MinC anuncia criação de Secretaria de Direito Autoral e Propriedade Intelectual

O ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão confirmou a criação da Secretaria de Direito Autoral e Propriedade Intelectual.

Nesta segunda-feira (4), Sérgio Sá Leitão, ministro da Cultura, confirmou a criação da Secretaria de Direito Autoral e Propriedade Intelectual. A nova secretaria pretende combater o tráfico de bens culturais e a pirataria.

O ministro Sérgio Sá explicou que no Brasil o assunto não é abordado de forma suficiente. Para ele, o país tem condições de para estar entre os melhores no combate ao tráfico de bens culturais.

“Desde 2015 o MinC conta com uma comissão interministerial de combate ao tráfico ilícito de bens culturais, com participação dos ministérios da Justiça e da Segurança Pública, mas este grupo estava “meio esquecido””, acrescentou o ministro.

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Acusações de plágio mostram que direitos autorais são complexos

Matéria de Estadão

A Forma da Àgua, Harry Potter, Stranger Things são obras geniais, mas já foram acusadas de plágio. O advogado especialista em direito autoral Mark Litwak explica porque é tão difícil provar que uma obra, tema ou personagem foram copiados.

O filme A Forma da Àgua, vencedor do Oscar de melhor filme, foi acusado de plágio pelo espólio de Paul Zindel, um dramaturgo americano. Seus herdeiros alegam que o diretor Guillermo Del Toro copiou a história, elementos, personagens e temas de uma peça de Zindel.

Além do filme, outras obras como Stranger Things foram acusadas de plágio. A questão levantada é até quando um tema, trama ou personagem pode ser considerado plágio?

Para o advogado especialista em direito autoral e perito em disputas na área cinematográfica, Mark Litwak, processos sobre direito autoral baseados em similaridades de enredos são muito difíceis de vencer. “Conceitos, temas, o assunto tratado, por natureza, são questões não cobertas pela lei de direito autoral”, afirmou.

Segundo o artigo do site Estadão, nos Estados Unidos não existem leis claras sobre “quantos elementos da obra de um autor devem ser plagiados para uma acusação de violação de direito autoral ter peso”.

Litwak afirmou que o reclamante deve provar se houve uma violação dos direitos autorais ou plágio. Ele explicou que “se duas pessoas apresentam a mesma história independentemente, sem ter emprestado uma da outra, ambas têm o direito autoral do seu trabalho”. Uma legislação mais clara poderia ajudar os autores a salvaguardar suas ideias originais.

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O fim do Vevo não trará mudanças na distribuição de vídeos musicais

A dificuldade em disputar visualizações com o YouTube foi um dos motivos que levaram o encerramento do site e aplicativos Vevo após nove anos.

O Vevo é um site de vídeos musicais que surgiu da união entre as empresas Universal Music Group, Sony Music Entertainment, Warner Music Group e a Abu Dhabi Media. O site foi criado para ser uma tentativa de aumentar a receita de publicidade dos vídeos que pertenciam aos artistas do grupo e disputar com o YouTube.

Infelizmente seu desempenho não foi o esperado, pois a ideia de levar os espectadores da plataforma do Google ao site da Vevo não funcionou. Os fãs de música demonstraram não se importar muito com a qualidade do vídeo ou se ele era oficial e acabavam assistindo os vídeos no YouTube.

Nove anos depois, um acordo com o YouTube foi realizado dando acesso total a seus produtos. Embora esteja encerrando apenas o website e o aplicativo para dispositivos móveis é uma questão de tempo para que seja o fim de todo os serviços. “Afinal, por que gastar dinheiro com uma entidade que não está lhe dando tanto valor?” afirmou o site Music Industry Blog.

No ano passado a plataforma arrecadou cerca de US$650 milhões em receita e um total de 300 bilhões de visualizações, o suficiente para a empresa para empatar. A maior parte dessa receita veio como resultado do investimento em publicidade do YouTube, o que mais uma vez confirma que um novo acordo de distribuição será mais lucrativo do que realizar mais esforços.

O fim de Vevo comprova que mesmo empresas bem-sucedidas e bem-financiadas têm dificuldade em enfrentar um monstro tecnológico como o Google.

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“Não diga à gravadora”: Como os artistas estão reinventando o videoclipe!

Matéria de Financial Times

O site Financial Times trouxe um artigo sobre o tão comentado clipe “This Is America”, do Childish Gambino e como os videoclipes estão sendo reinventados para atrair o novo público.

No início de Maio, o polêmico videoclipe “This Is America”, do Childish Gambino deu o que falar. Foram mais de 180 milhões de visualizações no YouTube. Gambino conseguiu fazer um clipe que foi além da música e atingiu o novo público que assiste a vídeos no YouTube. O site do jornal Financial Times trouxe um artigo interessante sobre o novo jeito de fazer videoclipes.

Mike O’Keefe, vice-presidente de criação da Sony Music em Londres, que desde 1995 colabora com vários artistas na produção de clipes, explicou porque o clipe de Gambino conseguiu chamar tanta atenção. Para ele as pessoas querem algo que as emocione: “Com ‘This Is America’, a execução do vídeo é fantástica e uma intenção política; é algo que vai além da música”.

