Venda de álbuns está despencando tão rápido quanto serviços de streaming estão crescendo

Matéria de Rolling Stone

Enquanto nenhuma música conseguiu bater a marca de 1 milhão de vendas, as plataformas de streaming bateram todos os recordes em 2018. Confira novo relatório da BuzzAngle publicado pela Rolling Stone.

O portal da Rolling Stone publicou um novo relatório sobre as vendas de música no mundo. De acordo com o relatório elaborado pela BuzzAngle , a venda de discos caiu 18.2% no ano passado e houve crescimento nos serviços de streaming de música e vídeo.

Nenhum música conseguiu bater a marca de 1 milhão de vendas. Em 2017, apenas 14 faixas atingiram a meta.

Em 2018, os serviços de streaming de música e vídeo cresceram 35.4%. As plataformas digitais de música bateram todos os recordes. Foram mais de 534 bilhões de reproduções, 42% a mais que em 2017.

Segundo o relatório, 77% das músicas ouvidas nos Estados Unidos em 2018 foram em plataformas de streaming , 17,3% dos consumidores compraram álbuns (físico  ou digital) e 5.7% compraram  singles digitais.

“As estatísticas e a queda nas vendas podem assustar, mas não devem ser interpretadas como algo necessariamente ruim. Esse resultado nada mais é que a evolução da indústria fonográfica agindo, e isso pode ser concluído a partir do dado também divulgado de que o consumo de música cresceu na casa de dois dígitos pelo segundo ano consecutivo”, analisou o portal.

 

Foto: Drake (Reprodução)

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Estudo diz que streaming vai arrecadar mais do que bilheterias de cinema em 2019

Matéria de UOLEntrete @UOL

Pesquisa confirma que as plataformas de streaming como Netflix e Amazon irão bater a arrecadação das bilheterias de cinema. O motivo: ingressos de cinema com valores mais altos que as plataformas de streaming.

O portal UOL publicou uma pesquisa realizada pela Ampere Analysis sobre o mercado de streaming  e cinema no mundo. A pesquisa confirmou que as pessoas estão preferindo plataformas como Netflix e Amazon do que ir aos cinemas.

A previsão é que plataformas de streaming baterão a arrecadação dos cinemas, com US$46 bilhões. Os cinemas deverão faturar US$ 40 bilhões em 2019.

Segundo a Ampere, a perda de interesse pelo cinema é devido aos preços dos ingressos. Muitas vezes, para o consumidor, é muito mais válido pagar por um serviço de streaming do que ir ao cinema.

A pesquisa indicou que em países como o México, onde o valor do ingresso fica em torno de US$2,50 (R$9,70), as pessoas costumam ir ao cinema 3 vezes ao ano. Na região escandinava da Europa, onde o ingresso chega a US$13 (mais de R$50), a média cai para 1 visita ao cinema por ano.

Nove entre quinze países como EUA, Reino Unido e Alemanha, possuem ingressos de cinema com valores mais altos que a assinatura de um serviço de streaming.

O país que possui menor freqüência de público nos cinemas é o Japão. O ingresso custa mais que o dobro das plataformas.

 

Foto: Getty Images

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Indústria da música: os números de 2018 e as previsões da Midia Research.

Matéria de MIDiA Research

2018 está chegando ao fim e já estamos atrás das previsões da indústria da música para o ano que vem . De acordo com a pesquisa da MIDiA Research, a receita de música gravada global gerou US$18,9 bilhões este ano, o que representa um aumento de 8,2% em relação a 2017. Confira a análise de Mark Mulligan sobre os números da indústria da música em 2018 e as principais previsões para o mercado em 2019.

Mark Mulligan publicou em seu blog com a Midia Research, uma análise sobre os números da indústria da música em 2018 e as previsões mais importantes do mercado para o próximo ano.

A pesquisa foi realizada com base nos três primeiros trimestres do ano e os primeiros indicadores para o quarto trimestre. Para criar a estimativa de receita de fim de ano da indústria da música, foram coletados dados de gravadoras, associações comerciais e também dados confidenciais das principais plataformas de Artist Direct/DIY. Foram comparados os números com relação a 2017.

