Envie sua música diretamente para as Playlists do Spotify

Matéria de

Quer saber como colocar sua música em uma playlist do Spotify? Aprenda de forma prática e garanta seu lugar “Release Radar” do seu seguidor.

Muitos artistas ainda não sabem que podem ter uma posição na em uma lista de reprodução do Spotify. O processo é muito simples, e para fazer, basta ter acesso de um desktop.

Ao enviar sua música pelo Spotify for Artists, você tem a garantia de colocação nas listas de reprodução do “Release Radar” do seu seguidor, que podem ser encontradas na seção Pesquisar.

Como funciona?

– Cadastre-se ou faça o login no Spotify for Artists. Todas as suas músicas não lançadas estarão localizadas nas seções “Página inicial” ou “Perfil” do painel do artista.

– Na seção “Início”, clique em “Primeiros passos”, ao lado da faixa que você deseja enviar.

– Você também pode clicar com o botão direito do mouse em músicas não lançadas na seção “Perfil” e clicar em “Enviar uma música”.

– Preencha o formulário de envio da lista de reprodução e forneça o máximo de informações possível sobre a faixa.

Algumas observações!

– Você só pode enviar se já tiver música na plataforma e sua conta do Spotify for Artists estiver configurada.

– Apenas faixas inéditas podem ser consideradas.

– Depois que sua versão for publicada, ela não estará mais qualificada para o envio da playlist.

– As inscrições estão limitadas a uma música por vez, por isso, se estiver escolhendo um álbum ou um EP, selecione sua melhor faixa.

– Você não poderá enviar outra faixa até que seu envio atual seja liberado.

– Seu envio deve ocorrer pelo menos 7 dias antes da data de lançamento.

– Quanto mais tempo você puder dar ao Spotify, melhor.

– Forneça o máximo de metadados possível sobre sua música. Os metadados corretos ajudarão os curadores do Spotify a descobrir sua música e a colocá-lo nas listas de reprodução mais relevantes.

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Guerra de serviços de streaming esquenta no Brasil

Matéria de Estadão

Na semana passada, o setor de streaming de músicas ficou agitado no Brasil com o retorno do Tidal em parceria com a empresa de telefonia Vivo e o lançamento do YouTube Music. Mesmo com boa perspectiva, problemas econômicos e a pirataria são alguns dos desafios que esses serviços enfrentarão para provar sua sustentabilidade como negócio.

O mercado dos serviços de streaming está cada vez competitivo. Na semana passada, duas plataformas lançaram novidades no Brasil. Primeiro foi o Tidal e sua parceria com a empresa de telefonia Vivo, e em seguida o Google veio com o YouTube Music.  Enquanto isso, quem chamou a atenção lá fora, foi a aquisição do Pandora pela Sirius XM.

O Tidal chegou ao Brasil em 2015, porém não obteve sucesso. Agora, tudo indica que o serviço voltou com força pela parceria com a operadora de telefonia Vivo. “Não somos uma grande empresa de tecnologia. Precisamos de parceiros fortes”, afirmou Lior Tibor, diretor de operações do Tidal. Assim como o Tidal, a Deezer também possui uma parceria com uma operadora de telefonia, a TIM.

Lançado na semana passada, o YouTube Music, chegou com um catálogo das gravadoras e  acervo de vídeos de música já existentes na plataforma. Com versão gratuita e assinatura de R$17, o objetivo da plataforma é oferecer uma experiência completa: “Temos o cover, a coreografia, a versão ao vivo, o vídeo com as letras”, afirmou Sandra Jimenez, chefe de música do YouTube para a América Latina.

Mesmo com tanta agitação e otimismo, a sustentabilidade dos serviços de streaming ainda é questionada.  Segundo o portal Estadão, o líder Spotify, que possui 83 milhões de assinantes, opera com prejuízos de €394 milhões no segundo trimestre. A concorrência segue pelo mesmo caminho.

No Brasil, os serviços de streaming terão grandes desafios. De acordo com a análise do portal, ainda enfrentamos problemas econômicos e de infraestrutura de conexão com a internet. Além disso, muita gente não possui acesso ao cartão de credito, diferentemente dos Estados Unidos e Europa.

A preferência de conteúdos locais, como sertanejo, funk e gospel, dificulta a curadoria. A pirataria também é um grande desafio enfrentado pelos serviços de streaming.

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Spotify volta atrás e encerra verificação de endereço para plano família

Matéria de Estadão

O Spotify voltou atrás e encerrou verificação de endereço para aqueles que possuem o plano família. O serviço de streaming estava fazendo a verificação dos usuários a fim de evitar que amigos dividissem o plano

De acordo com o portal Estadão, Spotify parou de enviar e-mails para os usuários que assinam o plano família após receber muitas críticas sobre sua postura. Os usuários alegaram que nem todas as famílias moram juntas na mesma casa.

