Prefeitura vai pagar R$ 2,8 milhões devidos a artistas por direitos autorais

Matéria de @bahianoticias

A prefeitura de Salvador anunciou que entrou em acordo com o Ecad para quitar sua dívida de R$2,8 milhões em direitos autorais.

A prefeitura de Salvador anunciou que realizou um acordo com o Ecad para quitar a dívida que chega a mais de R$2,8 milhões.

Segundo o BahiaNotícias.com, o acerto da dívida em direito autorais foi divido em 12 parcelas, além disso será cobrado um percentual de 5% por cada atração contratada, valendo a partir desse Carnaval.

O secretário de Cultura e Turismo da prefeitura, Cláudio Tinoco, informou que o Ecad retirou todas as ações judiciais contra a prefeitura realizadas desde 2013.

“Esse acordo servirá de marco para outras gestões que virão. O Ecad aceitou nossa proposta de aprovar esse percentual de 5% e a partir de agora sempre haverá um pagamento de direitos autorais”, finalizou Tinoco.

Vale lembrar que a notícia da dívida em direitos autorais pela prefeitura de Salvador causou grande repercussão e protestos de músicos, o que resultou em uma campanha nacional com artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte e Nando Reis.

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Amazon, Google, Pandora e Spotify se unem contra medida que aumenta remuneração de compositores. Apple Music fica de fora.

Matéria de @macrumors

O Spotify, o Google, o Pandora e o Amazon se uniram contra medida do Conselho de Direitos Autorais dos EUA que prevê aumento de 44% na remuneração sobre os royalties pagos aos compositores.

Segundo o portal MacRumors, o Spotify, o Google, o Pandora e a Amazon  se uniram contra o aumento de 44% na remuneração sobre royalties de compositores, determinada pelo Copyright Royalty Board (CRB). Os serviços de streaming, alegaram que a decisão pode prejudicar tanto os licenciados de música quanto os detentores de direitos autorais:

“O Copyright Royalty Board (CRB), em uma decisão dividida, emitiu recentemente as taxas estatutárias mecânicas dos EUA de uma maneira que levanta sérias preocupações processuais e substantivas. Se deixado de lado, a decisão do CRB prejudica tanto os licenciados de música quanto os proprietários dos direitos autorais. estamos pedindo ao Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito DC para rever a decisão “.

Curiosamente, a Apple não entrou na disputa comercial. De acordo com o portal Variety, isso aconteceu porque a empresa de Cupertino não possui versão gratuita. As organizações de compositores ficaram felizes por isso e elogiaram a Apple, ao mesmo tempo em que condenaram os outros serviços de streaming.

David Israelite, CEO da National Music Publishers, disse que o Spotify, Pandora, Google e Amazon são “valentões da tecnologia”, que não respeitam e valorizam os compositores que tornam seus negócios possíveis.”

Israelite também agradeceu a Apple Music por não participar da briga e por “continuar sendo amiga de compositores”.

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Universal Music conquista primeiro lugar na lista das Empresas mais Inovadoras do Mundo

Matéria de Fast Company

Em lista das empresas mais inovadoras da música, Universal Music conquista a primeira posição, saiba porque a gravadora ficou na frente de empresas como Live Nation, Nielsen e Kobalt.

O portal Fast Company publicou uma lista das empresas mais inovadoras no mundo. Na lista, a Universal Music aparece em primeiro lugar no setor da música. Não é a toa.

Em 2018, os maiores hits foram da Universal Music que contou com artistas como Drake e seu álbum Scorpion, como o melhor álbum do ano na Apple Music; Ariana Grande ganhou destaque como artista feminina no Spotify, e Taylor Swift com Reputation, em primeiro lugar dos melhores de fim de ano da Billboard.

Em meio à transformação digital da indústria da música, a Universal está se reinventando. Em seu recente contrato com Taylor Swift, a gravadora prometeu repassar aos artistas sua participação de 4% no Spotify.

A Universal também assinou um novo acordo com a produtora Lionsgate para criar conteúdo de TV construído em torno de seus artistas.

“Eu não vejo a gente competindo com as plataformas, e elas não nos vêem competindo com elas, em parte porque estamos completamente, estrategicamente, emocionalmente e financeiramente unidos”, afirmou Lucian Grainge, presidente e CEO da Universal Music.

De acordo com o Fast Company, no último trimestre, o grupo foi avaliado em mais de US$33 bilhões, com um crescimento de 14% ano a ano.

