A Revolta dos Artistas na Alemanha por melhores remunerações em serviços de streaming

Enquanto todo mundo só falava em Grammy, na Alemanha, representantes de grandes artistas e bandas como Rammstein e Helene Fischer (foto) pediam em carta enviada às majors, mudanças e reestruturação do modelo de cobrança e remuneração na área de streaming.

Enquanto o assunto do fim de semana no mercado musical era a cerimônia do Grammy 2020, na Alemanha, as principais gravadoras recebiam uma carta de convocação para uma reunião a fim de discutir melhores remunerações para artistas em serviços de streaming.

Segundo o Music Business Worldwide (MBW), a carta publicada no jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung (F.A.S), ganhou uma manchete intitulada como ‘Der Aufstand der Stars’ – ‘A Revolta das Estrelas’- e foi assinada por representantes dos maiores artistas da Alemanha, como a banda Rammstein e Helene Fischer (foto) – artista da Universal Music, que vendeu mais de 15 milhões de discos em todo o mundo.

Os representantes dos artistas querem alterar e reestruturar o modelo de cobrança e remuneração na área de streaming. Para o MBW, pode-se sugerir que há uma busca por mudanças no estilo de pagamento “centrado no usuário” dos serviços de streaming, que até o momento foram reticentes em adotar esse modelo.

Vale lembrar que no ano passado, a Deezer anunciou que planejava lançar um piloto de um sistema de pagamento ‘centrado no usuário’ em 2020, se pudesse obter o suporte necessário das principais gravadoras.

Além do apelo, a carta convoca as gravadoras para uma reunião em Berlim em fevereiro para discutir o assunto.

Em resposta,  a Warner Music afirmou que não participará da reunião devido a “preocupações antitruste que seriam criadas por poderosas empresas de música e muitos representantes de estrelas se reunindo para discutir acordos coletivos de negócios”. Em vez disso, a Warner diz que “conversas bilaterais” estão sendo realizadas.

A BMG, publicou uma nota afirmando que o debate é necessário: “Congratulamo-nos com essa tentativa de destacar algumas das iniquidades do contrato tradicional de gravação. Esta carta é assinada por alguns dos mais respeitados gerentes musicais da Alemanha e deve ser levada a sério.

“Precisamos de um debate sensível e adulto. Não achamos justificável em um mundo em que as gravadoras não tenham mais os custos de pressionar, manipular e fornecer produtos físicos para tentarem manter a maior parte da receita de streaming. O mundo mudou. Está na hora das gravadoras mudarem também.”

A Sony e a Universal ainda não responderam publicamente. No primeiro semestre de 2019, a indústria musical alemã teve sua maior taxa de crescimento de receita desde 1993. Um crescimento de 7,9%, de acordo com a Associação Alemã da Indústria Musical (BVMI).

Foto: Reprodução

O FastForward Podcast voltou, após uma pausa para as comemorações de fim de ano. Então, vamos falar sobre “Músicas do Verão e do Carnaval? APERTA O PLAY!

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Nestlé usa TikTok em processo seletivo para novo gerente de marketing

Matéria de propmark

Para se tornar gerente de marketing da Nescau, candidato deve gravar vídeo no TikTok de até um minuto.

A Nestlé anunciou que usará o TikTok como apoio para selecionar seu novo gerente de marketing da marca Nescau.

A empresa está procurando um novo gerente de marketing para sua marca de achocolatado em pó, e como requisito, o candidato deve enviar um vídeo de até um minuto criado no TikTok.

De acordo com o PropMark, o conteúdo do vídeo deve conter uma música que representa o candidato, descrição profissional e pessoal, motivos pelos quais quer concorrer à vaga e como seu trabalho pode agregar para a marca e para o negócio.

Para a Nestlé, “o TikTok é a febre do momento”. Além disso, 2019 foi “o ano do app e essa nova realidade tem tudo a ver com Nescau e com o público da marca. O Brasil é uma grande força nas redes sociais, e Nescau é uma marca que conversa com a nova geração, por meio de ações que estimulem o público jovem a ser protagonista em diversas frentes e canais.”

