventos e shows.

Apesar de a novidade trazer benefícios para os clientes, muitos especialistas em segurança da informação começaram a alertar sobre alguns perigos do uso de dados biométricos deste tipo, pois há um risco da tecnologia ser hackeada ou roubada.

A Amazon, em resposta, afirmou que a tecnologia é segura e não armazena as informações no dispositivo do Amazon One, apenas em uma parte da nuvem que mantem os registros seguros. Além disso, o usuário pode solicitar que seus dados sejam deletados a qualquer momento.

 

Foto:  CC BY-SA 3.0Wikimedia Commons

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RIAA: RECEITAS DE MUSICA GRAVADA CHEGAM A US$7,1 BILHÕES NOS EUA

Associação Americana da Indústria de Gravação diz que receitas de músicas no primeiro semestre de 2021 aumentaram 27% nos EUA. Vinil é destaque com crescimento de 94% das vendas.

Nesta segunda-feira (13) a Associação Americana da Indústria de Gravação (RIAA, sigla em inglês) divulgou dados atualizados sobre o mercado da música nos EUA para o primeiro semestre de 2021.

As receitas de música gravada nos EUA aumentaram 27% no primeiro e chegaram a marca de US$7,1 bilhões. Deste valor, cerca de dois terços vieram das assinaturas pagas dos serviços de streaming, batendo o recorde de 82 milhões de assinaturas no país.

Apesar do bom desempenho, o vice-presidente sênior de pesquisa e economia da RIAA, Joshua P. Friedlander, alertou que “os efeitos da Covid-19 continuaram afetando a indústria” com fechamento de lojas e cancelamentos de shows presenciais.

Para a RIAA, a pandemia também ajudou a diversificar o consumo de música, em redes sociais e diversos tipos de plataformas, gerando receitas significativas para o mercado.

Aqui estão alguns pontos destacados pelo creativeindustriesnews.com no relatório da RIAA:

> O streaming está movendo o negócio da música:

A receita de streaming de música cresceu 26%, gerando US$5,9 bilhões para a indústria americana, e representou 84% da receita total do período. Foram 840 BILHÕES de fluxos sob demanda na primeira metade do ano, um recorde que deve continuar sendo quebrado a medida que plataformas audiovisuais como TikTok e Twitch ganham cada vez mais popularidade.

> As assinaturas são os principais motores de crescimento:

Atualmente, as assinaturas pagas são responsáveis ​​pela maior parcela das receitas de música gravada nos EUA, um aumento de 26% a.a., chegando a US$4,6 bilhões no primeiro semestre de 2021. Elas representaram quase dois terços da receita total e 78% da receita de streaming.

No primeiro semestre de 2021, o número médio de assinaturas chegou 82 milhões, um aumento de 13% em comparação ao ano anterior.

> Receitas de plataformas com publicidade:

Durante o período, houve uma recuperação da publicidade nos serviços de streaming. Apesar das receitas representarem US$741 milhões, o aumento foi de apenas 3% em comparação ao ano anterior marcado pelo declínio de investimento das empresas durante o início da pandemia.

> As vendas de vinil aumentaram 94%

As vendas físicas foram de $690,1 milhões e aumentaram 75,7% graças ao crescimento do vinil. Os discos de vinil ressurgiram no primeiro semestre de 2021, com as receitas crescendo 94% (US$467 milhões).

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APPLE MUSIC USA SHAZAM PARA IDENTIFICAR REMIXES E PAGAR DIREITOS AUTORAIS À CRIADORES ORIGINAIS

Com a ajuda da tecnologia do Shazam, agora Apple Music está identificando criadores originais de musicas remixadas para pagar devidamente direitos autorais por músicas tocadas na plataforma.

Recentemente, a Apple Music anunciou que está usando a tecnologia do Shazam para identificar criadores em musicas remixadas por Djs, e com a novidade vai poder pagar devidamente os direitos autorais por estas músicas tocadas na plataforma.

Conforme o Music Business Worldwide, o processo de identificação das músicas remixadas envolveu uma série de parcerias com grandes gravadoras independentes, em conjunto com DJs, festivais, clubes e promotores.

A plataforma de streaming tem apostado muito em músicas com mixagens, já que atualmente cerca de 3 milhões de assinantes ouvem este estilo musical a cada mês.

Outra aposta para impulsionar o estilo musical foi a criação de uma categoria específica de músicas remixadas na interface da plataforma, permitindo que usuários busquem as músicas de forma mais prática.

O novo recurso deve aumentar a procura por djs na plataforma, como a produtora da Bélgica, Charlotte de Witt, que acabou de lançar mixes:

“Apple Music é a primeira plataforma que oferece mixagens onde há uma taxa justa para os artistas e para quem faz essas mixagens”.

Vale lembrar a Apple comprou o Shazam em 2018 por $400 milhões em 2018 e em 2020, ultrapassou 200 milhões de usuários ativos mensais em todo o mundo.

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ADELE É ACUSADA DE PLÁGIO EM MÚSICA DO MARTINHO DA VILA

Matéria de VEJA

O autor Toninho Gerais, está acusando Adele e produtor por plagiar a música ‘Mulheres’, clássica “Martinho da Vila”. Compositor tem provas de que cantora britânica plagiou 87% de sua canção.

Nesta sexta-feira, 10, repercutiu na internet que a cantora Adele está sendo acusada de plágio pelo autor de “Mulheres”, clássico de Martinho da Vila.

Conforme a Veja, o autor Toninho Geraes afirmou que a cantora britânica plagiou sua música na faixa “Million Years Ago”, lançada em 2015 no álbum “25”.