No e-mail, o Spotify solicitava a localização GPS para verificação e quem não confirmasse o endereço da residência poderia perder o acesso ao plano.

O plano família do Spotify está disponível para até seis pessoas que moram no mesmo endereço.

Segundo o site americano Fortune, a tentativa que durou apenas um dia teve a real finalidade de aumentar a receita média por usuário do serviço, que caiu 12% no último trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado.

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YouTube lança rival para Spotify no Brasil

Nessa terça (25/09) o Google entra na disputa dos serviços de streaming de vídeo e música no Brasil, lançando o YouTube Music e o YouTube Premium.

O YouTube lançou duas novidades no Brasil para disputar com grandes nomes do streaming de vídeo e música, o Youtube Music e o YouTube Premium.

Para concorrer com os serviços de streaming de música como Spotify, Apple Music e Deezer, o YouTube Music chega ao Brasil com versão gratuita e assinatura mensal de 17 reais, disponível para celulares Android e iOS.

Além do aplicativo para celulares, uma versão específica para PCs, via navegadores, está disponível. Há ainda um plano família, no qual  é possível dividir uma assinatura em até seis contas, por R$26 ao mês.

No YouTube Music, o usuário pode assistir ao vídeo com a letra da música, versão ao vivo e até covers de fãs do mundo todo. Além do aplicativo para celulares, há uma versão específica para PCs.

De acordo com o portal Época Negócios, não será possível ouvir as músicas em segundo plano: “Será preciso deixar o aparelho com a tela ligada e dentro do app para o som continuar tocando. É um dos pontos fracos do serviço”, afirmou o portal.

No plano gratuito o acesso é limitado. Os usuários não podem baixar músicas para ouvir off-line e nem interromper os anúncios.

Vale lembrar que o YouTube Music foi lançado para substituir o Google Play Música, o atual streaming do Google no País. Haverá uma migração dos usuários para a nova plataforma.

O YouTube Premium também é um novo serviço do Google que chegou ao país hoje (25/09) para concorrer com a Netflix e Amazon – que em breve chegará ao país.

No YouTube Premium, além de ter acesso aos conteúdos originais do YouTube, o usuário pode baixar vídeos para assistir off-line e remover anúncios do site. Tudo isso por uma assinatura de R$21 por mês que também dá acesso ao YouTube Music. No plano família o valor é de R$36 ao mês.

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Holding Sirius XM compra Pandora Radio e se torna maior empresa de entretenimento de áudio do mundo

Matéria de ISTOÉ DINHEIRO

A Sirius XM anunciou a aquisição da Pandora Radio por US$ 3,5 bilhões. Com a fusão será criado o maior conglomerado de áudio do mundo.

A Sirius XM, holding de rádios via satélite, anunciou a compra de todas as ações da Pandora Radio, empresa de rádios online e serviço de streaming de música e podcasts, por US$3,5 bilhões.

Segundo o portal Isto É Dinheiro, a Pandora ainda estará aberta para outros compradores que oferecerem um valor por ação maior que o acordado com a Sirius. É claro que, após o anúncio, as ações da Pandora subiram 8,6%. Entretanto as ações da Sirius XM sofreram queda de 2,3%. “Segundo executivos da empresa, as duas marcas continuarão a existir, porém, com administração conjunta”, afirmou o portal.

Vale lembrar que a Pandora tem sofrido problemas financeiros por conta da concorrência entre os serviços de streaming. Com a aquisição, a Sirius XM pretende entrar na internet, pois atualmente só presta serviços de assinatura para rádios via satélite em carros. Será um ganha-ganha: a Sirius terá acesso a base de clientes da Pandora, que terá em contrapartida, recursos para expandir e até modificar seu modelo de negócios. Unidas, o número de usuários passa de 100 milhões de usuários por mês.

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Streaming já representa 75% da indústria musical nos EUA

Matéria de Canaltech

Mais um relatório sobe o mercado fonográfico para o primeiro semestre de 2018 foi publicado. Segundo a RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – o setor pode comemorar um aumento de 10% no faturamento, com os serviços de streaming representando 75% de todo o mercado. Drake, Cardi B, Camila Cabello e Post Malone são os artistas que mais se destacaram até agora.

A RIAA – Associação da Indústria Fonográfica da América – publicou seu relatório sobre o mercado fonográfico nos Estados Unidos para os primeiros seis meses de 2018. Com aumento de 10%, o setor comemora um faturamento de US$4,6 bilhões, sendo que os serviços de streaming representam 75% de todo o mercado.