 

Fast Company 2019: Lista das Empresas mais Inovadoras do Mundo – Música

1 Universal Music Group – Por abraçar a ruptura e dominar os gráficos

2 Sofar Sounds – Por persuadir marcas a comprarem desempenhos

3 Live Nation Entertainment – Por colocar os fãs em primeiro lugar, facilitando a compra de ingressos, upgrades e concessões

4 Kobalt Music – Por aumentar o acesso dos artistas aos lucros

5 Sonos – Por ir além do barulho, com o alto-falante conectado ao melhor som

6 Soundtrack Your Brand – Por matar música de fundo ruim

7 Creat Music Group – Por ajudar artistas como Future, Migos e Post Malone a acompanhar seus ganhos de streaming diariamente.

8 Reverb.com – Por harmonizar a venda de instrumentos

9 Landr Audio – Por masterizar álbuns, vídeos e podcasts com o AI

10 Nielsen – Por dizer aos serviços de streaming o que os ouvintes gostam

Fotos: Fast Company/ Jason Richardson / Alamy Foto Stock (Swift); Príncipe Williams / Wireimage / Getty Images (Drake); Foto de Cheshire Snapper / Alamy (Mendez); Marta Perez / EFE / Alamy Live News (Sr. Eazi); Matt Crossick / imagens do PA / foto conservada em estoque de Alamy (Malone); Foto de Lev Radin / Alamy (o fim de semana); NBC / Getty Images (Musgraves); Kevin Winters / Getty Images para iHeartRadio (Grande)]

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Artista canadense descobre nas redes sociais que suas obras foram plagiadas em Volta Redonda

Matéria de O Globo

A artista plástica canadense, Mandy Budan, ficou chocada com exposição em Volta Redonda que apresentava obras similares as suas. Autora da amostra pode responder pelo crime de violação de direito autoral.

De acordo com o portal O Globo, a artista canadense, Mandy Budan, identificou através das redes sociais, que obras similares as suas estavam sendo expostas no Espaço das Artes Zélia Arbex, em Volta redonda.

“Eu vi uma publicação no Instagram que continha uma imagem de uma das minhas pinturas. Procurei nas redes e fiquei bastante chocada ao descobrir que a Sra. Barino estava fazendo uma exposição com várias cópias do meu trabalho”, comentou Mandy Budan que logo entrou em contato com a secretaria do município.

A responsável pela exposição “Perda e Reencontro”, é a artista plástica Gizéle Barino. Em resposta à denúncia, Barino declarou que se inspirou no trabalho de Mandy, entretanto negou o plágio, alegando desconhecer a autoria das peças e que as imagens utilizadas eram para fins didáticos.

“Meu trabalho é conceitual, vou diluindo a imagem, sem perder o referencial. Mesmo que eu soubesse quem é o autor, minhas obras se tratam de uma releitura “, afirmou Gizéle Barino.

Após a denúncia, a Secretaria Municipal de Cultura de Volta Redonda informou que Barino foi contemplada pelo espaço através de um edital e que no processo, há uma cláusula sobre o compromisso de direitos autorais.

Segundo O Globo, a secretaria suspendeu a exposição e abriu uma sindicância junto à Procuradoria Geral do Município.

 

Foto: Reproduções de internet

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Spotify investe em podcast para ir além da música e virar líder em áudio

Matéria de Folha de S.Paulo

Anchor e Gimlet são as primeiras a entrarem na lista dos US$500 milhões que serão investidos no segmento de podcasts, pelo Spotify, que deseja ser líder global em streaming de áudio. Saiba detalhes e entenda sobre as aquisições.

Nesta semana o Spotify anunciou que fará duas novas aquisições em empresas especializadas em podcasts. De acordo com a notícia publicada pelo portal do jornal Folha de São Paulo, o movimento indica o interesse do serviço de streaming em acelerar o investimento em conteúdo não musical e ganhar um novo público consumidor de rádio.

Está confirmado que o Spotify comprará a Anchor  e a Gimlet Media. Segundo o jornal, a Anchor é uma empresa fundada em 2015, responsável por criar um app capaz de simplificar a produção e a distribuição de podcasts. A empresa afirma hospedar 40% dos novos podcasts do mundo.

A Gimlet, é uma produtora de podcasts populares nos Estados Unidos. Foi co-fundada em 2014 por Alex Blumberg, conhecido por ser ex-produtor do famoso programa de rádio This American Life.

Não foram revelados os valores das transações, entretanto especula-se que a Anchor esteja avaliada em mais de US$150 milhões (cerca de R$ 560 milhões), já a Gimlet, acima dos US$200 milhões (R$ 740 milhões).

