Marisa Monte assina com a Universal Music Publishing

Matéria de Billboard

Acordo global com Universal Publishing inclui todo o seu catálogo com sucessos como “Depois,” “Beija Eu,” “Amor I Love You,” “Não Vá Embora,”. Cantora destacou liderança feminina na empresa.

A cantora brasileira Marisa Monte assinou com a Universal Music Publishing. O acordo global inclui todo o catálogo da artista, incluindo seus maiores sucessos.

Segundo a Billboard.com, Marisa Monte fez questão de enaltecer a liderança feminina na empresa:

“Estou muito feliz por essa parceria entre meu catálogo como compositora e uma empresa com alma feminina. A Universal Music Publishing é presidida globalmente por uma mulher. A UMPG Latin é liderada por uma presidente forte e feminina, cercada por uma equipe capaz e talentosa”, afirmou Monte em comunicado. “Cuidado, delicadeza, empatia e toda a inteligência feminina ao serviço da música. Viva o equilíbrio e a união de forças!”

Alexandra Lioutikoff, presidente da UMPG América Latina retribuiu o discurso da artista: “Marisa Monte é […] uma compositora, artista e produtora cujas músicas são celebradas por fãs de todas as idades, fazendo dela um verdadeiro ícone na arte e na cultura. Temos muito orgulho em recebê-la em nossa família e nossa equipe está ansiosa por oferecer oportunidades criativas para divulgar sua música em todo o mundo, como ela merece. ”

 

 

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Edital Natura Musical confirma abertura para segundo semestre de 2020

Matéria de VEJA RIO

Considerado um dos principais projetos de fomento à musica brasileira, edital terá inscrições abertas em breve, com adaptação em seu processo por conta da pandemia do coronavírus.

O Edital Natura Musical 2020 confirmou que em breve abrirá inscrições, mesmo com a pandemia do novo coronavírus. A notícia veio através da coluna da incrível jornalista Fabiane Pereira para o portal Veja Rio.

Com data prevista para o segundo semestre, o processo atenderá novas demandas para se adequar ao novo contexto da COVID-19:

“São curadores, produtores musicais e gestores com bastante vivência no mercado. Queremos ter a garantia que o processo deste ano vai ressoar uma série de demandas específicas do contexto atual e, claro, expandir e multiplicar os recursos que vamos colocar dentro dessa rede”, explicou a Head of Global Cultural Branding Natura Musical, Fernanda Paiva.

Segundo Fernanda, o programa que completa 15 anos, já investiu R$159 milhões no patrocínio de 467 projetos, impactando diretamente 1,8 milhão de pessoas. O valor de investimento de 2019, para projetos com atuação em 2020, é de R$14 milhões. Não foi revelado o valor para o novo edital.

Considerado um dos principais editais de fomento voltado para a cena musical brasileira, o Natura Musical já beneficiou grandes artistas como Lenine, Elza Soares e Ney Matogrosso. Além de apoiar nomes como O Terno, Saulo Duarte e a Unidade, Xênia França, Letrux, Emicida e Rubel.

“Muito do que vi emergir, eu conheci através de uma proposta de patrocínio ou uma intenção de apoio. Eu digo isso porque acredito que quando a gente tem uma ambição de mudar o mundo, de tornar o mundo mais bonito, temos que saber que essa mudança não vai acontecer do dia pra noite. Essa mudança vai acontecer numa perspectiva de médio e longo prazo. Então ao olhar a trajetória do Natura Musical é um motivo de orgulho porque materializa o que foi definido há 15 anos”, relembra Fernanda.

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Spotify disponibiliza letras de música em tempo real para seus usuários

O novo recurso só foi possível graças a parceria com a Musixmatch, maior plataforma de letras de música do mundo.

A partir de hoje (30), usuários do Spotify poderão ouvir músicas e acompanhar as letras em tempo real na plataforma.

O recurso só foi possível graças à parceria entre o serviço de streaming e a Musixmatch, considerada a maior plataforma de letras de músicas do mundo.