O processo seletivo está aberto apenas para pessoas que já trabalham na empresa.

(Photo by Kon Karampelas on Unsplash/Unsplash)

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Ingrooves Music fecha acordo de distribuição global com a GR6

Ingrooves Music assina acordo de distribuição com a produtora de funk GR6. A executiva paulistana Cris Garcia falcão será responsável por liderar a expansão da Ingrooves no Brasil.

A distribuidora Ingrooves Music, de propriedade da Universal Music, assinou um contrato global de distribuição exclusivo com a GR6, gravadora e produtora de funk brasileira.

Segundo o Music Business Worldwide, a expansão da Ingrooves no Brasil será liderada pela executiva paulistana Cris Garcia Falcão, nomeada como diretora administrativa da Ingrooves Brasil.

Fundada pelo CEO Rodrigo Oliveira, em 2005, a GR6 conta com mais de 40 milhões de assinantes em seus canais no Youtube.

Atualmente, a GR6 possui uma extensa lista de artistas, incluindo MC Livinho, MC Don Juan, GAAB, MC Pedrinho, MC João, G15 e muitos outros. A produtora atua ainda como editora de música, gestão de artistas, produção de áudio/vídeo e turnês.

Com mais de 15 anos na indústria da música, Cris Garcia Falcão iniciou sua carreira como editora musical na Fermata do Brasil e mais tarde fundou a gravadora e editora independente Cada Instante. A executiva atua ainda como Chapter Líder do Women in Music Brasil.

“Rodrigo construiu uma lista incrível de artistas e um profundo banco de talentos executivos na GR6”, disse Bob Roback, CEO da Ingrooves. “Estamos empolgados com a parceria, pois procuramos oferecer novas oportunidades para a GR6 e todos os seus artistas em todo o mundo”, continuou.

Roback acrescentou: “A GR6 tem um cronograma ambicioso de lançamentos nos próximos meses, e é por isso que estamos tão empolgados em trazer Cris a bordo para liderar esse relacionamento e nossa expansão geral no Brasil.

“Ela é uma executiva eminentemente respeitada em seu país e é a pessoa perfeita para administrar nossa operação na América do Sul”, afirmou o CEO.

Para Cris Garcia Falcão, a Ingrooves é um serviço “transparente, justo e eficiente” e “que agrega valor ao conteúdo de gravadoras e artistas”.  “Estou animada em fazer parte da empresa e começar com a GR6, um dos maiores selos de funk do Brasil. Este é apenas o começo. “, contou a executiva ao portal.

Vale lembrar que Cris Garcia Falcão participou em novembro de 2019, do podcast “Mulher e Música”, com a nossa fundadora Guta Braga, para discutir sobre a presença feminina na indústria musical. O podcast é comandado pela cantora Tulipa Ruiz. Para ouvir CLIQUE AQUI.

Foto: Reprodução

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Justin Bieber ensina truque para fãs ajudarem a alavancar seu novo hit nas paradas

Em um post publicado na rede social do cantor, havia passos que ensinavam aos fãs como ajudar seu novo hit a chegar no top das paradas, através de truques nos serviços de streaming.

Durante este fim de semana, uma postagem nas redes sociais do cantor pop Justin Bieber causou polêmica. Isso porque o texto incentivava e instruía os fãs a reproduzirem sua nova música de forma excessiva nos serviços de streaming e assim chegar ao topo das paradas.

Apesar da postagem ter sido apagada da rede social do cantor, o Digital Music News revelou que o conteúdo dava dicas de como inflar os números do single “Yummi”. Entre as sugestões, o fã poderia criar uma playlist só com a faixa e colocar em modo de reprodução automática para que fosse tocada continuamente durante a noite.

O post, escrito em 3a pessoa, dizia para os fãs não silenciarem a música, mas sim, tocá-la em volume baixo para ouvir durante o sono. Além disso, os fãs que estão fora dos Estados Unidos poderiam usar uma VPN (rede de comunicação privada) com base nos EUA para transmitir a música para que a Billboard possa contabilizar as reproduções em seus gráficos.