“O Spotify planeja fazer no ramo dos podcasts o que fez no da música, oferecendo curadoria, personalização e serviços de recomendação, além de desenvolver ferramentas para podcasters e recolher dados para eles”, afirmou a Folha.

A razão para tantos investimentos em empresas voltadas para os podcasts está na audiência engajada. Esse tipo de ouvinte passa duas vezes mais tempo ouvindo  podcasts e tendem a ouvir mais música, portanto o cancelamento de assinaturas tende a ser menor.

O Spotify está tão focado neste tipo de investimento, que seus investidores já afirmaram que US$500 milhões (mais de R$ 1,8 bilhão) serão investidos em múltiplas transações em 2019.

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Sony/ATV lidera o ranking das editoras com maior participação de mercado

Matéria de Billboard

A Billboard anunciou o ranking de participação de mercado das editoras de música para o quarto trimestre de 2018. Sony/ATV, conquistou a maior fatia de participação com 56 músicas entre as 100 melhores nas rádios, incluindo “Girls Like You”da banda Maroon 5.

A Billboard divulgou o ranking trimestral de participação de mercado das editoras de música.

Em primeiro lugar ficou a Sony/ATV Music Publishing, mantendo sua  liderança pelo quinto trimestre consecutivo. No quarto trimestre de 2018, a empresa registrou um mercado de 21,2% de participação – share. A editora se destacou por ter 56 músicas entre as 100 melhores nas rádios, incluindo o Maroon 5, na segunda posição com “Girls Like You”.

Terminando o trimestre com 18,93% de participação de mercado das editoras de música, a Universal Music Publishing Group ficou em segundo lugar. 52 de suas principais músicas estiveram no top 100 das rádios, entre elas o primeiro lugar com “Happier” de Marshmello e Bastille.

Com 38 musicas das 100 melhores, a Kobalt ficou na terceira posição. Enquanto isso,  a Warner/Chappell ficou em quarto lugar, sua participação de mercado subiu para 16,81%, de 14,51%.

A BMG conseguiu o quinto lugar. No quarto trimestre, a companhia tinha 24 músicas no top 100. A Billboard destacou o compositor Louis Bell, com seis colaborações no top 100, entre eles “Youngblood” do 5 Seconds of Summer e “Better Now” de Post Malone.

Imagem: Billboard

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MC Kevinho ganha R$17 milhões em contrato com gravadora

Matéria de Folha de S.Paulo

Com contrato milionário, Kevinho e Anitta desbancam o hit “Jenifer”.

Na sexta feira passada, Anitta e Mc Kevinho lançaram o clipe para a música “Terremoto”. O clipe já conseguiu desbancar o hit “Jenifer” de Gabriel Diniz, alcançando a marca de 27 milhões de visualizações no Youtube.

Kevinho tem chamado a atenção da indústria da música, tanto que assinou um contrato milionário com a gravadora Warner Music.

Segundo a coluna de Marina Caruso, do O Globo, o contrato teve o maior adiantamento da história da música brasileira: R$17 milhões.

“Terremoto”, teve como inspiração o clipe de “I’m still in love”, sucesso dos anos 2000 de Sean Paul e Sasha.

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Estudo analisa a duração do sucesso de artistas brasileiros

Matéria de G1

Cada vez mais novas ferramentas surgem para contribuir na promoção de música de artistas. Entretanto, é impossível criar estratégias de marketing sem mensurar o desempenho de audiência. Sabendo disso, uma empresa de monitoramento e inteligência musical analisou o desempenho de audiência de alguns artistas como MC Loma, Pabllo Vittar e Gilberto Gil e indicou alguns índices que podem auxiliar nas estratégias de promoção de artistas.

De acordo com um estudo realizado pela empresa de monitoramento e inteligência musical, Playax, divulgado pelo portal G1, há vários modelos de sucesso a serem adotados para avaliar a audiência de um artista. É preciso observar as “subidas fugazes”, “contínuas”, “irregulares”, “carreiras estáveis” e “em queda”.

“Foram consideradas execuções de todas as músicas dos artistas no Spotify, no YouTube e em rádios ao longo de 2018. A empresa também criou um índice consolidado, que faz uma média da evolução das execuções nos três meios (IAM – índice de audiência musical)”, informou o G1 sobre a coleta de dados usada no estudo que está na integra no portal.

MC Loma  – Modelo ‘ascensão e queda’: os gráficos indicaram que apesar do grande sucesso no Carnaval, outros lançamentos não tiveram o mesmo impacto.