De acordo com o relatório da associação, o crescimento é considerável. Entretanto, há uma desaceleração no setor em comparação ao mesmo período entre 2016 e 2017, onde a variação era de 17%.

Representando 75% do faturamento, os serviços de streaming de música contaram com um aumento de assinaturas pagas, e ainda cerca de um milhão de novos assinantes por mês. O crescimento foi de 33,3% e a receita US$2,55 bilhões.

Com relação às plataformas gratuitas, a receita de anúncios aumentou em 15,6% (US$498 milhões). “A expectativa é que, com a desaceleração no número de novos usuários na medida em que todos os interessados aderem a plataformas do tipo, comece a conversão de gratuitos para pagos, gerando mais faturamento”, afirmou o portal Canaltech.

Representando 10% do mercado (US$ 461,6 milhões), as vendas de CDs diminuíram 41%. O número de downloads também teve uma baixa de 27% de faturamento, e representou 12%, movimentando US$562,2 milhões. Já as vendas de Vinil apresentaram um aumento de 12% nas vendas.

Os artistas que mais se destacaram no mercado foram Drake, Cardi B, Camila Cabello, Post Malone, Migos, Travis Scott, Jason Aldean e Charlie Puth. Todos conquistaram discos de ouro ou platina, não apenas no mercado americano, mas também mundial.

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SPOTIFY: ARTISTAS PODEM ATUALIZAR AS MÚSICAS DIRETAMENTE NA PLATAFORMA GRATUITAMENTE

O Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de músicas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora, tudo de forma gratuita.

Mais uma grande oportunidade para os artistas: o Spotify lançou um novo recurso que permite que artistas independentes façam upload de faixas diretamente na plataforma, sem a necessidade de um agregador ou gravadora.

O Spotify confirmou que o objetivo é ter cada vez mais novos artistas, selos e equipes na plataforma. De acordo com o portal Music Business WorldWide (MBW), o recurso está acessível pelo Spotify For Artists, em fase de testes, e é exclusivo para convidados. Além disso, os próprios artistas podem programar uma data de lançamento a sua escolha. Tudo isso gratuitamente!

A plataforma não cobrará taxas iniciais para os uploads e nenhuma comissão adicional sobre os royalties gerados pela música, não importa quantas faixas forem enviadas.

Esta nova abordagem, livre de custos, bate de frente com os serviços oferecidos pelos agregadores/distribuidores, tais como CD Baby, TuneCore, Distrokid e Ditto – todos requerem uma taxa de upload “one-off” ou um pagamento de assinatura anual dos artistas.

Isso representa uma grande mudança no conteúdo de áudio enviado pelo usuário para o Spotify. Tradicionalmente, esse é o domínio do SoundCloud, que oferece um “Plano Pro”, de 15 dólares mensais,  onde artistas podem fazer upload de faixas ilimitadas e dá acesso a ferramentas de “insight”. No SoundCloud também há uma opção gratuita, porém limitada.

Não se sabe se a gratuidade do novo recurso será perpétua, porém o próprio CFO, Barry McCarthy, já mencionou que para empresa ser bem sucedida deve-se construir um “mercado de dois lados” visando a melhoria das margens brutas.

O Spotify esclareceu para o portal MBW que sua nova ferramenta de upload só será aberta para as partes que detêm os direitos autorais de suas gravações – e que os sistemas de filtro foram “colocados em prática para impedir que conteúdos potencialmente infratores entrem no serviço”.

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Parceria entre Vivo e TIDAL permite que estudantes paguem metade do preço pelo serviço de música

Com show de Nicki Minaj, parceria entre Vivo e Tidal no Brasil trará assinaturas com preço reduzido para estudantes.

Nesta quarta-feira (19/9), a operadora Vivo anunciou uma parceria com o serviço de streaming Tidal que permitirá o preço reduzido das assinaturas para estudantes.

Os clientes da Vivo poderão ter acesso ao Tidal pelo valor de R$15,99 por mês, já os estudantes pagam metade, R$7,99 por mês. Além disso, o primeiro mês é gratuito para todos os planos.

O Tidal foi criado pelo rapper norte-americano Jay-Z e possui um acervo com 57 milhões de músicas e 235 mil vídeos. Seu diferencial está na tecnologia HiFi que proporciona maior qualidade em áudio.

De acordo com o portal Olhar Digital haverá um grande evento para o lançamento da parceria que será um show exclusivo com a cantora de Hip-Hop Nicki Minaj – também uma das proprietárias do serviço – no dia 26 de setembro em São Paulo.

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