De acordo com a pesquisa, a receita de música gerou US$18,9 bilhões este ano, o que representou um aumento de 8,2% em relação a 2017, uma taxa de crescimento menor do que os dois últimos anos. No entanto, a nova receita líquida (US$1,4 bilhão) – é quase a mesma, o que confirma que o crescimento do mercado de música gravada continua estável e em crescimento.

Com relação ao streaming, as receitas podem chegar a US$9,6 bilhões, com taxa de crescimento de 29%. Houve crescimento em mercados de streaming maduros – especialmente nos EUA – com aumento no faturamento de US$0,8 bilhão.

O MIDiA Research foi o pioneiro a contabilizar  a receita através dos Artistas Diretos (Artists Direct) , que são os artistas independentes e plataformas/DIY ( Faça você mesmo). O blog informou que o crescimento deste tipo de segmento foi “espetacular”. A receita total de Artist Direct foi de US$643 milhões, um aumento de 35% em relação a 2017, ou seja, três vezes maior que o mercado. Além disso, a participação de mercado chegou a 3,4% em 2018.

Vale ressaltar que apenas uma parte da receita de Artists Direct é medida pela IFPI (Federação Internacional da Indústria Fonográfica). Categorias como as vendas de CDs em shows não são medidas nem pelas gravadoras nem pelas associações comerciais. Portanto, é esperado que o total de música gravada no mundo seja de US$18,6 bilhões.

O que esperar da indústria da música em 2019? A previsão do MIDiA Research é de que as  receitas globais cresçam novamente em 2019 atingindo a marca de US$25 bilhões (onde o mercado estava em 2000, antes do declínio).

Pode haver uma desaceleração no crescimento de streaming em mercados maduros (EUA, Reino Unido), mas o impacto será compensado pelo crescimento em mercados como o Japão, a Alemanha, o Brasil e o México. O crescimento geral do mercado, embora ainda forte, será mais lento.

2019 será um ano de crescimento para os Artistas Diretos e outros modelos alternativos que se estabeleceram nos últimos anos. “Nunca foi uma época melhor para ser um artista, contanto que você e/ou sua gerência tenham clareza suficiente para saber o que pedir”, concluiu Mulligan.

Foto: MIDiA Research

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Direito autoral é essencial para a produção dentro da economia criativa

Matéria de EXAME

Durante evento sobre cultura e economia criativa, Glória Braga, superintendente executiva do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição); Carolina Panzolini, diretora do departamento de política regulatória do Ministério da Cultura; e Victor Drummond, advogado especialista em propriedade intelectual conversaram sobre o reconhecimento do direito autoral dentro da economia criativa.

Na sexta-feira passada (14) aconteceu o primeiro Fórum Cultura e Economia Criativa do portal exame. Durante o evento, profissionais da indústria da música discutiram sobre o reconhecimento do direito autoral dentro da economia criativa.

Participaram do debate Glória Braga, superintendente executiva do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição); Carolina Panzolini, diretora do departamento de política regulatória do Ministério da Cultura; e Victor Drummond, advogado especialista em propriedade intelectual.

Para Glória Braga, não há conteúdo sem remuneração aos criadores: “A remuneração dos criadores é a mola mestra da economia criativa. Se os criadores não forem pagos adequadamente, como continuarão criando? É preciso conteúdo para que toda essa cadeia produtiva continue existindo”.

“Ele está presente na nossa vida cotidiana, todo mundo é afetado por ele, consome algo onde ele está presente. Artistas são como insumos. Claro que produzir cultura não [é] igual a produzir arroz, mas a cultura gera valores para economia do mesmo modo”, afirmou Victor Drummond.

Carolina Panzolini, do Ministério da Cultura, falou sobre a presença do direito autoral na vida das pessoas: “O direito autoral perpassa a vida de todo mundo. Achamos que isso está longe de nós, mas está no nosso dia a dia, ainda mais nós, que somos os consumidores”, afirmou.

Os profissionais também falaram sobre a pirataria na internet. Segundo o portal, mesmo com o entendimento por parte dos consumidores de que é válido pagar pelo consumo de conteúdo, a presença de conteúdo ilegal ainda existe.