Segundo o Olhar Digital, países como o Brasil, Argentina, Colombia,Chile,México, Peru, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Honduras, Índia, Nicarágua, Panamá, e Hong Kong já estavam há algum tempo em fase de testes.

Para nossa fundadora, Guta Braga, a parceria representa um impacto positivo nas receitas para autores e editores.

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Ecad passa a cobrar taxas por direitos autorais em lives e produtores se irritam

Matéria de G1

Com nova regra, Ecad e Ubem passarão a cobrar 10% por direitos autorais em lives patrocinadas no YouTube. Notícia desagradou produtores de artistas sertanejos e pagodeiros.

Como já era de se esperar, o Ecad começou a regulamentar as taxas de direito autoral em lives. A notícia agradou compositores, mas nem tanto os produtores, segundo matéria publicada pelo G1.

Mediante a crise provocada pela pandemia do coronavírus, o mercado musical se voltou para a internet. Impedidos de fazer shows e festivais, artistas começaram a se apresentar em lives.

Com grande audiência, as lives ganharam patrocínio de marcas. Assim, o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) e a Ubem (União Brasileira de Editoras de Música) procuraram o YouTube para entender como funciona o processo remuneração neste formato de transmissão, principalmente para os compositores.

O YouTube alegou que já paga ao Ecad os direitos autorais devidos e que todos os patrocínios das lives são pagos diretamente aos produtores dos artistas, sem passar pela plataforma.

Desta maneira, as entidades chegaram a decisão de uma cobrança de taxas que somam 10% por direitos autorais das músicas tocadas nas lives patrocinadas no YouTube (5% para o Ecad e 5% para a Ubem). A cobrança se estende para as transmissões que também já aconteceram.

Ainda como parte da regra, não haverá cobrança em lives sem patrocínio ou renda. Além de um desconto de 50% em lives beneficentes para o mercado da música ou com verba que cubra só montagem e cachê.

A superintendente do Ecad, Isabel Amorim, conversou com o portal sobre as mudanças: “Nesse mundo novo das lives, se a gente não fosse em frente com essa cobrança, os compositores não receberiam nada, só os intérpretes”.

Isabel disse que a cobrança não será o bastante para recuperar a crise no mercado: “O Ecad recebe direitos por quase 6 mil shows por mês. Não tem tudo isso de live. A execução pública perdeu 50% de faturamento nos últimos meses. As lives não vão cobrir nem um pequeno percentual disso”, diz Isabel.

Diante das mudanças, alguns produtores de artistas do sertanejo e pagode, responsáveis pelas maiores lives no país, declararam ao portal que as medidas podem prejudicá-los:

“Achamos uma cobrança indevida, pois é nosso canal de divulgação. É injusto ele cobrar muitas vezes do próprio autor da música”, afirmou um produtor que não revelou sua identidade.

“A gente que corre atrás do patrocínio e eles querem uma fatia”, disse outro produtor de pagode sem identidade revelada.

Apesar da reação negativa por parte dos produtores, muitos compositores comemoraram a cobrança. Como a associação Procure Saber, representante de diversos autores da MPB como Caetano Veloso, Gilberto Gil e Erasmo Carlos.

A presidente da associação e empresária de Caetano Veloso, Paula Lavigne, defendeu a nova norma: “É normal que esse tipo de novidade desperte algumas dúvidas, mas na verdade o pagamento ao Ecad dos direitos de execução pública pelas lives é devido”.

“O Ecad está cumprindo a sua obrigação de arrecadar em nome dos autores das músicas que são apresentadas nesses espetáculos ao vivo, que em muitos casos não foram compostas pelos artistas que estão se apresentando na plataforma”, afirmou Paula.

 

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Kondzilla terá seu próprio programa na Rádio Globo

Em breve a produtora Kondzilla fará parte da programação da Rádio Globo. A novidade faz parte da estratégia da Rádio em agradar o público do Rio de Janeiro.