O’Keefe disse ao Financial Times que as tendências são vídeos na vertical (otimizado para visualização em smartphones), vídeos líricos além de um oficial. Muitas vezes é possível encontrar também um “making of”. “Os vídeos líricos, estão se tornando cada vez mais complexos”, afirmou. “Os fãs querem uma representação imediata da faixa, depois o vídeo oficial cria outro pico de excitação”.

David Knight, diretor editorial do UK MVA’s também comentou sobre as transformações nos videoclipes. “O YouTube, que tem 1,8 bilhão de usuários ativos por mês, revitalizou o cenário para todos os produtores de vídeo, qualquer que seja seu orçamento”.

Ele disse que antigamente a MTV ditava como tudo deveria ser, mas agora o YouTube não interfere: “Embora o YouTube seja extremamente poderoso, o poder criativo voltou para o artista. O YouTube não determina o que as pessoas devem fazer. Eu acho que houve um efeito benéfico para a criatividade”.

Knight também destacou o trabalho da cantora Taylor Swift e como ela influenciou o modo de ser fazer clipes atualmente. “Seu vídeo ‘Look What You Made me Do’ de 2017, dirigido por Joseph Kahn, atualmente possui mais de 900 mil visualizações no YouTube e é  repleto de referências a sua história, sinalizações e “easter eggs”. […] A abordagem em “This Is America” foi semelhante, porém em um território mais sério. “Vídeos também moldam interações do mundo real com o público, servindo para promover uma experiência comum”. O Financial Times listou outros 10 clipes que trouxeram novas tendências para o mercado e é possível conferir todos com comentários no artigo oficial.

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Sucesso nos anos 1970 e 80, fitas K7 voltam a ser fabricadas no Brasil após 20 anos.

Matéria de Folha de S.Paulo

Vamos limpar a poeira dos radinhos de fita! Após 20 anos, a Polysom voltou a fabricar fitas cassete no Brasil!

Após 20 anos, a Polysom anunciou que está voltando a fabricar fitas cassete no Brasil. Nas próximas semanas haverá lançamentos de quatro bandas: Planet Hemp, Arctic Monkeys, Pitty e Nando Reis.

Serão produzidas 4.000 fitas por mês e inicialmente serão quatro novidades: O novo do Arctic Monkeys, “Tranquility Base Hotel & Casino”, os relançamentos do Planet Hemp, “Usuário”, “Voz e Violão – Recreio – Vol. 1 do Nando Reis e o “(Des) Concerto ao Vivo” da Pitty.

Quanto ao preço sugerido, João Augusto, presidente da gravadora Deck e consultor da Polysom, explica que o valor inclui os altos custos na produção e por isso cada fita sairá a R$49,90. Em comparação aos discos de vinil fabricados no Brasil o valor também fica elevado. Encontramos no mercado preços a partir de 80 reais. “Há nesse resgate dos formatos analógicos um componente de caráter “cult”, distante do grande público”, conta a notícia do jornal Folha de São Paulo.

Outras novidades que veremos em breve serão lançamentos que vão além do rock: o novo disco de Elza Soares, ‘Deus É Mulher’, e a releitura da obra de Tom Jobim por Fernanda Takai, ‘O Tom da Takai’.

Se você ficou ansioso com a notícia e deseja ouvir em casa música de qualidade, o valores dos novos walkmans podem chegar a 180 reais. Então vamos começar a tirar a poeira daqueles radinhos de fita que estão guardados porque agora eles valem muito!

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A estratégia de Taylor Swift para vender menos e ganhar mais

A era dos shows esgotados acabou! A cantora Taylor Swift está apostando em uma nova maneira de atrair seu público para os shows e está dando certo!

A cantora Taylor Swift é uma das mais importantes artistas pop do momento, mas sua nova turnê “Reputation” ainda não está com ingressos esgotados. Para alguns isso pode ser visto como um fracasso da cantora, ou um “flop”, como os fãs do pop costumam dizer, mas na verdade é exatamente o resultado de uma estratégia de sucesso.

Atualmente, grande parte dos ingressos vendidos esgotam rapidamente. Para conseguir um lugar nos shows, os fãs precisam correr contra o tempo e ainda concorrer com empresas que compram os ingressos para revender a preços mais altos. A nova estratégia de Swift visa fidelizar os fãs e vender ingressos através de táticas de preços agressivas que dificulta a capacidade de compra dos cambistas.

A venda dos ingressos da nova turnê de Swift conta com a parceria da Ticketmaster onde os fãs participam de um programa de fidelidade chamado de “Verified Fan”. Meses antes dos ingressos serem colocados à venda, os fãs que estão no programa podem tentar adquirir ingressos VIP’s assistindo a videoclipes, comprando o álbum ou adquirindo mercadorias da artista. Os fãs recebem um código que dá vantagens e descontos nas entradas.

Mesmo sem ter vendido todos os ingressos, que estão na faixa de preço de 800 a 1.500 dólares, a turnê alcançou um resultado maior do que a anterior. A ‘Reputação’ tour já possui mais datas marcadas e teve um aumento nas vendas de 15%.