“Ainda há pirataria na internet e até pirataria física, mas ficou para trás. As pessoas estão assinando os streamings. Não são caros, são fáceis de usar, disponibilizam uma infinidade de conteúdo”, contou Glória.

“Ninguém imaginava na época que surgiu o Napster que um dia a gente ia voltar a comprar música. Foi surpreendente. O direito autoral não vai desaparecer com a tecnologia”, afirmou Drummond.

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Lei Rouanet traz retorno 59% maior que valor financiado, mostra FGV

Matéria de EXAME

Nesta sexta-feira o portal EXAME publicou um estudo sobre o impacto econômico da Lei Rouanet desde sua implementação. O estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) descobriu que a Lei Rouanet traz um retorno 59% maior que o valor financiado.

De acordo com o novo estudo realizado pela Fundação Getúlio Vagas (FGV) sobre o impacto econômico da Lei Rouanet, a cada R$1 captado e através da Lei – R$1 de renúncia em imposto – é gerado em média R$1,59 na economia local. “Ou seja, a economia criativa incentivada pela lei gerou, na ponta final, recurso 59% maior em relação à ponta inicial. Em outras palavras, o incentivo à cultura gerou riquezas à sociedade, não custos”, informou o Exame.

Foram gerados pela lei R$31,22 bilhões em renúncia fiscal desde 1993 até este ano, resultando em um impacto econômico de R$49,78 bilhões.

Segundo o estudo, 90% dos recursos da lei, das renúncias fiscais, foi para projetos pequenos, que não chegaram a 100 mil reais. Destes, 66,3% possuíram gastos menores que 25 mil reais. “Contrariando o senso comum de que apenas grandes empresas ou artistas famosos estariam “tirando proveito” da Rouanet”, analisou o portal informando que a lei também beneficia o aquecimento de micro e pequenas empresas dentro da economia criativa, incentivando a inovação e o empreendedorismo.

“Esses dados rebatem muitas das críticas que a lei sofre. A agenda da cultura é uma agenda econômica e é fundamental para o Brasil de hoje”, concluiu o coordenador da FGV, Luiz Gustavo Barbosa.

 

Foto: Pilar Olivares/Reuters

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“A gente não tem que trabalhar pra gravadora”, diz Vanessa da Mata, que experimenta novos formatos

Matéria de Blog Social 1

O portal Social1 entrevistou a cantora e compositora Vanessa da Mata que está experimentando novas maneiras de lançar suas músicas através das plataformas digitais: “O que eu posso dizer é que ‘tô’ entrando nessa fase digital e adorando, porque é um lugar onde o artista é valorizado. Ainda paga muito pouco, mas acho que, num futuro próximo, será melhor para o artista sobreviver”.

Durante a entrevista ao Social1, Vanessa da Mata revelou que ainda está se acostumando com os novos meios de divulgar sua música. A cantora contou que sua maior dificuldade foi se desapegar do álbum. Ela lançou recentemente , “Mais Uma de Amor”, uma regravação de Lulu Santos.

“Tive uma crise gigantesca, porque sou apegada a álbum, sou apegada a fases que se juntam e fazem com que um álbum aconteça; a conceitos de um período de vida colocados ali naquele espaço, e acho que isso tem tudo a ver com obra”, revelou Da Mata.

Entretanto a cantora sabe que é preciso acompanhar as mudanças: “Ao mesmo tempo, eu tenho um lado aquariano que ‘tá’ pedindo essa nova maneira de divulgação, porque também é muito legal, faz com que a pessoa preste atenção numa música só – quando, num álbum inteiro, a gente pula. Por outro lado, a tradicionalista dentro de mim fica sentindo muita falta [do álbum]”. Segundo o portal, Vanessa da Mata irá divulgar uma música a cada 45 dias.

Neste ano, Vanessa da Mata divulgou sua turnê Caixinha de Música [o show de agora] nos Estados Unidos, Portugal e em Londres. Ela saiu da Sony Music, gravadora desde o começo de sua carreira e agora está na Altafonte “experimentando essa nova onda, de aproveitar o digital e as plataformas”, contou a cantora.