A KondZilla terá seu próprio espaço na programação da Rádio Globo. Segunda o portal O Dia, a maior produtora independente de conteúdo de música no Brasil, terá seu próprio programa na Rádio.

Com o nome de ‘Kondzilla na Rádio Globo’, o programa com estréia prevista ainda para este mês, terá uma hora de duração com artistas lançados pela Kondzilla Records, novidades e muito funk, desde os mais antigos até os atuais.

Ainda segundo o portal, a novidade faz parte da estratégia da rádio em focar no público carioca.

 

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Anavitória desabafa após Tiago Iorc não autorizar regravação de suas músicas

Matéria de G1

Durante uma live, a dupla Anavitória anunciou que o autor não autorizou a regravação de seu maior sucesso para um novo projeto. Cantor alega que está sendo prejudicado por seu antigo escritório.

Durante o fim de semana, um caso envolvendo direitos autorais entre o cantor Tiago Iorc e a dupla Anavitória grande repercussão nas redes sociais. Isso porque durante uma live dos Dia dos Namorados na sexta-feira (12), Ana, da dupla Anavitória resolveu tornar pública a notícia de que Tiago Iorc está impedindo que elas relancem músicas de sua autoria para um novo projeto.

Segundo o G1, mesmo não mencionando Tiago diretamente, no dia seguinte, o cantor publicou em seu Instagram um vídeo em resposta à crítica, explicando que o escritório da dupla está “sabotando” e prejudicando seu trabalho:

“Nessa tua atitude impensada de tornar isso público, você, realmente, da missa não sabe a metade”, falou o cantor respondendo à Ana. “O escritório que gerencia a carreira de vocês, que é o escritório com o qual eu trabalhava e não trabalho mais, vem repetidamente sabotando meu trabalho, agindo de má-fé para me prejudicar, causando danos, inclusive, financeiros.”, continuou. Ele afirmou que o problema não é pessoal com as meninas, mas sim com o escritório, e por isso, não está autorizando a liberação das músicas.

A dupla deseja fazer um relançamento em versão ao vivo de seu trabalho, já gravado no ano passado. Incluindo “Trevo (Tu)”, primeiro sucesso da dupla de 2017, composta por Ana e Tiago.

Considerado padrinho de Anavitória no início de sua carreira, Tiago também produziu todo o álbum de estréia da dupla, além de ter sido sócio do mesmo escritório, que também gerenciava sua carreira até fevereiro deste ano.

Ao G1, o empresário Felipe Simas, responsável pelo escritório, não deu maiores detalhes sobre os conflitos entre ele o cantor, mas alegou que Iorc deve apresentar provas e que elas “devem ser discutidas na Justiça, e não nas redes sociais”. Para o empresário, o cantor é “irresponsável” ao “tentar prejudicar duas meninas, que não têm nada a ver com questões dele com o escritório”. Ele também informa que há dois anos as artistas tentam encontrar o cantor, mas o convite sempre é recusado.

Por fim, Anavitória publicou mais um vídeo na rede social neste domingo (14), para responder as questões levantadas por Tiago e tentar pedir mais uma vez pela liberação de suas músicas:

“Foi um espaço que a gente achou de mandar uma mensagem e deu certo, porque realmente a gente tá podendo ter esse diálogo, mesmo que aos olhos de tantas pessoas. Não era dessa forma que a gente queria que fosse. Estamos sempre abertas para uma conversa”, encerrou. Veja o vídeo completo AQUI.

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Selo cria movimento para empoderar negros no mercado musical

Para debater e incentivar a representatividade negra no mercado musical, um selo brasileiro criou o movimento #blackmusicbusiness, que inclui um podcast para manter o debate mesmo em tempos de pandemia.

O revistaraça.com publicou uma matéria sobre o selo e agência Mondé Musical. Através de várias ações, incluindo um podcast, o selo criou um movimento para debater e incentivar a representatividade negra no mercado musical.