Nas notificações enviadas em maio deste ano, os advogados de Geraes alegaram que Adele e o produtor Greg Kurtin se apropriaram de trechos idênticos, “substancialmente semelhantes” e “imitativos” de “Mulheres. No total, foi identificado que 87% da canção contêm compassos com indícios de cópia. A gravadora XL Recordings/Beggars Group e o grupo Sony Music também receberam a notificação.

Por enquanto, apenas a Sony Brasil respondeu à acusação e informou que o caso está nas mãos da gravadora inglesa e da própria Adele.

“Nossa intenção era tentar um acordo, mas, diante do silêncio, recorreremos à Justiça”, afirmou o advogado Fredímio Biasotto Trotta.

“Fiquei estarrecido quando me dei conta. A melodia e a harmonia são iguais. É uma cópia escancarada”, revoltou-se o compositor que também revelou ter conhecido a música através do tecladista Misael Hora, filho do maestro Roldo Hora no qual foi responsável pela orquestração da música. Após ouvir a música durante uma festa, o tecladista notificou Toninho: “Primeiro achei que era uma versão, mas fui pesquisar e vi que o crédito não aparecia”.

Vale notar que para comprovar plágio não é uma tarefa fácil: “Além de provar a semelhança, é preciso mostrar que o plagiador teve contato com a obra e agiu intencionalmente”, disse o advogado Cláudio Lins Vasconcelos, da Comissão de Direitos Autorais da OAB-RJ ao portal.

Para tanto, a defesa de Geraes pretende mostrar que o produtor Kurstin é pesquisador da música nacional e Adele possui uma amiga brasileira.

O caso pode envolver outros artistas e compositores, já que por muitas vezes ‘Million Years Ago’ foi acusada de ser parecida com uma composição do turco Ahmet Kaya e com Hay Amores, lançada em 2007 pela Shakira.

 

Foto: Yui Mok/PA Wire/AP/Image Plus

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AMAZON MUSIC VAI PROMOVER SÉRIE DE FESTIVAIS COM CURADORIA DE EVENTOS BRASILEIROS CONSOLIDADOS

Matéria de Lineup

O Amazon Music anunciou que pretende promover uma série de festivais com a ajuda de eventos já consolidados no Brasil. O primeiro deles, em parceria com o Coala Festival acontece neste sábado e trará atrações como Liniker, Luedji Luna e Marina Lima.

Neste sábado (11) acontece o Amazon Music Festival: Palco Coala, um festival virtual com atrações brasileiras, em parceria com a Altafonte e curadoria do Coala Festival.

Conforme a Folha de São Paulo, este será o primeiro de uma série de festivais digitais promovidos pelo serviço de streaming, sendo que cada um contará com curadoria de tradicionais festivais de música do país:

“O Coala Festival, em parceria com a Altafonte, reuniu artistas incríveis para o lineup do nosso primeiro festival, para a alegria dos fãs, e nós estamos muito animados com essa parceria”, revelou Bruno Vieira, chefe do Amazon Music Brasil. “Essa será a primeira edição de uma série de festivais que vamos trazer para que o público possa curtir de qualquer lugar”.

Para fazer parte do line-up o Coala festival chamou nomes como Kyan, Liniker, Luedji Luna, Marina Lima e Marina Sena. O festival será apresentado pelo ex-VJ da MTV Léo Madeira.

“Estamos nos preparando para retomar o festival presencial em 2022. Assinar a curadoria dessa iniciativa do Amazon Music é uma maneira de levar um pouco do que é a essência do Coala para dentro das casas das pessoas”, diz Gabriel Andrade, curador e sócio-fundador do Coala Festival, cuja oitava edição foi adiada para 2022, por causa da pandemia.

A transmissão do Amazon Music acontece a partir das 17h, disponível para todos os clientes, incluindo o Plano Free. O evento será transmitido também no canal do Amazon Music no  Twitch.

 

foto: Divulgação/Liniker

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OLÍVIA RODRIGO DEVE PAGAR US$1,2 MILHÃO AO PARAMORE POR DIREITOS AUTORAIS EM ‘GOOD 4 U’

A cantora Olívia Rodrigo chegou a um acordo para creditar integrantes do Paramore em seu maior hit “Good 4 U”. Canção notavelmente se assemelha à “Misery Business”, lançada em 2007 pela banda.

Recentemente a cantora Olivia Rodrigo chegou a um acordo para creditar integrantes da banda ‘Paramore’ em seu maior hit “Good 4 U”.

Conforme o ‘Tenho Mais Discos Que Amigos’, assim que a canção “Good 4 U” começou a se tornar uma grande hit em todo o mundo, e os fãs de Olívia Rodrigo apontarem muitas semelhanças com “Misery Business”, do Paramore, a cantora pop tem buscado um acordo com os compositores.

Com a conclusão do acordo, a compositora e líder do Paramore, Hayley Williams, assim como o compositor e integrante da banda, Josh Farro, serão creditados na canção, além de receber direitos autorais retroativos avaliados em US$1,2 milhão, mais de R$5 milhões.

Mas os problemas com direitos autorais de Olívia Rodrigo não param por aí, já que outras músicas de seu álbum ‘SOUR’ foram bastante influenciadas por canções de outros artistas, entre eles, Taylor Swift.

O BuzzFeedNews estima que Swift tenha faturado cerca de US$411 mil em direitos autorais  após Olívia fazer uma interpolação – quando partes de uma composição são regravadas e transformadas em algo novo – em duas de suas músicas.

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