Foi verificado também que apenas 3% dos ingressos vendidos na pré-venda foram destinados aos cambistas. Segundo o site StubHub, houve um declínio em comparação com a média entre 30% e 50% que são normalmente encontrados nessas plataformas para grandes artistas.

Tudo indica que a estratégia realmente está valendo a pena e diminuindo a intervenção dos cambistas nas compras dos ingressos. Com certeza é um novo modelo a ser seguido por outros artistas que pretendem valorizar os fãs.

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Sony compra 60% da gravadora EMI em negócio avaliado em cerca de US$ 2 bilhões

Matéria de G1

A Sony anunciou a compra de 60% da gravadora EMI Music.

Nesta terça-feira (21) a Sony anunciou que irá comprar 60% da gravadora EMI Music e terá uma participação de 90% das ações.

Apesar da divulgação do novo acordo, não foi revelado o valor do negócio que terá como base o valor de mercado da companhia em US$ 4,75 bilhões. Enquanto a empresa estima que ele será de aproximadamente a US$ 1,9 bilhão, o fundo da EMI, o Mubadala, diz que a venda será em torno de US$2,3 bilhões.

Atualmente, a EMI é a segunda maior gravadora em receita. O ano passado ela faturou US$663 milhões, tendo em seu estoque cerca de 2,1 milhões de músicas.

Esta é primeira grande operação da japonesa liderada pelo seu novo presidente e CEO, Kenichiro Yoshida, que pretende continuar mantendo a posição de número um na indústria.

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YouTube entra no mercado de streaming com o novo serviço

Matéria de Forbes Middle East

Youtube lançará novo serviço de streaming para competir com o Spotify e Apple Music.

Nesta terça-feira (22) o YouTube promete lançar seu novo serviço de streaming de música: o YouTube Music.

Para competir com os gigantes, Spotify e Apple Music, o novo serviço do Youtube oferecerá streaming de vídeo e áudio com milhares de playlists oficiais de músicas, álbuns, rádio de artistas e muito mais. Além disso, para facilitar a navegação, o Youtube Music oferecerá remixes, apresentações ao vivo, capas e vídeos musicais da plataforma em um só lugar.

O serviço terá uma versão gratuita que terá anúncios, já a Premium, custará US$ 9,99 por usuário sem anúncios. O YouTube Premium substituirá o YouTube Red, um serviço de assinatura por streaming pago que foi oferecido pela empresa anteriormente.

O YouTube informou através do post em seu blog que os assinantes do Google Play Music e do YouTube Red terão automaticamente acesso ao YouTube Premium. A empresa também esclareceu que todos os usuários continuarão a ter acesso ao Google Play Música e poderão usar suas músicas e downloads, mesmo que tenham o YouTube Music.

O lançamento do serviço está previsto para os EUA, Austrália, Coréia do Sul, Nova Zelândia e México no dia 22 de maio de 2018. A empresa do Google, anunciou que lançará o YouTube Music na Europa também. No entanto, não houve menção quanto a disponibilidade no Oriente Médio.

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Streaming de música cria novas possibilidades de segmentação

Como as marcas podem usar os serviços de streaming para segmentar e alcançar seu público-alvo através da geolocalização

No ano passado, o mercado global de música cresceu em 8,1%, graças ao streaming de música. As marcas precisam perceber que os serviços de música também podem ser grandes parceiros para atingir o público-alvo com mais precisão.

A música digital está aumentando as possibilidades de usar recursos de geolocalização para ter uma segmentação mais precisa e melhor tratamento de dados.

Por isso “cada vez mais as agências e marcas estão buscando gerar conteúdo musical associado às campanhas”, contou Lou Schmidt, sócio e diretor de criação do estúdio criativo Antfood. Para ele, é preciso aproveitar as possibilidades de conexão com a marca que o mercado de streaming oferece.

 

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Você não consegue parar de assistir ‘This Is America’

Matéria de

Porque só ouvimos falar em “This is America”!

“This is America” do rapper Childish Gambino (codinome do cantor e ator Donald Glover) é o vídeo mais assistido do momento no YouTube e já pode ser considerado o clipe do ano.

O clipe foi lançado no dia cinco de maio e logo nas primeiras 24 horas ganhou 12,9 milhões de visualizações e se tornou uma das 10 maiores estreias de videoclipes do ano no YouTube. O ritmo de crescimento só aumentava, em 48 horas foram mais de 30 milhões. Atualmente, o clipe conta com mais de 114 milhões de visualizações.

Repleto de simbolismo e temas como a violência, racismo e armas nos Estados Unidos, há tanto acontecendo ao fundo quanto no primeiro plano, onde Gambino dança às vezes sozinho e às vezes com dançarinos vestidos como estudantes. Todos esses elementos levantaram uma série de discussões nas redes sociais, contribuindo para o sucesso do clipe.

Hiro Murai, que trabalha com Gambino na série “Atlanta”, dirigiu o vídeo e ficou chocado com a repercussão: “Tentamos apenas ser honestos com nossos sentimentos através do trabalho e espero que ele se conecte com as pessoas”.

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