Justo com as fotos contendo as instruções havia a seguinte legenda: “Justin realmente quer o #1 e está realmente empolgado com isso, como disse ontem na live. Se você não quiser fazer nada disso, tudo bem, ignore a postagem. ✌Esta é uma dica para as pessoas que realmente querem fazer um esforço extra! ”

Para os fãs que preferissem adquiri o single no iTunes, era indicado fazer a compra várias vezes e vincular o vídeo da música no Youtube nas mídias sociais, em vez de republicarem o vídeo lá.

Bieber não foi o primeiro a tentar burlar o sistema dessa maneira. Uma campanha parecida foi feita ajudar a impulsionar o “Sign of the Times” de Harry Styles.

Em 2018, um grupo de fãs do BTS supostamente distribuiu mais de 1.000 logins do Spotify para ajudar o álbum “Love Yourself: Tear”.

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PELA 1ª VEZ UMA MULHER GANHA SOZINHA O GLOBO DE OURO DE TRILHA SONORA

Matéria de Mulher no Cinema

A conquista de Hildur Guðnadóttir é relevante tanto para o mercado musical quanto para o cinematográfico, uma vez que mulheres representaram apenas 6% dos 250 filmes de maior bilheteria nos Estados Unidos em 2018.

Neste domingo (5) aconteceu a cerimônia do Globo de Ouro, e pela primeira vez uma mulher ganhou sozinha como Melhor Trilha Sonora.

Segundo a Variety, a compositora islandesa Hildur Guðnadóttir, além de fazer história com sua conquista pelo filme Coringa, também  foi a segunda compositora  a ser premiada no Globo de Ouro. A primeira foi Lisa Gerrard, em 2000, como Melhor Trilha Sonora pelo filme Gladiador, uma composição em parceria com Hans Zimmer.

De acordo com o MulhernoCinema.com, desde 2009 uma mulher não era indicada na categoria.

A conquista da compositora é de relevância tanto para o mercado musical quanto para o cinematográfico, visto que em um estudo de 2018, a San Diego State University revelou que mulheres representaram apenas 6% dos 250 filmes de maior bilheteria nos Estados Unidos.

Além da trilha sonora para o Coringa, Guðnadóttir também fez trilhas sonoras de filmes como Maria Madalena (2018) e de séries como Trapped e Chernobyl, pela qual ganhou o Emmy. A compositora também deve ser indicada ao Oscar.

Foto: reprodução

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Especialistas apontam as principais tendências para o mercado musical em 2020

Matéria de @Synchtank

O que esperar para o mercado musical em 2020? O futuro do mercado, novas tecnologias, maior envolvimento com os fãs, a era dos artistas independentes. Veja o que alguns dos melhores especialistas consideram como tendências para o início de uma nova década para a indústria da música.

Com o fim do ano, sites especializados no mercado musical tentam prever as tendências para o mercado musical em 2020. O portal Synchtank.com chamou alguns do nomes mais brilhantes da indústria da música internacional para fazer essa tarefa.

Cherie Hu – Jornalista e Autora do Water & Music Newsletter

Para Cherie é difícil prever o futuro da indústria da música, é mais fácil acompanhar os assuntos atuais, pois eles estão influenciando as estratégias para o futuro do mercado.  Entretanto, a jornalista afirma que há três questões principais a serem pensadas como tendências para o mercado musical:

  1. Relacionamento com o cliente/fãs (CRM): Artistas devem saber qual o seu público. Cada vez mais os artistas querem ter informações sobre quem são seus fãs e como centralizar esses dados em um local centralizado, em vez de fragmentado em vários intermediários. Cherie conta que há grandes celebridades que chegam a compartilhar números de telefone nas mídias sociais para pedir aos fãs que enviem mensagens de texto para elas.
  2. Fontes alternativas e sustentáveis ​​de capital para artistas: A queda da PledgeMusic, revelou uma nova lacuna de mercado nas ferramentas de financiamento e marketing direto aos fãs. Ela acredita que o surgimento de novas startups de financiamentos coletivos podem transformar os fãs em investidores de álbuns de artistas em troca de uma parcela dos royalties o que tornará a indústria mais democrática.
  3. Ainda não sabemos quem é o “dono” da indústria da música –   O atual entendimento sobre quem detém o poder da indústria da música será constantemente “distorcido” e “desafiado” em 2020, uma vez que a todo momento aquisições, fusões e parcerias estão acontecendo no mundo e transformando o mercado musical.