Da mata contou que agora está mais independente: “A Altafonte, [é] uma agência digital onde o artista tem 80% do valor do seu trabalho, e não o contrário. É algo novo, voltado a valorizar o trabalho do artista. Eu tenho convites para outras gravadoras, mas acho maravilhoso isso de ser o contrário do que as gravadoras oferecem, que é 80% para elas”.

“Se vai pra rádio, sou eu quem tenho de divulgar, pagar, trocar… Ainda ‘tô’ aprendendo com tudo isso, mas é uma sacada de mercado que acho muito bem-vinda, porque é inteligente, rápida e não faz sujeira. A música é espacial, invisível. Você, infelizmente, não tem aquele encarte – e eu adoro papel -, mas você tem mais árvores, e ‘tá’ tudo certo. Daqui a pouco eles vão desenvolver uma maneira melhor de ter encartes incríveis, com fotografias incríveis, nomes de todos os músicos, detalhes…”, disse Da Mata.

“O que eu posso dizer é que ‘tô’ entrando nessa fase digital e adorando, porque é um lugar onde o artista é valorizado. Ainda paga muito pouco, mas acho que, num futuro próximo, será melhor para o artista sobreviver. A gente não tem que trabalhar pra gravadora. É o contrário. A música é o que surge primeiro nisso tudo. É por causa da música que tem um cantor, compositor, arranjador, os músicos em torno, toda uma equipe que monta show, a pessoa que vende ingressos, a pessoa que faz o marketing… Tudo por causa da música, e não o contrário. É da música que brota todos esses empregos e toda a beleza. A música é desbravadora, levando sensações e poesia, e não o contrário. A indústria vem depois da música”, disse da Mata sobre as mudanças na industria da música perante ao streaming de música.

 

Foto:  Foto: Dayvison Nunes / JC Imagem

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Por que a Sony está lançando um serviço de streaming de alta resolução no Japão?

Matéria de Rolling Stone

Nesta segunda-feira a Sony Music Entertainment Japan anunciou uma parceria com a Rhapsody International para oferecer um novo serviço de streaming: o Mora Qualitas. O portal da revista Rolling Stone explicou porque o país foi o escolido pela Sony Music.

O Mora Qualitas é o novo serviço de streaming de músicas da Sony Music e será lançado em parceria com a Rhapsody International, no Japão.

Segundo a Rolling Stone, o lançamento do Mora Qualitas no Japão ocorreu devido a alta tecnologia presente no país. O maior diferencial desse serviço de streaming é a qualidade no áudio, apenas suportado no Japão.

“No Japão, você entra em uma loja e já há dezenas de fones de ouvido de alta resolução. As pessoas reconhecem o pequeno logotipo de áudio de alta resolução. Culturalmente, é uma ótima opção também – há valorização e as pessoas estão dispostas a gastar mais dinheiro com isso ”, afirmou Brian Ringer, diretor de tecnologia do Rhapsody. “Mas nós vemos a consciência do áudio de alta resolução crescendo aqui nos EUA e na Europa também. Esses mercados estão começando a seguir. Estamos preparados para ir ao mundo todo.”

Por 1.980 ienes (US $ 17,50), o novo serviço estará disponível na plataforma “Powered by Napster” do Rhapsody e oferecerá música sem perdas de qualidade no audio, a 24 bits/44.1-96khz (alta resolução) e 16 bits/44.1khz (qualidade de CD). De acordo com a Rolling Stone, o Mora Qualitas estará disponível para desktops Windows e Mac. Uma plataforma móvel será lançada em breve.

O Japão é segundo maior mercado de música do mundo, seu foco tem sido em produtos físicos e não em streaming. Um relatório da Federação Internacional da Indústria Fonográfica, em 2017, descobriu que 73% da receita musical do Japão era física, o oposto dos EUA – assim, o sucesso do novo serviço digital será tanto um teste do mercado de streaming no Japão quanto do mercado de alta resolução no mundo.