Segundo o portal, o conceito do movimento #blackmusicbusiness teve início no ano passado, após uma parceria com uma empresa de sucos que visava provocar o mercado. A iniciativa se desdobrou até chegar na criação de um podcast e uma rede de divulgação de vagas de trabalho.

Desde março deste ano, o podcast recebe novos episódios, e vem trazendo visibilidade ao debate, mesmo em tempos de pandemia: “Quem são os artistas pretos que movimentam os bastidores do mercado musical? Que transitam pelos corredores das gravadoras? Pelas produtoras? Que cargos ocupam? Há um vácuo, um apagamento que precisava ser trazido à tona e este é o intuito” (Via revista Raça).

A convite da agregadora ONErpm, o CEO Gabriel Marinho, participou da live: “Mercado Musical pela Ótica Negra”, onde discutiu o conceito e exemplificou cases e modelos do #blackmusicbusiness.

Para Gabriel, o conceito é  “uma perspectiva que vai além de gêneros nichados. A ideia é de que nos dêem voz e ouvidos como um todo. Nāo só utilizar artistas negros para vender uma determinada playlist ou estilo, mas também para pensar. Seja numa ação de marketing, ou num planejamento estratégico, e ser remunerado por isso de forma justa”.

Para quem ainda não conhece, a Mondé Musical, desde 2011 atua no cenário independente brasileiro. É fundada e gerida por pessoas negras, sendo responsável por movimentar os backstages e escritórios cariocas. Em seu catálogo, há nomes como Rincon Sapiencia, Russo Passapusso (do Baiana System), e Dino d’Santiago – português de ascendência cabo-verdiana, parceiro musical da cantora pop Madonna.

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Câmara aprova projeto para repassar R$3 Bi ao setor cultural durante a crise do coronavírus

Matéria de G1

O dinheiro será repassado ao setor cultural através de medidas como o pagamento emergencial de três parcelas de RS600 aos profissionais informais, atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet e ainda linhas de crédito.

Nesta terça-feira (26) a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei para beneficiar o setor cultural perante a crise do coronavírus.

O projeto deve repassar R$3 bilhões ao setor através de medidas como o pagamento emergencial de três parcelas de RS600 aos profissionais informais, atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet e ainda linhas de crédito (Via G1).

Aprovado pela Câmara, o texto deverá ser aprovado pelo Senado. O dinheiro do projeto será repassado aos estados, Distrito federal e municípios, que deverão implementar várias políticas como:

– O pagamento de três parcelas de R$ 600 aos trabalhadores do setor ( artistas, produtores, técnicos, curadores, oficineiros e professores de escolas de arte);

-destinação de subsídios mensais (no valor mínimo de R$3 mil e máximo de R$ 10 mil) para manutenção de espaços artísticos e culturais e de micro e pequenas empresas culturais que tiveram as suas atividades interrompidas em razão das medidas de distanciamento social;

– realização de atividades artísticas e culturais que possam ser transmitidas pela internet ou por redes sociais.

Como parte do projeto, bancos federais podem disponibilizar linhas de crédito e condições de renegociação de débitos para trabalhadores do setor cultural ou a micro e pequenas empresas que visam fomentar atividades e aquisição de equipamentos.

A deputada e relatora do projeto Jandira Feghali (PCdoB-RJ), propôs que a lei fosse batizada de “Lei Aldir Blanc”, em homenagem ao compositor, que morreu vítima do novo coronavírus.

“Esta lei foi apelidada por todo o Brasil de Lei de Emergência Cultural. Muitos artistas faleceram neste período da pandemia como Dona Neném da Portela, Rubem Fonseca, Flávio Migliaccio, Moraes Moreira, mas um deles deve dar nome a esta lei pela obra que deixa ao Brasil e por ter sido vitimado pela covid-19, e tenho certeza honrará muito a todas e todos nós. Por isto, quero propor ao Parlamento e à sociedade que chamemos esta lei de Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc”, disse Jandira.

 

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