Mark Mulligan – Diretor Gerente da MIDiA Research

Mark Mulligan afirma que as maiores mudanças serão notadas apenas a longo prazo, e por isso prefere prever as tendências para o mercado musical, mas pensando na próxima década:

  1. A década do empoderamento do criador: Assim como Cherie Hu, Mulligan destacou o artista independente: “A década de 2020 será a década do criador independente”, afirmou o executivo.

Como a maioria dos artistas independentes também são compositores, surgirão mais serviços para atender suas necessidades, como CD Baby e Tunecore. Além disso, com o aumento dos podcasts, mais artistas se tornarão criadores de áudio em um sentido mais amplo. A independência está se tornando um estado de espírito. Empresas de música tradicional já estão tendo que adaptar seus modelos de negócios às necessidades desses artistas.

  1. Distribuição versus direitos: A medida que serviços de streaming como o Spotify avançam progressivamente na cadeia de valor, a relação selo/distribuição terá sido redefinida. “Por bem ou por mal…”.
  2. Principais empresas de tecnologia se tornarão potências: Empresas como Amazon e a Apple se tornarão grandes “salas de máquinas do conteúdo digital”, agregando serviços de conteúdo a outros produtos. Ambos já estão em fase experimental oferecendo pacotes de dispositivos. A música se tornará apenas um componente dos pacotes de assinatura com vários conteúdos. “Por exemplo. o iPhone 12 Premium Edition pode vir com música, TV +, Arcade, Notícias + e mais por 18 meses incluídos”.
  3. Crise de descoberta…e solução: Mulligan conta que estamos ouvindo muito mais música. Entretanto, descobrindo pouca coisa nova. O envolvimento com artistas também está caindo. “O streaming está se tornando um beco sem saída para o envolvimento de artistas e fãs. Essa crise vai piorar antes de melhorar. Mas vai melhorar.”, afirma. Com isso, novas ferramentas e insumos serão usados ​​para direcionar a personalização.
  4. Avaliações de catálogos reinventadas: A atual corrida do ouro no catálogo de músicas baseia-se fortemente nas visões tradicionais de como avaliar a música. Mas com o streaming transformando como a música é consumida, as antigas metodologias de avaliação logo se dobrarão. “O dinheiro inteligente funcionará com formas radicalmente novas de definir valor”.
  5. O fandom se tornará a nova moeda: À medida que o crescimento da receita de streaming diminui, crescerá a procura por serviços de música vindos do Oriente, como os oferecidos pela chinês Tencent. Estes monetizam os fãs. Assim, no Ocidente, esse serviços gerarão novas receitas vindas especialmente do público mais jovem. Os serviços de música seguirão o exemplo de games como o Fortnite. O Facebook espera ser o criador de mercado para os fãs do Ocidente, mas a Bytedance pode ser a ponte entre o Oriente e o Ocidente, no consumo e fãs.

Dan Runcie – Jornalista e autor do Trapital, the Hip Hop Business & Strategy Newsletter

Para o Runcie, a saúde mental terá um papel importante na maneira de como os artistas abordarão seus negócios em 2020. Avanços na tecnologia como VR, AR e realidade mista trarão novas alternativas de envolvimento em ambientes mais controlados e mais criativos para o artista e os fãs.

Artistas poderão criar novos negócios em espaços de mídia, focar em venda de mercadorias e muito mais. Além disso, artistas poderão fazer apresentações ocasionais em line-ups de  festivais, sem serem submetidos a turnês que exigem tanto desgaste mental quanto físico.