Foto: Franck Robichon/EPA/REX/Shutterstock

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Esta executiva quer igualdade de gênero na indústria musical

Matéria de Nexo Jornal

O portal Nexo entrevistou a diretora da Fundação PRS, Vanessa Reed, que esteve na Sim São Paulo. Reed vem firmando acordos para conseguir o compromisso de paridade de gênero em festivais do mundo todo. Ela também é líder do programa Keychange, um programa para o desenvolvimento de mulheres na indústria da música.

Vanessa Reed, Diretora da Fundação PRS, esteve no Brasil durante a Sim São Paulo para falar sobre o programa para o desenvolvimento de mulheres na indústria da música. O portal Nexo entrevistou a executiva britânica.

Além de ser Diretora da Fundação PRS, Vanessa Reed é líder do Keychange, um programa que visa o desenvolvimento de mulheres artistas profissionais da indústria na música. Ela também foi eleita a terceira da “The Woman’s Hour 2018 Power List”, uma lista da BBC que elege as 40 mulheres que mais influenciam a indústria musical atualmente. Com a primeira posição ficou a cantora Beyoncé e em segundo, Taylor Swift.

Para o portal Nexo, Vanessa Reed, falou sobre a desigualdade de gênero nos festivais de música no mundo. “Ignorar as desigualdades não é mais uma opção”, afirmou. Para ela este é um ponto positivo, com a ajuda das redes sociais, Reed, tem percebido que o próprio público quer atrações diferenciadas e o programa Keychange já conseguiu mostrar que é possível o equilíbrio dos gêneros na promoção de festivais bem sucedidos.

Com relação ao cenário brasileiro, Reed contou que os representantes e organizadores dos festivais brasileiros no Reino Unido, ficaram entusiasmados com Keychange. Segundo ela, o SIM assinou o compromisso de equilíbrio de gênero. “O que chamou minha atenção foi a vontade deles de mudar as coisas, e o desejo de envolver mais festivais brasileiros e sul-americanos nessa ação coletiva voltada para a mudança”.

Reed revelou que mais de 140 festivais de música no mundo assinaram um compromisso com a paridade de gênero, mas ainda há muitos obstáculos, principalmente na escolha dos organizadores durante a escolha dos headliners em festivais, como a “aversão à mudança, mão de obra dominada por homens e falta de disposição para correr riscos”.

Ela também contou que as desigualdades não estão apenas nos festivais de música, mas em todos os cargos da indústria da música, com exceção da comunicação e do marketing.

“Precisamos [ir] na origem do problema, romper com padrões tradicionais e estereótipos desde cedo na educação, para que meninas jovens e mulheres possam se ver na total amplitude de papéis disponíveis para quem quer uma carreira na música”, afirmou a executiva.

 

Foto: RUTH KILPATRIC/DIVULGAÇÃO

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SEGUNDO RELATÓRIO, GRAVADORAS INDEPENDENTES GANHARAM $6.9BN EM 2017, UM AUMENTO DE 10,9% NO SETOR.

O portal Music Business Worldwide publicou uma pesquisa sobre o mercado de música independente no mundo mostrando crescimento de 10,9% no setor, uma alcance de US$6,9 bilhões em 2017.

Uma pesquisa encomendada pelo portal Music Business Worldwide (MBW),  sobre o mercado de música independente, revelou um crescimento de 10,9% na receita global das gravadoras independentes, um alcance de US$6,9 bilhões em 2017.

A pesquisa também revelou que a música independente aumentou sua participação no mercado global de 39,6% em 2016 para 39,9% em 2017.

O relatório considerou a participação de mercado global  independente no nível de direitos autorais, e não de distribuição em 33 países. O objetivo da pesquisa foi analisar o impacto econômico e cultural global do setor de música independente.

Com relação as receitas de streaming, houve um aumento 46% em 2017 (US$3,1 bilhões), o que agora representa 44% da receita total do setor, comparado a 33% em 2016.

A pesquisa deste ano descobriu que 76% dos artistas que assinaram com selos independentes renovaram seus contratos no final do prazo, 42% dos funcionários de empresas independentes permaneceram lá desde o lançamento, e a idade média dos selos independentes é de 14,9 anos.

As receitas de artistas autossuficientes cresceram de US$94 milhões em 2016 para US$101 milhões em 2017.

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