“Outros lançamentos da artista até o momento não foram capazes de sustentar sua carreira. Se a meta é estar nas primeiras posições do ranking, um hit é essencial, mas sem uma estratégia de sustentação o artista pode morrer na praia”. diz o relatório da Playax.

Vale lembrar que a cantora teve problemas com seus empresários e com a Vara da Infância, o que pode ter impactado em sua carreira e audiência. Entretanto, a cantora ainda possui muitos seguidores nas redes sociais, o que contribui para que seu sucesso não termine.

Ferrugem – Modelo ‘crescimento contínuo’: este modelo parece ser bem aproveitado pelo pagodeiro Ferrugem. Os gráficos indicaram crescimento constante, porém quedas nas execuções ao longo de 2018.

“Planejamento de carreira, investimento em marketing, execução maciça em rádio, participação em programas de TV e parcerias com artistas populares são alguns dos estímulos que impulsionaram o artista”, informou o relatório. “A tendência para 2019 ainda é de crescimento”, indicou a Playax para o artista.

Mano Walter – Modelo ‘escada’: Neste modelo o artista realiza um lançamentos e faz ações para divulgar seu trabalho durante um maior período de tempo.

“Diferente do crescimento contínuo, neste modelo vemos períodos de consolidação seguidos de picos de audiência e o retorno a um patamar maior. O exemplo de 2018 é Mano Walter, que teve lançamentos bem-sucedidos e esforços de marketing coordenados desde o fim de 2017”, descreveu o relatório.

Melim –  Modelo ‘do zero ao topo’: Modelo similar ao crescimento contínuo, porém os gráficos indicam que o grupo alcançou o seu limite de audiência.

“Nos serviços de streaming, passou de uma média mensal de 2 milhões de plays em janeiro para 89 milhões em novembro e, desde então, mantém essa média”, descreveu o relatório.

Gilberto Gil – Modelo ‘estável’:  “Este movimento é mais fácil de ser explicado e previsto: são artistas com carreiras consolidadas e repertório já bem conhecido e grande. Gilberto Gil , mesmo tendo lançado um novo disco em agosto de 2018, apresenta um gráfico linear, descreve a Playax. A execução não chega a picos como o dos outros artistas aqui, mas também é mais garantida que a dos colegas”, informou o gráfico.

Pabllo Vittar – Modelo ‘queda contínua’: este modelo indica um saldo negativo, porém com quedas menores que os outros modelos.

“Queda na popularidade é comum aos artistas em momentos de poucos shows ou nenhum lançamento, mas é um ponto de atenção quando essa queda se repete por meses consecutivos”, indicou a Playax.

O G1 lembrou que nesta semana, Vittar lançou um novo clipe para a música “Seu Crime”, que logo ganhou 500 mil views em 3 horas. Com certeza, o gráfico apresentou alterações no nível de audiência da artista.

 

Foto: MC Loma (divulgação)

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NO BRASIL, ARTISTAS RECEBEM QUASE R$1 BILHÃO EM DIREITOS AUTORAIS

Matéria de AMAZONAS ATUAL

Foram divulgados os valores de distribuição de direitos autorais no Brasil. Em 2018, R$971 milhões foram distribuídos para autores, artistas e associações. A cantora e compositora Marília Mendonça liderou a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

O portal Amazonas Atual publicou uma notícia revelando os últimos números da distribuição de direitos autorais na música. Cinema e Streaming são os segmentos de maior crescimento no país.

De acordo com o portal, R$971 milhões foram distribuídos em direitos autorais para autores, artistas e associações.

Houve uma aumento de 25% da quantidade de beneficiados, ou seja, em 2018 foram 326 mil compositores, intérpretes, músicos, editoras e gravadoras remunerados. Além disso, 66% do valor total foi repassado ao repertório nacional, o que, segundo o portal, contribuiu para o fortalecimento da indústria musical brasileira.

Após acordos com grupos como a Abraplex, representante das redes UCI, Cinépolis e Cinesystem, o Cinema foi o segmento líder na distribuição de direitos autorais, um crescimento de 400%.

Os acordos entre o Ecad e associações de música com as plataformas de streaming, como a Netflix e o Youtube, fizeram com que a distribuição de direitos aumentasse em 72% no segmento.

Com relação aos direitos conexos foram repassados 23,6% do montante e 76,4% foram repassados aos titulares de direitos de autor.

Vale destacar a cantora e compositora Marília Mendonça (“Infiel”), que lidera a lista dos compositores de maior rendimento, principalmente nas plataformas de streaming de música.

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