“Pode ser desanimador ouvir sobre a ansiedade que nossos artistas favoritos têm em suas turnês. Mas também devemos nos sentir encorajados por haver mais opções hoje do que nunca”, afirma o jornalista.

Michael Donaldson – fundador do 8DSync & 8sided.blog

Michael fez previsões com relação aos artistas independentes. Ele afirma que mídias sociais abriram muitas portas para esses artistas: “O marketing independente caiu no cavalo de tróia das mídias sociais, com muitos artistas contando exclusivamente com os gostos do Facebook para divulgar a mensagem”, afirmou.

“Assim, artistas independentes estão cada vez mais introduzindo estratégias domésticas que estão inteiramente sob seu controle. Vemos isso na conversa crescente sobre recuperar fãs, apoio direto de artistas e a importância de “histórias” individuais. E vemos novas reviravoltas nos conceitos antigos. Listas de e-mail, sites de artistas criativos, blogs, divulgação de base localizada – táticas que antecederam as mídias sociais, agora reunidas com as mais recentes inovações tecnológicas”, contou ao portal.

Para Michael, no futuro, as redes sociais continuarac sendo uma ferramenta importante, mas não a única. “Artistas independentes entenderão que, junto com o crescente interesse em possuir mestres e administrar direitos, o controle sobre como alcançam e interagem com seu público é igualmente vital”, prevê.

 

Foto: Reprodução/Synchtank.com/blog

 

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PROPRIETÁRIA DO TIKTOK LANÇARÁ NOVO SERVIÇO DE STREAMING

Matéria de Financial Times

Segundo o Financial Times, em breve será lançado pela ByteDance, proprietária do Tik Tok, um novo serviço de streaming. A startup mais valiosa do mundo está em negociações de licenciamento com as maiores gravadoras do mundo. Saiba detalhes.

O Financial Times informou hoje (18) que a ByteDance, proprietária do Tik Tok, lançará seu serviço de streaming de músicas.

De acordo com o portal, a startup mais valiosa do mundo está realizando acordos de licenciamento com algumas gravadoras, principalmente  Universal Music, Sony Music e Warner Music.

A previsão é de que se esses acordos forem fechados, logo em dezembro o novo serviço – ainda sem nome – poderá chegar em países como Índia, Indonésia e Brasil, antes de chegar aos EUA.

Além disso, já foi anunciado que o novo serviço terá uma biblioteca de vídeos curtos que podem ser sincronizados com músicas à medida que os usuários ouvem.

Vale notar que as notícias sobre a novidade podem coincidir com um relatório da Sensor Tower afirmando que o TikTok ultrapassou a marca de 1,5 bilhão de downloads na App Store e no Google Play.

Em 2019, o TikTok foi baixado 614 milhões de vezes, sendo o terceiro aplicativo não relacionado a jogos mais baixado no mundo.

Foto: Reuters

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STJ ANULA CONDENAÇÃO DE TIRIRICA POR USAR MÚSICA DE ROBERTO CARLOS EM CAMPANHA ELEITORAL

Matéria de JOTA Info

Apesar de ter sido condenado a pagar indenização à EMI 1ª instância. Desta vez, o STJ anulou a condenação e aceitou o argumento de que Tiririca teria feito uma paródia, permitida em campanhas eleitorais. Entenda o caso.

O STJ anulou a condenação de Tiririca por usar uma música de Roberto Carlos em sua campanha eleitoral.

Nesta terça-feira, a 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), aceitou o recurso do deputado Francisco Everardo Oliveira Silva, o Tiririca, revertendo sua condenação por parodiar a música ‘O Portal’, de Roberto Carlos, em sua campanha eleitoral de 2014.

Segundo o JOTA, em sua campanha eleitoral de 2014, Tiririca apareceu vestido de terno branco e peruca, com uma porção de bifes, imitando gestos do cantor e cantando uma versão de sua música.

Em 1ª instância,  o deputado foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), a pagar indenização por danos materiais à EMI Songs do Brasil, detentora dos direitos autorais da música. Entretanto, nesta terça-feira, o STJ aceitou o argumento de que o parlamentar apenas realizou uma paródia da propaganda da indústria de carnes Friboi. Portanto, não há vedação de paráfrases e paródias em campanhas eleitorais.

Além disso, o deputado defendeu que fez uma imitação cômica, assegurada pelo direito constitucional de liberdade de expressão.

“Esse caso é um caso clássico de liberdade de expressão. A lei dos direitos autorais, quando o Congresso editou esse artigo 47, já fez uma ponderação entre os interesses do autor e da coletividade em função da liberdade de expressão. Neste caso, esse balanço dos interesses, ela prestigiou a liberdade de expressão”, afirmou o advogado de Tiririca, Flávio Jardim após o resultado do julgamento.

Imagem: YouTube/Reprodução

 

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O SEGREDO DE UM HIT ESTÁ NA COMBINAÇÃO DE CERTEZA E SURPRESA DE ACORDES, DIZ ESTUDO

Cientistas do campo de musicologia computacional, resolveram investigar o que torna um hit agradável para as pessoas. Estudo pode ajudar compositores a criarem hits de sucesso como “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, dos Beatles.

Um novo estudo realizado pelo Instituto Max Planck de Cognição Humana e Ciência Cerebral, descobriu o que torna as músicas agradáveis. Para os cientistas, o segredo de um hit está em uma combinação de incerteza e surpresa de acordes.

De acordo com a IstoÉ, 80 indivíduos ouviram vários acordes em hits clássicos da Billboard dos EUA incluindo “Ob-La-Di, Ob-La-Da”, dos Beatles, “Red red wine”, da UB40, e “Knowing me, knowing you”, do ABBA.

A partir de um modelo de aprendizado de máquina capaz de quantificar matematicamente o nível de incerteza e surpresa, conectados a scanners cerebrais de ressonância magnética funcional (fMRI), os cientistas chegaram a conclusão de que os voluntários gostaram mais de músicas que têm progressões de acorde inesperadas do que aquelas que são previsíveis.

Os maiores beneficiados pelo estudo são os compositores em suas criações. Apesar de saberem de forma intuitiva que a expectativa é importante para que uma música seja mais agradável, agora temos a confirmação de que o prazer musical tem associação com a amígdala, hipocampo e córtex auditivo do cérebro – “regiões associadas ao processamento de emoções, aprendizado e memória, e processamento de sons, respectivamente”, informou a IstoÉ.

Segundo o portal, o estudo está ligado à musicologia computacional, um novo campo que estuda a ciência e a arte. Vicent Cheung, coordenador do estudo disse que quer ir além e investigar melodias.

Resta saber se os novos dados poderiam ajudar na fórmula mágica para a criação de músicas perfeitas: “É uma característica importante que pode ser explorada, mas não seria a única coisa que pode ser usada para criar uma música pop”, disse Vicent Cheung.

O top três das progressões de acordes mais bem avaliadas pelos participantes são “Invisible Touch”, da banda inglesa Genesis , o hit “Hooked On A Feeling”, de BJ Thomas, e o clássico dos Beatles “Ob-La-Di, Ob-La-Da “.

 

Foto: Canva

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FAST FORWARD PODCAST É INDICADO AO PRÊMIO SIM

Fast Forward Podcast é indicado ao Projeto do Ano no Prêmio SIM

Nesta segunda-feira (4) o Prêmio SIM, da Sim São Paulo, anunciou os indicados na categoria Projeto do Ano e ficamos muito felizes em saber que o Fast Forward Podcast tenha sido um dos indicados.

A categoria reconhece as iniciativas do mercado musical que mais se destacaram ao longo do ano.

O Fast Forward, ou FF, é um podcast semanal de temas que evidenciam o mercado da música, sempre com convidados. O podcast é uma parceria entre Milk, Música Copyright e Tecnologia, U.Got Studios e Tenho Mais Discos que Amigos. Ouça Aqui!

A votação para o Prêmio SIM está aberta para quem é credenciado para a SIM 2019.

Foto: Divulgação

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